Novo baculovírus controla Cydia pomonella em pomar
CypoNPV apresentou alta patogenicidade em laboratório e controle de até 77,78% em campo
A Yara inaugurou uma instalação de captura de carbono em Sluiskil, na Holanda, com capacidade para capturar e liquefazer até 800 mil toneladas de dióxido de carbono por ano. Segundo a companhia, a estrutura representa a maior unidade industrial do tipo na Europa e cria a primeira cadeia transfronteiriça completa para captura, transporte e armazenamento permanente de dióxido de carbono (CO2).
O sistema opera na unidade de produção de amônia e fertilizantes da Yara Sluiskil. Após a captura, o CO2 passa por liquefação e armazenamento temporário na planta. Navios da Northern Lights transportam o produto até Øygarden, na Noruega. O armazenamento permanente ocorre a 2.600 metros abaixo do leito marinho.
A expectativa prevê a captura e o armazenamento de cerca de 12 milhões de toneladas de CO2 nos próximos 15 anos, sob condições regulatórias adequadas. A operação também evita a incidência de tributação de carbono sobre os volumes capturados.
A Yara aponta o CCS como ferramenta para reduzir emissões em setores intensivos em energia, entre eles fertilizantes, amônia, cimento e gestão de resíduos. A tecnologia permite manter a produção industrial durante a redução das emissões.
O projeto também integra a estratégia da companhia para ampliar cadeias de baixo carbono. Entre as aplicações citadas aparecem fertilizantes para produção de alimentos, amônia para usos industriais e energia limpa, além de combustíveis de menor pegada de carbono para o transporte marítimo.
Receba por e-mail as últimas notícias sobre agricultura