Pretorian
Albaugh Agro Brasil Ltda.- São Paulo
Acaricida/Inseticida
clorfenapir (análogo de pirazol) (240 g/L)
Informações
Número de Registro
45425
Marca Comercial
Pretorian
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
clorfenapir (análogo de pirazol) (240 g/L)
Titular de Registro
Albaugh Agro Brasil Ltda.- São Paulo
Classe
Acaricida/Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Algodão
Heliothis virescens
Lagarta-das-maçãs
Algodão
Polyphagotarsonemus latus
Ácaro-branco; Ácaro-tropical
Algodão
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Algodão
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Alho
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Batata
Diabrotica speciosa
Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela
Batata
Lyriomyza huidobrensis
Larva-minadora; Mosca-minadora
Batata
Phthorimaea operculella
Cegadeira; Traça-da-batatinha
Batata
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Cebola
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Couve
Ascia monuste orseis
Curuquerê-da-couve; Lagarta-da-couve
Crisântemo
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Crisântemo
Thrips palmi
Tripes
Eucalipto
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Feijão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Feijão
Diabrotica speciosa
Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela
Feijão
Thrips palmi
Tripes
Mamão
Polyphagotarsonemus latus
Ácaro-branco; Ácaro-tropical
Maracujá
Dione juno juno
Lagarta-das-folhas; Lagarta-do-maracujazeiro
Melancia
Thrips palmi
Tripes
Melão
Thrips palmi
Tripes
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Morango
Capitophorus fragaefolli
Pulgão-do-morangueiro
Morango
Lobiopa insularis
Broca-do-morango
Morango
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Pimentão
Diabrotica speciosa
Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela
Repolho
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Repolho
Plutella xylostella
Traça-das-crucíferas
Rosa
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Soja
Chrysodeixis includens
Lagarta-falsa-medideira.
Soja
Frankliniella schultzei
Tripes
Soja
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Soja
Heliothis virescens
Lagarta-das-maçãs
Soja
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Tomate
Aculops lycopersici
Ácaro-bronzeado; Ácaro-do-bronzeamento
Tomate
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Tomate
Tuta absoluta
Traça-do-tomateiro
Conteúdo da Bula
Pretorian_BL_2025-12-01
PRETORIAN
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 45425
COMPOSIÇÃO:
4-bromo-2-(4-chlorophenyl)-1-ethoxymethyl-5-(trifluoromethyl)pyrrole-3-carbonitrile
(Clorfenapir)....................................................................................................................................240 g/L (24,0% m/v)
Outros Ingredientes...................................................................................................................887,2 g/L (88,72% m/v)
GRUPO 13 INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida/Acaricida de Contato e Ingestão
GRUPO QUÍMICO: Análogo de Pirazol
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DE REGISTRO (*):
ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA.
Rua Luís Correia de Melo, 92 - 23º andar - Vila Cruzeiro - São Paulo/SP - CEP: 04726-220 - CNPJ: 01.789.121/0001-27
- Fone: (0XX11) 4750-3200 - Cadastro no estado (CDA/SP) nº 385.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Chlorfenapyr Técnico Rotam - Registro MAPA nº 27019 - Shandong Weifang Shuangxing Pesticide Co., Ltd. - North
of Industrial Street, Binhai Development Zone, Weifang City Shandong, P.R. China.
FORMULADORES:
Albaugh Agro Brasil Ltda. - Avenida Basiléia, nº 590 - Manejo - Resende/RJ - CEP: 27521-210 - CNPJ:
01.789.121/0004-70 - Cadastro no Estado (INEA/RJ) CTA nº IN001504.
Jiangsu Rotam Chemistry Co, Ltd - nº 88 Rotam Road Economic & Technical Development Zone Kunshan - Jiangsu
Province, China.
Shandong Weifang Shuangxing Pesticide Co., Ltd. - North of Industrial Street, Binhai Development Zone, Weifang
City Shandong, P.R. China.
