Teralis
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Herbicida
diclosulam (sulfonanilida triazolopirimidina) (840 g/L)

Informações

Número de Registro
34125
Marca Comercial
Teralis
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
diclosulam (sulfonanilida triazolopirimidina) (840 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Digitaria nuda
Capim colchão
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Ipomoea hederifolia
amarra-amarra (1); corda-de-viola (7); corriola (5)
Cana-de-açúcar
Ipomoea nil
amarra-amarra (2); campainha (8); corda-de-viola (9)
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)

Conteúdo da Bula

                                    <logotipo da empresa registrante>

                                                     Teralis ®
                                                  <logomarca do produto>

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 34125

COMPOSIÇÃO:
N-(2,6-dichlorophenyl)-5-ethoxy-7-fluoro[1,2,4]triazolo[1,5-c]pyrimidine-2-sulfonamide
(DICLOSULAM) .................................................................................................... 840 g/kg (84,0% m/m)
Outros ingredientes ............................................................................................ 160 g/kg (16,0% m/m)

                GRUPO                                            B                                     HERBICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Herbicida seletivo.

GRUPO QUÍMICO:
DICLOSULAM: Sulfonanilida triazolopirimidina
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG).

TITULAR DO REGISTRO (*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA -
Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO
DICLOSULAM TÉCNICO
Registro MAPA nº 19116
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland, Estados Unidos da América

Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited
Kesavaram, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal, Vishakapatnam District, Andhra
Pradesh,531 127 - Índia

FORMULADOR
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland, Estados Unidos da América

Corteva Agriscience LLC
2830 US 24 Highway, El Paso, Illinois 61738, Estados Unidos da América

Prochem Bio S.A.
Av. San Nicolás 645, Parque Industrial Comirsa, Ramallo, Buenos Aires - Argentina

MANIPULADOR
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da
Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP

Corteva Agriscience do Brasil Ltda.
Avenida Dr. Roberto Moreira, 1381, Boa Esperança - CEP: 13148-058, Paulínia/SP
CNPJ: 47.180.625/0064-20 - Registro no Estado nº 4432 - CDA/SP

Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 8 - CDA/SP

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                                                                                                                   Página 1 de 11
Ouro Fino Química S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335, Quadra 14 - lote 5 - Dist. Industrial III - CEP: 38044-750 -
Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Tel.: (16) 3518-2000 - Fax: (16) 3518-2251 - Certificado
de Registro IMA nº 8.764

Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 - Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado nº 477 - CDA/SP

Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Rua Alberto Guizo, 859 - Distrito Industrial João Narezzi - CEP: 13347-402 - Indaiatuba/SP - CNPJ:
50.025.469/0001-53 - Registro no Estado nº 466 - CDA/CFICS/SP

Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Rua Bonifácio Rosso Ros, 260 - Bairro Cruz Alta - CEP: 13348-790 - Indaiatuba/SP - CNPJ:
50.025.469/0004-04 - Registro no Estado nº 260 - CDA/CFICS/SP

Radienz Living Chicago, LLC
1804 W. Central Rd. Mt. Prospect, Illinois 60056 - Estados Unidos da América

Corteva Agriscience Argentina S.R.L.
Hipolito Irigoyen 2900, Santa Fe, Puerto General San Martin, S2202DRA, Argentina


                      Nº do lote ou partida:
                      Data de fabricação:                  VIDE EMBALAGEM
                      Data de vencimento:

      ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                           CONSERVE-OS EM SEU PODER.

             É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                     PROTEJA-SE.

                      É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                          Indústria Brasileira
    (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273°
                             do Decreto N˚ 7.212, de 15 de junho de 2010)

     CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
                                  DANO AGUDO

               CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                            III - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇÕES DE USO:
Teralis poderá ser recomendado para o controle de plantas daninhas em áreas de cana-de-açúcar, tanto
em cana planta, após o plantio, quanto em cana soca, após o corte da cana-de-açúcar, sendo aplicada em
pré-emergência das plantas daninhas.

