LVH04A
Helm do Brasil Mercantil - São Paulo/SP
Fungicida
difenoconazol (triazol) (250 g/L)

Informações

Número de Registro
45225
Marca Comercial
LVH04A
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
difenoconazol (triazol) (250 g/L)
Titular de Registro
Helm do Brasil Mercantil - São Paulo/SP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 1 – Produto Extremamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacate
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Abacate
Sphaceloma perseae
Sarna-do-abacateiro; Verrugose
Abacaxi
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Abobrinha
Sphaeroteca fuliginea
Oídio
Abóbora
Sphaeroteca fuliginea
Oídio
Alface
Septoria lactucae
Septoriose
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Alho
Alternaria porri
Crestamento; Mancha-púrpura
Ameixa
Tranzschelia discolor
Ferrugem
Amendoim
Cercospora arachidicola
Cercosporiose; Mancha-castanha
Amendoim
Pseudocercospora personata
Mancha-preta
Amendoim
Sphaceloma arachidis
Verrugose
Arroz
Bipolaris oryzae
Mancha-foliar; Mancha-parda
Aveia
Puccinia coronata var. avenae
Ferrugem-da-folha
Banana
Mycosphaerella fijiensis
Sigatoka-negra
Banana
Mycosphaerella musicola
Mal-de-Sigatoka; Sigatoka-amarela
Batata
Alternaria solani
Pinta-preta; Pinta-preta-grande
Berinjela
Phoma exigua var. exigua
Podridão-de-Ascochyta
Beterraba
Cercospora beticola
Cercosporiose; Mancha-das-folhas
Café
Cercospora coffeicola
Cercosporiose; Mancha-de-olho-pardo
Café
Phoma costaricensis
Mancha-de-Phoma; Seca-de-ponteiros
Canola
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria
Cebola
Alternaria porri
Crestamento; Mancha-púrpura
Cenoura
Alternaria dauci
Mancha-de-Alternaria; Queima-das-folhas
Cevada
Drechslera teres
Mancha-em-rede-da-cevada; Mancha-reticular
Chicória
Alternaria sonchi
Mancha-de-Alternaria; Mancha-foliar
Chicória
Cercospora cichorii
Cercosporiose
Citros
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Citros
Elsinoe australis
Verrugose; Verrugose-da-laranja-doce
Coco
Bipolaris incurvata
Mancha-foliar; Mancha-púrpura
Coco
Lasiodiplodia theobromae
Podridão-de-frutos; Queima-das-folhas
Dendê
Bipolaris incurvata
Mancha-púrpura
Dendê
Lasiodiplodia theobromae
Queima-das-folhas
Ervilha
Erysiphe polygoni
Oídio
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Feijão
Uromyces appendiculatus
Ferrugem
Girassol
Alternaria helianthi
Mancha de alternaria
Girassol
Erysiphe cichoracearum
Oídio
Grão-de-bico
Colletotrichum capsici
Antracnose
Grão-de-bico
Uromyces appendiculatus
Ferrugem
Mamão
Asperisporium caricae
Sarna; Varíola
Manga
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Manga
Lasiodiplodia theobromae
Podridão-de-frutos; Seca-dos-ramos
Manga
Oidium mangiferae
Cinza; Oídio
Maçã
Entomosporium mespili
Entomosporiose; Requeima
Maçã
Podosphaera leucotricha
Oídio
Maçã
Venturia inaequalis
Sarna; Sarna-da-macieira
Melancia
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Melão
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Milheto
Exserohilum turcicum
Helminthosporium; Mancha-foliar Milho
Milho
Cercospora zeae-maydis
Cercosporiose
Milho
Exserohilum turcicum
Helminthosporium; Mancha-foliar
Milho
Phaeosphaeria maydis
Mancha-de-Phaeosphaeria; Mancha-foliar
Morango
Mycosphaerella fragariae
Mancha-de-Mycosphaerella; Mancha-foliar
Pepino
Sphaerotheca fuliginea
Míldio-pulverulento; Oídio
Pessego
Monilinia fructicola
Podridão-parda
Pimentão
Cercospora capsici
Cercosporiose; Mancha-de-Cercospora
Rosa
Diplocarpon rosae
Mancha-das-folhas
Rosa
Sphaerotheca pannosa
Branco-da-roseira; Oídio
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Colletotrichum dematium
Antracnose
Soja
Microsphaera diffusa
Oídio
Soja
Phomopsis sojae
Phomopsis-da-semente
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose
Sorgo
Exserohilum turcicum
Helminthosporium; Mancha-foliar
Tomate
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Tomate
Septoria lycopersici
Pinta-preta-pequena; Septoriose
Trigo
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Trigo
Puccinia triticina
Ferrugem-da-folha
Uva
Elsinoe ampelina
Antracnose
Uva
Pseudocercospora vitis
Cercospora; Mancha-das-folhas
Uva
Uncinula necator
Oídio

Conteúdo da Bula

                                    LVH04A
                                                                                                                       Bula Agrofit_Dezembro/2025




                                                                   LVH04A

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 45225

COMPOSIÇÃO:
cis-trans-3-chloro-4-[4-methyl-2-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)-1,3-dioxolan-2-yl]phenyl 4-chlorophenyl ether
(DIFENOCONAZOL).......................................................................................................250,0 g/L (25,0 % m/v)
Solvesso..........................................................................................................................491,0 g/L (49,1 % m/v)
Ciclohexanona.................................................................................................................150,0 g/L (15,0 % m/v)
Outros ingredientes......................................................................................................... 150,0 g/L (15,0 % m/v)

                    GRUPO                                                  G1                                        FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Fungicida de ação sistêmica dos grupos químicos: triazol (difenoconazol); hidrocarboneto
aromático (solvesso); cetona (ciclohexanona)

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO(*)
HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA.
Rua Verbo Divino, n° 2001 - 2º andar, conj. 21, Torre A – CEP: 04719-002
São Paulo/SP - CNPJ: 47.176.755/0001-05
Fone: (11) 5185-4099 - Registro no Estado nº 317 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Difenoconazole 94 Técnico Helm – Registro MAPA nº 04306
ATUL LIMITED.
Atul 396 020, Gujarat – Índia

Difenoconazole L Técnico Helm – Registro MAPA n° TC25022
LIMIN CHEMICAL CO., LTD
Economic Development Zone - 221400 - Xinyi, Jiangsu - China

Difenoconazole JS Técnico Helm – Registro MAPA n° 0219
JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD. (UNIT II)
North Area of Dongsha Chem-zone, 215600, Zhangjiagang, Jiangsu – China

JIANGSU CHENGYANG CROP SCIENCE CO., LTD
N° 83 Guan Qu Nan Lu, Jiangbei New District, Nanjing, Jiangsu – China

Difenoconazole Técnico Tagros – Registro MAPA n° TC05720
TAGROS CHEMICALS INDIA PRIVATE LIMITED
A-4/1&2 Sipcot Industrial Complex Pachayankuppam, Cuddalore, Tamilnadu – Índia

Difenoconazole Y Técnico Helm – Registro MAPA n° TC03021
YIFAN BIOTECHNOLOGY GROUP CO., LTD.
N° 555, Changnan Road, Yaoxi Subdistrict, Longwan District, Wenzhou 325013, Zhejiang – China