No do Lote ou da Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto Nº 7.212,
de 15 de junho de 2010)
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CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO
AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
PRETORIAN é um inseticida/acaricida que atua sobre as pragas artrópodes por ingestão e ação de contato, indicado
para o controle de pragas nas seguintes culturas:
CULTURAS, PRAGAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
PRAGAS VOLUME
DOSE Nº MÁXIMO
CULTURAS Nome comum DE CALDA
produto comercial DE APLICAÇÕES
(Nome científico) (L/ha)
Lagarta-das-maçãs
1,0 - 1,5 L/ha
(Heliothis virescens)
Lagarta-armigera
0,8 - 1,2 L/ha
(Helicoverpa armigera)
Acaro-branco TERRESTRE
1,25 L/ha 04
(Polyphagotarsonemus latus) 100 - 200
Ácaro-rajado
(Tetranychus urticae)
1,0 L/ha
Lagarta-do-cartucho
(Spodoptera frugiperda)
ALGODÃO ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para controle de Lagarta-das-maçãs, Lagarta-armigera e Lagarta-do-cartucho: Iniciar as
aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver
reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 04 aplicações durante o ciclo da cultura,
respeitando o intervalo mínimo de 7 dias entre as aplicações e o período de segurança.
Para controle de ácaro-rajado e ácaro-branco: Iniciar as aplicações foliares no início da
infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o
limite máximo de 04 aplicações durante o ciclo da cultura. Não realizar aplicações sucessivas do
mesmo produto, rotacionar com produtos acaricidas de diferente mecanismo de ação e
respeitar o período de segurança.
50 - 100 ml/100 L
Tripes TERRESTRE
água ou 03
(Thrips tabaci) 1000
0,50 - 1,0 L/ha
ALHO ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para controle de Tripes: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga em questão,
reaplicar caso haja reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 03 aplicações durante o
ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança para reentrada na área.
Traça-da-batatinha
(Phthorimaea operculella) TERRESTRE
BATATA 0,50 - 0,75 L/ha 03
Vaquinha-verde-amarela 400
(Diabrotica speciosa)
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PRAGAS VOLUME
DOSE Nº MÁXIMO
CULTURAS Nome comum DE CALDA
produto comercial DE APLICAÇÕES
(Nome científico) (L/ha)
Tripes
(Thrips tabaci)
Larva-minadora
0,75 L/ha
(Lyriomyza huidobrensis)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para controle de Traça-da-batatinha, Vaquinha-verde-amarela, Tripes, Larva-minadora: Iniciar
as aplicações no início da infestação da praga em questão, reaplicar caso haja reinfestação. Não
ultrapassar o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o
intervalo de segurança para reentrada na área.
Tripes TERRESTRE
0,50 - 0,75 L/ha 03
(Thrips tabaci) 800 - 1000
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
CEBOLA
Para controle de Tripes: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga em questão,
reaplicar caso haja reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 03 aplicações durante o
ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança para reentrada na área.
50 - 100 ml/100 L
Curuquerê-da-couve TERRESTRE
d’água ou 03
(Ascia monuste orseis) 1000
0,50 - 1,0 L/ha
COUVE ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para controle de Curuquerê-da-couve: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga em
questão, reaplicar caso haja reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 03 aplicações
durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança para reentrada na área.
Ácaro-rajado
30 - 50 ml/100 L
(Tetranychus urticae) TERRESTRE
d’água ou 03
Tripes 1000
0,30 - 0,50 L/ha
(Thrips palmi)
CRISÂNTEMO
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para controle de Ácaro-rajado, Tripes: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga em
questão. Sugere-se 3 aplicações, alternando produtos de modo de ação distintos. Não realizar
aplicações sucessivas do mesmo produto.
