Horos BR
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Fungicida
Picoxistrobina (estrobilurina) (120 g/L) + tebuconazol (triazol) (200 g/L)

Informações

Número de Registro
06321
Marca Comercial
Horos BR
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
Picoxistrobina (estrobilurina) (120 g/L) + tebuconazol (triazol) (200 g/L)
Titular de Registro
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Extremamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Phakopsora pachyrhizi
Ferrugem da soja; ferrugem asiática
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose

Conteúdo da Bula

                                    HOROS BR
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob no 06321

COMPOSIÇÃO:
(RS)-1-p-chlorophenyl-4,4-dimethyl-3-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)pentan-3-ol
(TEBUCONAZOL).............................................................................................................200 g/L (20,0% m/v)
methyl(E)-3-methoxy-2-{2-[6-(trifluoromethyl)-2-pyridyloxymethyl]phenyl}acrylate
(PICOXISTROBINA)..........................................................................................................120 g/L (12,0% m/v)
 Outros Ingredientes.............................................……................…..................................738 g/L (73,8% m/v)

                  GRUPO                                              G1                                       FUNGICIDA
                  GRUPO                                              C3                                       FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.

CLASSE: Fungicida sistêmico dos grupos químicos Triazol e Estrobilurina.

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC).

TITULAR DO REGISTRO:
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
Tel.: (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Inscrição Estadual 601.07287-44 - Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
ORIUS TÉCNICO - Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº
02699
ADAMA BRASIL S/A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
Tel.: (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Inscrição Estadual 601.07287-44
Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR
ADAMA BRASIL S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS - Tel.: (51) 3653-9400
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Inscrição Estadual: 142/0047032,
Registro Estadual nº 00001047/99 - SEAPA/RS
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot-Hovav, Eco-Industrial Park, Beer Sheva, Israel
GSP CROP SCIENCE LIMITED.
404, Lalija Complex, 352/3 Rasala Road, Navrangpura.Ahmedabad, 380009 Gujarat - Índia
SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD.
Nº. 9 Weijiu Rd., Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area, 312369,
Zhejiang, China
RUDONG ZHONGYI CHEMICAL CO., LTD.
The Second Haibin Road, Coastal Economic Development Zone, Rudong, Jiangsu, China



                                                                                                        BULA_HOROS_BR_14062023_v01

                                                                                                                            Página 1 de 15
TEBUCONAZOL TÉCNICO ADAMA – Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento - MAPA sob nº 1018
SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD.
Nº. 9 Weijiu Rd., Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area,
312369 Zhejiang - China

TEBUCONAZOLE TÉCNICO MCW – Registrado                    no   Ministério   da   Agricultura,   Pecuária    e
Abastecimento - MAPA sob nº 36517
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot-Hovav, Eco-Industrial Park – Beer Sheva, Israel

PICOXISTROBINA TÉCNICO MILENIA - Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento - MAPA sob nº 19216
ADAMA BRASIL S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS - Tel.: (51) 3653-9400
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Inscrição Estadual: 142/0047032 - Registro Estadual nº 00001047/99 - SEAPA/RS

PICOXISTROBINA TÉCNICA – Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA sob nº 07905.
CORTEVA AGRISCIENCE SPAIN, S.L.
Tamón - Avilés - 33469 – Asturias, Espanha
CORTEVA AGRISCIENCE FRANCE S.A.S.
Usine de Cernay, 82, Rue de Wittelsheim, B.P. 9, F-68701 – Cernay, França

PICOXISTROBINA TÉCNICO RAINBOW – Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento – MAPA sob nº TC 12522
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, 262737, Weifang, Shandong - China.


FORMULADOR:
ADAMA BRASIL S/A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
Tel.: (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Inscrição Estadual 601.07287-44
Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR

ADAMA BRASIL S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS - Tel.: (51) 3653-9400 - Fax: (51) 3653-1697
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Inscrição Estadual: 142/0047032
Registro Estadual nº 00001047/99 - SEAPA/RS

                           No do lote ou da partida:
                               Data de fabricação:      VIDE EMBALAGEM
                              Data de vencimento:

        ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA
                            E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
            É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                     PROTEJA-SE.
                   É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                           Indústria Brasileira
                 (Dispor este termo quando houver industrialização em território nacional)




                                                                                BULA_HOROS_BR_14062023_v01

                                                                                               Página 2 de 15
                 CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: I – EXTREMAMENTE TÓXICO
               CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                 CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




INSTRUÇÕES DE USO:

HOROS BR é um fungicida com modo de ação sistêmico dos grupos químicos Triazol (Tebuconazol) e
Estrobilurina (Picoxistrobina), indicado para o controle de doenças na cultura da soja.

CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

                   Doenças
                                         Dose
Culturas      Nome         Nome                       Época, número e intervalo de aplicação
                                        (mL/ha)
             Comum       Científico
                                                  A aplicação de HOROS deverá ser efetuada a
                           Septoria      500      partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3)
           Mancha-parda                           e repetir se necessário, dependendo da evolução
                           glycines
                                                  da doença, respeitando-se o intervalo de aplicação
                                                  de 20 dias.
                                                  Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo
           Crestamento-   Cercospora              vegetal ou mineral.
                                         500
               foliar      kikuchii               Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
                                                  cultura com intervalo de 20 dias.
                                                  Realizar a primeira aplicação de HOROS de forma
                                                  preventiva, quanto mais cedo no ciclo da doença, e
                                                  no máximo a partir do florescimento (estádio
                                                  fenológico R1 - R3); reaplicar em intervalo de 14
                                                  dias. Observar condições climáticas favoráveis ao
            Ferrugem-     Phakopsora     500      desenvolvimento desta doença, como chuvas bem
 Soja
             asiática      pachyrhizi             distribuídas com longos períodos de molhamento,
                                                  presença freqüente de orvalho pela manhã e
                                                  temperatura variando entre 18° a 28°C.
                                                  O monitoramento da doença é recomendado a
                                                  partir da emissão das primeiras folhas no estádio
                                                  vegetativo, uma vez que a doença pode ocorrer em
                                                  qualquer estádio fenológico da cultura. Deve-se
                                                  intensificar o monitoramento nas semeaduras mais
                                                  tardias, nos estádios críticos de pré-florada, início
                                                  dos estádios reprodutivos e quando detectada a
                                                  ocorrência de inoculo de Phakopsora pachyrhizi na
                                                  região.
                                                  Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo
                                                  vegetal ou mineral.
                                                  Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
                                                  cultura com intervalo de 14 dias.




                                                                         BULA_HOROS_BR_14062023_v01

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MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do HOROS BR poderá ser efetuada através de pulverização terrestre e aérea. A boa cobertura
de todos os tecidos da parte aérea das plantas, é fundamental para o sucesso do controle das doenças,
independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do
equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a
aplicação é conduzida, devem definir o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a serem
utilizados.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
O HOROS BR deve ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamentos terrestres tratorizados,
equipados com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão
adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de
trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que apresentem pouca deriva:
•    Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
•    Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
•    Volume de calda:
     • Soja: 200 L/ha;

APLICAÇÃO ÁEREA:
O HOROS BR deve ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo
bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou
semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a média. O equipamento de
aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em
especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições
atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo
situa-se entre 2 a 4 metros acima da cultura, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as
aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo,
porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de
evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como
orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.

MODO DE PREPARO DA CALDA:
Para as aplicações terrestre e aérea, colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do
tanque de pulverização. Em seguida, adicionar HOROS BR e o adjuvante nas doses recomendadas,
completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a
aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais
como:
• Temperatura ambiente até 30ºC;
• Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
• Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.



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INTERVALO DE SEGURANÇA:
Soja ................................................................................................................................................................... 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de
culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação
e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer produto utilizado no controle de doenças de forma inadequada pode ficar menos efetivo ao longo do
tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas
(FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando com isso prolongar a vida
útil dos fungicidas e também manter sua performance:
      • Fungicidas específicos com o mesmo modo de ação, da mesma classe e com alto risco de
          resistência em alvos específicos, não devem ser utilizados em aplicações consecutivas no mesmo
          ciclo da cultura.
      • Fazer a alternância e a rotação entre produtos de contato e produtos com modo de ação específico
          (sistêmicos).
      • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o
          manejo de resistência.
      • Informações sobre possíveis casos de resistência devem ser encaminhados para o Ministério da
          Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




                                                                                                                                 BULA_HOROS_BR_14062023_v01

                                                                                                                                                          Página 5 de 15
RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-DA-
SOJA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática para retardar a queda de
eficácia dos fungicidas ao fungo causador da Ferrugemasiática da soja, seguem algumas recomendações:

● Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura, rotacionando os mecanismos de ação distintos
do Grupo C3, G1 sempre que possível; Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo
isoladamente;
● Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
● Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada
região (adotar estratégia de escape);
● Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
● Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
● Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior
penetração e melhor cobertura do fungicida;
● Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema,
outros controles culturais etc.
● Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de
doenças a ser controlado;
● Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
● Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
● Realizar o monitoramento da doença na cultura;
● Adotar estratégia de aplicação preventiva;
● Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
● Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
● Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
● Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê
de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).


