Revolux
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Inseticida
Espinetoram (espinosinas) (60 g/L) + metoxifenozida (diacilhidrazina) (300 g/L)

Informações

Número de Registro
09718
Marca Comercial
Revolux
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Espinetoram (espinosinas) (60 g/L) + metoxifenozida (diacilhidrazina) (300 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Contato e ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Diatraea saccharalis
Broca-da-cana; Broca-do-colmo

Conteúdo da Bula

                                    Revolux®
                                                      <logomarca do produto>

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob no 9718

COMPOSIÇÃO:
N-tert-butyl-N'-(3-methoxy-o-toluoyl)-3,5-xylohydrazide
(METOXIFENOZIDA)...............................................................................................300,00 g/L (30,0% m/v)
Mixture of 50-90% (2R,3aR,5aR,5bS,9S,13S,14R,16aS,16bR)-2-(6-deoxy-3-O-ethyl-2,4-di-O-methyl-α-L-
mannopyranosyloxy)-13-[(2R,5S,6R)-5-(dimethylamino)tetrahydro-6-methylpyran-2-yloxy]-9-ethyl-
2,3,3a,4,5,5a,5b,6,9,10,11,12,13,14,16a,16b-hexadecahydro-14-methyl-1H-as-indaceno[3,2-
d]oxacyclododecine-7,15-dione and 50-10% (2S,3aR,5aS,5bS,9S,13S,14R,16aS,16bS)-2-(6-deoxy-3-O-ethyl-
2,4-di-O-methyl-α-L-mannopyranosyloxy)-13-[(2R,5S,6R)-5-(dimethylamino)tetrahydro-6-methylpyran-2-yloxy]-
9-ethyl-2,3,3a,5a,5b,6,9,10,11,12,13,14,16a,16b-tetradecahydro-4,14-dimethyl-1H-as-indaceno[3,2-
d]oxacyclododecine-7,15-dione
(ESPINETORAM).........................................................................................................60,00 g/L (6,0% m/v)
Outros Ingredientes................................................................................................700,00 g/L (70,0% m/v)


               GRUPO                                          18                                     INSETICIDA

               GRUPO                                          05                                     INSETICIDA


CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.

CLASSE: Inseticida de contato e ingestão.

GRUPO QUÍMICO:
METOXIFENOZIDA: Diacilhidrazina
ESPINETORAM: Espinosinas

TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC).

TITULAR DO REGISTRO(*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA - Tamboré -
CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO
INTREPID TÉCNICO
Registro MAPA nº 09598
Corteva Agriscience Italia S.r.l.
Strada Statale 11, km 190.2, Bergamo, 24050, Mozzanica - Itália
Yingde Greatchem Chemicals Co., Ltd.
Shakou Town, Yingde City, Guangdong Province, 513052 - China

SPINETORAM TÉCNICO
Registro MAPA nº 8114
ChemDesign Products, Inc.
2 Stanton Street, Marinette, WI 54143 - Estados Unidos da América



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FORMULADOR
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP

Corteva Agriscience Argentina S.R.L.
Hipolito Irigoyen 2900, Santa Fe, Puerto General San Martin, S2202DRA - Argentina

Corteva Agriscience France S.A.S.
82 Rue de Wittelsheim, 68700 Cernay - França

Corteva Agriscience LLC
2509 Rocky Ford Road, Valdosta, Georgia 31601 - Estados Unidos da América

Helena Industries, LLC
434 Fenn Road, Cordele, Georgia 31015 - Estados Unidos da América

Ouro Fino Química S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 - Dist. Industrial III - CEP: 38044-750 - Uberaba/MG
CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Registro no Estado nº 8.764 - IMA/MG



                              No do lote ou partida:
                              Data de fabricação:          VIDE EMBALAGEM
                              Data de vencimento:



ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS
                                  EM SEU PODER.

       É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.