Difenoconazole ZB Técnico Helm – Registro MAPA n° TC01125
Zhejiang Udragon Bioscience Co., Ltd.
N° 1 Fangjiadai Road, Haiyan Economic Development Zone 314304 - Haiyan, Zhejiang - China
                                                                                                      LVH04A
                                                                                    Bula Agrofit_Dezembro/2025


FORMULADOR:
SCHIRM GmbH
Geschwister-Scholl-Strasse 127, D – 39218, Schönebeck/Elbe, Saxónia-Anhalt - Alemanha

JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD. (UNIT I)
28 Chengbei Road, 215600, Zhangjiagang, Jiangsu – China

JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD. (UNIT II)
North Area of Dongsha Chem-zone, 215600, Zhangjiagang, Jiangsu – China

YIFAN BIOTECHNOLOGY GROUP CO., LTD.
N° 555, Changnan Road, Yaoxi Subdistrict, Longwan District, Wenzhou 325013, Zhejiang – China

FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA
Rodovia Castelo Branco, km 68,5, Olhos D’água - CEP: 18120-970 – Mairinque/SP
CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Registro no Estado nº 31 - CDA/SP

OURO FINO QUÍMICA S.A
Avenida Filomena Cartafina, nº 22335, Quadra 14, Lote 5 – Uberaba - MG
CNPJ 09.100.671/0001-07- Registro no Estado nº 8764 – IMA/MG

OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA
Rua Minervino de Campos Pedroso, n° 13 – Pq. Industrial Carlos Tonanni – Jaboticabal/SP
CEP: 14871-360 - CNPJ 65.011.967/0001-14- Registro no Estado nº 101 – CDA/SP

SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA
Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260 – Cruz Alta – CEP: 13348-790 – Indaiatuba/SP
CNPJ: 60.744.463/0096-50 – Registro no Estado nº 4476 – CDA/SP

TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Avenida Roberto Simonsen, n° 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 - Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado nº 477 - CDA/SP

MANIPULADOR:
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Rua Alberto Guizo nº 859, Distrito Industrial João Narezzi - CEP: 13347-402 – Indaiatuba/SP
CNPJ: 50.025.469/0001-53 – Registro no Estado nº 466 – CDA/SP

                           Nº do lote ou da partida:
                           Data de fabricação:             VIDE EMBALAGEM
                           Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRÔNOMICA E CONSERVE-
                                OS EM SEU PODER.
    É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                 É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

 Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no
                            Art. 4° do Decreto N° 7.212, de 15 de junho de 2010)

 CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
                                   AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO
                           PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
                                                                                                          LVH04A
                                                                                        Bula Agrofit_Dezembro/2025




     INSTRUÇÕES DE USO:

                            Alvos                      Dose produto
 Cultura                                                                              Época de aplicação
             Nome comum        Nome científico        comercial (L/ha)
               Verrugose     Sphaceloma perseae                          Iniciar as aplicações no florescimento pleno;
                                                     20 mL/100 L de água reaplicar em intervalos de 14 dias até que os
              Antracnose       Colletotrichum                            frutos atinjam cerca de 5 cm de diâmetro.
Abacate                        gloeosporioides
            Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4
            Intervalo de aplicação: 14 dias
            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 500 a 1.000L/ha
                                                                        Iniciar  as   aplicações     de    LVH04A
                                Colletotrichum
              Antracnose                             30 mL/100 L d’água preventivamente, no início da formação dos
                               gloeosporioides
                                                                        frutos.
 Abacaxi    Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4
            Intervalo de aplicação: 7 a 10 dias
            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 200 a 800 L/ha
                                                                        Iniciar as aplicações de LVH04A logo após o
                                                                        aparecimento dos primeiros sintomas.
                 Oídio      Sphaerotheca fuliginea   14 mL/100 L d’água Realizar as aplicações sempre que
                                                                        ocorrerem condições favoráveis à doença
Abóbora                                                                 (chuva e alta temperatura).
            Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5
            Intervalo de aplicação: 7 dias
            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 200 a 400 L/ha
                                                                           Iniciar as aplicações de LVH04A logo após o
                                                                           aparecimento dos primeiros sintomas.
                 Oídio      Sphaerotheca fuliginea 14 mL/100 L d’água      Realizar as aplicações sempre que
                                                                           ocorrerem condições favoráveis à doença
Abobrinha                                                                  (chuva e alta temperatura).
            Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5
            Intervalo de aplicação: 7 dias
            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 200 a 400 L/ha

                                                                        Iniciar as aplicações de LVH04A aos
                                                                        primeiros sintomas da doença e repeti-las se
               Septoriose     Septoria lactucae      20 mL/100 L d’água
                                                                        as     condições    climáticas   estiverem
                                                                        favoráveis ao desenvolvimento da doença.
 Alface
            Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5
            Intervalo de aplicação: 7 dias
            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 200 a 400 L/ha
                                                                                                        LVH04A
                                                                                      Bula Agrofit_Dezembro/2025


                                                                         Iniciar as aplicações de LVH04A aos
                                                                         primeiros sintomas da doença e repeti-las
              Ramulária       Ramularia areola           0,3 L/ha        em caso de necessidade. Utilize produtos
                                                                         com diferentes modos de ação, caso seja
                                                                         necessário um maior número de aplicações.
Algodão
           Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4
           Intervalo de aplicação: 10 a 15 dias
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 200 a 400 L/ha
           - Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha
                                                                         Iniciar as pulverizações quando aparecerem
                                                                         os primeiros sintomas da doença, o que
                                                                         geralmente ocorre por volta dos 30 dias após
           Mancha-púrpura      Alternaria porri          0,5 L/ha
                                                                         a semeadura.
                                                                         Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre
  Alho                                                                   que ocorrerem condições favoráveis à
                                                                         doença: chuva e alta temperatura.
           Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 6
           Intervalo de aplicação: 7 dias
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 200 a 400L/ha
                                                                         Iniciar  as   aplicações    de     LVH04A
                                                                         preventivamente,     no      início    do
              Ferrugem      Tranzschelia discolor   30 mL/100 L d’água   desenvolvimento dos frutos. Caso sejam
                                                                         necessárias mais pulverizações, utilizar
 Ameixa                                                                  produtos de modo de ação diferente.
           Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4
           Intervalo de aplicação: 7 dias
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 800 a 1300 L/ha
                                                                         O     tratamento   deverá    ser    iniciado
              Mancha-           Cercospora
                                                                         independentemente      do     estádio     de
              castanha          arachidicola
                                                                         desenvolvimento vegetativo da cultura,
                                                                         tomando-se como base o aparecimento dos
                                                                         primeiros sinais de ocorrência da Mancha-
                             Pseudocercospora
            Mancha-preta                                                 castanha, da Mancha-preta e Verrugose.
                                personata                0,35 L/ha
                                                                         Reaplicar sempre que houver sintomas de
                                                                         reinfecção das doenças na cultura,
Amendoim
                                                                         totalizando um máximo de até 3 aplicações.
              Verrugose                                                  Deve-se observar e ficar alerta quando as
                            Sphaceloma arachidis
                                                                         condições de temperatura e umidade forem
                                                                         favoráveis ao desenvolvimento das doenças
           Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 100 a 200 L/ha
           - Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha
                                                                                                           LVH04A
                                                                                         Bula Agrofit_Dezembro/2025



