Marfin 230 ME
Oxon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.
Fungicida
tetraconazol (triazol) (230 g/L)
Informações
Número de Registro
29025
Marca Comercial
Marfin 230 ME
Formulação
ME - Micro Emulsão
Ingrediente Ativo
tetraconazol (triazol) (230 g/L)
Titular de Registro
Oxon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Arroz
Bipolaris oryzae
Mancha-foliar; Mancha-parda
Arroz
Microdochium oryzae
Queima-foliar
Arroz
Pyricularia grisea
Brusone
Batata
Alternaria solani
Pinta-preta; Pinta-preta-grande
Café
Hemileia vastatrix
Ferrugem; Ferrugem-do-cafeeiro
Cebola
Alternaria porri
Crestamento; Mancha-púrpura
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Milho
Cercospora zeae-maydis
Cercosporiose
Milho
Phaeosphaeria maydis
Mancha-de-Phaeosphaeria; Mancha-foliar
Milho
Puccinia polysora
Ferrugem; Ferrugem-polisora
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose
Tomate
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Trigo
Puccinia triticina
Ferrugem-da-folha
Conteúdo da Bula
18/08/2025
MARFIN 230 ME
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 29025
COMPOSIÇÃO:
(RS)-2-(2,4-dichlorophenyl)-3-(1H-1,2,4-triazol-1-yl)propyl 1,1,2,2-tetrafluoroethyl ether (TETRACONAZOL).......... 230,0 g/L (23,00% m/v)
Outros ingredientes .................................................................................................................................................... 888,7 g/L (88,87% m/v)
GRUPO G1 FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida sistêmico
GRUPO QUÍMICO: TETRACONAZOL: triazol
TIPO DE FORMULAÇÃO: Micro emulsão (ME)
TITULAR DO REGISTRO (*):
PROREGISTROS REGISTROS DE PRODUTOS LTDA.
Rua Santa Catarina, 40, Sala 502 – Santa Maria Goretti – Porto Alegre/RS – CEP 91030-330 – Fone: (51) 3342-0028
CNPJ: 05.617.846/0001-99 – Registro na Secretaria de Agricultura – DISA/DDA/SEAPA/RS nº 263/12
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
TETRACONAZOLE TÉCNICO ZB - Registro MAPA nº TC18623
ZHEJIANG UDRAGON BIOSCIENCE CO., LTD. - Endereço: Nº 1 Fangjiadai Road – Haiyan Economic
Development – Haiyan 314304 – Zhejiang – China.
FORMULADOR:
SIPCAM OXON SpA. - Endereço: Via Vittorio Veneto, 81, Salerano sul Lambro, Lodi, 26857, Itália.
MANIPULADOR:
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. - Endereço: Rua Igarapava nº 599 – Distrito Industrial III - CEP 38044-755 – Uberaba/MG - CNPJ
23.361.306/0001-79 - Registro IMA-MG nº 2.972 – Fone: (34) 3319-5550 - Fax: (34) 3319-5570 - Email: contato@snbrasil.com.br
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
– CLASSE II
COR DA FAIXA: Azul PMS Blue 293 C
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
MARFIN 230 ME é um fungicida de ação sistêmica, apresentado sob a forma de micro
emulsão, recomendado para aplicação nas culturas do algodão, arroz, batata, café, cebola,
feijão, milho, soja, tomate e trigo, conforme as seguintes recomendações:
Alvos Volume de
Dose* N° máx. de
Culturas Nome Comum/ Calda Época e intervalo de aplicações
(L/ha) aplicações
Nome Científico (L/ha)
Aplicação Iniciar as aplicações a partir dos 45 dias após a emergência
terrestre: das plantas, em função da incidência e severidade da
Ramularia 200 doença, repetindo-se a cada 15 dias. A primeira pulverização
Algodão 0,27 3
(Ramularia areola) Aplicação deve ser realizada com níveis abaixo de 5% de incidência,
aérea: antes do aparecimento dos sintomas na parte superior da
30 - 40 planta.
