Inssimo
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Fungicida
acibenzolar-S-metílico (benzotiadiazol) (500 g/kg)
Informações
Número de Registro
00719
Marca Comercial
Inssimo
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
acibenzolar-S-metílico (benzotiadiazol) (500 g/kg)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Crisântemo
Puccinia horiana
Ferrugem-branca
Eucalipto
Pseudomonas cichori
Bacteriose
Eucalipto
Xanthomonas axonopodis
Bacteriose
Plantas Ornamentais
Puccinia horiana
Ferrugem-branca
Conteúdo da Bula
INSSIMO
Bula Completa – 05.05.2025
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<Logotipo Syngenta> <Logomarca do produto>
INSSIMO
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 00719.
COMPOSIÇÃO:
S-methyl benzo[1,2,3] thiadiazole-7-carbothioic
(ACIBENZOLAR-S-METÍLICO) ............................................................................... 500 g/kg (50% m/m)
Outros Ingredientes ................................................................................................500 g/kg (50% m/m)
GRUPO P1 FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: FUNGICIDA
GRUPO QUÍMICO: BENZOTIADIAZOL
TIPO DE FORMULAÇÃO: GRÂNULOS DISPERSÍVEIS EM ÁGUA (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º andares, Torre Sigma,
Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 -
Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
ACIBENZOLAR-S-METHYL TÉCNICO - Registro MAPA nº 05901
Syngenta Crop Protection AG - Breitenloh 5, CH 4333, Münchwilen - Suíça.
W.R. Grace & Co-Conn– 2858 Back Vail Road, Tyrone, Pensilvânia – 16686 – Estados Unidos.
Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited - Kesavaram, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal,
Visakhapatnam District, Andhra Pradesh, 531 127, Índia.
FORMULADOR:
Gowan Milling – 12300 East County 8th Street – Yuma – Arizona - AZ 85365 – EUA.
Syngenta Korea Limited - 87, Seogam-ro 11-gil,Iksan-si, Jeollabuk-do, 54588, República da Coreia.
Exwold Technology Limited - Tofts Farm East, Tofts Farm (East) Industrial Estate, Hartlepool, TS25 2BS,
Reino Unido.
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz - SP 332, s/nº, km 127,5,
Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP – CNPJ: 60.744.463/0010-80 – Cadastro na
SAA/CDA/SP sob nº 453.
MANIPULADOR:
Syngenta S.A. – Carretera Via Mamonal km 6, Cartagena – Colômbia.
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP: 13348-790,
Indaiatuba/SP – CNPJ: 60.744.463/0096-50 - Cadastro da empresa no Estado (CDA) nº 4476.
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.
No do Lote ou Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
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ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM
SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil,
conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO
IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
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INSTRUÇÕES DE USO: 26
INSSIMO é um ativador de plantas e não tem ação direta contra os patógenos. Aplicado na parte
aérea das plantas, ele ativa os seus próprios mecanismos naturais de defesa e aumenta sua
resistência às doenças. Devido ao seu modo de ação particular, o produto deve ser aplicado antes
da entrada dos patógenos, de forma preventiva. O produto é rapidamente absorvido pelos tecidos
foliares e se transloca sistemicamente, tanto para as folhas quanto para as raízes, ativando assim a
planta de forma generalizada. Efetuar as aplicações do INSSIMO mantendo o programa fitossanitário
rotineiro das culturas. Devido às suas características, o produto é indicado para o Manejo Integrado
de Doenças.
DOENÇAS DOSES INÍCIO, NÚMERO E
VOLUME
CULTURAS NOME NOME ÉPOCAS DE
g/ha g/100 DE CALDA
COMUM CIENTÍFICO APLICAÇÃO
L
Iniciar as aplicações de
forma totalmente
preventiva entre 10 a 15
Ferrugem dias após o transplantio.
CRISÂNTEMO* Puccinia horiana 50 - 800 L/ha
branca Reaplicar a cada 7 dias,
totalizando 6 aplicações.
Utilizar volume de calda
de 800L/ha.
Realizar 8 aplicações
preventivamente iniciando
Xanthomonas aos 15 dias após o
axonopodis; estaqueamento. Repetir
20 mL/m2
EUCALIPTO Bacterioses - 25 as aplicações em
ou 200 L/ha
Pseudomonas intervalos de 7 dias.
cichori Utilizar volume de calda
de 20 mL/m2 ou 200
L/ha.
