Fumitoxin- B
Bequisa Indústria Química do Brasil Ltda.
Inseticida fumigante
fosfeto de alumínio (inorgânico precursor de fosfina) (570 g/kg)

Informações

Número de Registro
4207
Marca Comercial
Fumitoxin- B
Formulação
FW - Fumigante em Grânulos
Ingrediente Ativo
fosfeto de alumínio (inorgânico precursor de fosfina) (570 g/kg)
Titular de Registro
Bequisa Indústria Química do Brasil Ltda.
Classe
Inseticida fumigante
Modo de Ação
Fumigante de ação total
Classe Toxicológica
Categoria 1 – Produto Extremamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Arroz - Armazenado
Sitophilus oryzae
Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-das-grãos-armazenados
Café
Araecerus fasciculatus
Caruncho-das-tulhas; Caruncho-do-café
Farinha-de-trigo - Armazenada
Tribolium castaneum
Besouro-castanho
Feijão
Acanthoscelides obtectus
Caruncho-do-feijão; Gorgulho-do-feijão
Fumo
Lasioderma serricorne
Bicho-do-fumo; Carruncho-do-fumo
Milho - Armazenado
Sitophilus zeamais
Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-do-milho
Milho - Armazenado
Sitotroga cerealella
Traça-dos-cereais; Tínea-dos-cereais
Trigo
Rhizopertha dominica
Besourinho

Conteúdo da Bula

                                    FUMITOXIN B – Modelo de Bula 08/01/24 - V001/24

                                               MODELO DE BULA




                                                   FUMITOXIN-B®
                        Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 004207

COMPOSIÇÃO:
Aluminium phosphide (FOSFETO DE ALUMÍNIO)..............................................570 g/kg (57% m/m)
Outros ingredientes.....................................................................................430 g/kg (43% m/m)

               GRUPO                                       24A                                 INSETICIDA

PESO LÍQUIDO: Vide Rótulo
CLASSE: Inseticida fumigante
GRUPO QUÍMICO: Inorgânico precursor de fosfina.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Fumigante (FU)

TITULAR DO REGISTRO (*):
BEQUISA INDÚSTRIA QUIMICA DO BRASIL LTDA
Av. Antônio Bernardo, 3950 - Gleba 37 – Pq. Industrial Imigrantes
Cj. Residencial Humaitá - CEP: 11349-380 - São Vicente/SP
Tel.: (13) 3565-1212 – CNPJ: 58.133.703/0001-78
Número de registro do estabelecimento/Estado (SAA/CDA/SP): n° 045
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE / FORMULADOR:
DETIA FREYBERG PRODUKTION GMBH
Dr. Werner Freyberg Strasse 11, D-69514 - Laudenbach – Alemanha

DEGESCH DE CHILE LTDA
Camino Antiguo a Valparaiso, 1321 - Padre Hurtado – Telegante - Santiago – Chile

LONGKOU CITY CHEMICAL PLANT
Siping, Langao, Longkou City – 265709 - Shandong – China
FORMULADOR / MANIPULADOR:
BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA.
Av. Antônio Bernardo, 3950 - Gleba 37 – Pq. Industrial Imigrantes
Cj. Residencial Humaitá - CEP: 11349-380 - São Vicente/SP
Tel.: (13) 3565-1212 – CNPJ: 58.133.703/0001-78
Número de registro do estabelecimento/Estado (SAA/CDA/SP): n° 045

             Nº do lote ou da partida:
             Data de fabricação:                                         VIDE EMBALAGEM
             Data de vencimento:

        ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA
                              CONSERVE-OS EM SEU PODER.
      É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. É
                    OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                        CORROSIVO PARA METAIS, ESPECIALMENTE AO COBRE.
                 INFLAMÁVEL ESPONTANEAMENTE A PARTIR DE 26 g DE GÁS FOSFINA / m³.


