Paragran
Genica Inovação Biotecnologica S.A.. - Planta 2/Piracicaba/SP
Inseticida Microbiológico
Metarhizium anisopliae isolado IBCB 425* (Produto Microbiológico) (48.1 g/kg)
Informações
Número de Registro
9715
Marca Comercial
Paragran
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
Metarhizium anisopliae isolado IBCB 425* (Produto Microbiológico) (48.1 g/kg)
Titular de Registro
Genica Inovação Biotecnologica S.A.. - Planta 2/Piracicaba/SP
Classe
Inseticida Microbiológico
Modo de Ação
Contato
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Deois flavopicta
Cigarrinha das pastagens
Todas as culturas
Mahanarva fimbriolata
Cigarrinha-da-raiz
Todas as culturas
Zulia entreriana
Cigarrinha-das-pastagens
Conteúdo da Bula
PARAGRAN
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 09715
COMPOSIÇÃO
Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425 (1,33 x 109 conídios
viáveis/g).....................................................................................................48,1 g/kg (4,81% m/m)
Outros Ingredientes.................................................................................951,9 g/kg (95,19% m/m)
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida microbiológico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP)
TITULAR DO REGISTRO:
GÊNICA INOVAÇÃO BIOTECNOLÓGICA S.A
Rua Antônio Degaspari, 1514, Quadraparte B, Ind. Uninorte II, Bairro Água Santa
Piracicaba/SP - CEP: 13.413-652 - Telefone (19) 4102-9924
CNPJ: 23.255.514/0002-74 – Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP sob nº
1262
FABRICANTE / FORMULADOR:
GÊNICA INOVAÇÃO BIOTECNOLÓGICA S.A
Rua Antônio Degaspari, 1514, Quadraparte B, Ind. Uninorte II, Bairro Água Santa
Piracicaba/SP - CEP: 13.413-652 - Telefone (19) 4102-9924
CNPJ: 23.255.514/0002-74 – Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP sob nº
1262
NBT S/A
Rua Jefferson Nepomuceno, 466, Ipanema, CEP: 38.706-510
Patos De Minas/MG - CNPJ: 51.135.601/0001-42
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: IMA/MG sob nº 6793441
Nº do lote ou partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
Armazenar à temperatura de 20°C a 25ºC.
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO E A BULA, E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUARIO AGRONÔMICO
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano
Agudo
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Classe IV – Pouco
Perigoso ao Meio Ambiente
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Cor da faixa: Branca
INSTRUÇÕES DE USO:
PARAGRAN é um inseticida microbiológico de contato, indicado para todas as culturas com a
ocorrência das pragas: Mahanarva fimbriolata (cigarrinha-da-raiz); Zulia entreriana (cigarrinha-
das-pastagens) e Deois flavopicta (cigarrinha-das-pastagens; cigarrinha-dos-capinzais).
CULTURAS, PRAGAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Volume de calda
(L/ha)
ALVO DOSES ÉPOCA / Número de
CULTURA BIOLÓGICO (produto INTERVALO DE aplicações
comercial – Terrestre Aérea APLICAÇÃO
p.c/ha)
Em todas as
culturas com
ocorrência
do alvo Cigarrinha-da- Realizar 2
biológico. raiz O produto deve ser aplicações
Eficiência (Mahanarva aplicado após a por ciclo
750 g p.c / ha
agronômica fimbriolata) detecção da praga de
(equivalente a
comprovada (espumas com cultura.
1x1012conídios/ha). 250 – 300 40
para a ninfas na base das
cultura da touceiras). Avaliar a
cana-de- aplicação por meio
açúcar. do monitoramento
Em todas as da praga: redução
culturas com da população e
ocorrência do Cigarrinha- parasitismo de Realizar
alvo biológico. das- ninfas e adultos. 2 aplicações
750 g p.c / ha
Eficiência pastagens por ano.
(equivalente a
agronômica
1x1012conídios/ha). 250 – 300 40
comprovada (Zulia
em entreriana)
pastagens.
Em todas as
culturas com Cigarrinha-das-
ocorrência do pastagens; O produto deve ser Realizar
alvo biológico. Cigarrinha-dos- aplicado após a 2 aplicações
Eficiência capinzais detecção da praga por ano.
12000 g p.c/ha do
agronômica (espumas com ninfas
produto comercial
comprovada (Deois flavopicta) na base das touceiras).
(equivalente a 16 x
em pastagens
1012 conídios 300 40
de capim-
viáveis/ha).
braquiária
(Brachiaria
decumbens).
MODO DE APLICAÇÃO
Preparo da Calda: levar ao campo o que irá aplicar, abrir a embalagem e fazer uma pré calda
em um balde com água, colocar no tanque pulverizador devidamente limpo para que resíduos
de inseticidas, herbicidas e fungicidas não inviabilizem o produto. Completar o tanque com
água e para aplicações terrestres utilizar um volume de calda de 250L – 300L/ha e aéreas um
volume de calda de 40L/ha. A calda deve permanecer em agitação para homogeneidade do
ingrediente ativo.