                                                                            Realizar uma aplicação de LVH04A
             Mancha-parda        Bipolaris oryzae           0,3 L/ha        imediatamente após o aparecimento dos
                                                                            primeiros sintomas da doença.
 Arroz
            Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1
            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 100 a 200 L/ha
            - Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha
                                                                           Iniciar as aplicações preventivas ou nos
              Ferrugem das      Puccinia coronata                          primeiros sintomas da doença, caso a
                                                        0,15 a 0,2 L/ha
                  folhas          var. avenae                              doença ocorra antes. Utilizar adjuvante
                                                                           específico, recomendado pelo fabricante.
 Aveia      N° máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3
            Intervalo de aplicação: 14 dias
            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 150 a 200 L/ha
            - Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha
                                                                            Iniciar as pulverizações de LVH04A
                                 Mycosphaerella                             preventivamente sempre que se observarem
            Mal-de-Sigatoka                                 0,2 L/ha
                                   musicola                                 condições   climáticas     favoráveis   ao
                                                                            aparecimento das mesmas (geralmente de
                                                                            outubro a maio, nas condições da Região
                                 Mycosphaerella                             Centro-Sul,    preferencialmente      entre
             Sigatoka-negra                                 0,4 L/ha
Banana                              fijiensis                               dezembro e março, quando a doença
                                                                            apresenta maior infecção).
            Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5
            Intervalo de aplicação: 30 dias (Sigatoka-amarela) e 14 a 21 dias (Sigatoka-negra)
            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 500 a 1000 L/ha
            - Aplicação aérea: 15 L/ha
                                                                           Iniciar   o    controle   com     LVH04A
              Mancha-de-                                                   preventivamente, sempre que ocorrer início
                                 Alternaria solani          0,3 L/ha
               Alternaria                                                  de infecção em condições climáticas
                                                                           favoráveis ao desenvolvimento da doença.
 Batata     Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4
            Intervalo de aplicação: 15 dias
            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 200 a 800 L/ha
            - Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha
                                                                         Iniciar as aplicações de LVH04A logo após o
              Podridão-de-     Phoma exigua var.                         aparecimento dos primeiros sintomas.
                                                      30 mL/100 L d’água
               Ascochyta           exigua                                Reaplicar sempre que ocorrerem condições
                                                                         favoráveis à doença.
Berinjela
            Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 8
            Intervalo de aplicação: 7 dias
            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 200 a 400 L/ha
                                                                                                       LVH04A
                                                                                     Bula Agrofit_Dezembro/2025


                                                                       Iniciar as aplicações de LVH04A logo após o
              Mancha-de-                                               aparecimento dos primeiros sintomas da
                             Cercospora beticola    40 mL/100 L d’água
              Cercospora                                               doença. Reaplicar sempre que ocorrerem
                                                                       condições favoráveis à doença.
Beterraba
            Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5
            Intervalo de aplicação: 7 dias
            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 200 a 400 L/ha

                                                                       Iniciar as aplicações de LVH04A logo após o
            Mancha-de-olho-                                            aparecimento dos primeiros sintomas da
                            Cercospora coffeicola   35 mL/100 L d’água
                pardo                                                  doença (lesões) e repeti-las sempre que as
                                                                       condições climáticas forem favoráveis ao
  Café
                                                                       desenvolvimento da doença.
(Viveiro)
            Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2
            Intervalo de aplicação: 14 dias
            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 100 a 200 L/ha
                                                                        Iniciar as aplicações preventivas na pré-
               Mancha de                                                florada ou nos primeiros sintomas da
                             Phoma costaricensis      0,15 a 0,2 L/ha
                Phoma                                                   doença, caso a doença ocorra antes.
                                                                        Utilizar adjuvante específico, recomendado
  Café                                                                  pelo fabricante.
(Campo)     Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3
            Intervalo de aplicação: 14 dias
            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 400 L/ha
            - Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha
                                                                        Iniciar as aplicações de LVH04A quando do
                                                                        surgimento dos primeiros sintomas das
                                                                        doenças, devendo ser reaplicado em
              Mancha-de-
                             Alternaria brassicae     0,3 a 0,4 L/ha    intervalo de 14 dias. Fazer no máximo 2
               alternaria
                                                                        aplicações por ciclo da cultura, utilizando
                                                                        produtos de modo de ação diferente caso
 Canola
                                                                        sejam necessárias mais pulverizações.
            Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2
            Intervalo de aplicação: 14 dias
            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 100 a 200 L/ha
            - Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha
                                                                                                        LVH04A
                                                                                      Bula Agrofit_Dezembro/2025


                                                                         Em lavouras originárias de mudas, iniciar as
                                                                         aplicações quando a cultura atingir 50 dias
                                                                         após o transplante das mudas. Em lavouras
                                                                         originárias    de bulbinhos,   iniciar    as
                                                                         aplicações quando a cultura atingir 30 dias
           Mancha-púrpura       Alternaria porri        0,60 L/ha
                                                                         após o plantio dos mesmos, ou nos primeiros
                                                                         sinais da doença. Repetir as aplicações a
Cebola
                                                                         cada 7 dias sempre que ocorrerem
                                                                         condições favoráveis à doença: chuva e alta
                                                                         temperatura.
           Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 6
           Intervalo de aplicação: 7 dias
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 200 a 400L/ha
                                                                         Iniciar as pulverizações quando aparecerem
                                                                         os primeiros sintomas da doença, o que
                                                                         geralmente ocorre dos 15 aos 30 dias após
             Queima-das-
                               Alternaria dauci         0,60 L/ha        a emergência da cultura. Repetir as
               folhas
                                                                         aplicações a cada 7 dias, sempre que houver
Cenoura                                                                  condições favoráveis ao desenvolvimento da
                                                                         doença: chuva e alta temperatura.
           Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 8
           Intervalo de aplicação: 7 dias
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 200 a 400L/ha

                                                                         Iniciar as aplicações preventivas ou nos
                                                                         primeiros sintomas da doença, caso a
           Mancha reticular    Drechslera teres      0,15 a 0,2 L/ha
                                                                         doença ocorra antes. Utilizar adjuvante
                                                                         específico, recomendado pelo fabricante.
Cevada
           N° máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3
           Intervalo de aplicação: 14 dias
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 150 a 200 L/ha
           - Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha


            Cercosporiose     Cercospora chicorii                        Iniciar as aplicações de LVH04A aos
                                                                         primeiros sintomas da doença e repeti-las
                                                    20 mL/100 L d’água
                                                                         se as condições climáticas estiverem
             Mancha-de-                                                  favoráveis ao desenvolvimento da doença.
Chicória                      Alternaria sonchii
              alternaria

           Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5
           Intervalo de aplicação: 7 dias
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 200 a 400 L/ha
                                                                                                      LVH04A
                                                                                    Bula Agrofit_Dezembro/2025


                                                                     LVH04A deve ser aplicado preventivamente
                              Colletotrichum
             Antracnose                           20 mL/100 L d’água no controle das doenças. Para controlar
                             gloeosporioides                         verrugose, fazer uma única aplicação no
                                                                     estágio de botão floral. Para controlar
                                                                     Podridão-floral-dos-citros,    iniciar  as
           Verrugose-da-
Citros                                                               aplicações no estágio de palito de fósforo.
                             Elsinoe australis    20 mL/100 L d’água
            laranja-doce                                             Repetir a aplicação se as condições
                                                                     climáticas forem favoráveis à doença.
          Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2
          Intervalo de aplicação: 15 dias
          Volume de calda:
          - Aplicação terrestre: 500 a 1000 L/ha
                                                  20 mL/100 L   Iniciar as aplicações de LVH04A logo após o
           Mancha-púrpura   Bipolaris incurvata
                                                     d’água     aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar
            Podridão-das-      Lasiodiplodia      20 mL/100 L   aplicações sempre que ocorrerem condições
               maçãs           theobromae            d’água     favoráveis à doença (chuva e alta temperatura).
Coco
          Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4
          Intervalo de aplicação: 14 dias
          Volume de calda:
          - Aplicação terrestre: 500 a 1000 L/ha