100 - 150 ml/100 L
Ácaro-rajado TERRESTRE
d’água ou 03
(Tetranychus urticae) 200 - 500
0,20 - 0,75 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
EUCALIPTO
Para controle do ácaro-rajado: A aplicação deve ser feita no início da infestação em viveiro. O
produto deverá ser diluído em água na dose recomendada e aplicado de forma a obter boa
cobertura em toda área foliar das plantas. Sugere-se 3 aplicações no viveiro, alternando
produtos de modo de ação distintos. Não realizar aplicações sucessivas do mesmo produto.
Mosca-branca
1,0 L/ha
(Bemisia tabaci raça B)
Tripes TERRESTRE
FEIJÃO 03
(Thrips plami) 100 - 200
0,50 - 0,75 L/ha
Vaquinha-verde-amarela
(Diabrotica speciosa)
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PRAGAS VOLUME
DOSE Nº MÁXIMO
CULTURAS Nome comum DE CALDA
produto comercial DE APLICAÇÕES
(Nome científico) (L/ha)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para controle de Mosca-branca, Tripes, Vaquinha-verde-amarela: Iniciar as aplicações no início
da infestação da praga, repetir a aplicação em caso de reinfestação. Não ultrapassar o limite
máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de
segurança para reentrada na área.
30 - 50 ml/100 L de
Ácaro-branco TERRESTRE
água ou 02
(Polyphagotarsonemus latus) 1000
0,30 - 0,50 L/ha
MAMÃO ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para controle de Ácaro-branco: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga em questão,
reaplicar caso haja reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 02 aplicações durante o
ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança para reentrada na área.
30 - 50 ml/100 L
Lagarta-do-maracujazeiro TERRESTRE
d’água ou 03
(Dione juno juno) 1000
0,30 - 0,5 L/ha
MARACUJÁ ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para controle de Largata-do-maracujazeiro: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga,
repetir a aplicação em caso de reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 03 aplicações
durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança para reentrada na área.
50 - 100 ml/100 L
Tripes TERRESTRE
d’água ou 03
(Thrips palmi) 1000
0,50 - 1,0 L/ha
MELÃO ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para controle de Tripes: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir a aplicação
em caso de reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da
cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança para reentrada na área.
50 - 100 ml/100 L
Tripes TERRESTRE
d’água ou 03
(Thrips palmi) 1000
0,50 - 1,0 L/ha
MELANCIA ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para controle de Tripes: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir a aplicação
em caso de reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da
cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança para reentrada na área.
Lagarta-do-cartucho 0,50 - 0,75 TERRESTRE
02
(Spodoptera frugiperda) L/ha 100 - 200
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
MILHO
Para controle de Lagarta-do-cartucho: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga em
questão, reaplicar caso haja reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 02 aplicações
durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança para reentrada na área.
Acaro-rajado
(Tetranychus urticae)
100 ml/100 L
Broca-do-morango TERRESTRE
d’água ou 03
MORANGO (Lobiopa insularis) 1000
1,0L/ha
Pulgão-do-morangueiro
(Capitophorus fragaefolli)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
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PRAGAS VOLUME
DOSE Nº MÁXIMO
CULTURAS Nome comum DE CALDA
produto comercial DE APLICAÇÕES
(Nome científico) (L/ha)
Para controle de Acaro-rajado, Broca-do-morango, Pulgão-do-morangueiro: Iniciar as aplicações
no início da infestação da praga, repetir a aplicação em caso de reinfestação. Não ultrapassar o
limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de
segurança para reentrada na área.
Vaquinha-verde-amarela 30 ml/100 L TERRESTRE
03
(Diabrotica speciosa) d’água ou 0,30 L/ha 1000
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
PIMENTÃO
Para controle de Vaquinha-verde-amarela: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga,
repetir a aplicação em caso de reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 03 aplicações
durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança para reentrada na área.
Traça-das-crucíferas 100 ml/100 L
(Plutella xylostella) d’água ou 1,0 L/ha
TERRESTRE
50 - 100 ml/100 L 03
Pulgão 1000
d’água ou
(Brevicoryne brassicae)
0,50-1,0L/ha
REPOLHO
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para controle de Traça-das-crucíferas, Pulgão: Iniciar as aplicações no início da infestação da
praga, repetir a aplicação em caso de reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 03
aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança para
reentrada na área.
