Primeplus 125 SC
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Regulador de Crescimento
flumetralina (dinitroanilina) (125 g/L)
Informações
Número de Registro
16924
Marca Comercial
Primeplus 125 SC
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
flumetralina (dinitroanilina) (125 g/L)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Classe
Regulador de Crescimento
Modo de Ação
Contato
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Fumo
Conteúdo da Bula
PRIMEPLUS 125 SC
Bula completa – 24.09.25
Logomarca do produto
PRIMEPLUS 125 SC
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 16924
COMPOSIÇÃO:
N-(2-chloro-6-fluorobenzyl)-N-ethyl-α,α,α -trifluoro -2,6-dinitro-p-toluidine
(FLUMETRALINA).......................................................................125,0 g/L (12,5% m/v)
Outros Ingredientes...................................................................935,0 g/L (93,5% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: REGULADOR DE CRESCIMENTO
GRUPO QUÍMICO: FLUMETRALINA (DINITROANILINA)
TIPO DE FORMULAÇÃO: SUSPENSÃO CONCENTRADA (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e
13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP,
Fone: (11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº
001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
FLUMETRALIN TÉCNICO SYNGENTA - REGISTRO MAPA n° 8605:
Chemdesign Corporation - 99 Development Road, Fitchburg, MA, 01420 – EUA.
ChemDesign Products Inc. - 2 Stanton Street Marinette, WI 54143 - EUA.
WeylChem US Inc. - 2114 Larry Jeffers Road, Elgin 29045 South Carolina – EUA.
FORMULADOR:
Adama Brasil S/A – Rua Pedro Antônio de Souza, 400 Pq. Rui Barbosa - Londrina / PR
CEP: 86031-610 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob nº
003263.
Adama Brasil S/A – Avenida Júlio de Castilho, 2085 - Taquari / RS CEP: 95860-000 -
CNPJ: 02.290.510/0004-19 – Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99.
Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul
- CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP - CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Cadastro SAA/CDA/SP
sob nº 8.
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz
Alta, CEP: 13348-790, Indaiatuba/SP – CNPJ: 60.744.463/0096-50 - Cadastro da
empresa no Estado (CDA) nº 4476.
Ouro Fino Química S.A. – Avenida Filomena Cartafina, 22335, Q.14, L 5 - Distrito
Industrial III - CEP: 38044-750 – Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Cadastro
no IMA/MG sob nº 8.764.
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/MG - CNPJ:
23.361.306/0001-79 – Cadastro no IMA/MG sob n°2.972.
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Syngenta Proteção de Cultivos Ltda - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº ,
km 127,5 , Bairro Santa Terezinha - CEP: 13148-915- Paulínia/SP - CNPJ:
60.744.463/0010-80 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Prods. Químicos Ltda - Av. Roberto
Simonsen, 1459 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Cadastro na SAA/CDA/SP
sob nº 477.
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo
Syngenta.”
Nº do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE
III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE.
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C.
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INSTRUÇÕES DE USO:
O PRIMEPLUS 125 SC é um antibrotante para tratamento tópico da cultura do fumo que
atua inibindo o crescimento de botões axiais, tanto nos tipos de fumo curado, como fumo
de galpão (Virginia, Amarelinho, Burley e Galpão Comum).
NÚMERO E
CULTURA ALVO DOSE VOLUME DE CALDA ÉPOCA DE
APLICAÇÃO
250 L/ha ou 15 mL de
Redução da
calda/planta, 1 aplicação
brotação lateral
Fumo 3 - 4L/ha* considerando-se uma logo após a
das plantas de
densidade de 16.666 capação
fumo
plantas/ha.
* com adição de adjuvante siliconado conforme recomendação do fabricante.
MODO DE APLICAÇÃO:
PRIMEPLUS 125 SC deve ser aplicado através do sistema campânula, que possibilita
o tratamento individual das plantas de fumo. Para assegurar bons resultados, do produto,
recomenda−se a utilização de 250 Litros de calda/ha ou 15 mL/planta, considerando−se
uma densidade de 16.666 plantas/ha.
Para o caso de culturas muito vigorosas, a quantidade de 15 mL/planta pode não ser
suficiente. Neste caso, recomenda−se utilizar uma quantidade maior de calda para
garantir que todas as axilas da planta recebam tratamento.
