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A CNH Industrial fechou 2025 com receita consolidada de US$ 18,1 bilhões, queda de 9% sobre 2024. O lucro líquido somou US$ 505 milhões, recuo de 60% no comparativo anual. A companhia projeta nova retração de 5% na demanda global de máquinas agrícolas em 2026, antes de retomada prevista para 2027.
No quarto trimestre, a receita consolidada alcançou US$ 5,16 bilhões, alta de 6% ante igual período de 2024. O lucro líquido ficou em US$ 89 milhões, contra US$ 176 milhões um ano antes. O lucro diluído por ação atingiu US$ 0,07 no trimestre e US$ 0,41 no acumulado do ano.
As vendas líquidas das atividades industriais somaram US$ 15,35 bilhões em 2025, retração de 10%. O EBIT ajustado dessas operações totalizou US$ 663 milhões, queda de 53%. A margem EBIT ajustada caiu de 8,2% para 4,3%.
Na divisão de agricultura, a receita anual atingiu US$ 12,39 bilhões, redução de 12%. O EBIT ajustado recuou 47%, para US$ 772 milhões. A margem caiu de 10,5% para 6,2%.
No quarto trimestre, a receita agrícola somou US$ 3,6 bilhões, avanço de 5%. O EBIT ajustado caiu 5%, para US$ 233 milhões. A margem ficou em 6,5%. A companhia atribuiu o desempenho a tarifas, piora no mix geográfico, menores resultados em joint ventures e maiores despesas com vendas e administração.
Na América do Norte, o volume da indústria caiu 31% para tratores acima de 140 cv e 14% para tratores abaixo de 140 cv no quarto trimestre. As colheitadeiras recuaram 16%. Na EMEA, a demanda por tratores caiu 8%, enquanto colheitadeiras cresceram 40%. Na América do Sul, tratores recuaram 8% e colheitadeiras caíram 39%. Na Ásia-Pacífico, tratores avançaram 19% e colheitadeiras 10%.
A divisão de Construção registrou receita anual de US$ 2,96 bilhões, queda de 3%. O EBIT ajustado somou US$ 68 milhões, recuo de 60%. A margem caiu para 2,3%.
O fluxo de caixa das atividades operacionais totalizou US$ 2,54 bilhões em 2025. O fluxo de caixa livre das Atividades Industriais alcançou US$ 513 milhões, ante resultado negativo de US$ 401 milhões em 2024.
Para 2026, a CNH projeta vendas da divisão agrícola entre estáveis e queda de 5%, com efeito cambial positivo de 2%. A margem EBIT ajustada deve variar entre 4,5% e 5,5%. A empresa prevê vendas estáveis em Construção e margem entre 1% e 2%. O lucro diluído ajustado por ação deve ficar entre US$ 0,35 e US$ 0,45.
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