Olapaque 250 EC
Maxunitech do Brasil Ltda
Regulador de Crescimento
trinexapaque-etílico (ácido dioxociclohexanocarboxílico) (250 g/L)
Informações
Número de Registro
14824
Marca Comercial
Olapaque 250 EC
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
trinexapaque-etílico (ácido dioxociclohexanocarboxílico) (250 g/L)
Titular de Registro
Maxunitech do Brasil Ltda
Classe
Regulador de Crescimento
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Cevada
Trigo
Conteúdo da Bula
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OLAPAQUE 250 EC
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o n° 14824
COMPOSIÇÃO:
ethyl 4-cyclopropyl(hydroxy)methylene-3,5-dioxocyclohexanecarboxylate
(TRINEXAPAQUE-ETÍLICO) ................................................................. 250 g/L (25% m/v)
Outros ingredientes ............................................................................. 740 g/L (74% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Regulador de crescimento
GRUPO QUÍMICO: ácido dioxociclohexanocarboxílico.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Maxunitech do Brasil Ltda.
Rua Irmã Pia, n° 422, sala 902, Jaguaré
CEP: 05335-050, São Paulo/SP – CNPJ: 53.309.291/0001-60
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP n° 4521
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Produto técnico: TRINEXAPAQUE-ETÍLICO TÉCNICO MAX. Registro no MAPA n° 17319
Max (Rudong) Chemicals Co., Ltd.
Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong, Jiangsu, China. CEP 226407.
FORMULADOR:
Max (Rudong) Chemicals Co., Ltd.
Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong, Jiangsu, China. CEP 226407.
Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd.
Xinle Town, Naxi District, Luzhou, Sichuan. China. CEP 646300
Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Rua Alberto Guizo, 859, Distrito Industrial João Narezzi, lndaiatuba.SP
CEP: 13.347-402. CNPJ n° 50.025.46910001-53.
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
AGRÔNOMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE
CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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Cor da faixa: Azul PMS Blue 293C
INSTRUÇÕES DE USO:
OLAPAQUE 250 EC é um regulador de crescimento de ação sistêmica, do grupo químico
ácido dioxociclohexanocarboxílico, que contém o ingrediente ativo trinexapaque-etílico, 250
g/L, na formulação concentrado emulsionável indicado para aplicação na cultura da cana-
de-açúcar (cana planta como na cana-soca), visando a aceleração dos processosde
maturação da planta e acúmulo de sacarose no colmo; e nas culturas de trigo e cevada,
visando reduzir o crescimento das plantas e o fortalecimento dos entrenós basais.
O produto é indicado para a maximização do manejo varietal, aumento do teor de sacarose
da cana-de-açúcar, e inibição de florescimento das variedades floríferas.
Pelas características do produto, sua utilização pode ser estendida durante todo o período
de safra, visando, sobretudo, a obtenção de mais açúcar por hectare, nas diferentes fases
de corte da cana-de-açúcar:
- início de safra: manejo varietal, inibição do florescimento e antecipação da colheita;
- meio da safra: exploração do potencial máximo de sacarose das variedades da época;
- final de safra: manutenção do teor de sacarose, evitando o seu declínio e, principalmente,
para a melhoria da qualidade da matéria-prima proveniente de cana-de- açúcar de ano.
Nas culturas de cevada e trigo, tem como principal objetivo, evitar o problema do
acamamento.
O produto uma vez aplicado é absorvido pela planta e passa a atuar seletivamente, através
da redução do nível de giberelina ativa, induzindo a planta a uma inibição temporária ou
redução do ritmo de crescimento, sem afetar, porém, o processo de fotossíntese e a
integridade da gema apical. O retorno ao ritmo normal de crescimento das plantas
depende da dose aplicada e condições ambientais reinantes.
Nas culturas de trigo e cevada, a indução da inibição de crescimento passa a ser observada
gradativamente 4 a 5 semanas, após a aplicação, cujo efeito se mantém até a época da
colheita, final de ciclo.