Para o preparo de calda, adicionar 250 mL de PRIMEPLUS 125 SC por 20 Litros de
água, o que possibilitará o tratamento de aproximadamente 1.330 plantas de fumo.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
PRIMEPLUS 125 SC deve ser aplicado somente uma vez, imediatamente após a
capação, que normalmente ocorre no estágio de botões alongados, na abertura das
primeiras flores.
PRIMEPLUS 125 SC não inibe o crescimento de botões axiais com mais de 2,5 cm de
comprimento. Portanto, botões com essas dimensões devem ser eliminados, por
ocasião da capação, ou imediatamente antes do tratamento.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
Fumo UNA
*UNA = Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda
aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes
desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção
individual usados durante a aplicação.
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LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma
ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência:
monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de
exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de
destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser
diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso
de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de
Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas.
Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água. E
utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a
adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.
Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Na cultura e doses recomendadas, não apresenta efeito fitotóxico.
Outras restrições a serem observadas:
- PRIMEPLUS 125 SC não deve ser misturado com outros agrotóxicos, na aplicação.
- PRIMEPLUS 125 SC não inibe o crescimento de brotos com mais de 2,5 cm de
comprimento, portanto estes devem ser eliminados por ocasião da aplicação.
- No caso de aplicação antecipada ao estádio indicado, poderá ocorrer deformação
de folhas jovens da parte superior das plantas, porém esta deformação pode ser
temporária.
- PRIMEPLUS 125 SC não deve ser aplicado em plantas murchas.
- Por ser um produto de ação localizada e de contato, não deve ser aplicado em
plantas muito inclinadas que não permitam o fluxo do produto até a última axila.
- PRIMEPLUS 125 SC apresenta melhor atuação, quando não há ocorrência de
chuvas no período de 2 horas, após a aplicação.
- PRIMEPLUS 125 SC não deve ser aplicado após 24 horas da capação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A
SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE
HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM
UTILIZADOS: VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO
AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO
DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO
AMBIENTE.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais
e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos
ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência
de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas
específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
compridas, botas de borracha, avental impermeável, óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
• Seguir as recomendações do fabricante de Equipamento de Proteção Individual (EPI)
com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Produto extremamente irritante para os olhos.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Botas de borracha, avental
impermeável, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de proteção para
produtos químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
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Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo
técnico responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da
adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na
área em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção para produtos
químicos.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA”
e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na
área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em
áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de
proteção para produtos químicos e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, botas
de borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
compridas e luvas de proteção para produtos químicos.
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• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
Nocivo se ingerido
ATENÇÃO Nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos,
relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro,
por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR PRIMEPLUS 125 SC
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico FLUMETRALINA (DINITROANILINA)
Classe
Categoria 4 – Produto pouco tóxico
toxicológica
Vias de
exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
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Toxicocinética Flumetralina: Após administração oral em ratos, a absorção geral de
flumetralina foi 46%. A flumetralina foi rapidamente excretada (87-96% da
dose em 48 horas), essencialmente concluída em 168 horas (93-98% da
dose). A excreção foi predominantemente via fezes, com evidência de
circulção entero-hepática, e, em menor grau, via urina. A distribuição nos
tecidos foi extensa com as maiores quantidades de resíduos observadas no
tecido adiposo (maior em fêmeas do que em machos), fígado, rins, células
sanguíneas/sangue total, pulmões e músculos. Não há potencial para
bioacumulação. A flumetralina inalterada foi o principal metabólito nas fezes
(34-53%) e também na gordura (51-75%). A principal via metabólica da
flumetralina é a clivagem por N-desalquilação à 2,6-dinitro-anilina
correspondente e ao álcool benzílico halogenado. A porção metil-hidroxi
deste último é ainda oxidada ao respectivo ácido carboxílico. O derivado
2,6-dinitro-anilina (maior quantidade excretada nos machos do que nas
fêmeas) é metabolizado pela redução dos grupos nitro, acetilação dos
grupos amino e hidroxilação em anel resultando em numerosos
metabólitos. Além disso, foi observada redução de um dos grupos nitro na
flumetralina não clivada devido à metabolização pela microflora intestinal.
Toxicodinâmica Flumetralina: A flumetralina é um regulador do crescimento de plantas
(ação por contato). Seu modo de ação não foi totalmente elucidado.