Culturas, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:
 Cultura            Alvos           Doses (g/ha)            Época de Aplicação

                     Digitaria horizontalis
                       (Capim-colchão)                                            Pré-emergência das plantas daninhas, em
                                                             63 a 105             pré ou pós-emergência da cultura da cana-
                       Ipomoea purpurea                                           de-açúcar.
                        (Corda-de-viola)
                                                                                  Cana planta: No plantio (antes ou após) e,
                    Brachiaria plantaginea                                        ou após a operação de quebra-lombo.
                     (Capim-marmelada)
                                                                                  Cana soca: Após o corte e, ou antes do
                      Ipomoea grandifolia                                         fechamento da cana.
                                                             63 a 126
                        (Corda-de-viola)
                                                                                  Em pós-emergência avançada da cana-de-
                                                                                  açúcar, realizar com auxílio de equipamento
                          Ipomoea nil                                             recomendado,          como         pingente,
  Cana-de-              (Corda-de-viola)                                          proporcionando o produto atingir o solo ou
   açúcar
                                                                                  palha.
                         Digitaria nuda
                        (Capim-colchão)                                           Pode ser aplicado em áreas de cana-de-
                                                             84 a 126             açúcar, quando permanecerá no solo ou na
                      Ipomoea hederifolia                                         palha, até a ocorrência das primeiras
                        (Corda-de-viola)                                          chuvas, de forma a iniciar sua atividade de
                                                                                  herbicida sobre as sementes de plantas
                       Cyperus rotundus                                           daninhas.
                                                            105 a 126
                           (Tiririca)

                   Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1.

                   Volume de calda:
                   - Aplicação terrestre: 150 - 300 L/ha

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

A aplicação de Teralis pode ser realizada com equipamento tratorizado.

Teralis deverá ser aplicado em área total, podendo ser aplicado sobre a cultura já emergida. O solo deve
estar bem preparado, livre de torrões, no caso de cana planta.

Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número
de pontas, distância entre pontas, altura do alvo, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação,
velocidade do pulverizador, entre outros relevantes em questão, deverão seguir as recomendações do
modelo do pulverizador definido pelo fabricante, bem como as recomendações do Engenheiro Agrônomo,
de modo a promover uma cobertura uniforme da superfície a ser tratada. acompanhando as boas práticas
agrícolas.

As condições climáticas a serem seguidas no momento da aplicação deverão favorecer a adequada
cobertura do alvo biológico pela calda de pulverização e deverão minimizar o risco de deriva para áreas
adjacentes.

Recomenda-se a aplicação da calda à temperatura abaixo de 30⁰ C, umidade relativa acima de 55% e a
velocidade do vento entre 2 a 10 km/h.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar .................................................................................................................................... (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
   • O solo deve estar bem preparado, evitando torrões de solo, no momento da aplicação de Teralis,
      propiciando boa distribuição da pulverização.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

 RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
 O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
 contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
 levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
 Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
 resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo
    alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
    regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e,
    ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
    Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
    www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

             GRUPO                               B                            HERBICIDA

O produto herbicida Teralis é composto por Diclosulam, que apresenta mecanismo de ação dos
inibidores da acetolactato sintase (ALS), pertencente ao Grupo B, segundo classificação internacional
do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).




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                     DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

 PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
   a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
   fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
   áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
   socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
   do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
   calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
   forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas
  de borracha; avental impermeável; respirador com filtro mecânico classe P2; viseira; touca árabe e
  luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
  sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
  melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras pessoas
  também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas
  de borracha; respirador mecânico classe P2; viseira; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
  avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
  produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a
  aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
  de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda
  vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
  trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da

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                                                                                         Página 5 de 11
     família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
•    Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
•    Não reutilizar a embalagem vazia.
•    No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco, luvas
     de nitrila e botas de borracha.
•    Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
     ordem: touca árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso), botas,
     calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
•    A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.



                                      Pode ser nocivo se ingerido.
          ATENÇÃO
                                      Pode ser nocivo em contato com a pele.

    PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a
    embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
    Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
    vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer..
    Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
    a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
    Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis, etc.)
    contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
    Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A
    pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
    exemplo.

                                      INTOXICAÇÕES POR TERALIS
                                        INFORMAÇÕES MÉDICAS

As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde,
etc.).