CULTURAS E DOSES DE APLICAÇÃO:
DOSE (g/ha) Volume de Calda (L/ha)
Pulverização N° máximo de
CULTURA Produto Ingrediente
aplicação
comercial ativo Terrestre Aérea
Cana-de-
0,8 a 1,2 0,2 a 0,3
açúcar
Cevada 100 a 250 30 a 40 1
0,4 a 0,5 0,1 a 0,125
Trigo
Nota: 1 L de OLAPAQUE 250 EC contém 250 g do ingrediente ativo TRINEXAPAQUE-
ETÍLICO
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ÉPOCA E NÚMERO DE APLICAÇÃO:
CULTURA ÉPOCA E NÚMERO DE APLICAÇÃO
Aplicar OLAPAQUE 250 EC 40 a 60 dias, antes do corte da cana, quando a planta
da cana já atingiu pleno desenvolvimento vegetativo, entre 10 e 12 meses de idade.
Para variedades de maturação precoce (início de safra): aplicar entre os meses de
fevereiro e abril, para melhorar a qualidade da cana e antecipar a colheita.
Para variedades intermediárias e tardias (final da safra): aplicar entre os meses de
maio e outubro, para evitar o declínio do teor de sacarose.
Na região Centro-Sul, a época de aplicação ocorre entre meados de fevereiro e
meados de outubro, dependendo dos objetivos do tratamento.
As aplicações realizadas de meados de fevereiro a abril visam melhorar a qualidade
da cana-de-açúcar do início da safra e antecipar a colheita.
De maio até meados de outubro, o tratamento tem por objetivo explorar o potencial
Cana-de- máximo de sacarose das cultivares intermediárias e tardias; evitar o declínio do teor
açúcar de sacarose no final de safra, devido aos fatores climáticos, e, também, para
melhorar a qualidade da matéria-prima, proveniente de cana-de-açúcar de ano.
A aplicação do produto deve ocorrer com a cultura da cana-de-açúcar na fase final
de desenvolvimento vegetativo, porém, sem que tenha alcançado um estádio
avançado de maturação fisiológica, o que na maioria de nossas cultivares ocorre
entre os dez e doze meses de idade.
A aplicação realizada antes dos doze meses de idade poderá apresentar redução
significativa no porte das plantas, com possíveis efeitos na produtividade, enquanto
que a aplicação efetuada, muito além de doze meses, terá menor probabilidade de
resposta, devido ao processo natural de maturação da planta.
Número de aplicação: 1 aplicação por safra da cultura.
Aplicar o produto na época de elongação da planta, quando esta apresentar o
primeiro nó visível, com porte aproximado de 25 a 35 cm de altura.
O produto deve ser aplicado durante a fase de desenvolvimento destas culturas,
para que o produto, após absorvido, venha a induzir o efeito desejável de redução
Cevada de crescimento (redução de porte) e resposta positiva no fortalecimento dos
Trigo entrenós basais, evitando o acamamento.
Recomenda-se aplicar o produto em dosagem maior, nas lavouras que receberam
elevadas doses de nitrogênio.
Número de aplicação: 1 aplicação por safra da cultura.
EQUPAMENTOS E MODO DE APLICAÇÃO:
MODO DE APLICAÇÃO:
OLAPAQUE 250 EC pode ser aplicado através de pulverizador convencional terrestre
tratorizado, ou aeronave agrícola (avião agrícola ou helicóptero), de acordo com a cultura
indicada.
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Pulverização terrestre:
Bicos tipo leque, Teejet, 110.2/11.03 ou cônico cheio
Altura da barra: aproximadamente 50 cm
Pressão de trabalho: 40 - 50 lb/pol2
Volume de calda: 100 a 250 L/ha
Pulverização aérea:
- Aeronave agrícola, adaptada com barra e equipadas com bicos hidráulicos ou rotativos
tipo micronair.
Avião Ipanema:
Equipamento Barra e bicos hidráulicos Rotativo
Tipo de bico cônico vazio micronair
Ângulo dos bicos / pás 90º-135º 40º-60º
Altura do voo sobre cultura 3 a 4 metros 3 a 4 metros
Faixa de aplicação 15 metros 15 metros
Diâmetro das gotas 200-400 μm 200-400 μm
Volume de aplicação 30 a 40 L/ha 30 a 40 L/ha
Distribuição dos bicos 17 cada asa e 3 sob fuselagem 3 a 4 por asa
Outro tipo de aeronave: consultar um engenheiro agrônomo.