Brusone
Aplicação Realizar a 1ª aplicação no aparecimento dos primeiros
(Pyricularia grisea)
terrestre: sintomas da doença (até 5% - 10% de incidência). Reaplicar
Escaldadura das folhas 200 15 dias, se necessário. Utilizar maiores doses quando as
Arroz 0,25 - 0,35 2
(Microdochium oryzae) Aplicação condições climáticas estiverem favoráveis ao
aérea: desenvolvimento da doença e quando ocorrer maior pressão
Mancha-parda 30 - 40 da doença.
(Bipolaris oryzae)
Aplicação
Pinta Preta Iniciar aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas e
Batata 0,30 terrestre: 6
(Alternaria solani) repetir se necessário a intervalos de 14 dias.
400 – 600
Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento
Aplicação
Ferrugem do Cafeeiro dos primeiros sintomas e reaplicar no ressurgimento dos
Café 0,40 terrestre: 2
(Hemileia vastatrix) mesmos. As aplicações deverão proporcionar uma completa
400 – 500
cobertura da planta, principalmente do terço inferior (saia).
Realizar 02 aplicações com intervalos de 14 dias, sendo a
Aplicação
Mancha Púrpura primeira no aparecimento dos primeiros sintomas. Quando
Cebola 0,30 terrestre: 4
(Alternaria porri) for utilizar volume de calda inferior, manter a dose de 30ml/
1000
100 litros de água.
Aplicação
terrestre:
Mancha Angular 200 – 250 Realizar aplicação no aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão 0,30 3
(Phaeoisaripsis griseola) Aplicação e reaplicar se necessários a cada 14 dias.
aérea:
30 - 40
Cercosporiose Realizar a 1ª aplicação preventivamente, próxima a fase de
(Cercospora zeae- maydis) pendoamento. A segunda aplicação deverá ser realizada 15
dias após a primeira, se necessário. Utilizar maiores doses
Mancha-de- 0,30 – 0,60 Aplicação
quando as condições climáticas estiverem favoráveis ao
Phaeosphaeria terrestre:
desenvolvimento da doença e quando ocorrer maior pressão
(Phaeosphaeria maydis) 200
da doença.
Milho Aplicação 2
Realizar a 1ª aplicação preventivamente, próxima a fase de
aérea:
pendoamento. A segunda aplicação deverá ser realizada 10-
30 - 40
Ferrugem Polisora 15 dias após a primeira, se necessário. Utilizar maiores doses
0,35 – 0,60
(Puccinia polysora) e menor intervalo entre as aplicações quando as condições
climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da
doença e quando ocorrer maior pressão da doença.
Aplicação
Crestamento-foliar terrestre:
(Cercospora kikuchii) Realizar a primeira no com a soja no estádio de R5.1, se
200
Soja 0,3 2 necessário reaplicar após15 dias. Realizar no máximo 2
Aplicação
aplicações por ciclo da cultura.
aérea:
Septoriose
30 - 40
(Septoria glycines)
Aplicação
Pinta Preta Iniciar aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da
Tomate 0,35 terrestre: 4
(Alternaria solani) doença e reaplicar a cada 14 dias caso necessário.
1000
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Alvos Volume de
Dose* N° máx. de
Culturas Nome Comum/ Calda Época e intervalo de aplicações
(L/ha) aplicações
Nome Científico (L/ha)
Aplicação
terrestre:
Realizar as pulverizações na fase de emborrachamento e
Ferrugem-da-folha 200
Trigo 0,43 2 final do florescimento ou antes no aparecimento dos primeiros
(Puccinia triticina) Aplicação
sintomas da doença até 5% de severidade na folha,
aérea:
30 - 40
* Doses referentes ao produto comercial (p.c.).
