Fumi-Strip
Bequisa Indústria Química do Brasil Ltda.
Inseticida fumigante
fosfeto de magnésio (inorgânico precursor de fosfina) (560 g/kg)

Informações

Número de Registro
696
Marca Comercial
Fumi-Strip
Formulação
TB - Tabletes
Ingrediente Ativo
fosfeto de magnésio (inorgânico precursor de fosfina) (560 g/kg)
Titular de Registro
Bequisa Indústria Química do Brasil Ltda.
Classe
Inseticida fumigante
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 1 – Produto Extremamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Altamente Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Fumo
Lasioderma serricorne
Bicho-do-fumo; Carruncho-do-fumo
Trigo - Armazenado
Sitophilus zeamais
Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-do-milho
Trigo - Armazenado
Sitotroga cerealella
Traça-dos-cereais; Tínea-dos-cereais

Conteúdo da Bula

                                    FUMI-STRIP – Modelo de Bula 08/01/24 - V001/24


                                                           MODELO DE BULA



                                                                FUMI-STRIP®

                         Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob Nº 00696

COMPOSIÇÃO:
Magnesium Phosphide (FOSFETO DE MAGNÉSIO).....................................................560 g/kg (56% m/m)
Outros ingredientes...........................................................................................................440 g/kg (44% m/m)

                   GRUPO                                                24A                                       INSETICIDA
                                                        PESO LÍQUIDO: Vide Rótulo

                                                  CLASSE: Inseticida fumigante
                                           GRUPO QUÍMICO: Inorgânico precursor de fosfina
                                             TIPO DE FORMULAÇÃO: Fumigante (FU)

                                            TITULAR DO REGISTRO (*):
                             BEQUISA INDÚSTRIA QUIMICA DO BRASIL LTDA
                       Av. Antônio Bernardo, 3950 - Gleba 37 – Pq. Industrial Imigrantes
                         Cj. Residencial Humaitá - CEP: 11349-380 - São Vicente/SP
                            Tel.: (13) 3565-1212 – CNPJ: 58.133.703/0001-78
                     Número de registro do estabelecimento/Estado (SAA/CDA/SP): n° 045
                              (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
                                             FABRICANTE / FORMULADOR:
                                         DETIA FREYBERG PRODUKTION GmbH
                            Dr. Werner Freyberg Strasse, 11 – D69514 – Laudenbach – Alemanha
                                                  MANIPULADOR:
                             BEQUISA INDÚSTRIA QUIMICA DO BRASIL LTDA
                       Av. Antônio Bernardo, 3950 - Gleba 37 – Pq. Industrial Imigrantes
                         Cj. Residencial Humaitá - CEP: 11349-380 - São Vicente/SP
                            Tel.: (13) 3565-1212 – CNPJ: 58.133.703/0001-78
                     Número de registro do estabelecimento/Estado (SAA/CDA/SP): n° 045

                             Nº do lote ou da partida:
                             Data de fabricação:                                           VIDE EMBALAGEM
                             Data de vencimento:

          ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA
                              E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
        É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                     É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                         CORROSIVO PARA METAIS, ESPECIALMENTE AO COBRE.
                  INFLAMÁVEL ESPONTANEAMENTE A PARTIR DE 26g DE GÁS FOSFINA / m³.

                 Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil)

        CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 1- PRODUTO EXTREMAMENTE TÓXICO.
                CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                     CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE.


          Altura da faixa: 15% da altura da impressão    Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199C    Pictogramas: 50% da altura da faixa




                                                                                                                                            1/9
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INSTRUÇÕES DE USO:
As tiras de FUMI-STRIP®, assim que deslacradas dos respectivos invólucros, iniciam lentamente a liberação
do gás fosfina, cuja taxa de maior ou menor grau de desprendimento, varia de acordo com a temperatura e
umidade do ambiente e do produto armazenado a ser fumigado. Este detalhe é determinante para
estabelecer a dosagem e o tempo de exposição. Geralmente, as tiras de FUMI-STRIP® são consumidas em
3 dias (72 horas) durante uma fumigação normal.