30 - 50 ml/100 L
Ácaro-rajado TERRESTRE
d’água ou 03
(Tetranychus urticae) 1000
0,30-0,50 L/ha
ROSA ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para controle de Ácaro-rajado: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga em questão.
Sugere-se 3 aplicações, alternando produtos de modo de ação distintos. Não realizar aplicações
sucessivas do mesmo produto.
Lagarta-das-maçãs
0,50 - 1,2 L/ha
(Heliothis virescens)
Helicoverpa
0,60 - 1,2 L/ha
(Helicoverpa armigera)
Tripes TERRESTRE
0,25 - 1,2L/ha 03
(Frankliniella schultzei) 150 - 200
Lagarta-falsa-medideira
0,60-1,2L/ha
SOJA (Chrysodeixis includens)
Lagarta-militar
0,60-1,2L/ha
(Spodoptera frugiperda)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Lagarta-das-maças, Helicoverpa, Tripes,
Lagarta-falsa-medideira, Lagarta-militar: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
repetindo-se em intervalos médios variando de cinco (5) a sete (7) dias, dependendo da
evolução da praga, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da
cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança para reentrada na área.
Ácaro-do-bronzeamento
25 - 50 ml/100 L
(Aculops lycopersici) TERRESTRE
d’água ou 03
TOMATE Ácaro-rajado 1000
0,25-0,50L/ha
(Tetranychus urticae)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
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PRAGAS VOLUME
DOSE Nº MÁXIMO
CULTURAS Nome comum DE CALDA
produto comercial DE APLICAÇÕES
(Nome científico) (L/ha)
Para controle de Ácaro-do-bronzeamento, Ácaro-rajado: Para traça e brocas, iniciar aplicação
assim que observadas a presença de mariposas ao redor da cultura, principalmente no período
de floração. Para ácaros, aplicar o produto assim que for observada infestação, devendo ser
reaplicado em caso de reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 03 aplicações durante
o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança para reentrada na área.
(1) 1 Litro do produto comercial Pretorian equivale a 240 g i.a. de Clorfenapir.
*Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da praga e/ou para se conseguir um maior período de controle
MODO DE APLICAÇÃO:
Modo de preparo da calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual
(EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou
de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade
recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve
ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
- Equipamento de aplicação: Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o
produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para
assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre
as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Seleção de pontas de pulverização: A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa
cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de
perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem
boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE.
Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a
recomendação do fabricante da ponta (bico).
- Velocidade do equipamento: Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da
cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais
baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
- Pressão de trabalho: Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada
para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas,
menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar
por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o
equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a
recomendação de uso.
- Altura de barras de pulverização: A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme
recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior
a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais
adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
- Aplicação com equipamento costal: Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura
da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas
de aplicação.
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O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas
não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação
deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco
de contaminação de áreas adjacentes.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÃO DE PRETORIAN:
- Velocidade do vento: A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 Km/h
dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão
térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar
familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das
áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na
direção do vento.
- Temperatura e umidade: Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas
temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e
aumentando o potencial de deriva. Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que
60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com
previsão de geadas.
- Período de chuvas: A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar
o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao
clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade
do aplicador.
LIMPEZA DE TANQUE:
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a
tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda- se a limpeza de todo o
sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa,
circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de
água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e
retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na
própria área aplicada. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no
mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho.
Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa.
Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres poderão ser alteradas a critério do Engenheiro
Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos
programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
CULTURAS INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS)
Algodão 21
Alho, Cebola, Couve, Feijão, Mamão, Maracujá,
14
Melancia, Melão, e Pimentão
Batata, Morango, Repolho e Tomate 07
Crisântemo, Eucalipto e Rosa UNA
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Milho 45
Soja 30
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
− Não aplicar em presença de ventos fortes.