           Mancha-púrpura   Bipolaris incurvata                 Iniciar as aplicações de LVH04A logo após o
                                                  20 mL/100 L   aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar
                                                    d’água      aplicações sempre que ocorrerem condições
            Podridão-das-      Lasiodiplodia
                                                                favoráveis à doença (chuva e alta temperatura).
Dendê          maçãs           theobromae
          Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4
          Intervalo de aplicação: 14 dias
          Volume de calda:
          - Aplicação terrestre: 500 a 1000 L/ha
                                                                Iniciar as aplicações de LVH04A logo após o
                                                  15 mL/100 L   aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar as
                Oídio        Erysiphe polygoni
                                                     d’água     aplicações sempre que ocorrerem condições
                                                                favoráveis à doença (chuva e alta temperatura).
Ervilha
          Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4
          Intervalo de aplicação: 10 dias
          Volume de calda:
          - Aplicação terrestre: 200 a 400 L/ha
                                                                Aplicar LVH04A no aparecimento dos primeiros
                                Uromyces                        sintomas. Caso as doenças ocorram em épocas
              Ferrugem
                              appendiculatus                    diferentes, recomenda-se não exceder o limite de
                                                    0,3 L/ha
                                                                aplicações do mesmo produto ou similar durante
                             Phaeoisariopsis                    todo o ciclo da cultura, evitando-se o aparecimento
           Mancha-angular
Feijão                          griseola                        de resistência das doenças aos produtos.
          Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3
          Intervalo de aplicação: 15 dias
          Volume de calda:
          - Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha
          - Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha
                                                                                                                 LVH04A
                                                                                               Bula Agrofit_Dezembro/2025




                                        Erysiphe                           Iniciar as aplicações de LVH04A quando do
                     Oídio
                                     cichoracearum                         surgimento dos primeiros sintomas das doenças,
                                                                           devendo ser reaplicado em intervalo de 14 dias.
                                                          0,3 a 0,4 L/ha
                                                                           Fazer no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura,
                  Mancha-de-                                               utilizando produtos de modo de ação diferente caso
                                   Alternaria helianthi
  Girassol         alternaria                                              sejam necessárias mais pulverizações.

               Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2
               Intervalo de aplicação: 14 dias
               Volume de calda:
               - Aplicação terrestre: 100 a 200 L/ha
               - Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha

                                      Uromyces                             Aplicar LVH04A no aparecimento dos primeiros
                   Ferrugem
                                    appendiculatus                         sintomas. Caso as doenças ocorram em épocas
                                                                           diferentes, recomenda-se não exceder o limite de
                                                             0,3 L/ha
                                                                           aplicações do mesmo produto ou similar durante
                                     Colletotrichum                        todo o ciclo da cultura, evitando-se o aparecimento
Grão-de-bico      Antracnose
                                         capsici                           de resistência das doenças aos produtos.

               Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3
               Intervalo de aplicação: 15 dias
               Volume de calda:
               - Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha
                                    Entomosporium         14 mL/100 L      Iniciar as aplicações de LVH04A preventivamente
                Entomosporiose                                             quando a cultura apresentar 50% das gemas com
                                        mespili              d’água
                                                                           pontas verdes, estádio fenológico “C”, antes da
                                     Podosphaera          14 mL/100 L      infecção da Sarna, Oídio e Entomosporiose. Realizar
                     Oídio
                                      leucotricha            d’água        as aplicações sempre que houver sintomas de
                                                                           reinfecção das doenças na cultura ou quando as
   Maçã            Sarna-da-                              14 mL/100 L
                                   Venturia inaequalis                     condições de temperatura e umidade forem
                    macieira                                 d’água        favoráveis ao desenvolvimento das doenças.
               Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 8
               Intervalo de aplicação: 7 a 10 dias
               Volume de calda:
               - Aplicação terrestre: 800 a 1500 L/ha
                                     Asperisporium        30 mL/100 L      Iniciar as aplicações de LVH04A preventivamente,
                     Sarna
                                        caricae              d’água        no início da formação dos frutos.
               Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4
  Mamão
               Intervalo de aplicação: 7 a 10 dias
               Volume de calda:
               - Aplicação terrestre: 200 a 800 L/ha

                  Cinza; Oídio     Oidium mangiferae      20 mL/100 L      Para o controle do oídio e da antracnose, deve-se
                                                                           iniciar as aplicações logo após o intumescimento das
  Manga                                                                    gemas florais ou antes da abertura das flores,
                  Podridão-dos-
                                     Lasiodiplodia                         reaplicando-se quando necessário, prosseguindo-se
                frutos/ Seca dos                          50 mL/100 L
                                     theobromae                            até que os frutinhos estejam formados. Utilizar a
                     ramos
                                                                                                           LVH04A
                                                                                         Bula Agrofit_Dezembro/2025


                                                                     menor dose nas primeiras aplicações, visando o
                                  Colletotrichum
              Antracnose                             300 a 500 mL/ha controle do oídio e, em seguida, continuar com a
                                 gloeosporioides
                                                                     maior dose visando-se o controle de antracnoses.
           Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3
           Intervalo de aplicação: 14 dias
           Volume de calda: 500 a 1000 L/ha
                                                                     Iniciar as aplicações de LVH04A logo após o
             Crestamento-                              30 mL/100 L   aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar
                                Didymella bryoniae
           gomoso-do-caule                                d’água     sempre que ocorrerem condições favoráveis à
                                                                     doença (chuva e alta temperatura).
Melancia
           Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4
           Intervalo de aplicação: 14 dias
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 200 a 400 L/ha
                                                                     Iniciar as aplicações de LVH04A logo após o
             Crestamento-                              30 mL/100 L   aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar
                                Didymella bryoniae
           gomoso-do-caule                                d’água     sempre que ocorrerem condições favoráveis à
                                                                     doença (chuva e alta temperatura).
 Melão
           Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4
           Intervalo de aplicação: 14 dias
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 200 a 400 L/ha
                                                                     Iniciar aplicação do produto preventivamente no
                                                                     estádio de 6 a 8 folhas, repetindo em pré-
            Helmintosporiose;      Exserohilum
                                                     300 a 400 mL/ha pendoamento, ou emissão da folha bandeira.
              Mancha foliar         turcicum
                                                                     Utilizar a maior dose em condições mais favoráveis
Milheto                                                              ou híbridos mais sensíveis às doenças.
           N° máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2
           Volume de calda
           - Aplicação terrestre: 100 a 200 L/ha
           - Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha
           Helmintosporiose;       Exserohilum
            Mancha foliar           turcicum                         Iniciar aplicação do produto preventivamente no
                                Cercospora zeae-                     estádio de 6 a 8 folhas, repetindo em pré-
             Cercosporiose
                                     maydis          300 a 400 mL/ha pendoamento, ou emissão da folha bandeira. Utilizar
             Mancha-de-                                              a maior dose em condições mais favoráveis ou
 Milho                           Phaeosphaeria                       híbridos mais sensíveis às doenças.
            Phaeosphaeria;
                                    maydis
             Mancha-foliar
           N° máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 100 a 200 L/ha
           - Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha
                                                                            Iniciar as aplicações de LVH04A logo após o
                                                                            aparecimento dos primeiros sintomas.
                                 Mycosphaerella
             Mancha-foliar                            40 mL/100 L d’água    Realizar as aplicações sempre que ocorrerem
Morango                            fragariae
                                                                            condições favoráveis à doença (chuva e alta
                                                                            temperatura).
           Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 6
                                                                                                         LVH04A
                                                                                       Bula Agrofit_Dezembro/2025