PARAGRAN deve ser aplicado na forma líquida, por meio de pulverizadores de barra
(tratorizados) e costal (manual ou motorizado) com o jato “tipo leque” de pulverização dirigido
para a base das touceiras das plantas, onde se concentra a população de ninfas (espuma). A
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aplicação deverá ser feita de forma a cobrir a área de maneira uniforme, evitando o
escorrimento excessivo da calda, após a aplicação.
A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer
alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a deriva
e perdas do produto por evaporação.
Limpar muito bem o tanque/bicos de pulverização para eliminar resíduos de inseticidas,
herbicidas ou fungicidas químicos, que possam danificar o ingrediente ativo biológico. A
limpeza deve ser feita com água limpa e sabão neutro, longe de rios e nascentes.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo
(LMR) para este ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas
indicadas. Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da
tarde. Não aplicar sob vento forte. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do
fungo à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo. O
produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas.
Para beneficiar a atuação do produto PARAGRAN protegendo o inóculo dos fatores climáticos
e melhorando as condições microclimáticas, recomendam-se as seguintes práticas:
- A pré calda deve ser realizada com água com pH menor que 7. Usar a calda no mesmo dia
do seu preparo. Aplicar logo após a irrigação ou com solo úmido. Não aplicar em período de
chuvas intensas;
- Para melhorar as condições microclimáticas após a aplicação do microrganismo, pode-se
realizar leve irrigação sobre a área;
- Aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou à noite, em dias
nublados. Nessas condições, a exposição dos esporos do fungo à radiação UV do sol (o que
inviabiliza o fungo) é menor.
- Após a aplicação, evitar a limpeza mecânica ou química do piquete, pois essas práticas
podem diminuir a quantidade de inóculo;
- Conservar o produto em geladeira ou lugar fresco e arejado. Nunca deixar o produto exposto
ao sol;
- Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
(Vide dados relativos à proteção da saúde humana – ANVISA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
(Vide Modo de Aplicação).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
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INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle de pragas podem ser observados devido à
resistência.
O uso repetido do PARAGRAN ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de
desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do PARAGRAN como uma ferramenta útil de manejo de
pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou
reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismos de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
• Aplicações sucessivas de PARAGRAN podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração de praga-alvo;
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do PARAGRAN ou outros produtos
quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das
pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível
e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhadas para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e
Pecuária (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle
biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de
variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos
químicos com mecanismo de ação distinto.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇAO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.
MICRORGANISMOS PODEM TER O POTENCIAL DE PROVOCAR REAÇÕES DE
SENSIBILIZAÇÃO.
INDIVIDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE
IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO.
PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE
CONTATO NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PESSOAS QUE TENHAM REALIZADO CIRURGIAS OCULARES COMO
TRABECULECTOMIA, IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VALVULA DE AHMED OU
PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
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- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e de animais.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe
P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
que estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas, botas, máscara com filtro
mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
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- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila, botas de borracha,
máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3 e óculos.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de
lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
RISCOS ASSOCIADOS AO CONTATO COM O PRODUTO PARAGRAN
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Nome científico Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425
Classe toxicológica Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Mecanismos de Não é esperado, em mamíferos, efeito toxigênico causado pela exposição ao
toxicidade Metarhizium anisopliae, contudo há registros de infecção em pessoas
imunossuprimidas e quadros de ceratites.
A infecção de Metarhizium anisopliae ocorre normalmente via tegumento do
inseto, onde o fungo germina em 12 a 18 horas, dependendo da presença de
nutrientes, representados por glucose, quitina, nitrogênio, etc. A infecção oral
pode ocorrer para alguns insetos, sendo também possível a penetração via
sistema respiratório pelo espiráculo. A penetração tegumentar ocorre devido a
uma ação mecânica e química (enzimática), o que leva cerca de 12 horas.
Decorridas 72 horas da inoculação o inseto apresenta-se totalmente colonizado,
sendo o tecido gorduroso bastante atacado, seguido pelo tecido intestinal, tubos
de Malpighi, etc., advindo a morte em função da falta de nutrientes e do acúmulo
de substâncias tóxicas. Os insetos atacados tornam-se duros e cobertos por uma
camada de micélio branco que posteriormente se transforma em conidióforos, que
dão origem a massas pulverulentas de conídios esverdeados. No final da
conidiogênese, o cadáver pode mostrar tons de verde que variam de claro a
escuro, acinzentados ou ainda esbranquiçados com pontos verdes.
A infecção oral pode acontecer para alguns insetos, como no caso de Solenopsis
spp., sendo também possível a penetração via sistema respiratório pelo
espiráculo.