Considerando a toxicodinâmica de outras dinitroanilinas, acredita-se que a
inibição da divisão e alongamento celular seja o mecanismo primário da
molécula. Dinitroanilinas inibem seletivamente os microtúbulos de plantas
e protozoários, porém não atuam nas tubulinas de fungos ou vertebrados.
Assim, este modo de ação não é conservado em humanos.
Fonte: United States Environmental Agency (USEPA). Reregistration
Eligibility Decision. Flumetralin. 2007. Disponível em:
https://archive.epa.gov/pesticides/reregistration/web/pdf/flumetralin_red.pd
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Sintomas e sinais Flumetralina: Não há no banco de dados da Syngenta casos de
clínicos intoxicação por contato com flumetralina em humanos.
As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
animais de experimentação tratados com a formulação:
Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratas, 06 animais
foram expostos à dose de 2000 mg/kg pc. Nenhum sinal clínico de
toxicidade foi observado nos animais tratados. Não houve mortalidade no
estudo.
Exposição inalatória: 10 ratos (05 machos; 05 fêmeas) foram expostos à
concentração máxima atingível de 2,484 mg/L. Não houve mortalidade no
estudo. Durante a exposição, os animais apresentaram prostração, ataxia
e tremores. Todos os sintomas foram revertidos após o 1º dia após a
exposição. Nenhuma anormalidade macroscópica foi observada após
necrospia.
Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica realizado em
ratos, não foram observados sinais evidentes de toxicidade ou mortalidade
entre os animais tratados com a dose de 4000 mg/kg p.c. Em estudo de
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irritação cutânea realizado em coelhos, a substância foi não irritante. Os
animais apresentaram eritema fraco, com reversão em até 7 dias. O produto
não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo teste de
Buehler.
Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular em coelhos, foi observada
hiperemia não significativa e reversível em 7 dias após exposição. O
produto não foi irritante ocular.
Exposição crônica: Os ingredientes ativos não foram considerados
mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos para seres humanos. À luz
dos conhecimentos atuais, não são considerados desreguladores
endócrinos e não interferem com a reprodução. Vide item “efeitos crônicos”
abaixo.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição
ao produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se
apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o
paciente imediatamente.
Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o
quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve
ser dada ao suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada
cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de
consciência do paciente.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a
absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em
crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na
proporção de 30g de carvão ativado para 240 ml de água. É mais efetivo
quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos
casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias
aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico
(paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com
cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto,
podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o
paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral
para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou
dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a
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ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio
e ventilação mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima
para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser
encaminhado para tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente
com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando
contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar
um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar
o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá
usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras,
de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo,
manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das Não foram relatados efeitos de interações químicas com difenoconazol ou
interações tebuconazol e medicamentos utilizados em possíveis casos de intoxicação
químicas em humanos.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico
e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças
e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800704 4304 (24 horas)
Endereço Eletrônico da Empresa: https://www.syngenta.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
Vide quadro anterior, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
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Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições de teste (>2,484 mg/L).
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: não irritante.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: não irritante.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para
as vias respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico nos testes in vitro de mutação
genética bacteriana e ensaio in vivo de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Flumetralina: A carcinogenicidade da flumetralina foi investigada em estudos crônicos
em ratos e camundongos nas doses de 0, 30, 300, 1000 e 1500 ppm. Em ratos, o peso
corpóreo e o consumo de ração foram reduzidos nas duas maiores doses em ambos os
sexos. O órgão-alvo identificado foi o fígado. A incidência aumentada de poliangiite nos
testículos de machos nas 3 maiores doses não foi considerada relacionada ao
tratamento (NOAEL: 300 ppm, equivalente a 13,5 e 18,1 mg/kg/ pc/dia em machos e
fêmeas, respectivamente). Em camundongos, os efeitos do tratamento foram limitados
ao aumento no peso do fígado nas duas maiores doses (NOAEL: 300 ppm, equivalente
a 43,5 e 54,9 mg/kg/ pc/dia para machos e fêmeas, respectivamente). Na ausência de
achados tumorais em ratos e camundongos, a flumetralina não é considerada
carcinogênica para humanos. Adicionalmente, em estudos de mutagenicidade in vivo e
in vitro, a substância não apresentou potencial mutagênico. No estudo de duas gerações
em ratos, a administração de flumetralina a 0, 30, 300, 1000 e 1500 ppm, resultou em
redução do peso corpóreo dos animais de ambos os sexos a 1500 ppm, bem como leve
redução no consumo de ração de fêmeas nessa dose. Em machos da maior dose, a
redução no consumo de ração foi observada apenas na 1ª semana de tratamento.