           Intervalo de aplicação: 14 dias
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 100 a 200 L/ha
                                                                          Iniciar as aplicações de LVH04A logo após o
                                                                          aparecimento dos primeiros sintomas.
                                 Sphaerotheca
                 Oídio                               10 mL/100 L d’água   Realizar as aplicações sempre que ocorrerem
                                   fuliginea
                                                                          condições favoráveis à doença (chuva e alta
 Pepino                                                                   temperatura).
           Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5
           Intervalo de aplicação: 10 dias
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 200 a 500 L/ha
                                                                          Iniciar   as  aplicações     de      LVH04A
                                                                          preventivamente,     no       início     do
            Podridão-parda    Monilinia fructicola   30 mL/100 L d’água   desenvolvimento dos frutos. Caso sejam
                                                                          necessárias mais pulverizações, utilizar
Pêssego                                                                   produtos de modo de ação diferente.
           Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4
           Intervalo de aplicação: 7 dias
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 800 a 1300 L/ha
                                                                          Iniciar as aplicações de LVH04A logo ao
                                                                          aparecimento dos primeiros sintomas.
              Mancha-de-
                              Cercospora capsici     30 mL/100 L d’água   Realizar as aplicações conforme a pressão
              Cercospora
                                                                          de doença e sempre que ocorrerem
Pimentão                                                                  condições favoráveis à mesma.
           Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 6
           Intervalo de aplicação: 7 dias
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 200 a 400 L/ha
                                                                          Iniciar  as   aplicações      de   LVH04A
             Mancha-das-
                               Diplocarpon rosae     80 mL/100 L d’água   preventivamente, quando as brotações
               folhas
                                                                          atingirem aproximadamente 5 cm de
                                                                          comprimento. Realizar as aplicações sempre
                                 Sphaerotheca
                 Oídio                               30 mL/100 L d’água   que houver condições favoráveis para o
 Rosa                              pannosa
                                                                          desenvolvimento das doenças.
           Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2
           Intervalo de aplicação: 7 dias
           Volume de calda:
           - Aplicação terrestre: 200 a 400 L/ha
                                                                          Para o controle de doenças em soja, LVH04A
                                Colletotrichum
              Antracnose                                  0,3 L/ha        deverá ser aplicado preventivamente
                                 dematium
                                                                          seguindo-se o seguinte critério: Antracnose,
  Soja                                                                    Phomopsis-da-semente, Mancha-parda e
                                                                          Crestamento-foliar: Aplicar preventivamente
             Mancha-parda      Septoria glycines       0,15 a 0,2 L/ha    até o estádio fenológico R 5.1 (grãos
                                                                          perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da
                                                                                                        LVH04A
                                                                                      Bula Agrofit_Dezembro/2025


                                                                         vagem); Oídio: Aplicar o produto quando as
         Mancha-púrpura-
                         Cercospora kikuchii          0,15 a 0,2 L/ha    plantas apresentarem até 20% de área foliar
           da-semente
                                                                         atacada, examinando-se as duas faces da
                                                                         folha; reaplicar caso as condições estejam
                                Microsphaera
               Oídio                                    0,15 L/ha        favoráveis para o desenvolvimento da doença
                                   diffusa
                                                                         ou aplicar preventivamente no estádio
          Phomopsis-da-                                                  fenológico R 5.1 (grãos perceptíveis ao tato –
                              Phomopsis sojae            0,3 L/ha        o equivalente a 10 % da granação).
            semente
         Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2
         Intervalo de aplicação: 14 dias
         Volume de calda:
         Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha
         Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha
                                                                         Iniciar aplicação do produto preventivamente
                                                                         no estádio de 6 a 8 folhas, repetindo em pré-
         Helmintosporiose       Exserohilum                              pendoamento, ou emissão da folha
                                                     300 a 400 mL/ha
          Mancha foliar          turcicum                                bandeira. Utilizar a maior dose em condições
                                                                         mais favoráveis ou híbridos mais sensíveis
Sorgo
                                                                         às doenças.
         N° máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2
         Volume de calda:
         - Aplicação terrestre: 100 a 200 L/ha
         - Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha
                                                                         Iniciar as aplicações de LVH04A logo ao
            Mancha-de-
                              Alternaria solani     50 mL/100 L d’água   aparecimento dos primeiros sintomas.
             Alternaria
                                                                         Realizar as aplicações conforme a pressão
                                                                         de doença e sempre que ocorrerem
            Septoriose       Septoria lycopersici   50 mL/100 L d’água   condições favoráveis à mesma (chuvas e
Tomate
                                                                         altas temperaturas).
         Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3
         Intervalo de aplicação: 7 dias
         Volume de calda:
         - Aplicação terrestre: 200 a 800 L/ha

         Ferrugem da folha    Puccinia triticina                         Iniciar as aplicações preventivas ou nos
                                                                         primeiros sintomas da doença, caso a
                                                      0,15 a 0,2 L/ha
                                                                         doença ocorra antes. Utilizar adjuvante
                                 Drechslera
         Mancha Amarela                                                  específico, recomendado pelo fabricante.
                                triticirepentis
Trigo
         N° máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3
         Intervalo de aplicação: 14 dias
         Volume de calda:

         - Aplicação terrestre: 150 a 200 L/ha
         - Aplicação aérea: 20 a 50 L/ha

                                                                         Iniciar  as   aplicações de           LVH04A
 Uva        Antracnose        Elsinoe ampelina      8 mL/100 L d’água
                                                                         preventivamente, quando as             plantas
                                                                                                      LVH04A
                                                                                    Bula Agrofit_Dezembro/2025


                                                                       estiverem em pleno florescimento ou quando
                          Pseudocercospora                             houver condições favoráveis para as
          Cercospora                             12 mL/100 L d’água
                                vitis                                  doenças (Oídio, Antracnose, Manchas-das-
                                                                       folhas). Realizar as aplicações sempre que
             Oídio         Uncinula necator      12 mL/100 L d’água    se mantiverem as condições favoráveis às
                                                                       doenças.
      Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 6
      Intervalo de aplicação: 14 dias
      Volume de calda:
      - Aplicação terrestre: 200 a 800 L/ha


MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo da calda:
Aplicação Terrestre: Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade
com o agitador em movimento e adicionar o produto. Em seguida, complete com água até a capacidade do
tanque. Se houver necessidade de interromper a pulverização, mesmo por curto período de tempo, é
aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário re-agitar a
calda por alguns minutos antes de reutilizá-la. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante
o preparo da calda.

Aplicação Aérea: No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose recomendada
para a cultura/alvo. Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave, completando o volume
do tanque com água. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.