A penetração tegumentar ocorre devido a uma atuação mecânica e química
(enzimática), que leva cerca de 12 horas. Decorridas 72 horas da inoculação, o
inseto apresenta-se totalmente colonizado, advindo a morte por falta de
nutrientes e acúmulo de toxinas, conforme explicado anteriormente.
Efeitos registrados Em estudos realizados com animais não houve evidências de toxicidade,
em literatura para infectividade ou patogenicidade, contudo, há registro de infecções causadas por
Metarhizium Metarhizium anisopliae em pessoas imunossuprimidas, que podem ser
anisopliae susceptíveis a este fungo. Apesar de não representar uma ameaça como potencial
causador de doenças infecciosas em humanos, Metarhizium anisopliae é um
fungo que pode apresentar efeito alergênico e também foi relacionado com a
ocorrência de ceratite.
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Sintomas e sinais Até o presente momento não foram observados problemas em função da
clínicos aplicação deste patógeno nas unidades de proteção ou em campo. Foram
observadas reações alérgicas em pessoas que trabalham em laboratórios, como
febre e problemas pulmonares. Um pesquisador apresentou sensibilidade alguns
meses após realizar pesquisas com esse fungo sem proteção (luvas ou
máscara). Apesar destes problemas, testes de segurança com exposição oral e
intraocular não resultaram em efeitos adversos e não houve evidência de
multiplicação em tecidos de mamíferos.
Diagnóstico Existem relatos em literatura médica de Metarhizium anisopliae como causador de
infecção oportunista em indivíduos imunossuprimidos. O diagnóstico pode ser
feito com a confirmação da exposição e com o isolamento e identificação
macroscópica ou molecular a partir de cultura microbiana. Os estudos de
patogenicidade desenvolvidos com o microrganismo não demonstraram
capacidade patogênica. Podem ser utilizadas hemoculturas para detectar a
presença de bactérias ou fungos no sangue, e identificar os microrganismos
presentes para orientar o tratamento. Em geral, são pedidas duas ou mais
hemoculturas e colhidas como amostras consecutivas. Pode-se utilizar também
um hemograma para determinar se houve aumento da contagem de leucócitos
no sangue, indicando uma possível infecção.
Tratamento Tratamento sintomático. Não há antídoto específico conhecido.
Descontaminação a ser realizada por profissional protegido por avental
impermeável, botas de borracha e luvas de nitrila.
Pele: lavar abundantemente com água corrente e sabão neutro.
Olhos: lavar por, pelo menos, 15 minutos com soro fisiológico, mantendo as
pálpebras abertas e evitando a contaminação do outro olho (posição lateral da
cabeça).
Ingestão: se o produto for ingerido até 1 hora antes da chegada ao hospital,
praticar lavagem gástrica com a proteção das vias respiratórias; aporte de carvão
ativado.
Inalação: verificar necessidade de oxigenação.
Tratamento sintomático e de manutenção das funções vitais.
O tratamento de suporte deve ser efetuado apenas em casos de real
necessidade. O tratamento para o caso de irritação ocular deve ser sintomático e
de suporte. O tratamento para o caso de infecção fúngica deve ser feito com
antimicóticos sistêmicos conforme definido em protocolos específicos para
infecção fúngica.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
ATENÇÃO Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT –
ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-110-8270 PRÓ-QUÍMICA
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres humanos e não
são esperados por se tratar de produto composto por conídios fúngicos e arroz.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Exposição aguda:
- DL50 dermal aguda: > 4900 mg/kg de peso corpóreo.
- Irritação dérmica: Em coelhos albinos, este produto não causou irritação e/ou lesão dérmica.
- Irritação ocular: Em coelhos albinos, este produto mostrou-se extremamente irritante para os
olhos causando opacidade de córnea, irite, hiperemia e quemose em todos os animais
havendo reversão total das oculares em até 14 dias.
- Sensibilização cutânea: Em cobaias este produto foi considerado não sensibilizante dérmico.
- Toxicidade /Patogenicidade Oral Aguda: o produto foi considerado como não tóxico, não
patogênico e não infectante.
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- Toxicidade /Patogenicidade Pulmonar Aguda: o produto foi considerado como não tóxico, não
patogênico e não infectante.
- Toxicidade /Patogenicidade Intraperitoneal Aguda: o produto foi considerado como não tóxico,
não patogênico e não infectante.
Exposição crônica:
- Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em seres humanos. Não
foram realizados testes em longo prazo com mamíferos (exposição crônica). A referência de
informações são os testes com mamíferos para verificar os efeitos agudos.
Por se tratar de um agrotóxico microbiano deve ser considerado o risco biológico inerente ao
mesmo.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇAO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
(X) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
atividades aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa GÊNICA INOVAÇÃO
BIOTECNOLÓGICA S.A. Telefone: (019) 4102-9924
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
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- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste
caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação
final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical por 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
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- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
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ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio
local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas,
animais, rações, medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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