                 Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil)

       CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 1 - PRODUTO EXTREMAMENTE TÓXICO.
               CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                    CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

 Altura da faixa: 15% da altura da impressão   Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199C        Pictogramas: 50% da altura da faixa




                                                                                                                                  1/ 11
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INSTRUÇÕES DE USO:
Os envelopes de FUMITOXIN-B®, assim que distribuídos manualmente ou com o auxílio de uma
correia transportadora, iniciam lentamente a liberação do gás fosfina, cuja taxa de maior ou
menor grau de desprendimento, varia com a temperatura e umidade do ambiente e do produto
armazenado a ser fumigado. Este detalhe é determinante para estabelecer a dosagem e o tempo
de exposição.
Geralmente, os envelopes são consumidos em 2 a 3 dias durante uma fumigação normal.

Veja TABELA DE DOSAGENS E PERÍODOS DE FUMIGAÇÃO E DE AERAÇÃO.

Desde que cumpridos os procedimentos estabelecidos nesta bula, os produtos fumigados não
são afetados pela fosfina, quanto a sua qualidade, sabor, coloração e propriedades
organolépticas.


Culturas / pragas controladas: FUMITOXIN-B® é um inseticida fumigante indicado para o
controle (fumigação) de pragas que atacam grãos e cereais armazenados a granel ou
ensacados, em depósitos, armazéns, silos, “containers”, porões de navio, etc.; de folhas de fumo
em fardos, engradados ou em barricas; para fumigação espacial de depósitos, armazéns e
moinhos vazios no controle das seguintes pragas:

 Culturas                    Nome Comum                        Nome científico
 ARROZ                       Caruncho-dos-cereais              Sitophilus oryzae
                                                               Araecerus fasciculatus
 CAFÉ                        Caruncho-do-café
                             Besouro-castanho                  Tribolium castaneum
 FARINHA DE TRIGO
                             Caruncho-do-feijão                Acanthoscelides obtectus
 FEIJÃO
 FUMO                        Bicho-do-fumo                     Lasioderma serricorne
                             Traça-dos-cereais                 Sitotroga cerealella
 MILHO
                             Caruncho-dos-cereais              Sitophilus zeamais
 TRIGO                       Besourinho                        Rhizopertha dominica

DOSE:
                     Produto                             Dosagem do Ingrediente Ativo
 Grãos a granel (silos, depósitos, armazéns)
 Grãos, fumigação espacial
                                                                2g PH3/ ton ou m3
 Folhas de fumo em fardos, engradados ou em
 barricas


                               Cálculo da dosagem desejada:
1. Cada envelope de 34 g libera 11,3 g de fosfina
Dosagem desejada: 2g fosfina/ton ou m3
Sendo 11,3 g: 2g = 5,65 ton ou m3

2. Cada manta de 3.400 g libera 1.130 g de fosfina
Dosagem desejada: 2g fosfina/ton ou m3
Sendo 1.130 g: 2g = 565 ton ou m3 de grãos


PERÍODO DE FUMIGAÇÃO:
O período mínimo de fumigação depende de inúmeros fatores, dentre os quais podemos citar os
principais:
1 – Do tipo de produto a ser fumigado;
2 – Da espécie de praga e de seu nível de infestação;
3 – Da temperatura da massa de grãos, produtos ou do espaço a ser fumigado;
4 – Do teor de umidade da massa de grãos, produtos ou do espaço a ser fumigado.




                                                                                                        2/ 11
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Algumas espécies de pragas ou seus estágios de desenvolvimento são mais resistentes à ação
da fosfina do que outras, determinando um período de fumigação mais longo. Assim,
recomendamos os seguintes períodos de fumigação, para diferentes condições de temperatura:

                                                                       PERÍODO MÍNIMO DE
  TEMPERATURA                   TIPO DE FUMIGAÇÃO
                                                                          FUMIGAÇÃO
   Abaixo de 10ºC           Não se recomenda a fumigação.                     NI
                       Produtos armazenados a granel em silos e
                                                                                   12 dias
                         armazéns graneleiros ou granelizados.
 Entre 10ºC e 20ºC
                        Produtos armazenados ensacados, em
                                                                                5 a 12 dias
                          fardos, em armazéns convencionais.
                         Produtos a granel em silos e armazéns
                                                                                   10 dias
                              graneleiros ou granelizados.
   Acima de 20ºC
                           Produtos ensacados em armazéns
                                                                                5 a 10 dias
                                    convencionais.
NI – não indicado

OBS: Os períodos mínimos de fumigação estabelecidos acima não devem ser reduzidos.
Períodos mais longos apresentam, inclusive, maiores benefícios quanto a eficácia do processo
do controle de pragas.