            GRUPO                             C3                         FUNGICIDA
            GRUPO                             G1                         FUNGICIDA

O produto fungicida HOROS BR é composto por PICOXISTROBINA + TEBUCONAZOL, que apresenta
mecanismo de ação respiração e biossíntese de esterol em membranas, pertencente ao Grupo C3, G1
segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).




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                       DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
   boca.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
   socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
   alcance de crianças e de animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
   macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
   compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
   borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e
   filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral e luvas
   de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
   manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas
   de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa de produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
   tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
   compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
   borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe
   P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de
   nitrila;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
   manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas
   de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
   até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize
   os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
   trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar
   contaminação.




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-   Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
    touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
-   Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-   Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas
    utilizar luvas e avental impermeável.
-   Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-   Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-   Não reutilizar a embalagem vazia.
-   No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento
    hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
-   Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
    manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas
    de segurança.



                                                                       Nocivo se ingerido
                                ATENÇÃO                                Pode ser nocivo em contato com a pele
                                                                       Nocivo se inalado
                                                                       Provoca irritação ocular grave


PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: PRODUTO EXTREMAMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS. Em caso de contato,
lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro
olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
 A pessoa que ajudar deverá proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

                                 - INTOXICAÇÕES POR HOROS BR -

                                      INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico            PICOXISTROBINA: Estrobilurina;
                         TEBUCONAZOL: Triazol;
Classe Toxicológica      (De acordo com o aprovado pelo órgão responsável pela Saúde Humana –
                         ANVISA/MS)
Vias de exposição        Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Toxicocinética           Picoxistrobina: A principal rota de absorção é pela via oral. Após a
                         administração oral do produto, 70 a 80% do produto é absorvido rapidamente
                         e metabolizado. Após a absorção o produto é amplamente distribuído, com os
                         maiores níveis de resíduos encontrados no fígado, rins, sistema
                         gastrintestinal, sangue e ossos. A picoxistrobina é metabolizada, resultando
                         na formação de no mínimo 42 metabólitos. A principal rota metabólica é a
                         hidrólise éster e conjugação com ácido glicurônico. Os principais metabólitos
                         identificados foram estudados toxicologicamente e não foram considerados
                         relevantes quando comparados ao composto de origem e sua toxicologia.
                         Acima de 95% do produto é eliminado em 5 dias (quando da administração de
                         doses baixas). A principal via de eliminação é a fecal/biliar (78% em machos e
                         61% em fêmeas). Tebuconazol: Em experimentos com ratos, foi rapidamente
                         absorvido, rnetabolizado e excretado. A distribuição foi ampla nos tecidos e-
                         órgãos. O pico plasmático foi alcançado entre (0,3 - 1,7)h; a vida média



                                                                              BULA_HOROS_BR_14062023_v01

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                    plasmática foi de (32-52)h. O metabolismo incluiu principalmente processos
                    de hidrólise, oxidação e conjugação com ácido glucorônico e sulfatos. Cerca
                    de (86-98)% da dose administrada foi excretada, -em forma de metabólitos,
                    em 72 horas pela bile, fezes e em menor proporção pela urina; no ar expirado
                    a concentração foi mínima. Não apresentou bioacumulação.
Toxicodinâmica      Picoxistrobina: As estrubilurinas inibem a respiração celular ligando-se a um
                    local específico nas mitocôndrias, o local de oxidação do quinol (ou do
                    ubiquinol) do citocromo b, e desse modo a transferência de elétrons entre o
                    citocromo b e c cessa, o que leva a diminuição da taxa de oxidação do NADH
                    (dinucleotídeo de nicotinamida e adenina) e síntese do ATP (adenosina
                    trifosfato). Tebuconazol: É um inibidor da síntese do ergosterol em vegetais.
                    Não se conhecem bem os mecanismos de toxicidade em humanos. E um
                    potente indutor do sistema enzimático hepático citocromo P450. Estudos
                    especiais in vitro, em culturas de células de ratos, suínos e humanos e
                    estudos in vivo em ratos mostraram que é um potente inibidor da atividade
                    aromatase (enzima responsável pela conversão da testosterona e
                    androestenediona em esteróides sexuais femininos como o estradiol).
Sintomas e sinais   Picoxistrobina: Ainda há pouca informação sobre efeitos clínicos em
clínicos            indivíduos expostos a Picoxistrobina. Esses indivíduos devem ser submetidos
                    a uma avaliação minuciosa do histórico clínico e exames físicos que
                    identifiquem qualquer anormalidade. Tebuconazol: Em humanos há irritação
                    dérmica leve e não há sinais de toxicidade sistêmica. Pode ocorrer irritação
                    ocular após a exposição ao triazol. Baseado nos estudos de toxicidade animal
                    do ingrediente ativo tebuconazol, pode haver efeitos tóxicos nos seguintes
                    órgãos: baço, fígado, adrenal e cristalino dos olhos. Quando ingerido o
                    produto pode acarretar distúrbios no comportamento, respiração e
                    movimentos não coordenados. Quando inalado, o produto pode causar
                    diminuição da motilidade do trato respiratório.
Diagnóstico         O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
                    clínico compativel. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de
                    intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do
                    tratamento à confirmação laboratorial.
Tratamento          Não há antídoto específico.
                    Remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias
                    respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
                    Exposição oral: Em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
                    - Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária.
                    . Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1
                    hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito
                    lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
                    . Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou
                    alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e
                    hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
                    - Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
                    absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h)
                    - Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão).
                    - Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12) anos e 1 g/kg
                    em < 1 ano;
                    - Não provocar vômito, se ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
                    - Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas
                    permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário.
                    Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias.
                    Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria
                    ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24
                    horas após o desaparecimento dos sintomas.
                    Exposição Inalatória: Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação,
                    bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate




                                                                        BULA_HOROS_BR_14062023_v01

                                                                                       Página 9 de 15
                          broncoespasmo com beta2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral
                          ou parenteral.
                          Exposição Ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de
                          água ou salina 0,9%, à teniperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se
                          os sintomas persistirem, encaminhar o paciente ara o especialista.
                          Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas é lave a área exposta
                          com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista
                          caso a irritação ou dor persistirem.
                          Cuidados para os prestadores de Primeiros Socorros:
                          - Evitar aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar e
                          equipamento de reanimação manual (Ambú).
                          - Usar equipamentos de proteção: para evitar contato cutâneo; ou inalatório
                          com o produto.
Contra-indicações         A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
                          aspiração, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do
                          nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para
                          evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das interações    Não há efeitos sinérgicos relatados em humanos.
químicas
ATENÇÃO                   Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico
                          e tratamento, ligue apara o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
                          Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                          RENACIAT – ANVISA/MS
                          As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
                          Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de
                          Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique ao Sistema de Notificação em
                          Vigilância Sanitária (Notivisa).
                          Telefone de Emergência da Empresa: 0800-200-2345
                          Endereço Eletrônico da Empresa: www.adama.com


MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens toxicocinética e mecanismos de toxicidade no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral (ratos fêmeas) > 300 mg/kg p.c.
DL50 dérmica (machos e fêmeas): >4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória (machos e fêmeas): = 2,56 mg/L de ar.
Irritação ocular: Produto extremamente irritante para os olhos de coelhos.
Irritação dérmica: Pouco irritante para a pele de coelhos.
Sensibilização cutânea: Não causou sensibilização dérmica em cobaias.
Mutagenicidade: Produto não mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
PICOXISTROBINA: Após exposição crônica em ratos e camundongos houve diminuição do ganho de peso,
consumo alimentar e conversão alimentar. Não houve evidências de carcinogenicidade, alterações
reprodutivas ou teratogenicidade. O produto não mostrou evidências de genotoxicidade/mutagenicidade nos
estudos realizados "in vitro" e "in vivo".

TEBUCONAZOL: Na exposição crônica em ratos e camundongos, o órgão-alvo foi o fígado. Em cães
provocou alterações hematológicas e opacidades corneais e lenticulares. Não foi genotóxico nem
mutagênico. Entretanto, foi observado incremento na incidência de tumores benignos e malignos hepáticos
(camundongos). Estudos in vitro e in vivo indicaram efeitos de desregulação endócrina nas glândulas
adrenais (ratos, cães). Tebuconazol provocou toxicicidade reprodutiva (redução na espermatogênese em
camundongos) e sobre o desenvolvimento (a doses tóxicas maternas) tais como: alterações ósseas e
faciais nos fetos e diminuição de peso neonatal (ratos), abortos pós-implantação e malformações fetais
como peromelia (coelhos); fenda palatina e costelas supernumerárias (camundongos).




                                                                              BULA_HOROS_BR_14062023_v01

                                                                                            Página 10 de 15
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Peixes e Microcrustáceos).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
 - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa ADAMA BRASIL S/A através do telefone da
empresa: 0800-400-7070.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá
e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais




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utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ETC.,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do        tanque    de     pulverização,      em      posição     vertical, durante  30     segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.




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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.



TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA




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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadasas
embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser
armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
Distribuição.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa,pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emi􀆟da no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente u􀆟lizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo devalidade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo devalidade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo deum ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plás􀆟co transparente (EmbalagensPadronizadas –
modelo ABNT), devidamente iden􀆟ficado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nosCanais de
distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.




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                                                                                          Página 14 de 15
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro
de 2019.




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