                        É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                            Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e 273º do Decreto
                                    Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

    CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
                                      AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: II - PRODUTO MUITO PERIGOSO
                                 AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇÕES DE USO:
Revolux é um inseticida de contato e ingestão indicado para o controle de pragas na cultura da Cana-de-açúcar.
Culturas, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:
                                   Dose
 Cultura           Alvo                                 Época de Aplicação
                                  mL/ha
                                                     Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando
            Broca da cana-de-açúcar                  o nível de dano econômico for atingido. Se
                                        100 - 200
             (Diatraea saccharalis)                  necessário, repetir a aplicação. Não aplique este
                                                     produto em época de floração.
             Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2
             Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação

             Volume de calda:
             - Aplicação terrestre: 200 L/ha
             - Aplicação aérea:
                 • Aeronave Tripulada: 20 a 40 L/ha
                 • Aeronave Remotamente Pilotada (ARP/drones): mínimo 10 L/ha
                                                    Como não há nível de dano econômico determinado,
                                                    o controle é geralmente iniciado no momento em que
  Cana-                                             a praga é detectada ou baseado em histórico de
                                                    ocorrência. Realizar uma única aplicação com
    de-
                                                    equipamentos acoplados na colhedora mecânica,
  açúcar
                  Broca-gigante                     no momento da colheita, antes dos restos da
                                      1.250 - 1.750
                  (Telchin licus)                   cultura serem depositados sobre a soqueira. A
                                                    menor dose é recomendada para o controle em
                                                    infestações iniciais. A maior dose deve ser
                                                    recomendada para área com registros de ocorrência
                                                    de elevada infestação. Não aplique este produto em
                                                    época de floração.
             Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1
             Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação

             Volume de calda:
             - Aplicação terrestre: 200 L/ha
             - Aplicação aérea:
                 • Aeronave Tripulada: 20 a 40 L/ha
                 • Aeronave Remotamente Pilotada (ARP/drones): mínimo 10 L/ha

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Revolux poderá ser aplicado através de equipamentos tratorizados ou autopropelidos e aeronaves agrícolas.
É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTOS MANUAIS OU COSTAIS.
É importante ressaltar que a definição dos equipamentos de pulverização e dos parâmetros mais adequados à
tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um
Engenheiro Agrônomo.

Aplicações terrestres:
Os parâmetros de aplicação através de equipamentos tratorizados ou autopropelidos, como tipo de pontas,
pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo
fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
As aplicações via equipamentos de irrigação tipo pivô central devem sempre: utilizar equipamentos de irrigação
bem ajustados, que possibilitem cobertura uniforme do produto; utilizar sistemas de injeção completos e
adequadamente calibrados, seguindo as orientações do fabricante; verificar as características da área a ser
tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção; utilizar equipamentos de proteção individual.




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                                                                                                Página 3 de 13
Aplicações aéreas:
    • Aeronave tripulada:
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”,
sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser
controlada/monitorada por GPS.

Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável
(CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva Agriscience, através do
nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea deste produto. Independentemente
do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade
do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.

    • Aeronave Remotamente Pilotada (ARP/drones):
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há um
planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional.

A aplicação deste produto pode ser realizada com drones agrícolas de pulverização, mantendo-se uma altura de
voo de 2,5 a 3 m acima dos alvos. Evite alturas de voo muito altas ou muito baixas, pois esses procedimentos
aumentam o risco de deriva. O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação (volume de calda) mínima
de 10 L/ha. A seleção das pontas hidráulicas ou o ajuste da rotação de bicos rotativos deve propiciar espectro
de gotas finas, dentro de toda a faixa útil de vazões de trabalho, de forma à proporcionar deposição adequada
no alvo, bem como minimizar ao máximo a sobreposição não adequada de voo. É importante que as pontas
sejam escolhidas em função das características operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de
gotas fique dentro do recomendado.

Evite utilizar o drone sem que haja adequada e necessária sobreposição de passadas durante a aplicação, a
exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. A faixa de deposição ideal para os drones deve ser
calculada com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional. Entretanto, na
impossibilidade da realização desta avaliação, considere que os drones multirrotores com até 30 kg de carga útil
apresentam faixas de deposição ideal entre 4 e 6 m. Havendo dúvida, consulte o fabricante do equipamento
sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo de drone.

Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para a redução da deriva. Lembre-se que o drone é uma plataforma
de aplicação aérea e requer os devidos cuidados para evitar a deriva.

Mantenha uma faixa de segurança de acordo com a legislação vigente.

Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de drones do REVOLUX com empresas que tenham
realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com
a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-
la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do
treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do
aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas
vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).

Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
  Volume de calda   Classe de gotas     Altura de voo                        Faixa de aplicação
 Mínimo de 10 L/ha        Fina             2,5 a 3 m             Ajuste de acordo com cada modelo de drone

Condições meteorológicas para pulverização:
        Temperatura                   Umidade do ar                       Velocidade do vento
           < 30°C                         > 50%                             entre 3 e 10 km/h

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
       - Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC.
       - Umidade relativa do ar: acima de 50%.
       - Velocidade do vento: calmo (entre 3 e 10 km/h).
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela
pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.

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                                                                                                  Página 4 de 13
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar..................................................................................................................................... 60 dias
Cana-de-açúcar............................................................................................................................................. (1)
(1) Não determinado devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 72 horas após
a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Nenhuma outra limitação de uso é conhecida. Para maiores informações consulte um Engenheiro Agrônomo.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:

                    GRUPO                                                      18                                              INSETICIDA
                    GRUPO                                                      05                                              INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico,
ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.

O inseticida Revolux pertence aos grupos 18 (Agonistas de receptores de ecdisteroides - Diacilhidrazina) e 5
(Moduladores alostéricos de receptores nicotínicos da acetilcolina - Espinosinas) e o uso repetido deste inseticida
ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em
algumas culturas.

Para manter a eficácia e longevidade do Revolux como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é
necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
   • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 18 e 5. Sempre rotacionar com produtos
        de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
   • Usar Revolux ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação”
        (janela) de cerca de 30 dias.
   • Aplicações sucessivas de Revolux podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
        aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
   • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico
        do Revolux, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas dos grupos químicos da
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                                                                                                                                                  Página 5 de 13
       Diacilhidrazina e Espinosinas não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de
       aplicações recomendadas na bula.
   •   Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Revolux ou outros produtos dos Grupos 18 e 5
       quando for necessário.
   •   Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
       controladas.
   •   Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas,
       controle biológico, controle por comportamento, etc., sempre que disponível e apropriado.
   •   Utilizar as recomendações de dose e modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
   •   Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
       para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
   •   Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o
       IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de
Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

                      DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
  especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas
  de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
  e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
  alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: calça,
  jaleco, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
  de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
  SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas de
  borracha; avental impermeável; respirador com filtro mecânico classe P2; viseira; touca árabe e luvas de
  nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTOS MANUAIS OU COSTAIS.

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                                                                                                  Página 6 de 13
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
  entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
  aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
  condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras pessoas
  também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas de
  borracha; respirador mecânico classe P2; viseira; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até
  o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
  antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
  entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda vestidas para
  evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado,
  longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
  lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco, luvas de nitrila
  e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
  árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso), botas, calça (desamarre e a
  deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
• A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros dos respiradores, seguindo corretamente as especificações do
  fabricante.




                          ATENÇÃO                Pode provocar reações alérgicas na pele.


PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço de emergência, levando a embalagem, o rótulo,
a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de
lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho.
Pele: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire a roupa contaminada e
lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

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                                                                                                 Página 7 de 13
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