Para fumigações de produtos com teor de umidade inferior a 10%, recomendamos aumentar o
período de fumigação por até 3 dias, para todas as condições acima estabelecidas.

PERÍODO DE AERAÇÃO:
                     Produto                                   Período de Aeração
 Grãos a granel e ensacados e fumo em fardos                         2 dias
 Fumo em caixas                                                      3 dias

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O número, a época e o intervalo de aplicação entre uma fumigação e outra, é determinado pelo
grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela
armazenagem.

MODO DE APLICAÇÃO:
Para a fumigação de:
• Grãos a granel em silos, depósitos, armazéns, etc.: distribuir os envelopes manualmente ou
com o auxílio de uma correia transportadora, conforme a quantidade necessária calculada
previamente, durante o processo de fumigação. Os envelopes são introduzidos na massa de
grãos, sobre a superfície da mesma, observando o cuidado em sinalizar o local para posterior
remoção;
• Grãos ensacados, folhas de fumo em fardos, engradados ou em barricas, armazenados
em depósitos/armazéns sob encerados ou lonas plásticas: distribuir os envelopes ou mantas
entre as pilhas de sacarias, engradados, fardos e/ou barricas, compostas de uma dezena ou
centena de envelopes ligados em série, na dosagem necessária conforme o volume de
sacarias/embalagens/fardos armazenados;
• Depósitos, armazéns, “containers”, silos e moinhos vazios (fumigação espacial): distribuir
os envelopes ou mantas, na dosagem necessária, conforme a capacidade cúbica da instalação.

OBS: Anotar o número exato de envelopes ou mantas distribuídos em cada instalação, para que
o mesmo número possa ser coletado e desativado após o período de fumigação.

RECOMENDAÇÕES GERAIS:
Antes de manusear e aplicar o produto, ler atentamente as instruções de uso expressas no rótulo
da embalagem e na respectiva bula:
• Verificar as condições gerais de vedação dos locais (Armazéns, Silos, Depósitos, etc.) e das
lonas a serem utilizadas para o processo de fumigação lembrando que as mesmas devem ser
próprias para essa operação (NUNCA UTILIZAR LONAS RECICLADAS), procedendo a correção
de todas as falhas que podem levar a vazamentos de fosfina e que possam comprometer o
resultado da fumigação, além dos riscos de segurança com os trabalhadores.
• Os materiais a serem utilizados para a vedação e correção dos locais que permitam o
vazamento do gás fosfina devem garantir essa vedação adequada.