EQUIPAMENTOS:
APLICAÇÃO VIA TERRESTRE:
Recomenda-se o uso de equipamentos que proporcionem uma contínua agitação da calda, como
pulverizadores costais (manuais ou motorizados), estacionário com mangueira; turbo atomizador ou
tratorizados com barra, ou auto-propelido. O equipamento deve ser regulado de modo a proporcionar uma
cobertura adequada com densidade de gotas de no mínimo 70 gotas/cm2 e um DMV (diâmetro mediano
volumétrico) entre 200 a 400 micra.

APLICAÇÃO VIA AÉREA:
Recomenda-se a utilização de aviões agrícolas Ipanema, Pawnne e Agwagon, com bicos atomizadores
micronair ou bicos hidráulicos da série D/45. O equipamento deve ser regulado de modo a proporcionar uma
cobertura adequada com densidade de gotas acima de 30 gotas/cm2 e um DMV (diâmetro mediano
volumétrico) entre 200 a 400 micra.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto:
     Temperatura ambiente igual ou inferior à 30ºC.
     Umidade relativa do ar acima de 50%.
     Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h – não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS ou ausência
        de ventos.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.

Observação: A boa cobertura dos alvos aplicados (folhas, hastes e frutos) é fundamental para o sucesso do
controle das pragas independente do equipamento utilizado.
                                            LVH04A
                          Bula Agrofit_Dezembro/2025


INTERVALO DE SEGURANÇA:

   Cultura       Dias

   Abacate       14
   Abacaxi       03
   Abóbora       01
  Abobrinha      01
   Alface        14
  Algodão        21
     Alho        14
   Ameixa        10
  Amendoim       22
    Arroz        45
    Aveia        30
  Banana          3
   Batata         7
  Berinjela       3
 Beterraba        3
Café (viveiro)   (1)
Café (campo)     30
   Canola        14
   Cebola        07
   Cenoura       15
   Cevada        30
   Chicória      14
   Citros         7
    Coco         14
    Dendê        14
   Ervilha        3
   Feijão        14
   Girassol      14
 Grão-de-bico    14
    Maçã          5
   Mamão          3
    Manga         7
  Melancia        3
   Melão          3
   Milheto       30
    Milho        30
  Morango         1
                                                                                                      LVH04A
                                                                                    Bula Agrofit_Dezembro/2025


    Pepino             1
   Pêssego             10
  Pimentão             3
    Rosa             UNA
     Soja              30
     Sorgo             30
   Tomate              3
     Trigo             30
     Uva               7
UNA – Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado conforme instruções
de uso e doses recomendadas.
Outras restrições:
Evitar temperaturas de armazenamento superiores a 50-60ºC, não armazenar o produto próximo as fontes de
aquecimento, pois essas condições podem dar início a um processo de combustão do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

INFORMAÇÕES SOBRE A DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM
OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.

Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem
algumas recomendações:
     Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo
       alvo, sempre que possível;
                                                                                                     LVH04A
                                                                                   Bula Agrofit_Dezembro/2025


      Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas,
       tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando
       disponíveis, etc;
      Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
      Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
       regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
       fungicidas;
      Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
       devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
       www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org),
       Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

                  GRUPO                              G1                       FUNGICIDA

O produto fungicida LVH04A é composto por difenoconazol, que apresenta mecanismo de ação C14-
desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação
internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
É importante associar ao emprego de fungicidas, outros métodos de controle de fungos (cultural, biológico
etc.), sempre com base no programa de Manejo Integrado de Doenças para cada cultura, quando disponível e
apropriado.


                       DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA”.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
  boca.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com a vida útil
  fora de especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas
  de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
-   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
  alcance de crianças e de animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
  de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
  compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
  borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos
  de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
                                                                                                      LVH04A
                                                                                    Bula Agrofit_Dezembro/2025


-  Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
  manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
  segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite, o máximo possível, o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
  sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
  melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
  também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
  passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
  impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com
  proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
  manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
  segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
  até o final do período de reentrada.
-  Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
  produto antes do término de intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
  após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos e Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
  evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
  longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
  Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão
  impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
  árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
  manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
  segurança.
                                                                                                      LVH04A
                                                                                    Bula Agrofit_Dezembro/2025




                                                                     “Pode ser nocivo se ingerido”
                                           ATENÇÃO              “Pode ser nocivo em contato com a pele”
                                                                    “Provoca irritação ocular grave”



PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com
muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo.



                                INTOXICAÇÕES POR PRISMA LVH04A
                                     INFORMAÇÕES MÉDICAS
                  Difenoconazol: triazol
Grupo químico     Sovelsso: hidrocarboneto aromático
                  Ciclohexanona: cetona
Classe
                  Categoria 5 – Produto improvável de causar dano agudo
Toxicológica
                  Dérmica e inalatória.
Vias de exposição Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
                  considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados
                  Difenoconazol: a absorção gastrointestinal em ratos foi rápida e quase completa
                  (80-90%) após administração oral. A distribuição foi ampla, com as maiores
                  concentrações sendo detectadas no trato gastrointestinal, fígado e rins. O
                  difenoconazol foi amplamente biotransformado, principalmente através da
                  hidroxilação, da hidrólise da molécula cetal e, também, da clivagem do anel
                  triazólico. Os três principais metabólitos identificados nas fezes somaram 68% da
                  dose administrada, sendo eles: o composto hidroxilado derivado da clivagem do
                  anel dioxolano; o derivado resultante da hidroxilação do anel clorofenoxi deste
                  composto hidroxilado; e o produto da hidroxilação direta do anel clorofenoxi do
                  difenoconazol. A biotrasnformação ocorreu também através de uma via secundária,
                  envolvendo a quebra da cadeia alquílica entre o anel triazólico e o anel fenílico,
                  resultando em um ácido hidroxílico, ácido 2-cloro-4-(4-clorofenoxi)-benzoico e
                  1,2,4-triazol. Alguns metabólitos hidroxilados também foram identificados em sua
Toxicocinética    forma conjugada com sulfato. A eliminação do difenconazol foi rápida (cerca de 80-
                  90% dentro de 48 horas) e ocorreu principalmente através das fezes (81-87% na
                  dose de 0,5 mg/kg p.c. e 85-95% na dose de 300 mg/kg p.c.), em sua maioria, via
                  biliar (cerca de 73-76% e 39-56%, na menor e maior dose, respectivamente). A
                  diminuição da excreção biliar na dose mais alta indica uma diminuição da
                  biodisponibilidade com o aumento da dose. A eliminação através da urina foi de
                  13-22% na dose mais baixa e 8-15% na mais alta. Houve evidências de
                  recirculação entero-hepática. Não houve evidências de bioacumulação do
                  difenoconazol em ratos.
                  Solvesso: as informações para o solvente são limitadas, mas informações para
                  outras substâncias da classe dos hidrocarbonetos aromáticos indicam que estes
                  compostos são absorvidos pela via oral, via inalatória e, em menor extensão, pela
                  via dérmica. A distribuição ocorre amplamente nos tecidos, de acordo com a
                  lipofilicidade e a constituição do organismo, com alta afinidade pelo tecido adiposo
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                                                                                    Bula Agrofit_Dezembro/2025