Redução dos pesos corpóreos (F1) ou do ganho de peso corpóreo (F0) de fêmeas a
1000 ppm durante o pré-acasalamento não foram considerados adversos. Um menor
ganho de peso corpóreo durante a gestação nas fêmeas da dose média na geração F0
não foi reproduzido nos dois períodos de gestação da geração F1 no mesmo nível de
dose. Portanto, uma relação com o tratamento foi considerada improvável. O
desempenho reprodutivo não foi afetado pelo tratamento. Foi observada redução do
ganho de peso corpóreo durante a lactação dos filhotes a 1500 ppm (F1, F2a, F2b).
Provavelmente, devido ao baixo peso corpóreo, as fêmeas F1 tiveram aumento no peso
relativo do fígado no desmame (NOAEL adultos e filhotes: 1000 ppm, equivalente a 78,7
mg/kg/ pc/dia; NOAEL reprodução: 1500 ppm, equivalente a 118 mg/kg pc/dia). A
toxicidade no desenvolvimento foi investigada em ratos e coelhos nas doses de 0, 100,
400, 800 mg/kg pc/dia (ratos) e 0, 10, 50, 100, 500 mg/kg pc/dia (coelhos). Em ratos,
houve redução do ganho de peso corpóreo materno nas doses ≥400 mg/kg. O peso
corpóreo fetal não foi afetado pelo tratamento, porém incidência aumentada de fetos
raquíticos foi observada nas doses ≥ 400 mg/kg pc/dia. A 400 mg/kg pc/dia, todos os
fetos raquíticos foram da mesma ninhada em que a mãe teve o menor ganho de peso
corpóreo do grupo. A 800 mg/kg pc/dia, os fetos raquíticos também foram associados
às mães com pesos corpóreos inferiores à média do grupo controle. Na maior dose,
houve ligeiro aumento de malformações esqueléticas, principalmente nos fetos
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raquíticos. Contudo, na ausência de aumento relevante nas malformações individuais,
este foi considerado efeito inespecífico potencialmente relacionado à toxicidade
materna (NOAEL materno e filhotes: 100 mg/kg pc/dia). Em coelhos, o ganho de peso
corpóreo materno foi acentuadamente reduzido nas doses de 100 e 500 mg/kg pc/dia,
com tendência a um menor ganho de peso corpóreo também na dose de 50 mg/kg
pc/dia, acompanhado por redução no consumo de ração (≥ 50 mg/kg pc/dia). Sinais
clínicos como redução da atividade locomotora (200 mg/kg pc/dia) e piloereção (≥100
mg/kg pc/dia) foram observados. Um aumento na incidência de hemorragias
correspondeu ao aumento nas reabsorções precoces observado nas duas maiores
doses. Fígado com manchas e vesícula biliar distendida também foram observados na
maior dose. O aumento nas reabsorções resultou em um número ligeiramente reduzido
de fetos vivos nas duas maiores doses. A incidência aumentada de anomalias na
posição do antebraço em uma ninhada foi associada à restrição de movimento no útero.
Aumento de algumas variações esqueléticas foi indicativo de ligeiro atraso no
desenvolvimento nas duas maiores doses, porém não indicativo de teratogenicidade
(NOAEL materno e filhotes: 10 e 50 mg/kg pc/dia, respectivamente). Os estudos de
doses agudas e repetidas disponíveis não indicam potencial neurotóxico.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
■ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Este produto é:
• ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de
alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
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• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR
9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA
PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.
• Telefone de emergência: 0800 704 4304.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas
e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto
entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o
material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso,
contate a empresa registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
devolução e destinação final.
Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e
devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano
ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó
químico etc., ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs
– Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do
produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
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Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão,
seguir os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no
pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem,
mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical,
durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas
da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem
deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
até 6 meses após o término do prazo de validade.
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• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva,
quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
até seis meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em
saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
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devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de
Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas
em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de
Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento
onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo
estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas
legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
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• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a
flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso,
consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para
este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes
e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na
legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros
materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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