                                                                                                        3/ 11
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• Para a vedação das “câmaras de fumigação”, feitas com lonas plásticas próprias para essa
operação, utilizar cobras de areia, fitas adesivas ou outro método que apresente o mesmo
resultado da eficácia na vedação.
• Calcular a dosagem a ser utilizada na operação de fumigação em função do volume (m3) de
produto ou espaço a ser fumigado. Lembrando que as condições de armazenamento com a
temperatura dos produtos e espaços a serem fumigados, bem como o teor de umidade dos
mesmos, devem ser observados, tendo em vista estabelecer o período de fumigação.
• Distribuir os envelopes conforme as características do processo de fumigação, descrito no item
referente ao Modo de Aplicação, seguindo as dosagens e períodos mínimos de fumigação
indicadas nos respectivos capítulos referentes às recomendações desta bula.
• Todas as áreas que estiverem sob fumigação devem estar devidamente identificadas por meio
de avisos de advertência: “PERIGO - ÁREA SOB FUMIGAÇÃO”.
• A entrada de pessoas nestas áreas DEVE SER EXPRESSAMENTE PROIBIDA. Caso haja
absoluta necessidade de entrada de pessoas, fazê-lo sempre em duplas de profissionais,
devidamente equipados e protegidos com Equipamentos de Proteção Individual, indicados para
operações de fumigação.
• Encerrado o período de fumigação as áreas isoladas deverão ter as vedações removidas,
observando o período mínimo de aeração, conforme indicado no item referente à Período de
Aeração. Essa operação deve ser realizada sempre em duplas de profissionais, devidamente
equipados e protegidos com Equipamentos de Proteção Individual, indicados para operações de
fumigação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
4 dias para todas as culturas.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre no local que está em processo de fumigação antes do término do processo de
aeração.
A reentrada de pessoas ou a reocupação de áreas fumigadas somente pode ser efetuada
após o término do processo de aeração, quando a concentração de fosfina (PH3) estiver
abaixo do limite de 0,23 ppm, constatado através de aparelho medidor de gás fosfina.
Caso seja necessário, use exaustores e/ou ventiladores para facilitar a aeração do local.
Se houver absoluta necessidade de entrada na área antes do término do intervalo de reentrada,
essa intervenção deve ser realizada por trabalhador capacitado para isso, que deve utilizar os
mesmos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação do produto. Garanta a presença de, no mínimo, um segundo trabalhador protegido
como o operador, que disponha de equipamento que permita a retirada segura e imediata do
operador em caso de incidente. Reduza o tempo de operação ao mínimo indispensável.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Os envelopes de FUMITOXIN-B® são de uso restrito apenas para a fumigação de grãos,
  cereais e folhas de fumo armazenadas em silos, armazéns, depósitos, etc., e para a fumigação
  espacial das mesmas dependências vazias, devidamente vedadas. O LOCAL DE
  ARMAZENAGEM DEVE SER SINALIZADO COM O SÍMBOLO DA CAVEIRA E ESCRITO
  PRODUTOS TÓXICOS;
• Os envelopes de FUMITOXIN-B®, quando expostos ao ar livre, liberam gás venenoso;
• O produto deve ser manipulado somente por pessoal treinado e bem familiarizado com o uso e
  com as medidas de segurança para fumigantes tóxicos;
• Guardar o produto na sua embalagem original, em dependências frescas, bem ventiladas e
  trancadas a chave, fora do alcance de crianças, animais ou pessoas não autorizadas;
• MANTER O PRODUTO LONGE DE ÁGUA, FOGO OU LÍQUIDOS AFINS;
• Não abra as embalagens, exceto para uso imediato;
• NÃO INALE O GÁS;
• As instalações sob fumigação somente devem ser adentradas em caso de absoluta
  emergência e somente com proteção de máscara contra gases;
• Dependências adjacentes a depósitos, armazéns, silos sob fumigação devem ser mantidos
  ventilados;
• A FUMIGAÇÃO NUNCA DEVE SER FEITA EM PRÉDIOS HABITADOS.
• Inflamável espontaneamente no ar à concentração acima de 26 g/m³.
• A fosfina é corrosiva para a maioria dos metais, especialmente ao cobre e metais nobres, em
  consequência da reação da fosfina com os mesmos. Os aparelhos que contenham cobre, tais
  como motores elétricos, cabos condutores de eletricidade, interruptores elétricos, sistemas de
  alarme, sistemas eletrônicos e outros, podem sofrer danos. Dessa forma, antes de iniciar a
  fumigação verificar atentamente a presença desses aparelhos e protegê-los devidamente da
  ação da fosfina.