MODO DE APLICAÇÃO / EQUIPAMENTOS:
A dose recomendada do MARFIN 230 ME deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de
pulverização foliar com equipamento terrestre, costal manual ou tratorizado, e via aérea, através
do uso de barra ou atomizador rotativo Micronair. Utilizar equipamentos que proporcionem uma
vazão adequada e uma boa cobertura foliar. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas,
deve-se observar recomendação do fabricante das pontas de pulverização quanto ao seu
espaçamento e pressão de trabalho.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso
de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta
forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as
condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda,
pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
Aplicação terrestre:
Quando aplicar com barra, utilizar bicos cônicos ou leques que possibilitem pressão de 40 a 60
lbs/pol2, proporcionando um tamanho de gotas com DMV (diâmetro médio volumétrico) entre
100 e 200 micras e densidade entre 50 e 70 gotas/cm2. Utilizar volume de calda de 100 a 300
L/ha.
Obs.: O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação a fim de
proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo-se ventos de até 10 km/h,
temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva. As
recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do
produto. Consulte sempre um profissional habilitado.
Limpeza do equipamento de aplicação: Proceder a lavagem com solução a 3% de amoníaco
ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois, por solução de carvão
ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e
detergente. Descartar a água remanescente da lavagem por pulverização nas bordaduras da
lavoura.
Aplicação Aérea:
Usar barra equipada com bicos de jato cônico vazio da série "D" (06 A 012) ou similar, ou
atomizador rotativo Micronair, que proporcione a liberação e deposição de uma densidade
mínima de 60 a 80 gotas/cm2 Recomenda-se uma altura de vôo de 2 a 3 m acima do alvo no
caso de pulverização com barra e de 3 a 4 m acima do alvo no caso de pulverização por
Micronair, pressão da bomba de 30 a 50 lb/pol2, uma vazão de 10 a 20L de calda/ha na utilização
de atomizador rotativo Micronair e de 30 a 40 L de calda/ha quando se emprega barra com
largura da faixa de disposição de 15 a 18m.
Na aplicação, verificar se as plantas estão recebendo a calda de pulverização de modo uniforme
e se está ocorrendo uma cobertura total e uniforme das plantas.
Os tratamentos deverão ser iniciados preventivamente dependendo das condições climáticas ou
aos primeiros sintomas do aparecimento das doenças, proporcionando uma boa molhabilidade
das plantas.
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Condições climáticas: As condições climáticas mais favoráveis e recomendáveis ao bom
resultado de uma pulverização assim como a utilização dos equipamentos corretos de
pulverização devem ser obedecidas. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume
de aplicação para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo-se ventos de até
10 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao reduzir ao mínimo as perdas por
deriva e deposição. O sistema de agitação, do produto no tanque, deve ser mantido em
funcionamento durante toda a aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão 28 dias
Arroz 42 dias
Batata 14 dias
Café 15 dias
Cebola 07 dias
Feijão 07 dias
Milho 30 dias
Soja 07 dias
Tomate 07 dias
Trigo 50 dias
INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Desde que sejam mantidas as recomendações de uso não ocorre fitotoxicidade nas culturas
para as quais o produto é recomendado.
• As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação
do produto.
• Não é recomendada a aplicação do produto em dias chuvosos ou com prenúncio de chuva.
• Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos acima de 10 km/h, pois pode ocorrer
desvio do produto em relação ao alvo (deriva).
• Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito
elevadas.
• Evitar condições que possam comprometer uma boa cobertura de pulverização.
• Todo equipamento usado para aplicar MARFIN 230 ME deve ser descontaminado antes de
outro uso.
• A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. A utilização da mesma preparada de
um dia para o outro pode reduzir a eficiência do produto.
• O produto MARFIN 230 ME se torna mais eficiente na utilização de cultivares de trigo de alta
produtividade, que são caracteristicamente mais susceptíveis.
• O momento da aplicação dos fungicidas depende da época de semeadura, dos níveis de
resistência dos cultivares, o que pode ocorrer desde os estádios vegetativos aos reprodutivos,
especialmente sob condições favoráveis para os patógenos, como chuvas frequentes e
temperaturas variando de 20 a 30°C.
• Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações
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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “Modo de Aplicação”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a
esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos
fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos G1 para o controle
do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de
resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de
Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-
BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
GRUPO G1 FUNGICIDA
O produto fungicida MARFIN 230 ME é composto por tetraconazol, que apresenta mecanismo
de ação C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1,
segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
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INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor
equilíbrio do sistema.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) danificados, úmidos, vencidos ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI’s)
com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
das calças passando por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
máscara facial descartável (PFF) classe P2; óculos de segurança com proteção lateral,
touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
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• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto, ou
permitir que outras pessoas também entrem contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
das calças passando por cima das botas; botas de borracha; máscara facial descartável
(PFF) classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de
medidas coletivas de segurança
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos
de Proteção Individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após
a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de
algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
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• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando
a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber
ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-
la.
PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio,
anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo
menos 15 minutos.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR MARFIN 230 ME -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico TETRACONAZOL: Triazol
Classe toxicológica Categoria 5: Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória
Toxicocinética Tetraconazol: Em um estudo conduzido em ratos, o tetraconazol foi extensivamente
absorvido pelo trato gastrointestinal (69-86%). A taxa de absorção foi mais baixa em fêmeas
e em doses mais altas, com picos plasmáticos ocorrendo de 1 a 28 horas após a
administração. O tetraconazol foi amplamente distribuído a todos os órgãos e tecidos
testados, com o nível mais alto detectado no fígado, seguido por rins, gônadas, cérebro e
ossos. Níveis residuais baixos ainda foram detectados no fígado e no trato gastrointestinal
(às vezes ossos) às 72 horas. Oxidação, redução e conjugação de glutationa foram
importantes vias metabólicas. Houve metabolismo extenso para compostos polares e
excreção principalmente na urina (51-76%) e em menor proporção nas fezes (9-36%) em
48 horas, com apenas uma pequena porção (≤ 6%) do composto parental inalterado
detectada nas fezes.
Toxicodinâmica Tetraconazol: O tetraconazole é um fungicida do grupo triazol que atua como inibidor da
desmetilação da enzima esterol 14α-desmetilase (CYP51), que por sua vez realiza a
biossíntese de ergosterol em membranas fúngicas, o que ocasiona desregulação nas
membranas celulares levando à morte dos fungos.
Sintomas e sinais As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de
clínicos experimentação tratados com a formulação à base de tetraconazol e demais componentes
do MARFIN 230 ME:
Exposição oral: Ratos fêmeas, tratados com 2000 mg/kg p.c. apresentaram pelos úmidos e
molhados durante 3 horas de observação e persistiu em 1 animal, até o 8º dia de observação.
Não foram observados sinais clínicos nos animais restantes durante todo o tempo de
observação do estudo; não houve mortalidade.
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Exposição inalatória: No estudo de toxicidade inalatória, durante a exposição os ratos
apresentaram sinais compatíveis com mudanças de comportamento, atividade
somatomotora, durante o período de observação os animais apresentaram respiração
anormal e pelos úmidos e manchados, persistentes por diversos dias. Todos os ratos
apresentaram-se livres de sinais clínicos no dia 15.
Exposição cutânea: Não foi observada mortalidade ou sinais clínicos de toxicidade entre os
ratos (machos e fêmeas) tratados com a dose limite de 5000 mg/kg p.c. em estudo de
toxicidade cutânea. No estudo de irritação cutânea, o produto produziu eritema e edema
moderado a leve em todos os 6 coelhos testados, sendo o edema reversível em 24 horas.
Houve reversão do eritema dentro de 72 horas de teste. O produto não foi considerado
sensibilizante dérmico em cobaias pelo método de maximização.
Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular em coelhos, todos os animais apresentaram
vermelhidão da conjuntiva e esclera leve, secreção e quemose moderada a leve, com
reversão total dos efeitos dentro de 7 dias.
Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro
clínico compatível.
Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para
manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca,
frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção
especial para parada cardiorespiratória, hipotensão e arritimias cardíacas. Avaliar estado de
consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se
necessário. Intubação e ventilação, conforme necessário, especialmente se o paciente tiver
depressão respiratória ou comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme
necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de intoxicação for severo,
pode ser necessária ventilação pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os
efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos,
e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para
240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto
(geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para
nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta
do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal
com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem aparecer
vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que
aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com
dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer
adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência
respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa
da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser
encaminhado para tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina
a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso
a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para
tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a
boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de
reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento
ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá
usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite
química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris
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ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo
gástrico.
Atenção Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento,
ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3062-2848
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
• DL50 oral em ratos: 2500 mg/kg p.c.
• DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
• CL50 inalatória em ratos (4 hrs): Não determinada nas condições do teste.
• Irritação Dérmica: Não irritante.
• Irritação Ocular: Não irritante.
• Sensibilização cutânea: Não sensibilizante à pele.
• Mutagenicidade: Produto não é mutagênico.
Efeitos Crônicos:
Tetraconazol: Em um estudo de toxicidade crônica de 1 ano em cães beagles, não houve
mortalidade ou alterações nos sinais clínicos relacionados ao tratamento; o fígado de dois
machos (90 e 360 ppm) apresentaram áreas levemente descoloridas e marcas lobulares
acentuadas e o peso do fígado e dos rins também foram maiores no grupo da dose de 360 ppm,
em comparação do grupo controle (NOEL: 22,5 ppm). Um estudo de 2 anos em ratos o fígado
foi identificado como sendo o principal órgão-alvo, porém não houve aumento no número de
tumores até a maior dose testada (1.280 ppm). Desta forma, a substância-teste não apresentou
potencial carcinogênico (NOAEL: 80 ppm). Tetraconazol apresentou-se não mutagênico para as
cepas de Salmonella typhimurium e também não apresentou atividade mutagênica quando
administrado oralmente a camundongos. A administração de tetraconazol no estudo de 2
gerações em ratos não resultou em efeitos adversos na função reprodutiva, porém a dose de
490 ppm revelou efeitos na taxa de crescimento dos animais parentais e nos órgãos-alvo (fígado
e rim); adicionalmente toxicidade materna foi caracterizada por aparente distocia e/ou morte peri-
natal a 70 e 490 ppm. Efeitos na prole se restringiram a uma leve redução na taxa de crescimento
durante o desmame e a um leve aumento no peso do fígado também durante o desmame no
grupo de maior dose de 490 ppm (NOAEL parental e prole: 10 ppm). O estudo de
desenvolvimento em ratos não evidenciou nenhum efeito relacionado ao tratamento sobre a
mortalidade embriofetal, tamanho da prole, peso ou determinação dos sexos; nas doses de 22,5
e 100 mg/kg p.c./dia houve efeitos materno, sendo que na maior dose estes efeitos foram
acompanhados por um aumento mínimo na incidência de fetos anômalos (NOAEL materno e
desenvolvimento: 5,0 mg/kg p.c./dia). Em um estudo de toxicidade para o desenvolvimento em
coelhos, a toxicidade materna se manifestou por uma redução marginal de consumo alimentar
e no ganho de peso corpóreo a 30 mg/kg p.c./dia. Nenhum outro efeito na saúde materna foi
observado. Nenhum efeito relacionado ao tratamento sobre a mortalidade embriofetal, tamanho
da prole, peso ou determinação dos sexos foi observado (NOAEL materno: 15,0 mg/kg p.c./dia;
NOAEL desenvolvimento: 30,0 mg/kg p.c./dia). Pelos estudos acima descritos, tetraconazol não
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é classificado para toxicidade reprodutiva, carcinogenicidade ou mutagenicidade de acordo com
o GHS.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
X - Muito perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aero agrícolas.
• Evite a contaminação ambiental – Preserve a natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa PROREGISTROS REGISTROS
DE PRODUTOS LTDA. – Telefone de Emergência: (51) 3062-2848.
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• Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água e siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O
produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto
envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o
na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
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Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
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• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o
término do seu prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo e validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio
local onde guardadas as embalagens cheias.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3062-2848