                                    INTOXICAÇÕES POR REVOLUX
                                       INFORMAÇÕES MÉDICAS

                       Metoxifenozida: Diacilhidrazina
   Grupo Químico
                       Espinetoram: Espinosinas
   Classificação
                       CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
    Toxicológica
 Vias de Exposição     Oral, dérmica, inalatória e ocular.
                       Espinetoram:
                       Em estudos com ratos, o Spinetoram administrado oralmente foi rapidamente
                       absorvido (>70%) e amplamente metabolizado. Cerca de 88 a 97% da dose
                       administrada foi eliminada durante as primeiras 24 horas, principalmente nas fezes
                       (77 a 89%) e na urina (3,3 a 9,6%), de forma semelhante para os ratos machos e
                       fêmeas, independente da dose e via de administração. Altas concentrações do
                       produto foram observadas no tecido adiposo, rins, fígado, linfonodos e ovários. Não
                       houve evidência de bioacumulação. O produto foi metabolizado principalmente por
                       conjugação com glutationa. A absorção pela pele foi baixa.
                       Metoxifenozida:
                       Em estudos com ratos, Metoxifenozida foi rapidamente absorvida, distribuída,
   Toxicocinética
                       metabolizada e quase completamente excretada em 48 horas. Aproximadamente
                       (60-70)% da dose administrada pela via oral foi absorvida. O pico de concentração
                       plasmática foi 30 minutos após a administração oral. Foi observada circulação
                       entero-hepática. O metabolismo envolveu demetilação, hidroxilação oxidativa e
                       conjugação com ácido glucorônico. Este último processo é um mecanismo de
                       detoxificação em mamíferos conduzindo a metabólitos facilmente eliminados. Os
                       metabólitos conjugados são, portanto menos tóxicos. Os níveis tissulares foram
                       maiores no fígado seguidas pelas adrenais, baço e sangue. A excreção foi realizada
                       principalmente pelas fezes (86,97%) e em menor proporção pela urina (5,13%).
                       Após exposição dérmica em ratos machos, apenas 3% foi absorvida e entre 3-10%
                       permaneceu na pele.
                       Espinetoram:
                       Nos insetos, ativa o receptor nicotínico da acetilcolina e altera a função dos canais
                       de cloro ligados ao sistema ácido gama-aminobutírico (GABA), causando
                       hiperpolarização com excitação neuronal, seguidos de paralisia e morte. O GABA
   Toxicodinâmica      é o principal neurotransmissor inibidor do sistema nervoso nos mamíferos,
                       entretanto, não foram observados efeitos neurológicos em estudos agudos e
                       crônicos com ratos.
                       Metoxifenozida:
                       Desconhecido em humanos.
                       Espinetoram:
                       Efeitos crônicos em estudo conduzido com animais de laboratório:
                       Exposição crônica ou repetida: possibilidade de lesões renais e hepáticas,
                       vacuolização intracitoplasmática, com acúmulo de fosfolipídios.
  Sintomas e Sinais
                       Metoxifenozida:
       Clínicos
                       Efeitos crônicos em estudo conduzido com animais de laboratório:
                       Estudos crônicos conduzidos em ratos e coelhos mostraram alterações
                       hematológicas (anemia), hepatotoxicidade, alterações histopatológicas na tireoide
                       e incremento de peso nas glândulas adrenais.
                       O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
                       de quadro clínico compatível.
     Diagnóstico
                       Para Metoxifenozida, monitorar Metahemoglobinemia a cada 6 horas durante as
                       primeiras 24 horas, quando presente.


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                                                                                                 Página 8 de 13
                        •  Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda,
                           trate o paciente imediatamente.
                       Antídoto: não há antídoto específico.
                       Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias
                       respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
                       Exposição Oral: em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
                        • Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária.
                            1. Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (até
                                 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito
                                 lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
                            2. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou
                                 alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e
                                 hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
                        • Carvão ativado: liga-se a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
                           absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h).
                           Dose: suspensão (240 mL de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em
                           adultos; 25 a 50 g em crianças de 1 a 12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano.
                        • Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas
     Tratamento
                           permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar, se necessário.
                           Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias.
                           Uso de ventilação assistida, se requerida. Monitorar oxigenação (oximetria ou
                           gasometria), eletrólitos, ECG, etc.
                        • Hipotensão: infundir 10-20 mL/kg de líquido isotônico. Se persistir: Dopamina
                           (5-20 µg/kg/min) ou Norepinefrina (adulto: começar infusão de 0,5-1 µg/min;
                           crianças: começar com 0,1 µg/kg/min). Tratar acidose metabólica severa com
                           bicarbonato de sódio.
                        • Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos 5-10 mg;
                           crianças 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos
                           2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na
                           recorrência das convulsões em maiores de 5 anos.
                        • Hemodiálise: pode ser requerida em caso de intoxicação grave, insuficiência
                           renal e acidose grave por causa do propilenoglicol.
                           Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos
                           sintomas.
  Contraindicações     O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
    Efeitos das
     Interações        Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
      Químicas
                       Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                       tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
                       Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As
                       intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
      ATENÇÃO
                       Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
                       Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
                       (Notivisa).
                       Telefone de Emergência da empresa: 0800 772 2492