                                                                                                        4/ 11
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• Somente iniciar a fumigação após certificar-se que a área está completamente livre de pessoas
  não autorizadas e de animais.
• Sob temperaturas inferiores a 10ºC não se recomenda a fumigação. Sempre considerar a
  temperatura sob a lona de fumigação, diferente daquela medida externamente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM                             DA      EMBALAGEM                OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O inseticida FUMITOXIN-B® pertence ao grupo 24A (Inibidores do Complexo IV da cadeia de
transporte de elétrons na mitocôndria) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do
mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas
culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do FUMITOXIN-B® como uma ferramenta útil de manejo de
pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou
reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 24A. Sempre rotacionar com
produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
• Usar FUMITOXIN-B® ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um
“intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do FUMITOXIN-B® ou outros produtos
do Grupo 24A quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das
pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária
(www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Qualquer agente de controle de pragas e doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo
devido ao desenvolvimento de resistência. Para tanto, deve-se utilizar a rotação de produtos com
mecanismos de ação distintos, somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação
recomendados no rótulo/bula.




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                  DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:


     ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
        USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Recomenda-se que a fumigação não seja feita a menos de 50 metros de residências e outros
locais de permanência de pessoas.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: vestimenta em tecido de brim ou similar, com mangas compridas; calçado de segurança;
máscara facial inteira ou semi-facial, com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK
contra gases ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos
em que for utilizada a máscara semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
- Proteja a instalação elétrica do local de fumigação: a fosfina reage fortemente com o cobre dos
fios elétricos.
- Agrega-se ao produto substâncias que alertam sobre a presença de gases tóxicos, com odor
característico de alho ou de peixe, que não são percebidos por todas as pessoas e não
garantem a ausência de gases tóxicos no ar.
- Garanta sistemas de emergência e primeiros socorros adequados.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI). Os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: vestimenta em tecido de brim ou
similar, com mangas compridas; calçado de segurança; máscara facial inteira ou semi-facial,
com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores
orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a
máscara semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, mantenha o rosto afastado e faça-o de modo a evitar dispersão de
poeira.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Somente iniciar a fumigação após certificar-se que a área está completamente livre de pessoas
não autorizadas e de animais.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo após o término do período de fumigação).
- Coloque avisos evidentes na área de aplicação do produto, desde o momento da aplicação do
produto até o fim do processo de aeração, para evitar acidentes com outras pessoas não
implicadas na operação. Os avisos deverão ter no mínimo as seguintes informações: -
Fumigante utilizado; - Nome do responsável pela fumigação; - Data e hora do início e do fim da
fumigação; - Telefone de emergência.



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- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI). Os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: vestimenta em tecido de brim ou
similar, com mangas compridas; calçado de segurança; máscara facial inteira ou semi-facial,
com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores
orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a
máscara semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não.
- As roupas e equipamentos contaminados com poeira devem ser escovados em local arejado e
encaminhados para lavagem / descontaminação.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA. Manter os
avisos até o final do intervalo de reentrada (término do processo de aeração).
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas até o término
do intervalo de reentrada (término do processo de aeração).
- A reentrada de pessoas ou a reocupação de áreas fumigadas somente pode ser efetuada após
o término do processo de aeração, quando a concentração de fosfina (PH3) estiver abaixo do
limite de 0,23 ppm, constatado através de aparelho medidor de gás fosfina.
- Se houver absoluta necessidade de entrada na área antes do término do intervalo de
reentrada, essa intervenção deve ser realizada por trabalhador capacitado para isso, que deve
utilizar os mesmos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso
durante a aplicação do produto. Garanta a presença de, no mínimo, um segundo trabalhador
protegido como o operador, que disponha de equipamento que permita a retirada segura e
imediata do operador em caso de incidente. Reduza o tempo de operação ao mínimo
indispensável.
- Observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo após o término do período de
fumigação).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
- Não coloque a roupa de trabalho em locais fechados como casas ou automóveis.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Lave-as com água em
abundância e, em seguida, com sabão neutro. OBS: para ambientes onde haja relação de
trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
seco e trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Mantenha a embalagem longe do fogo e umidade.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): vestimenta em
tecido de brim ou similar, com mangas compridas; calçado de segurança; máscara facial inteira
ou semi-facial, com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e
vapores orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a
máscara semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: óculos (quando for utilizada a máscara semi-facial); máscara; calçado; vestimenta; luvas.
- A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente
protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

                                                        Fatal se ingerido.
                                                        Fatal se inalado.
                                                        Nocivo em contato com a pele
                                             PERIGO     Pode provocar danos ao SNC, coração,
                                                        pulmões, TGI, fígado e rins.
                                                        Pode provocar danos ao SNC e pulmões
                                                        por exposição repetida ou prolongada.




