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O Conselho Nacional do Café (CNC) anunciou a contratação de Daniel Barcelos Vargas para a função de superintendente. A decisão foi autorizada e aprovada pelo Conselho Diretor da entidade.
Daniel Vargas é doutor (2014) e mestre (2006) em Direito pela Universidade de Harvard, além de mestre (2005) e bacharel (2003) em Direito pela Universidade de Brasília. Exerceu diferentes funções na Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e também atuou na área acadêmica, como professor de Economia e Direito da FGV.
Segundo o CNC, a contratação faz parte do processo de fortalecimento institucional da entidade. Com experiência nas áreas de políticas públicas, governança, sustentabilidade, relações institucionais e desenvolvimento estratégico, o novo superintendente deverá contribuir para ampliar a atuação do Conselho no Brasil e no cenário internacional, além de fortalecer a integração com diferentes segmentos da cadeia produtiva, organismos públicos e privados, instituições de pesquisa e organismos multilaterais.
“O Conselho Nacional do Café sente-se honrado e enriquecido com a presença do Dr. Daniel Barcelos Vargas em sua equipe. Sua experiência amplia nossa capacidade de resposta aos desafios contemporâneos da cafeicultura e fortalece nossa missão de representar, defender e promover os interesses das cooperativas, dos produtores rurais e de toda a produção brasileira de café”, destacou Silas Brasileiro, presidente do CNC.
A chegada do novo superintendente também amplia a estrutura operacional do CNC e reforça, segundo a entidade, o compromisso com a formulação de políticas públicas, a inovação, a sustentabilidade e a competitividade da cafeicultura nacional, em colaboração com associados e parceiros estratégicos.
“Temos a convicção de que sua atuação contribuirá significativamente para consolidar o protagonismo do CNC e ampliar sua capacidade de servir à cafeicultura brasileira, promovendo o desenvolvimento sustentável do setor e fortalecendo a voz dos produtores e de suas cooperativas – em conjunto com as demais entidades de representação dos cafés do Brasil (CNA, Cecafé, Abic e Abics) –, nos principais fóruns nacionais e internacionais”, concluiu Silas.
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