− Chuvas após a aplicação podem lavar o produto e pode ocorrer a necessidade de nova aplicação (verificar o
comportamento das pragas).
− Mantenha afastado das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período
de 7 dias após a aplicação do produto.
− Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
− Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
− Deriva: não permitir que ocorra deriva da calda aplicada ou que esta atinja plantas e culturas nas proximidades
da área a ser tratada.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM,
REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico,
ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
Para manter a eficácia e longevidade do Pretorian como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é
necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
− Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 13. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
− Usar Pretorian ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação”
(janelas) de cerca de 30 dias.
− Aplicações sucessivas de Pretorian podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
− Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do
Pretorian, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Desacopladores da
fosforilação oxidativa via disrupção do gradiente de próton não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do
número total de aplicações recomendadas na bula.
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− Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Pretorian ou outros produtos do Grupo 13 quando for
necessário.
− Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas.
− Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas,
controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
− Utilizar as recomendações e a modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
− Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o
manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
− Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR
(www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
GRUPO 13 INSETICIDA
O produto inseticida PRETORIAN pertence ao Grupo 13 (Desacopladores da fosforilação oxidativa via disrupção do
gradiente de próton), segundo classificação do IRAC (Comitê Brasileiro de Ação à Resistência a Inseticidas). O uso
repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de
populações resistentes em algumas culturas.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
É recomendável utilizar outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico etc.) dentro do
programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para o uso exclusivamente agrícola.
− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
− Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência.
− Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance
de crianças e de animais.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: calça,
jaleco, botas, avental, respirador, viseira facial ou óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
− Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência.
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
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− Utilize equipamento de proteção individual (EPI): vestimenta com tratamento hidrorrepelente de corpo inteiro
com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe), respirador semifacial filtrante PFF2 e viseira facial (ou
respirador com filtro mecânico classe P2 e óculos com proteção lateral), botas de PVC ou sapato impermeável e
luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Evite o máximo possível, o contato com a área tratada;
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo entre a última
aplicação e a colheita.
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região.
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também
entrem em contato, com a névoa do produto.
− Utilize equipamento de proteção individual (EPI): vestimenta com tratamento hidrorrepelente de corpo inteiro
com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe), respirador semifacial filtrante PFF2 e viseira facial (ou
respirador com filtro mecânico classe P2 e óculos com proteção lateral), botas de PVC ou sapato impermeável e
luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final
do período de reentrada.
− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados
para o uso durante a aplicação.
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
− Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
− Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar
as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos
trabalhadores levarem EPI para casa.
− Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
− Não reutilizar a embalagem vazia.
− No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, viseira ou óculos, jaleco, botas, calça, luvas e respirador.
− A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
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Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados
e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Obs.: A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR PRETORIAN
-INFORMAÇÕES MÉDICAS-
As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os procedimentos escritos
devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde etc.).
Grupo químico Análogo de Pirazol
Classe toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Dérmica e inalatória
Clorfenapir: A absorção, distribuição, metabolismo e excreção (ADME) foram
investigados após administração oral em ratos. A excreção fecal foi a principal via de
eliminação (80%) com baixas recuperações do clorfenapir radioativo na urina e nos
tecidos; que ocorreu substancialmente dentro de 48 horas após a administração. A
Toxicocinética
maioria do composto é excretado inalterado (40-70% das doses administradas). Menores
quantidades de oito metabolitos primários e conjugados e quatro componentes isolados
não identificados foram detectados, cada um com menos de 10% da radioatividade
dosada. Os metabolitos identificados foram principalmente excretados na urina.
Toxicodinâmica Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico de Clorfenapir para humanos.
As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de
experimentação tratados com a formulação à base de Pretorian.
Exposição oral: em ratos tratados com a dose de 300 e 2000 mg/kg peso corpóreo não
foram observados sinais de toxicidade. Nenhuma morte e alteração macroscópica foram
observados nos animais.