    Grupo químico         Sulfonanilida triazolopirimidina
    Classe toxicológica CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
    Vias de exposição     Oral, inalatória, dérmica e mucosas
    Toxicocinética        Estudo para verificar a farmacocinética e metabolismo de diclosulam foi realizado
                          em ratos. Não houve diferenças relacionadas ao sexo na biodisponibilidade do
                          produto marcado seguindo-se administração oral como uma suspensão.
                          Todavia, a biodisponibilidade decresceu com o aumento da dose. Diferenças
                          quantitativas nas vias de excreção foram observadas entre machos e fêmeas
                          seguindo-se a dose baixa, sendo a urina a via de excreção primária para as fêmeas
                          enquanto que os machos excretaram quantidades aproximadamente iguais do
                          produto marcado na urina e nas fezes. Essas diferenças podem ser relacionadas
                          às diferenças quantitativas no metabolismo de diclosulam. Com a dose
                          aumentando, uma mudança para aumentar a excreção fecal foi verificada em
                          ambos os sexos. De forma geral, diclosulam marcado foi rapidamente eliminado do
                          corpo, sendo que 74 a 87% da dose administrada foi recuperada na urina e fezes
                          de todos os grupos de dose 24 horas após doseamento. Administração repetida de
                          diclosulam não alterou as taxas ou vias de excreção da radioatividade tanto em
                          machos como nas fêmeas e nenhuma diferença significativa foi observada na
                          farmacocinética entre diclosulam marcado no anel anilina ou no anel triazolo-
                          pirimidina. Em todos os grupos de tratamento os tecidos e a carcaça continham
                          relativamente baixos níveis de radioatividade indicando que diclosulam não tem
                          uma afinidade seletiva para qualquer dos tecidos analisados. Os produtos primários
                          de excreção urinária e fecal foram diclosulam e OH-fenil-diclosulam. Em adição, N-
                          acetil cisteína diclosulam e o S - óxido de N - acetil cisteína diclosulam foram
                          excretados na urina de ratos machos e fêmeas embora o sulfato e o conjugado
                          glucoronídeo de OH-fenil-diclosulam foi visto somente na urina de machos. Um

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                        número de metabólitos adicionais, menores e não identificados foram detectados
                        na urina e fezes de ambos os sexos. Quantitativamente, os ratos fêmeas
                        excretaram uma porcentagem maior da dose como diclosulam do que os machos,
                        embora os machos tivessem uma capacidade maior para metabolizar os
                        compostos parentais para OH-fenil-XR-diclosulam. Com o aumento da dose ambos
                        os sexos excretaram uma grande porcentagem da dose nas fezes como
                        diclosulam, o que está consistente com a menor biodisponibilidade oral observada.
 Toxicodinâmica         Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para os ingredientes
                        ativos.
 Sintomas e             Olhos: O contato com o produto puro pode causar irritação.
 sinais clínicos        Pele: Exposição dérmica ao produto poderá causar irritação ou avermelhamento
                        da pele.
 Diagnóstico            O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da
                        exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
 Tratamento             Antídoto: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático.
 Contraindicações       O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
 Efeitos das            Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
 interações
 químicas
 ATENÇÃO                Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                        tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                        Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                        (RENACIAT/ANVISA/MS).
                        As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
                        de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos
                        de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância
                        Sanitária (Notivisa).
                        Telefone de Emergência da empresa: 0800 772 2492

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg
DL50 cutânea em coelhos: > 2000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: os seis animais tratados apresentaram leve eritema que foi
totalmente reversível em até 7 dias. Nenhum animal apresentou edema durante o período de
observação.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: os seis animais tratados apresentaram leve vermelhidão da
conjuntiva e quemose, três também apresentaram leve irite e secreção. Todos os sintomas foram
reversíveis em até 7 dias. Nenhum animal apresentou opacidade da córnea.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.

Efeitos crônicos:
Estudo crônico realizado em animais de laboratório (ratos) durante 2 anos, o diclosulam apresentou NOEL
de 5 mg/kg/dia e não apresentou evidência de carcinogênese. Na dose mais elevada (400 mg/kg/dia), os
animais apresentaram decréscimo de peso corporal e o exame microscópico de tecidos apresentou uma
leve alteração na morfologia tubular, principalmente dentro da junção corticomedular nos rins, entretanto
as implicações funcionais para os achados renais não são claras.




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                     DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
    ☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
    ☐ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
    ☒ Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III)
    ☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo
    podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
    Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos do produto ocasiona contaminação do solo, da
    água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
    rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas
    ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
    Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. -
     telefone da empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
     borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
     drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
     Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
     uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
     deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para
     sua devolução e destinação final.
     Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
     material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
     conforme indicado.
     Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
     o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
     serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
     questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico,
     ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.




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4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
    posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
   a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
   pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
   segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
  armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
  não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
   tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
   fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
   de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
   de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
   de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.




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EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
  transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
  que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
   tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
   fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
   de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
   de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
   de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
   Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
   Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
   o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
   realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
   competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
   OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
   EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
   contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
   pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.




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                                                                                    Página 10 de 11
-   A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
    equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
    competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
   bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
   rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
   FEDERAL OU MUNICIPAL:
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e federal
   antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou
   a cultura são permitidos localmente.




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