Cana-de-açúcar:
O produto deve ser aplicado na forma de pulverização, com auxílio de aeronaves agrícolas
(aviões agrícolas ou helicópteros), dadas às características vegetativas da planta da cana-
de-açúcar, época de aplicação e às extensivas áreas a serem tratadas.
O manejo da cultura com OLAPAQUE 250 EC é importante para o escalonamento do corte
e no suprimento da indústria, para os processos de moagem, cujo benefício poderá ser
obtido, conforme as recomendações abaixo:
Aplicação nas doses diferenciadas:
- Aplicar dosagens maiores, 1 - 1,2 L/ha, para efetuar o corte da cana-de-açúcar, a partir
de 40 a 45 dias, após o tratamento;
- Aplicar as dosagens de 0,8 - 1 L/ha, para efetuar o corte, a partir de 45 a 70 dias, após o
tratamento.
A aplicação do OLAPAQUE 250 EC, nas dosagens diferenciadas, conduz à antecipação
da maturação da cana-de-açúcar, em diferentes fases, possibilitando o corte em períodos
distintos, após o tratamento, e permitindo traçar um cronograma de corte, para assegurar
o suprimento contínuo da matéria-prima para a indústria, principalmente no início da safra.
Para determinar a época da aplicação, é importante que a cultura a ser tratada já tenha
atingido o seu pleno desenvolvimento vegetativo.
Desta forma, a cana-de-açúcar que apresentar atraso no crescimento ou que foi
prejudicada nesse processo, por fatores climáticos adversos, deverá receber aplicação do
produto somente depois de atingir o seu desenvolvimento normal.
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Trigo e cevada:
O produto pode ser aplicado através de pulverizador convencional terrestre tratorizado, ou
aeronave agrícola (avião agrícola ou helicóptero).
Deve-se observar sempre os parâmetros recomendados para cada modalidade de
aplicação.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
As respostas às aplicações do produto são, aparentemente, menos significativas quando
as plantas se encontram no estado de estresse hídrico.
Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 30ºC; umidade
relativa do ar inferior a 55%, e velocidade do vento entre 3 a 10 km/h; visando reduzir as
perdas por deriva e evaporação.
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por
volatilização ou deriva.
INSTRUÇÕES PARA O PREPARO DA CALDA DE PULVERIZAÇÃO:
Sempre adicionar primeiramente a água, e posteriormente adicionar a dose de produto.
A relação produto/água nunca deverá ser inferior a 1:5, ou seja, uma parte de produto em
cinco partes de água ou mais.
Pulverização terrestre:
A calda poderá ser preparada diretamente no tanque do pulverizador, procedendo-se da
seguinte forma:
Preencher o tanque do pulverizador, abastecendo até ¹/4 da sua capacidade.
Adicionar o produto na quantidade requerida.
Completar o volume do tanque, com o sistema de agitação em funcionamento.
Pulverização aérea (avião agrícola ou helicóptero):
a) Preparo diretamente no tanque da aeronave: neste caso, adicionar a água previamente
no tanque e depois o produto, no volume requerido.
b) Preparação de pré-mistura: utilizando-se um recipiente auxiliar (tanque ou tambor),
preparar a pré-mistura do produto. Em seguida, com auxílio da moto-bomba, transferir a
mesma para o tanque da aeronave, parcialmente cheio, para, posteriormente, completar o
volume desejado com água.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO:
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do
produto, realizar lavagem completa do equipamento.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar (maturador) .......................... 34 dias
Cana-de-açúcar, cevada, trigo (foliar) ............ Não determinado devido à modalidade de
Emprego
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa
da calda, evitando-se sempre que possível que pessoas alheias ao tratamento com a
cultura e animais domésticos circulem pela área tratada. Utilizar os mesmosequipamentos
de proteção individual usados durante a aplicação, caso houver necessidade de entrar na
área tratada antes da secagem total da calda aplicada.
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LIMITAÇÕES DE USO:
Cana-de-açúcar:
- O produto não deve ser aplicado com a cultura no estado de estresse por deficiência
hídrica.
- O produto não deve ser aplicado em plantas jovens, normalmente com menos de 10
meses de idade, ou com a estrutura produtiva não formada.