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PRIMEIROS SOCORROS:
Em caso de acidente siga as orientações abaixo e procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a
embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
INALAÇÃO: ATENÇÃO! FATAL SE INALADO. Em caso de inalação, leve a pessoa para um local aberto e ventilado e verifique se
respira livremente. Se não estiver respirando ou estiver com dificuldade, faça imediatamente respiração artificial utilizando uma
Unidade Manual de Respiração Artificial.
INGESTÃO: ATENÇÃO! FATAL SE INGERIDO. Em caso de ingestão, não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo
ocorra espontaneamente não devendo ser evitado. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado para evitar que
aspire resíduos. Não dê nada para beber ou comer.
PELE: ATENÇÃO! NOCIVO EM CONTATO COM A PELE: Em caso de contato com a pele, elimine a poeira com água corrente
em abundância durante 3 a 5 minutos, em seguida lave com sabão neutro.
OLHOS: Em caso de contato com os olhos, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos. Manter as pálpebras
abertas de modo a garantir o enxágue adequado dos olhos. Retirar lentes de contato, caso estejam sendo utilizadas. Consultar um
oftalmologista caso se desenvolva irritação.
CABELO: Em caso de contato com o cabelo, elimine a poeira com água corrente em abundância durante 3 a 5 minutos, em
seguida lave com sabão neutro.
Em caso de intoxicação: remova a pessoa intoxicada da área de contaminação, retire equipamentos, roupas e outros adereços
da vítima; coloque-os dentro de dois sacos plásticos bem fechados e encaminhe para que sejam escovados em lugar arejado e,
em seguida, para lavagem. Mantenha a vítima aquecida (sobretudo idosos e crianças).