Iniciar as aplicações de
forma totalmente
preventiva entre 10 a 15
PLANTAS Ferrugem dias após o transplantio.
Puccinia horiana 50 - 800 L/ha
ORNAMENTAIS* (1) branca Reaplicar a cada 7 dias,
totalizando 6 aplicações.
Utilizar volume de calda de
800L/ha.
* Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser
afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o
produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias
antes de sua aplicação em maior escala.
(1) De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se
plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo
incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas
unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº
1, de 08/11/2019).
Observação: Produto recomendado para plantas ornamentais cultivadas em ambiente aberto ou
protegido.
MODO DE APLICAÇÃO:
INSSIMO deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas
registradas.
Aplicação terrestre:
- Volume de aplicação:
Cultura Volume de aplicação
Crisântemo 800 L/ha
Eucalipto 20 mL/m2 ou 200 L/ha
Plantas Ornamentais 800 L/ha
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- Equipamentos de pulverização: 26
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a
topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo
atomizador ou tratorizado com barra ou auto propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico
vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano
volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm 2. A
velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve
estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa
(= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30 °C, com umidade relativa acima de 50% e ventos
de 3 a 15 km/hora.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Dias
Crisântemo UNA
Eucalipto UNA
Plantas Ornamentais UNA
UNA = Uso Não Alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Não há casos de incompatibilidade conhecidos.
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante
para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No
caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis
máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez
que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em
caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de
Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este
produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água. E utilize-se sempre das Boas Práticas
Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o
plantio direto.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.
Entretanto, devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a
ser afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique
preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica
do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
INSSIMO é um fungicida composto por um Acibenzolar-S-metil, este ingrediente ativo atua
induzindo múltipla defesas em plantas sobre os microrganismos através da via salicílica,
pertencente ao grupo P1, segundo a classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à
Resistência de Fungicidas).
GRUPO P1 FUNGICIDA
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes
a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos
fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo P1 para o
controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas
práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com
gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e
manutenção da eficácia dos fungicidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
(SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC- BR: www.frac-
br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
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INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor
equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos ou vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
Macacão, botas, avental, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante de Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize e Equipamento de Proteção Individual – EPI na seguinte ordem: Macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
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• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato com a névoa do produto.
• Utilize e Equipamento de Proteção Individual – EPI na seguinte ordem: Macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; botas de borracha; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas
de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas
logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha).
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: Touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR INSSIMO -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Acibenzolar-S-metílico: Benzotiadiazol
Classe
toxicológica Categoria 5: Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são
Vias de exposição
consideradas as mais relevantes.
Acibenzolar-S-metílico: A absorção foi rápida após administração oral de doses
baixas (0,5 mg/kg p.c.) ou altas (100 mg/kg p.c.) a ratos. A biodisponibilidade,
baseada na excreção urinária e resíduos encontrados na carcaça, foi ≥ 91% da
dose administrada. Picos plasmáticos foram atingidos entre 0,25-0,5 horas e 1-8
horas nas doses baixa e alta, respectivamente. Houve ampla distribuição tecidual,
com maiores resíduos encontrados no fígado, rins, plasma, coração e pulmões.
A depleção dos tecidos também foi rápida, com meias-vidas, assumindo cinética
de primeira ordem, de 1-5 e 2-13 horas nas doses baixa e alta, respectivamente.
O total de resíduos teciduais 7 dias após a administração estava no limite de
quantificação ou abaixo dele para a dose baixa e correspondeu a 0,2% da dose
Toxicocinética alta administrada.
Não houve evidência de bioacumulação. A excreção também foi rápida, com >
90% e > 70% das doses baixa e alta excretadas predominantemente pela urina.
A eliminação total foi > 95% em 7 dias. O acibenzolar-S-metílico foi extensamente
metabolizado por clivagem da porção éster S-metílico, resultando no principal
metabólito CGA210007 encontrado na urina e nas fezes. Apenas pequenas
quantidades (0,1-1,4% da dose) de acibenzolar-S-metílico inalterado foram
detectadas nas fezes, confirmando a biodisponibilidade oral quase completa do
composto. Outras vias secundárias do metabolismo envolveram a conjugação de
glicina e glucuronídeo de CGA210007, redução de seu grupo carboxil ou
hidroxilação do anel fenil de CGA210007.
