Insecto Org
Bequisa Indústria Química do Brasil Ltda.
Inseticida
terra diatomácea (inorgânico) (895 g/kg)
Informações
Número de Registro
29622
Marca Comercial
Insecto Org
Formulação
DP - Pó Seco
Ingrediente Ativo
terra diatomácea (inorgânico) (895 g/kg)
Titular de Registro
Bequisa Indústria Química do Brasil Ltda.
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Não Classificado - Produto Não Classificado
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Acanthoscelides obtectus
Caruncho-do-feijão; Gorgulho-do-feijão
Todas as culturas
Cryptolestes ferrugineus
Besouro; Escaravelho
Todas as culturas
Oryzaephilus surinamensis
Besouro
Todas as culturas
Rhizopertha dominica
Besourinho; Besouro
Todas as culturas
Sitophilus oryzae
Caruncho-do-arroz; Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-do-arroz
Todas as culturas
Sitophilus zeamais
Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-do-milho
Todas as culturas
Tribolium castaneum
Besouro-castanho
Conteúdo da Bula
INSECTO® ORG – Modelo de Bula 01/04/2024 - V001/24
INSECTO® ORG
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o no 29622
COMPOSIÇÃO:
Silicon dioxide (TERRA DIATOMÁCEA).........................................................895g/kg (89,5% m/m)
Outros ingredientes ........................................................................................105g/kg (10,5% m/m)
GRUPO 8D INSETICIDA
PESO LÍQUIDO: Vide Rótulo
CLASSE: Inseticida de contato
GRUPO QUÍMICO: Inorgânico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Seco (DP)
TITULAR DO REGISTRO:
BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA
Av. Antônio Bernardo, 3950 - Gleba 37 - Pq. Industrial Imigrantes - Conj. Residencial Humaitá
CEP: 11349-380 - São Vicente/SP - Tel.: (13) 3565-1212 - CNPJ: 58.133.703/0001-78
Número de registro do estabelecimento/Estado (SAA/CDA/SP) nº 045
FABRICANTE / FORMULADOR:
BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA
Av. Antônio Bernardo, 3950 - Gleba 37 - Pq. Industrial Imigrantes - Conj. Residencial Humaitá
CEP: 11349-380 - São Vicente/SP - Tel.: (13) 3565-1212 - CNPJ: 58.133.703/0001-78
Número de registro do estabelecimento/Estado (SAA/CDA/SP) nº 045
MANIPULADOR:
BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA
Av. Antônio Bernardo, 3950 - Gleba 37 - Pq. Industrial Imigrantes - Conj. Residencial Humaitá
CEP: 11349-380 - São Vicente/SP - Tel.: (13) 3565-1212 - CNPJ: 58.133.703/0001-78
Número de registro do estabelecimento/Estado (SAA/CDA/SP) nº 045
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO E A BULA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: PRODUTO NÃO CLASSIFICADO.
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE IV – PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE.
Altura da faixa: 15% da altura da impressão do rótulo Cor da faixa: Branco Pictogramas: 50% da altura da faixa
PRODUTO
FITOSSANITÁRIO COM
USO APROVADO PARA
A AGRICULTURA
ORGÂNICA
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INSTRUÇÕES DE USO:
INSECTO® ORG é indicado para o controle de Acanthoscelides obtectus, Cryptolestes ferrugineus,
Oryzaephilus surinamensis, Sitophilus oryzae, Sitophilus zeamais, Rhizopertha dominica e Tribolium
castaneum em todas as culturas em que estejam presentes.
CULTURAS / PRAGAS CONTROLADAS:
ALVOS
CULTURAS
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO
Caruncho-do-feijão;
Acanthoscelides obtectus
Gorgulho-do-feijão
Besouro; Escaravelho Cryptolestes ferrugineus
Besouro Oryzaephilus surinamensis
Caruncho-dos-cereais;
Gorgulho-dos-grãos-
Em todas as culturas com ocorrência do alvo
armazenados; Sitophilus oryzae
biológico
Caruncho ou Gorgulho-
do-arroz
Caruncho-dos-cereais;
Sitophilus zeamais
Gorgulho-do-milho
Besourinho; Besouro Rhyzopertha dominica
Besouro-castanho Tribolium castaneum
TRATAMENTO DOSE
Tratamento dos grãos: Durante o
arrmazenamento dos grãos à granel (tratamento 1,0 kg / tonelada de grãos
na correia transportadora)
Tratamento estrutural: Silos, graneleiros e
500 g até 1000 g / m2
armazéns convencionais (vazios e estruturas)
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O INSECTO® ORG deve ser aplicado nos silos, graneleiros e armazéns convencionais antes do
armazenamento dos grãos, após a limpeza do local e durante a entrada dos grãos.
MODO DE APLICAÇÃO:
1. Tratamento da Massa de Grãos:
1.1. Tratamento Total da Massa de Grãos:
É a aplicação do INSECTO® ORG em toda a massa de grãos durante o carregamento da unidade
armazenadora.
A aplicação deve ser feita sobre os grãos durante a passagem pela correia transportadora, na dosagem de
1,0 kg de INSECTO® ORG / tonelada de grãos.