Exposição dérmica: Ratos que receberam a dose de 2000 mg/kg de peso corporal não
apresentaram mortalidade ou sinais clínicos. O Pretorian foi avaliado como não irritante
Sintomas e
à pele dos animais.
sinais clínicos
Exposição inalatória: Foi apresentado mortalidade no teste de toxidade inalatória com a
substância teste.
Exposição ocular: Nos animais avaliados, não foram constatados sinais clínicos de
toxicidade nem ocorrência de mortalidade. Três coelhos foram expostos à substância-
teste, aplicando-se 0,1 mL do produto no saco conjuntival dos olhos de cada animal.
Observou-se a presença de hiperemia na conjuntiva, com reversão completa dos sinais
de irritação em até 72 horas após a aplicação. Não foi detectada retenção do corante de
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fluoresceína na superfície da córnea dos olhos tratados. Durante todo o período de
observação, não houve alterações clínicas ou comportamentais associadas ao
tratamento.
Efeitos crônicos: Estudos de mutações genéticas e cromossômicas não demonstraram
efeito genotóxico relacionado ao produto.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e do quadro clínico. Ao
apresentar sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente,
Diagnóstico
não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não existem
exames laboratoriais específicos.
Tratamento geral: Antídoto: Não há antídoto específico. Realizar tratamento sintomático
e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente em
abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
Tratamento
avental impermeável. Em caso de contato com os olhos, lavá-los abundantemente com
soro fisiológico. Nos casos de ingestão utilizar catártico salino e carvão ativado. Avaliar a
necessidade de lavagem gástrica, sempre protegendo as vias aéreas, evitando aspiração
de solvente orgânico.
A indução do vômito e contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite
Contraindicações
química.
Efeitos das Não são conhecidos.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque‐Intoxicação: 0800‐722‐6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
ATENÇÃO
Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
TELEFONES DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA:
Disque‐Intoxicação (24h): 0800‐014‐1149 – TOXICLIN.
Telefone da empresa: (0XX11) 4750‐3200 (horário comercial).
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide os itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 hrs): > 1,214 mg/L. Não determinada nas condições de teste. Não houve mortalidade
Irritação dérmica: Em estudo de irritação dérmica, a substância foi considerada não irritante para a pele de coelhos
e não foi classificada nas categorias do GHS.
Corrosão/Irritação ocular: Em estudo de irritação ocular, a substância foi considerada não irritante para os olhos e
não classificada nas categorias do GHS.
Sensibilização dérmica: Em estudo de sensibilização dérmica, a substância foi classificada como não sensibilizante
para a pele de cobaias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
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Clorfenapir: Após exposição subcrônica e crônica, foi observada redução do consumo de ração e do ganho de peso
corpóreo em ratos, camundongos e cães. Aumento do peso do fígado associado com hipertrofia hepatocelular e
vacuolização no cérebro e medula espinhal foram observados em roedores. Não foram observados efeitos
genotóxicos in vitro e in vivo ou carcinogênicos em ratos e camundongos. Não foram observados efeitos para a
reprodução em ratos e para o desenvolvimento pré-natal em ratos e coelhos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
☐ Altamente Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe I)
☒ MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
☐ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
− Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
− Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes).
− Evite a contaminação ambiental – Preserve a natureza.
− Não utilize equipamento com vazamentos.
− Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
− Aplique somente as doses recomendadas.
− Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT).
− Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
− Isole e sinalize a área contaminada.
− Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. - Telefone de
Emergência: (11) 4750-3200 (horário comercial). SUATRANS (24h): 0800-707- 7022.
− Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
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− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos
d’água. Siga as instruções a seguir:
− Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado.
Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
− Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
− Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do
vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve utilizar os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção
Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical
durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
− Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
− Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
− Faça essa operação três vezes;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
− Acione o mecanismo para liberar o jato d´água;
− Direcione o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
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− Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
− É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
− A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO
E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS:
− A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
− Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
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− A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados
com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
− O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e
outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
− De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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