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Formulado):
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 5000 mg/kg
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                                                                                               Página 9 de 13
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Os três animais tratados apresentaram eritema leve na primeira hora
de observação sendo totalmente reversível em até 48 horas. Nenhum dos animais tratados apresentou edema.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os três animais tratados apresentaram leve vermelhidão da conjuntiva
e quemose. Os efeitos foram reversíveis em até 72 horas. Não foram observados efeitos na íris ou na córnea de
nenhum dos animais.
Sensibilização cutânea em camundongos: O produto é sensibilizante à pele.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.

Efeitos crônicos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Técnico):
Espinetoram: causou diminuição no peso corporal e no consumo de alimento, anemia e estimulação imune,
com agregação de macrófagos em tecidos linfóides em ratos, camundongos e cães. Os cães foram os mais
suscetíveis e exibiram toxicidade na medula óssea, arterite e/ou periarterite/inflamação perivascular em vários
órgãos (timo, tireoide, laringe e bexiga urinária). Em estudos reprodutivos em ratos, observou-se depleção de
folículos primordiais e em crescimento nos ovários. Não há evidências de toxicidade sobre o desenvolvimento.
Não foi neurotóxico, genotóxico, mutagênico ou carcinogênico.

Metoxifenozida: estudos de longo prazo demonstraram que o produto não apresenta características
teratogênicas ou carcinogênicas, nem tampouco efeitos sobre a reprodução. O produto também não apresenta
qualquer atividade mutagênica.


                          DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
 AMBIENTE:
- Este produto é:
    ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
    (X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
    ( ) Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III)
    ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o
    produto no período de maior visitação das abelhas;
- Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for
    observada visitação de abelhas na cultura.
- Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos com Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP/drone) em
    áreas situadas a uma distância mínima de 250 (duzentos e cinquenta) metros de povoações, cidades, vilas,
    bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para
    abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente, além de outras
    áreas ambientais com larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam
    áreas alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância
    constantes na recomendação do produto a ser aplicado.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
    metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
    cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível
    a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
    aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.


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                                                                                                Página 10 de 13
-       Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
        contaminação da água.
    -   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do
        ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

 2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
 CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
     materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas ou para o
     recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de
     Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

    3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
    - Isole e sinalize a área contaminada.
    - Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - telefone
        da empresa: 0800 772 2492.
    - Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
        protetor e máscara com filtros).
    - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos
        d’água. Siga as instruções a seguir:
        Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e
        coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado.
        Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
        Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
        em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
        Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
        ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
        dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
        produto envolvido.
    - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor do
        vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
   DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
   DESUSO:

    EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

    LAVAGEM DA EMBALAGEM:
    Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção
    Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

    Tríplice lavagem (lavagem manual):
    Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
    esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
    -       Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
            vertical durante 30 segundos;
    -       Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
    -       Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
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-       Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-       Faça essa operação três vezes;
-       Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
 - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
 - Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
 - Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
 - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
 - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
 - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
 - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
    direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
 - Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
 -   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
  a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
  ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
  embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
   pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
   ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
   validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
   ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
   animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
  ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
  embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
  (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido
  nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
   pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
   ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
   validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
   ano após a devolução da embalagem vazia.


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TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
   animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -
   modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
  ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
  cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto
   ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
   animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
   pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
   FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
   EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
   contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
   telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
   equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
    determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
    medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
   MUNICIPAL:
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e federal antes de
   recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a cultura são
   permitidos localmente.




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