                  e podendo atravessar barreiras biológicas como a barreira hematoencefálica. Por
                  qualquer via que seja absorvido, são rapidamente metabolizados e eliminados. Os
                  hidrocarbonetos aromáticos são biotransformados por oxidação via enzimas do
                  sistema citocromo P-450, e os intermediários metabólicos podem ser conjugados
                  com glucuronídeos, sulfatos, glutationa ou, ainda, aminoácidos como cisteína e/ou
                  glicina. A eliminação destas substâncias pode ocorrer através da via pulmonar (ar
                  exalado). Os metabólitos resultantes da oxidação ou conjugação são mais
                  hidrossolúveis do que seus compostos precursores e são, assim, sujeitos à
                  excreção urinária, ou, em alguns casos, à excreção biliar. Solventes
                  hidrocarbonetos podem ser secretados no leite em lactantes expostas. Apesar dos
                  hidrocarbonetos serem excretados rapidamente, um leve potencial de
                  bioacumulação em tecidos como rins, fígado, cérebro e tecido adiposo pode ser
                  observado.
                  Ciclohexanona: Estudos em ratos demonstraram que a substância pode ser
                  absorvida pelas vias oral, dérmica e inalatória. Após absorção, a ciclohexanona foi
                  rapidamente distribuída e excretada. Em ratos, coelhos e cães, assim como em
                  humanos, a biotransformação acorreu através da redução a cicloexanol seguida de
                  conjugação com o ácido glucurônico. A ciclohexanona foi excretada principalmente
                  através do ar exalado e também através da eliminação de seus metabólitos na
                  urina.
                  Difenoconazol: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade
                  desta substância em humanos ou animais. Os fungicidas do grupo químico triazol,
                  por sua vez, interferem na via de biossíntese de esteróis, interferindo assim nas
                  membranas celulares tanto em plantas, fungos e bactérias quanto em animais.
                  Solvesso: Sistema Nervoso Central (SNC) - A exposição aguda a hidrocarbonetos
                  aromáticos possibilita a absorção destes solventes para a corrente sanguínea e
                  possibilita que atravessem a barreira hematoencefálica, podendo levar à depressão
                  do SNC. Devido à característica lipofílica, dissolve a porção lipídica das
Toxicodinâmica    membranas das células nervosas e interrompe a função das proteínas de
                  membrana, seja por alterar a bicamada lipídica, seja por alterar a conformação
                  proteica. Pulmões - A irritação pulmonar e pneumonite após inalação e exposição
                  oral a hidrocarbonetos aromáticos pode envolver interação direta com as
                  membranas das células nervosas, o que pode causar broncoconstrição e a
                  dissolução das membranas do parênquima pulmonar, resultando em uma
                  exsudação hemorrágica de proteínas, células e fibrina nos alvéolos.
                  Ciclohexanona: Não são conhecidos os mecanismos de toxicidade em humanos
                  ou animais.
                  Difenoconazol: não são conhecidos sintomas específicos do difenoconazol em
                  humanos. Alguns estudos em animais indicam que os fungicidas triazólicos podem
                  apresentar alguns efeitos para o sistema nervoso, em estudos em ratos com o
                  difenoconazol em altas doses, foi observada hipoatividade e ataxia.
                  Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência
                  e vermelhidão.
                  Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
                  respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
                  Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência
                  e vermelhidão.
Sintomas e        Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
sinais clínicos   vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Em animais, a ingestão de grandes
                  quantidades resultou em hipoatividade, ataxia, prostração, salivação e espasmos.
                  Exposição crônica: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
                  crônica em humanos.
                  Solvesso: pode causar irritação da pele, olhos e trato respiratório. A ingestão pode
                  causar efeitos no sistema nervoso central e a aspiração aos pulmões pode resultar
                  em pneumonite química.
                  Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência
                  e vermelhidão.
                  Exposição respiratória: a inalação pode provocar irritação no trato respiratório
                  superior com tosse, ardência do nariz boca e garganta e também pode causar a
                                                                                                 LVH04A
                                                                               Bula Agrofit_Dezembro/2025


              depressão do sistema nervoso central com sintomas como sedação, sonolência,
              tontura, perda de concentração, dores de cabeça, ataxia, convulsões e coma.
              Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência
              e vermelhidão.
              Exposição oral: a ingestão pode ocasionar irritação do trato gastrointestinal,
              manifestada por desconforto epigástrico, náusea, vômito e diarreia. A ingestão
              pode causar depressão do sistema nervoso central, com sintomas semelhantes
              aos descritos em “exposição respiratória”. A aspiração para os pulmões pode
              causar pneumonite química.
              Efeitos crônicos: o contato repetido com a pele pode causar irritação. Em ratos,
              a exposição repetida e prolongada pela via inalatória causou alterações na
              atividade motora e na acuidade visual.
              Ciclohexanona: a exposição a grandes quantidades desta substância pode causar
              depressão do sistema nervoso central e efeitos narcóticos. Além disso,
              ciclohexanona apresenta propriedades irritativas para pele, olhos e membranas
              mucosas.
              Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência
              e vermelhidão.
              Exposição respiratória: a inalação pode provocar irritação no trato respiratório
              superior com tosse, ardência do nariz, boca e garganta, e também pode causar a
              depressão do sistema nervoso central com sintomas como dores de cabeça,
              tontura, náuseas, vômito e tremores.
              Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência
              e vermelhidão.
              Exposição oral: a ingestão pode ocasionar irritação do trato gastrointestinal,
              manifestada por desconforto epigástrico, náusea, vômito e diarreia. A ingestão
              pode causar depressão do sistema nervoso central, com sintomas semelhantes
              aos descritos em “exposição respiratória”.
              Efeitos crônicos: o contato prolongado com a pele pode causar irritação.

              O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico
              quadro clínico compatível.

              Tratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do
              paciente com avaliação de sinais vitais e do “status mental”, a efetividade da
              respiração e circulação, manutenção de vias aéreas patentes e adequada
              oxigenação, remoção da fonte de exposição ao produto com a descontaminação
              do paciente, administração de antídotos, medidas para aumentar a eliminação do
              tóxico do organismo, medidas sintomáticas e de manutenção.
              Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência
              cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via
              endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
              arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.
              Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
              orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter
              adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária
              ventilação pulmonar assistida.
Tratamento
              Medidas de descontaminação:
              O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
              impermeáveis.
              Exposição oral:
              - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
              - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha
              a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver
              deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
              - Lavagem gástrica é contraindicada devido ao risco de aspiração.
              - A administração de carvão ativado é contraindicada.
              Exposição ocular:
              Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água ou soro fisiológico à
              temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
                                                                                                       LVH04A
                                                                                     Bula Agrofit_Dezembro/2025


                   lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
                   tratamento específico.
                   Exposição dérmica:
                   Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
                   cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar
                   a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem,
                   o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
                   Exposição inalatória:
                   Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
                   respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
                   avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
                   pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
                   ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e
                   de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
                   CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
                   respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; e utilizar um
                   equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
                   procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
                   durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
                   luvas e avental impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
                 A indução do vômito e a realização de lavagem gástrica são contraindicadas em
                 casos de intoxicação por hidrocarbonetos aromáticos devido ao aumento do risco
                 de aspiração e consequente desenvolvimento de pneumonite química.
Contraindicações
                 A administração de carvão ativado é contraindicada em casos de intoxicação por
                 hidrocarbonetos aromáticos, pois ele não adsorve hidrocarbonetos e aumenta a
                 probabilidade de vômito e aspiração.
Efeitos das        Difenoconazol: substâncias que são potencialmente indutoras das enzimas
interações         hepáticas podem acelerar o metabolismo de diversos fármacos, substâncias
químicas           endógenas (como hormônios esteroidais) e vitaminas (como vitamina K e D).
                   Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                   tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
                   Centros de Informação e Assistência Toxicológica–RENACIAT-ANVISA/MS.
                   As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
                   Agravos de Notificação Compulsória.
ATENÇÃO            Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
                   Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                   Telefone de Emergência da empresa:
                   Helm do Brasil Mercantil Ltda: (11) 5185-4099 (horário comercial)
                   Emergências para Transportes: 0800 707 7022 e 0800 117 2020 (24 horas)
                   Emergências Toxicológicas: 0800 7010 450 (24 horas)