- Recomenda-se evitar a manutenção prolongada da planta da cana-de-açúcar, tratada
com o produto no campo, após atingir o pico de maturação.
- Não é recomendado deixar calda pronta do produto de um dia para o outro.
Trigo e cevada:
- O produto não deve ser aplicado antes do aparecimento do primeiro nó ou, muito
tardiamente, com as plantas na fase de desenvolvimento muito adiantado, pois o produto
não apresentará efeito desejado.
- Plantas tratadas com o produto não devem ser utilizadas para alimentação de animais,
quando no estádio vegetativo.
- A adubação nitrogenada, quando realizada em doses altas, poderá apresentar pouca
resposta ao efeito da aplicação do produto.
FITOTOXICIDADE:
Cana-de-açúcar:
- Como consequência da aplicação do produto, a planta apresentará redução dos
internódios, engrossamento do palmito, e eventuais emissões de brotações laterais,
especialmente em lavouras acamadas, onde as gemas foram expostas à luz.
- Uma eventual redução de porte da planta poderá ser observada se a aplicação for
realizada em plantas muito jovens ou se o corte da cana-de-açúcar for realizado, após um
período muito posterior ao recomendado.
- Os sintomas da aplicação do produto nas plantas descritas acima são temporários, após
o que a mesmas retomarão o processo de desenvolvimento normal.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DASEMBALAGENS
VAZIAS:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Não se aplica por se tratar de um regulador de crescimento.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto junto com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI),
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão de algodão hidrorrepelente, botas de borracha, avental
impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado
mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas
de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
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- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
em que estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado
mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, óculos de segurança
com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos
de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em
local trancado, longe do alcance das crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão
com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de
borracha.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, avental, botas,
macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
- É vetado aos trabalhadores levarem EPI para casa;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
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Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele
Pode ser nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando
a embalagem, rótulo, bula e/ou a receita agronômica do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica
caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-
la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto eventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR TRINEXAPAQUE-ETÍLICO (OLAPAQUE 250 EC)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Ácido dioxociclohexanocarboxílico
Classe toxicológica Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são
Vias de exposição
consideradas as mais relevantes.
Após administração oral a ratos, a absorção de trinexapaque-etílico foi rápida
e essencialmente completa, independentemente do sexo e dose. Osníveis
sanguíneos e teciduais máximos foram atingidos 15 minutos após a
administração, seguido de rápido declínio (meia-vida no sangue inferior a 1
hora). Após 6 horas, os maiores resíduos foram observados no fígado, rins
e sangue total. Após 7 dias, os resíduos estavam abaixo do limite de
detecção na maioria dos tecidos (total de resíduos na carcaça/tecido < 0,5%
da dose aplicada); os maiores valores foram observados na gordura 0,002-
0,027 ppm. Os tempos de meia-vida estiveram na faixa de 0,2-0,9 horas e
Toxicocinética 1,6-11,7 horas para as fases 1 e 2, respectivamente. O trinexapaque-etílico
não apresentou potencial de acumulação. A principal via de excreção foi a
urina, responsável por > 90% da dose aplicada após 7dias, com 87% da dose
excretada nas primeiras 24 horas. Em menor proporção, houve eliminação
pelas fezes (bile). O principal metabólito identificado na urina e fezes foi o
ácido livre de trinexapaque-etílico (CGA179500). Na bile, o principal
metabólito (94% da radioatividade biliar, correspondendo a 3% da dose
aplicada) foi um conjugado não identificado de CGA179500. Este último
também foi encontrado em baixos níveis na
urina.
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Regulador do crescimento de plantas, inibidor da 3βhidroxilação de GA20 a
GA1 na biossíntese do hormônio giberelina. O nível reduzido de giberelina
leva ao não alongamento das plantas, culminando com retardo no seu
Toxicodinâmica
crescimento. Seu modo de ação não é relevante para humanos, uma vez
que giberelinas são fito-hormônios identificados em plantas, bem como em
alguns fungos e bactérias, não sendo, portanto, sintetizados por mamíferos.
Mecanismos de Não estão disponíveis informações quanto ao mecanismo de ação para o
toxicidade ser humano.