Acibenzolar-S-metílico: Composto sistêmico seletivo que induz resistência da
planta hospedeira. Este modo de ação exclusivo mimetiza a resposta natural da
resistência ativada sistêmica (SAR) encontrada na maioria das espécies de
Toxicodinâmica plantas, não tendo efeito direto sobre as pragas-alvo. Por ser análogo funcional
do ácido salicílico, o acibenzolar-S-metílico estimula nas células das plantas a
produção de proteínas específicas relacionadas ao combate de patógenos, como
ß-1,3 glucanase e quitinase, capazes de degradar a parede celular de fungos e
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bactérias. Por ter mecanismo de ação específico, este provavelmente não se
conserva para seres humanos.
Acibenzolar-S-metílico: Não foram observados efeitos adversos à saúde em
seres humanos expostos, exceto sinais de irritação da pele e/ou olhos em alguns
trabalhadores ou operadores envolvidos nos processos de produção/formulação
do produto - pelo menos em parte devido às propriedades de irritação de co-
formuladores nos produtos ou óleo em spray e não ao acibenzolar-S-metílico em
si.
As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais
de experimentação tratados com a formulação à base de acibenzolar-S-metílico,
INSSIMO:
Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral, não foi observada
mortalidade nem sinais clínicos de toxicidade sistêmica entre os ratos expostos à
dose de 5000 mg/kg p.c.
Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória, não foi
observada mortalidade entre os ratos expostos à concentração de 2,79 mg/L. Os
Sintomas e sinais
sinais clínicos observados foram: piloereção e redução da atividade. Todos os
clínicos
sinais foram revertidos a partir do dia 8 de observação.
Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica, não foi observada
mortalidade nem sinais clínicos de toxicidade entre os ratos expostos à dose de
2000 mg/kg p.c. Em protocolo de irritação cutânea in vivo, sinais de eritema leve
a bem definido e edema leve a moderado foram observados em todos os animais
testados. Todos os sinais foram revertidos até o fim do estudo. O produto não foi
considerado sensibilizante dérmico.
Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular in vivo, observou-se
vermelhidão leve a moderada da conjuntiva e quemose leve. Todos os efeitos
foram reversíveis em até 72 horas.
Exposição crônica: O ingrediente ativo não foi considerado mutagênico,
teratogênico ou carcinogênico para seres humanos. À luz dos conhecimentos
atuais, não é considerado desregulador endócrino e não interfere com a
reprodução. Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando
Diagnóstico
sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente
imediatamente.
Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao
suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer
via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.
Tratamento
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a
absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças
de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de
30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado
dentro de uma hora após a ingestão.
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- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é
necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de
lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa
inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência
de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado.
Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com
a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
encaminhar o paciente para tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e
pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
Contraindicações abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das Não foram relatados efeitos de interações químicas para o Acibenzolar-S-metílico
interações e medicamentos que possam ser administrados no tratamento após intoxicação
químicas por acibenzolar-S-metílico em humanos.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 Rede Nacional de Centros
de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
ATENÇÃO Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
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Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: > 2,79 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea in vivo, sinais de eritema leve a bem
definido e edema leve a moderado foram observados em todos os animais testados. Todos os sinais
foram revertidos até o fim do estudo. O produto não foi considerado sensibilizante dérmico.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em protocolo de irritação ocular in vivo, observou-se
vermelhidão leve a moderada da conjuntiva e quemose leve. Todos os efeitos foram reversíveis em
até 72 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias (teste de Buehler): O produto não foi considerado sensibilizante
dérmico.