INFORMAÇÕES MÉDICAS:
 Grupo químico                        Inorgânico precursor de fosfina.
 Classe toxicológica                  CATEGORIA 1 – PRODUTO EXTREMAMENTE TÓXICO.
 Potenciais vias de exposição         Oral e inalatória.
                                      Absorção: As intoxicações ocorrem por inalação e ingestão. A fosfina
                                      praticamente não é absorvida pela pele. No organismo, ela se transforma em
                                      ácido fosfórico e em fosfatos. A inalação durante uma hora de aproximadamente
 Toxicocinética                       300 ml/m3 de ar é mortal para seres humanos. A concentração máxima
                                      admissível em lugares de trabalho durante uma jornada de oito horas é de 0,23
                                      ppm (0,3 mg/m3). Excreção: A fosfina é eliminada pela expiração, contudo sua
                                      principal via de excreção é urinária sob forma principalmente de hipofosfito.
                                      O produto em contato com a umidade do ar inicia lentamente a liberação do gás
                                      fosfina. O mecanismo de ação tóxica não está bem estabelecido, mas
                                      possivelmente seja através da fosforilação de enzimas. A fosfina atua como
 Toxicodinâmica
                                      veneno, bloqueando importantes sistemas enzimáticos dentro das células do
                                      organismo, principalmente cardíacas e pulmonares. As elevadas concentrações
                                      alteram a hemoglobina, sem causar hemólise.
                                      A exposição aguda ao produto pode causar efeitos sobre o aparelho respiratório,
                                      sistema nervoso central, trato gastrointestinal, rins, aparelho cardiovascular e
                                      olhos. No aparelho respiratório ele pode causar irritação pulmonar grave, tosse,
                                      cianose, dispneia e edema pulmonar. No sistema nervoso central pode causar
 Sintomas e sinais clínicos           cefaleia, tontura, parestesias, fadiga, ataxia, letargia, torpor, convulsões,
                                      tremores, coma e morte. Sobre o TGI os efeitos são náusea, vômito, icterícia,
                                      necrose hepática centro lobular, hepatoesplenomegalia e íleo paralítico. Os
                                      sintomas cardiovasculares são arritmia, hipotensão, taquicardia e insuficiência
                                      cardíaca congestiva. Também pode causar oligúria, anúria e diplopia. A
                                      exposição crônica pode causar bronquite, distúrbio motor e da fala, fraqueza,
                                      anorexia e alteração da função hepática. Em casos mais graves podem ocorrer
                                      fraturas espontâneas e necrose mandibular.
                                      O diagnóstico é feito pela sintomatologia clínica associada ao histórico de
 Diagnóstico                          exposição significativa ao produto. Não há exame laboratorial específico para o
                                      diagnóstico.
 Antídoto                             Não há antídoto específico. O tratamento é sintomático e de manutenção.
                                      O tratamento é sintomático. Em caso de ingestão, administre carvão ativado de 1
                                      a 2 g/kg para crianças e de 50 a 100 g em dose única para adultos. Atenção aos
                                      sintomas tardios semelhantes aos da intoxicação por via respiratória. Verifique a
                                      permeabilidade das vias respiratórias e administre O2 suplementar. Administre
                                      broncodilatador, em caso de broncoespasmos, faça intubação endotraqueal em
                                      caso de comprometimento respiratório. Tratar o edema pulmonar. Monitorizar a
                                      função renal e hepática, em caso de insuficiência renal, faça hemodiálise. Em
 Tratamento                           caso de hipotensão, use vasopressores e administre fluidos endovenosos. Em
                                      caso de convulsões use diazepnicos. Em caso de alterações cardíacas use
                                      digoxina ou bloqueadores de cálcio (conforme necessário), gluconato de cálcio e
                                      sulfato de magnésio 25%. Pacientes que inalaram quantidades importantes de
                                      fosfina devem ficar em observação por 72 horas ou mais, devido ao risco de
                                      edema pulmonar e lesões hepáticas tardias. Pacientes sem sintomatologia
                                      devem ficar em observação durante seis horas e orientados para voltar em caso
                                      de aparecimento de alterações de seu estado de saúde.
 Contraindicações                     A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração pulmonar.
 Efeitos sinérgicos                   Não são conhecidos efeitos sinérgicos.
                                      Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
 Telefones de emergência              tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
 para informações médicas             Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                      (RENACIAT/ANVISA/MS).
                                      As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e


                                                                                                                                 8/ 11
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                                    Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação
                                    de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o caso no Sistema de
                                    Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                                    BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA.
                                    Telefone de Emergência da empresa: 0800-014-1149.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Ação: a fosfina atua como veneno, bloqueando importantes sistemas enzimáticos dentro das células do organismo,
principalmente cardíacas e pulmonares. As elevadas concentrações alteram a hemoglobina, sem causar hemólise.
Absorção: os envenenamentos ocorrem por inalação e ingestão. A fosfina praticamente não é absorvida pela pele.
No organismo, ela se transforma em ácido fosfórico e em fosfatos. A inalação durante uma hora de
aproximadamente 300 mL/m3 de ar é mortal para os seres humanos. A concentração máxima admissível em lugares
de trabalho durante uma jornada de oito horas é de 0,23 ppm (0,3 mg/m3).
Excreção: a fosfina é eliminada pela expiração, contudo sua principal via de excreção é urinária sob forma
principalmente de hipofosfito.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Agudos:
Sintomas vagos de cansaço, sonolência, tremores, tosse e posteriormente dores gástricas, vômitos, diarreia, arritmia
cardíaca, dispneia, dores de cabeça, hipotensão arterial, edema pulmonar, colapso cardiovascular e choque.
Aparelho respiratório: irritação pulmonar severa, tosse, cianose, dispneia, edema pulmonar. Sistema nervoso central:
cefaleia, tonturas, parestesias, fadiga, ataxia, letargia, torpor, convulsões, tremores, coma, morte. Trato
gastrointestinal: náuseas, vômito, icterícia, necrose hepática centrolobular, hepatosplenomegalia, íleo paralítico.
Renal: oligúria e anúria. Olhos: diplopia. Aparelho cardiovascular: necrose miocárdica total, arritmia, hipotensão,
taquicardia, insuficiência cardíaca congestiva.