Não há referências sobre intoxicação aguda em humanos.
Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral realizado em ratos, não
foi observada mortalidade entre os animais expostos à dose de 3000 mg/kg
p.c. Os sinais clínicos observados foram: piloereção, posições anormais do
corpo, dispneia, redução da atividade e ruídos respiratórios, reversíveis em
até 6 dias. Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica
realizado em ratos, não foi observada mortalidade entre os animais expostos
à dose de 4000 mg/kg p.c. Os sinais clínicos observados foram: piloereção,
posições anormais do corpo e dispneia, reversíveis em até 5 dias. Em estudo
Sintomas e sinais de irritação cutânea realizado em coelhos, 3/3animais apresentaram eritema,
clínicos reversível em até 7 dias; descamação foi observada nos 3 animais, com
reversão em até 10 dias. Adicionalmente, 1/3 animais apresentou edema
apenas na leitura de 24 horas, reversível naleitura de 48 horas. O produto
não foi classificado como irritante dérmico pelo GHS. O produto não foi
considerado sensibilizante dérmico pelo método de Buehler.
Exposição crônica: O ingrediente ativo não foi considerado mutagênico,
teratogênico ou carcinogênico para seres humanos. À luz dos
conhecimentos atuais, não é considerado desregulador endócrino e não
interfere com a reprodução. Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição
ao produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se
Diagnóstico
apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o
paciente imediatamente.
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Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o
quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve
ser dada ao suporte respiratório. Estabilização do paciente: Monitorar sinais
vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e
temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para
parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado
de consciência do paciente. Medidas de descontaminação: Realizar a
descontaminação para limitar a absorção e os efeitos locais. Exposição
oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder
com: - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em
crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na
proporção de 30g de carvão ativado para 240 ml de água. É mais efetivo
quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. - Lavagem
gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do
produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é
necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco
de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em
decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
Tratamento ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto,
podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o
paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral
para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou
dificuldade de deglutição. Exposição Inalatória: Remover o paciente para
um local seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação.
Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se
necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. Exposição
dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com
água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se
houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento.
Antídoto: Não há antídoto específico. Cuidados para os prestadores de
primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente
tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de
reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que
presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas,
avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar
com o agente tóxico
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo,
Contraindicações
manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das Não foram relatados efeitos de interações químicas para o trinexapaque-
interações etílico e medicamentos possivelmente usados em casos de intoxicação por
químicas trinexapaque-etílico em humanos.
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Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
ATENÇÃO As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o caso no
Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 110 8270 Pró-Química
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado):
DL50 oral em ratas fêmeas > 2000 mg/kg peso corpóreo
DL50 dérmica em ratos machos e fêmeas > 4000 mg/kg de peso corpóreo
CL50 inalatória (4 horas) em ratas fêmeas > 5,334 mg/L
Irritação dérmica: No estudo de irritação dérmica realizado em coelhos, todos os animais
apresentaram eritema de grau 1 na avaliação de 1 hora, com progressão para grau 2 após
24 horas. Após 48 e 72 horas, todos os animais apresentaram regressão para o grau 1
com regressão do eritema na avaliação de 72 horas que persistiram até a avaliação de 14
dias. O produto foi classificado como levemente irritante.
Irritação ocular: No estudo de irritação ocular realizado em coelhos, observações oculares
foram feitas em diversos períodos após a aplicação (1 h, 24 h, 48 h, 72 h) para sinais de
reações oculares na íris, córnea e conjuntiva. Irite, hiperemia e quemose foram observados
nos animais tratados, com reversão total em 72 horas. O produto foi classificado como
levemente irritante.
Sensibilização cutânea em cobaias (Método de Buehler): não causou sensibilização
dérmica.
Sensibilização respiratória: não há informações disponíveis sobre sensibilização
respiratória.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação
gênica reversa em bactérias (teste de Ames) e não apresentou atividade mutagênica em
células de camundongos.