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos Agudos:
- DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c.
- DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
- CL50 inalatória em ratos: A CL50 não foi determinada nas condições do teste até a máxima concentração
atingida na atmosfera da câmara (>16,56 mg/L/4h).
- Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos não apresentou sinais de
irritação dérmica. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele.
- Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu hiperemia e
quemose na conjuntiva, irite e opacidade na córnea em 3/3 olhos testados. Todos os sinais de irritação foram
                                                                                                       LVH04A
                                                                                     Bula Agrofit_Dezembro/2025


completamente revertidos dentro de 14 dias após a aplicação. Nas condições de teste, o produto foi
classificado como irritante para os olhos.
- Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
- Sensibilização respiratória: Não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de
experimentação.
- Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos

Efeitos crônicos:
Difenoconazol: em estudos de toxicidade crônica em ratos e camundongos, o principal alvo da toxicidade do
difenoconazol foi o fígado. Os efeitos adversos incluem um aumento do peso do órgão com hipertrofia dos
hepatócitos centrolobulares que podem ser indicativos de uma resposta adaptativa. Em estudo de toxicidade
de 90 dias, pela via oral, em camundongos o NOAEL estabelecido foi de 32,4 mg/kg p.c./dia e em ratos o
NOAEL foi de 17 mg/kg p.c./dia. O difenoconazol não foi considerado cancerígeno humano com base em
resultados negativos em estudos de genotoxicidade in vitro e in vivo e na ausência de potencial cancerígeno
em estudos em ratos. Em estudo crônico (18 meses) em camundongos foram observados alguns efeitos no
fígado (aumento da incidência de carcinomas e adenomas hepatocelulares), mas em doses muito altas que
também causaram toxicidade (423 mg/kg p.c./dia em machos e 513 mg/kg p.c./dia em fêmeas; NOAEL 46,3
e 57,8 mg/kg p.c./dia em machos e fêmeas, respectivamente). Estes efeitos foram considerados como
consequência da indução enzimática no fígado e, não é esperado que ocorram em doses inferiores às que
causam hepatotoxicidade. Em estudos de toxicidade para a reprodução em ratos, não foram observados
efeitos sobre a fertilidade ou sobre o desempenho reprodutivo. O difenoconazol não apresentou potencial
teratogênico em ratos e coelhos. Não foram observados efeitos neurotóxicos em estudo em ratos.

Solvesso: o potencial carcinogênico de solventes contendo a nafta foi investigado em estudos de exposição
inalatória de 2 anos, e foram observados aumento na incidência de tumores renais em ratos machos e
aumento na incidência de tumores hepáticos em camundongos fêmeas. Os tumores foram considerados sexo
e espécie específicos e não foram considerados relevantes para os seres humanos. Em estudos de toxicidade
para a reprodução conduzidos em ratos, não foram observados efeitos adversos sobre os parâmetros
reprodutivos. Em estudos de toxicidade ao desenvolvimento, pela via inalatória, não foram observados efeitos
teratogênicos. Foram observados potenciais efeitos adversos (redução do peso fetal e de ganho de peso),
mas somente em doses associadas à toxicidade materna (LOAEC 495 ppm). Em estudos conduzidos em
animais de experimentação, após exposição inalatória repetida à nafta leve, foram observados aumento do
tamanho do fígado e dos rins em altas doses, porém, sem alterações histopatológicas. Em estudos
subcrônicos (90 dias) com exposição pela via inalatória aos isômeros do trimetilbenzeno, que constituem a
nafta, demonstrou-se irritação das vias respiratórias em ratos, sem efeitos sistêmicos.

Ciclohexanona: a substância não apresentou potencial genotóxico com base em estudos in vitro e in vivo.
Estudos de carcinogenicidade são limitados. Em um estudo conduzido em ratos e camundongos, pela via oral
(ingestão através da água) foram observados alguns achados que não foram dose-dependentes e não foram
observados nas maiores doses (nas maiores doses houve apenas um leve aumento da incidência de
adenomas-carcinomas nas células foliculares da tireoide de ratos machos), desta forma, não há informações
suficientes para concluir sobre a carcinogenicidade da substância. Em estudo de 90 dias em ratos, pela via
oral, nenhum efeito foi observado além da redução do ganho de peso corpóreo até a dose de 1000 mg/kg p.c.
Em estudo em camundongos, pela via oral, foram observados danos ao fígado e proliferação celular no timo
nas doses mais altas testadas (47 g/L cerca de 9000 mg/kg p.c.), nas doses mais baixas (0,4 g/L a 34 g/L) foi
observada apenas redução do ganho de peso corpóreo. Em estudos de toxicidade para a reprodução
conduzidos em ratos e camundongos, não foram observados efeitos sobre os parâmetros reprodutivos. Em
estudos de toxicidade para o desenvolvimento embriofetal conduzidos em ratos, coelhos e camundongos,
pelas vias oral e inalatória, não foram observados efeitos teratogênicos; alguns efeitos de toxicidade foram
observados em doses extremamente altas, que também causaram toxicidade materna (cerca de 800 mg/kg
p.c. pela via oral e 1000 mL/m³ pela via inalatória).
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                                                                                     Bula Agrofit_Dezembro/2025


EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Irritação respiratória (tosse, ardência do nariz boca e garganta); depressão do sistema nervoso central
(sedação, sonolência, tontura, perda de concentração e dores de cabeça).



                DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:

Este produto é:

    -   - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)

        - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)

        - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)

        - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

-   Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-   Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e algas).
-   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-   Não utilize equipamentos com vazamentos.
-   Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-   Aplique somente as doses recomendadas.
-   Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
    contaminação da água.
-   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
    do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-   Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
    metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e 250 (duzentos e
    cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais e vegetação susceptível
    a danos.
-   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
    aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
   outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
   recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
   Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
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                                                                                      Bula Agrofit_Dezembro/2025


-    Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
 - Isole e sinalize a área contaminada.
-    Contate as autoridades locais competentes e a empresa HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA.
-    Telefone da empresa: (11) 5185-4099 (horário comercial) ou 0800 707 7022 e 0800 117 2020 (24 horas).
 -   Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
     protetores e máscara com filtros).
-    Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
     corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
     • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá
     e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais
     utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para a sua devolução e
     destinação final.
     • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
     e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
     indicado.
     • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
     ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
     dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
     produto envolvido.
-    Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando
     a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
   durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
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                                                                                       Bula Agrofit_Dezembro/2025




Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
 - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
   do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
 - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
   direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
 - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
 - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens
cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente
das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
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                                                                                    Bula Agrofit_Dezembro/2025


TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS PELO DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às
atividades agrícolas.
                                

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