Crônicos:
Aparelho respiratório: bronquite. Sistema nervoso central: distúrbio motor e da fala. Pele: hiperemia e
hipersensibilidade. Aparelho esquelético: fraturas espontâneas, necrose mandibular. Sangue: anemia, leucopenia.
Condições gerais: perda de peso, fraqueza e anorexia. Dados laboratoriais: alterações de funções hepáticas,
acidose, aumento de ureia urinária e da bilirrubina, hematúria e proteinúria.

RESULTADOS DOS ESTUDOS TOXICOLÓGICOS:
DL50 oral para ratos: 8,7 mg/kg.
DL50 cutânea para ratos: 1300 + ou - 206 mg/kg.
CL50 inalatória para ratos (4 horas): 11 ppm (0,015 mg/L).
Corrosão / irritação cutânea para coelhos: não classificado.
Corrosão / irritação ocular para coelhos: não classificado.
Sensibilização cutânea para cobaias: não classificado.


PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE.

• Este produto é:
 - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
 - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
 - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
 - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Os equipamentos e terminais elétricos devem ser protegidos, pois a Fosfina é corrosiva ao cobre e a
maioria dos metais.
• O produto pode se inflamar espontaneamente quando atingir a concentração de 26g/m3. Em contato
com o calor e umidade o produto libera vapores inflamáveis, que podem elevar a temperatura no local e
causar auto-ignição.
• Em contato com o fogo pode haver ruptura das embalagens lacradas e o produto reagir com a umidade
atmosférica produzindo o fosfeto de hidrogênio ou fosfina.
• Não lave embalagens em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

– Instruções de armazenamento do produto, visando sua conservação e prevenção contra
acidentes.

• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• Não estocar sob condições úmidas ou que possam adquirir umidade.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.


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• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

– Instruções em caso de acidentes.
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL
LTDA., telefone de emergência número (13) 3565-1212.
• Utilize o EPI (óculos protetores, máscara de proteção respiratória com filtro próprio para o gás Fosfina,
macacão de mangas compridas, proteção para a cabeça, luvas e botas de borracha). Não respire o
gás.
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
         Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente hermético
e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a
empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para a sua devolução e destinação final.
        Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e identificado devidamente. Contate a empresa registrante
conforme indicado acima.
        Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão
e da quantidade do produto envolvido.

• Em caso de incêndio, isole a área e despeje sobre o fogo areia seca, extintor de CO2 ou efetuar
ventilação com ar, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

Procedimentos de lavagem, armazenamento, devolução, transporte e destinação de embalagens
vazias e restos de produtos impróprios para utilização ou em desuso.

– Embalagens FLEXÍVEIS

– ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

•       Armazenamento da embalagem vazia
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual
deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

•       Devolução da embalagem vazia
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.

- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.

- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

•      Transporte
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de Distribuição.



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– Embalagens secundárias (não contaminadas)

• ESTAS EMBALAGENS NÃO PODEM SER LAVADAS

– Armazenamento das embalagens vazias
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

– Devolução das embalagens vazias
• É obrigatória a devolução das embalagens vazias, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

– Transporte
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

– Destinação final das embalagens vazias.
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

Efeitos sobre o meio ambiente decorrentes da destinação inadequada da embalagem vazia e
restos de produtos

• A destinação final das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

– Produtos Impróprios para Utilização ou em Desuso.
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• A desativação do pó residual é feita através de reação química com água e detergente ou surfactante.

– Transporte de agrotóxicos, componentes e afins.
• Transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL.
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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