Efeitos crônicos:
A carcinogenicidade do trinexapaque-etílico foi investigada em estudos crônicosconduzidos
em ratos e camundongos nas doses de 0, 10, 100, 3000, 10000 e 20000 ppm
(ratos) e 0, 7, 70, 1000, 3500 e 7000 ppm (camundongos). Em ratos, observou-se redução
do peso corpóreo e do consumo de ração na maior dose. O pH urinário diminuiu
consistentemente nas duas maiores doses, o que foi atribuído à natureza ácida do
metabólito principal (CGA179500). Na maior dose, observou-se aumento do peso do fígado
nas fêmeas no sacrifício intermediário (1 ano) e hiperplasia do ducto biliar nos machos no
sacrifício terminal (2 anos). Os efeitos renais observados no sacrifício intermediário na
maior dose em ambos os sexos (gotículas hialinas ou pigmentação marrom no epitélio
tubular renal) foram considerados efeitos reversíveis. Uma baixa incidência (acima dos
controles históricos) de carcinoma de células escamosas no estômago não-glandular foi
observada em machos da maior dose ao final do estudo. No
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entanto, esses achados não foram considerados relevantes para humanos, uma vez que
ocorreram em uma taxa muito baixa em apenas um sexo e espécie, bem como pelo fato de
humanos não possuírem estômago não-glandular (NOAEL: 3000 ppm, equivalente a 116
mg/kg pc/dia). Em camundongos, a administração dietética de trinexapaque-etílicopor
18 meses, resultou apenas na diminuição transitória do peso corpóreo no início do estudo
para as fêmeas que receberam a maior dose (NOAEL: 7000 ppm, equivalente a 912 mg/kg
pc/dia). O trinexapaque-etílico não foi considerado mutagênico por estudos in vitro e in vivo.
No estudo de duas gerações em ratos, a administração de trinexapaque- etílico a 0, 10,
1000, 10000 e 20000 ppm ao longo de duas gerações, resultou em efeitos relacionados ao
tratamento nas doses de 10000 e 20000 ppm. Nessas doses, em ambos os sexos, foi
observada redução de peso corpóreo e do consumo de ração. Porém, na ausência de
relação dose/resposta e na ausência de efeitos semelhantes no estudo de 90dias (realizado
no mesmo laboratório com a mesma cepa de ratos), considerou-se que as diminuições
esporádicas no peso corpóreo de machos tratados a 1000 ppm não sejam efeito adverso.
A 20000 ppm, houve redução do peso corpóreo e da taxa de sobrevivência dos filhotes,
consideradas consequência da redução do ganho de peso corpóreo das mães nessa dose.
Não houve efeito relacionado ao tratamento em quaisquer parâmetros reprodutivos
(NOAEL parental: 1000 ppm, equivalente a 60 mg/kg pc/dia; NOAELs filhotes e reprodução:
10000 e 20000 ppm, equivalentes a 595 e 1200 mg/kg pc/dia, respectivamente). A
toxicidade no desenvolvimento foi investigada em ratos e coelhos nas doses de 0, 20, 200
e 1000 mg/kg pc/dia (ratos) e 0, 10, 60 e 360 mg/kg pc/dia (coelhos). Em ratos, não foram
observados efeitos relacionados ao tratamento nas mães ou fetos até a maior dose testada
(NOELs materno e desenvolvimento: 1000 mg/kg pc/dia). Nos coelhos, houve aumento de
mortalidade materna na maior dose, além de diminuição do peso corpóreo materno e do
consumo de ração. Nesta dose, houve também diminuição no tamanho da ninhada e
aumento de perdas pós-implantação. Não foram observadas malformações fetais (NOELs
materno e desenvolvimento: 60 mg/kg pc/dia). Em estudos de neurotoxicidade aguda e de
90 dias, não houve efeitos sobre os parâmetros neurológicos, portanto o trinexapaque-
etílico não é considerado neurotóxico.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIOAMBIENTE:
Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
■ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de
água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal,
concernentes às atividades aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
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- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de
alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR
9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Maxunitech do Brasil Ltda.
- Telefone da empresa (11) 3714-0044.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas
e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre
em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material
com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado.
Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
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Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó
químico etc., ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos
EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da
calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes
procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão,
seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-
la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante
30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da
embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
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- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem
deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até
6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva,
quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até
seis meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
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- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento
onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo
estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente
autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a
flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso,
consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este
tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e
aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na
legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
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6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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