Após o carregamento da unidade, polvilhar a superfície da massa de grãos com INSECTO® ORG, na
dosagem de 100 g / 100 m2.
1.2. Envelopamento (Não indicado para sistemas de agricultura orgânica devido à necessidade de
tratamento via fumigação):
É a aplicação do INSECTO® ORG nas camadas inicial e final da massa de grãos durante o carregamento
da unidade armazenadora, na dosagem de 1,0 kg de INSECTO® ORG / tonelada de grãos.
A aplicação deve ser feita sobre os grãos durante a passagem pela correia transportadora, até que a massa
de grãos atinja aproximadamente 1 metro de altura, quando a aplicação deverá ser interrompida. Continuar
com o carregamento até faltar aproximadamente 1 metro para o final.
Nesse momento, reiniciar a aplicação do INSECTO® ORG até o término do carregamento.
Após o carregamento da unidade, polvilhar a superfície da massa de grãos com INSECTO® ORG, na
dosagem de 100 g / 100 m2.
Para adotar esse procedimento, a fumigação (expurgo) deve ser realizada na massa de grãos após o
processo de envelopamento.
2. Tratamento Estrutural:
Após a operação de limpeza do interior da unidade armazenadora, aplicar o produto INSECTO® ORG nas
estruturas das unidades, utilizando polvilhadeira ou através do sistema de aeração quando houver, na
dosagem de 500 g até 1000 g / m², dependendo do grau de infestação das estruturas.
INTERVALO DE SEGURANÇA: Sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Por se tratar de um pó com baixa densidade, partículas do produto podem ficar em suspensão por certo
período no ambiente tratado. A reentrada somente poderá ser efetuada após não haver produto suspenso
no ambiente.
Se houver absoluta necessidade de entrada na área antes do término do intervalo de reentrada, o operador
deve utilizar os mesmos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação do produto.
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LIMITAÇÕES DE USO:
Manter os armazéns secos e bem ventilados.
Usar o produto somente nas doses e condições recomendadas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida INSECTO® ORG pertence ao grupo 8D (Miscelânea: Inibidores não-específicos (múltiplos
sítios) – Boratos e Terra Diatomácea) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo
pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do INSECTO® ORG como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução
da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 8D. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar INSECTO® ORG ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do INSECTO® ORG ou outros produtos do Grupo 8D
quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como controle biológico,
controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o
IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Qualquer agente de controle de pragas e doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao
desenvolvimento de resistência. Para tanto, deve-se utilizar a rotação de produtos com mecanismos de
ação distintos, somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e de animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão de brim ou similar com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de segurança; máscara do tipo PFF1 ou PFF2, cobrindo nariz e boca;
óculos de segurança; luvas impermeáveis.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI). Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de brim ou similar com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de segurança;
máscara do tipo PFF1 ou PFF2, cobrindo nariz e boca; óculos de segurança; luvas impermeáveis.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio,
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas. OBS: Intervalo de segurança sem restrições.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI). Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de brim ou similar com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de segurança;
máscara do tipo PFF1 ou PFF2, cobrindo nariz e boca; óculos de segurança; luvas impermeáveis.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio,
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA. Manter os avisos até o
final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado e
identificado com aviso de produto tóxico na entrada, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. OBS: para ambientes onde haja relação de
trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de brim ou
similar com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de segurança; máscara do tipo PFF1 ou PFF2, cobrindo nariz e boca; óculos de segurança;
luvas impermeáveis.
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
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- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
óculos; máscara; botas; macacão; luvas.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode provocar irritação das vias respiratórias
ATENÇÃO Pode provocar danos aos pulmões por
exposição repetida ou prolongada pela
inalação.
PRIMEIROS SOCORROS:
Em caso de acidente siga as orientações abaixo e procure imediatamente um serviço médico de
emergência, levando a embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do
produto.
INALAÇÃO: Em caso de inalação, leve a pessoa para um local aberto e ventilado e verifique se respira
livremente. Se não estiver respirando ou estiver com dificuldade, faça imediatamente respiração artificial
utilizando uma Unidade Manual de Respiração Artificial.
INGESTÃO: Em caso de ingestão, não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra
espontaneamente não devendo ser evitado. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado
para evitar que aspire resíduos. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato com os olhos, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos.
Manter as pálpebras abertas de modo a garantir o enxágue adequado dos olhos. Retirar lentes de contato,
caso estejam sendo utilizadas. Consultar um oftalmologista caso se desenvolva irritação.
PELE: Em caso de contato com a pele, elimine a poeira com água corrente em abundância durante 3 a 5
minutos, em seguida lave com sabão neutro.
CABELO: Em caso de contato com o cabelo, elimine a poeira com água corrente em abundância durante 3
a 5 minutos, em seguida lave com sabão neutro.
INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Grupo químico Inorgânico
Classe toxicológica Produto não classificado
Potenciais vias de
Inalatória e oral
exposição
Toxicocinética Absorção: As intoxicações podem ocorrer por inalação e ingestão. A inalação
excessiva e crônica pode causar silicose, uma cicatrização fibrótica e
progressiva dos pulmões. Administração de uma dose única de 2,5g de
dióxido de sílica polimérica a voluntários não aumentou significativamente a
excreção de SiO2 na urina sugerindo uma pobre absorção do composto. A
excreção média de 24h de SiO2 em cinco ratos submetidos a uma dieta
regular foi de 16,2mg. O valor variou bastante e foi relacionado à quantidade
de SiO2 na dieta. A excreção urinária de sílica foi aumentada quando
Mg2Si3O8 e H2O foram administrados via oral.
Toxicodinâmica O mecanismo de toxicidade para a terra de diatomácea não está bem
estabelecido. Estudos demonstraram que a exposição à sílica induz a
produção de quimiocinas, citocinas inflamatórias e fatores de crescimento a
partir dos macrófagos alveolares e células alveolares do tipo II que têm sido
ligadas ao início e à progressão de doença pulmonar relacionada com a sílica.
A toxicidade está ligada a mecanismos de interações com as membranas
celulares externa e interna, respostas de sinalização e vias de tráfico de
vesículas. A interação com as membranas pode induzir a liberação de
substâncias endossômicas, espécies reativas de oxigênio, citocinas e
quimiocinas e, assim, induzir respostas inflamatórias.
Sintomas e sinais Não são esperados efeitos quando da exposição a quantidades habituais,
clínicos indicadas no rótulo e bula. A inalação excessiva e crônica de poeiras pode
causar silicose, uma cicatrização fibrótica e progressiva dos pulmões.
Indivíduos com silicose são muito mais suscetíveis à tuberculose. É possível
que a ingestão de grandes quantidades possa causar desconforto, náuseas e
vômitos. O contato prolongado e direto com a pele pode causar ressecamento
cutâneo e o contato direto com os olhos pode causar irritação, apresentando
vermelhidão, ardência e lacrimejamento.
Diagnóstico O diagnóstico é feito pela sintomatologia clínica associada ao histórico de
exposição significativa ao produto. A radiografia de tórax é recomendada para
o diagnóstico da Silicose.
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Antídoto Não há antídoto específico. O tratamento é sintomático e de manutenção.
Tratamento Não há antídoto específico, a inalação excessiva e crônica pode causar
silicose e não se conhece qualquer tratamento médico capaz de reverter esse
processo. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades,
procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão
ser realizados. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo
medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e
metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções
hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder a
lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração
pulmonar.
Efeitos sinérgicos Não são conhecidos efeitos sinérgicos.
Telefones de Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
emergência para tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
informações médicas Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o caso no
Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA.
Telefone de Emergência da empresa: 0800-014-1149.
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Ação: O mecanismo de toxicidade para a terra de diatomácea não está bem estabelecido. Estudos
demonstraram que a exposição à sílica induz a produção de quimiocinas, citocinas inflamatórias e fatores
de crescimento a partir dos macrófagos alveolares e células alveolares do tipo II que têm sido ligadas ao
início e à progressão de doença pulmonar relacionada com a sílica. A toxicidade está ligada a mecanismos
de interações com as membranas celulares externa e interna, respostas de sinalização e vias de tráfico de
vesículas. A interação com as membranas pode induzir a liberação de substâncias endossômicas, espécies
reativas de oxigênio, citocinas e quimiocinas e, assim, induzir respostas inflamatórias.
Absorção: Inalatória e oral.
Excreção: Principalmente por via urinária.
RESULTADOS DOS ESTUDOS TOXICOLÓGICOS:
Agudos:
DL50 oral para ratos: Não determinada. A maior dose testada foi de 5000mg/kg de peso corporal e não
provocou a morte de nenhum animal.
DL50 cutânea para ratos: Não determinada. A maior dose testada foi de 2000mg/kg de peso corporal e
não provocou a morte de nenhum animal.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): Não determinada. A maior dose testada foi de 5mg/litro de ar e não
provocou a morte de nenhum animal.
Crônicos:
Doenças pré-existentes como asma, bronquite, efisema, doenças do pulmão e respiratórias podem ser
agravadas por exposição prolongada ao produto.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
- Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III).
x - POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- Não estocar sob condições úmidas ou que possam adquirir umidade.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Respeite o prazo de validade.
- Deve haver sempre disponibilidade de máscara do tipo PFF1 ou PFF2.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL
LTDA. Telefone de emergência: (13) 3565-1212.
- Utilize equipamentos de proteção individual (EPI): macacão de brim ou similar com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de segurança;
máscara do tipo PFF1 ou PFF2, cobrindo nariz e boca; óculos de segurança; luvas impermeáveis.
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGENS FLEXÍVEIS NÃO LAVÁVEIS
(Saco plástico e saco de fibra celulósica)
ESTAS EMBALAGENS NÃO PODEM SER LAVADAS
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Ao manusear as embalagens vazias, utilize equipamentos de proteção individual (EPI): macacão de brim ou
similar com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de segurança; máscara do tipo PFF1 ou PFF2, cobrindo nariz e boca; óculos de segurança;
luvas impermeáveis.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
distribuição.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
Não há restrições.
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