Sensibilização respiratória em ratos: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as
vias respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana
ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Acibenzolar-S-metílico: Em estudo oral de 2 anos em ratos, houve redução do peso corpóreo e do
consumo de ração e aumento do consumo de água nas maiores doses (machos: 96,9, e 312 mg/kg
p.c./dia; fêmeas: 111 e 388 mg/kg p.c./dia). Anemia leve associada ao aumento de reticulócitos foi
observada na maior dose. As alterações bioquímicas no sangue podem ser consideradas relacionadas
a efeitos hepáticos, como proteína e globulina reduzidas, aumento da razão proteica albumina/globulina
e níveis aumentados de bilirrubina e potássio. Os órgãos-alvo foram o fígado (aumento de peso e
hemossiderose nas células de Kupffer), baço (aumento de peso e hemossiderose) e, em menor grau, os
rins (aumento de peso) e pulmão (aumento de células espumosas alveolares) (NOAEL: 7,8 mg/kg
p.c./dia). No estudo de 18 meses com camundongos, também foi observada redução do peso corpóreo
na maior dose. Anemia leve associada à anisocitose, anisocromia e aumento de reticulócitos estiveram
presentes nas duas maiores doses (machos: 237 e 698 mg/kg p.c./dia; fêmeas: 234 e 696 mg/kg
p.c./dia). Os órgãos-alvo foram semelhantes aos do rato (NOAEL: 10,8 mg/kg p.c./dia). Não houve
indicação de potencial carcinogênico em ambas as espécies. Adicionalmente, o acibenzolar-S-metílico
não apresentou potencial para genotoxicidade in vitro e in vivo. O desempenho reprodutivo não foi
afetado pelo tratamento no estudo da reprodução de 2 gerações em ratos. Os efeitos na geração F0 e
F1 foram redução do peso corpóreo e do consumo de ração nas maiores doses (machos: 138 e 283
mg/kg p.c./dia; fêmeas: 160 e 328 mg/kg p.c./dia). Adicionalmente, de maneira geral, foi observado
aumento de peso do fígado, rins, baço e timo e hemossiderose esplênica associada ocasionalmente à
congestão. Em filhotes, foi observado apenas redução do ganho de peso corpóreo durante a lactação
(NOAEL parental e filhotes: 13,8 mg/kg p.c./dia; NOAEL reprodutivo: > 283 mg/kg p.c./dia). No total, cinco
estudos de toxicidade do desenvolvimento – os quatro primeiros por via oral e o quinto por via cutânea –
foram conduzidos em ratos. No primeiro estudo, observou-se toxicidade materna em níveis de dose ≥
200 mg/kg p.c./dia. Nessas doses, foram observadas algumas malformações fetais devido à
embriotoxicidade inespecífica e não a qualquer potencial teratogênico específico do acibenzolar-S-
metílico. A confirmação se deu por dois estudos adicionais com regime de tratamento diferente (mães
tratadas por 2 dias durante os dias de gestação 6-16 em vez de tratamento diário). Dessa maneira, efeitos
inespecíficos devido à toxicidade materna/embriotoxicidade puderam ser evitados e, consequentemente,
não se observou malformação fetal. O quarto estudo com outra linhagem de ratos confirmou a ausência
de teratogenicidade específica por acibenzolar-S-metílico, observando-se apenas incidência aumentada
de uma variação esquelética na maior dose (500 mg/kg p.c./dia). Pelo quinto estudo, nenhum efeito
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materno ou fetal foi observado (NOAEL materno e desenvolvimento, via oral: 50 mg/kg p.c./dia; NOAEL
materno e desenvolvimento, via dérmica: > 500 mg/kg p.c./dia). Em um estudo de toxicidade do
desenvolvimento em coelhos, a toxicidade materna foi evidente a 300 e 600 mg/kg p.c./dia (mortalidade,
sinais clínicos e redução de peso corpóreo e do consumo de ração nos animais que morreram ou foram
sacrificados). Adicionalmente, alguns achados estomacais foram observados na necropsia entre as mães
nessas doses. O aumento da incidência de algumas anomalias esqueléticas foi relacionado a ligeiro
atraso no desenvolvimento fisiológico fetal (NOAEL materno e do desenvolvimento: 50 e 300 mg/kg
p.c./dia, respectivamente). Não foi detectado potencial neurotóxico relevante para o acibenzolar-S-
metílico em ratos após exposição aguda, subcrônica ou em estudo de neurotoxicidade do
desenvolvimento (NOAEL neurotoxicidade agudo, subcrônico e do desenvolvimento: 2000, 575 e 326
mg/kg p.c./dia, respectivamente).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
• Este produto é
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
X - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
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3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800 704 4304.
• Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado
e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso,
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação
final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante, conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 OU PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
− Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
− Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
− Faça esta operação três vezes;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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- Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
− Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
− Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
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- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o
qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
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- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).
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