Veja TABELA DE DOSAGENS E TEMPO DE EXPOSIÇÃO.

Desde que cumpridos os procedimentos estabelecidos nesta bula, os produtos fumigados não são afetados
pela fosfina, quanto a sua qualidade, sabor, coloração e propriedades organolépticas.

CULTURAS / PRAGAS CONTROLADAS:
As tiras de FUMI-STRIP® são mundialmente empregadas para a fumigação de:

                                                   Nome comum                         Nome científico
 Grãos de trigo armazenados a granel      Gorgulho, Caruncho-dos-cereiais        Sitophilus zeamais
 ou ensacados                             Traça-dos-cereais                      Sitotroga cerealella
 Fumo armazenado em fardos,
                                          Bicho-do-fumo                          Lasioderma serricorne
 engradados ou em barricas
                                          Gorgulho, Caruncho-dos-cereiais        Sitophilus zeamais
 Silos, armazéns, depósitos e moinhos     Traça-dos-cereais                      Sitotroga cerealella
 vazios (fumigação espacial)
                                          Bicho-do-fumo                          Lasioderma serricorne


DOSES, TEMPO DE EXPOSIÇÃO E DE AERAÇÃO:
                                                                           Tempo*
                                                  Concentração do                                 Tempo de
        Produto                Dosagem                                    Mínimo de
                                                   Princípio Ativo                                 Aeração
                                                                          Exposição
 Trigo ensacado            1 – 3 tiras / 600m3      1,5 – 3,0 g/m3
                                                                            72 horas                3 horas
 Trigo a granel           1 – 3 tiras / 300 ton     1,5 – 3,0 g/m3
 Fumo em fardos,
 engradados ou em          ½ - 1 tira / 600m3       1,5 – 3,0 g/m3          72 horas          Fardos: 48 horas
 barricas                                                                                     Outros: 72 horas
 Depósitos, moinhos
 vazios, etc.              1 – 3 tiras / 600m3      1,5 – 3,0 g/m3                                  2 horas
                                                                            72 horas
 (Fumigação espacial)

 OBSERVAÇÕES:
 - MANTENHA O PRODUTO LONGE DE ÁGUA E LÍQUIDOS AFINS.
 - Em casas de fumo, moinhos e outros espaços, colocar as tiras esticadas no chão, nos corredores entre
 a sacaria e fardos, de forma que o gás possa se espalhar para os lados.

* TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Calculado para condições de temperaturas acima de 12ºC e 60% de umidade
relativa do ar.
OBS:
Temperaturas abaixo de 5ºC – Tempo de exposição = 15 dias
Temperaturas de 5 a 12ºC – Tempo de exposição = 4 dias
Cada tira fumigante é composta de 20 tabletes. Cada 20 tabletes (1 tira) liberam 660g de fosfina.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O número, a época e o intervalo de aplicação entre uma fumigação e outra, é determinado pelo grau de
reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem.

MODO DE APLICAÇÃO:
Os seguintes procedimentos são necessários antes de aplicar o produto:

1. Fumigação de grãos de trigo ensacados e fumo em fardos, armazenados em armazéns e
depósitos:
- Verificar as condições de vedação do armazém ou depósito, procedendo à vedação de todas as aberturas
e entradas, para evitar a fuga do gás, resultando numa maior eficiência na fumigação.

                                                                                                                   2/9
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OBS: Não havendo condições para uma perfeita vedação, cobrir as pilhas ou “pallets” de sacos com
encerados ou lonas plásticas, vedando o beiral dos encerados ou lonas com cobras de areia.

- Calcular a área do armazém/depósito e o volume do produto armazenado como verificar a temperatura
ambiental e o teor de umidade do ar, para se determinar a dosagem (nº de tiras) a ser usada, de acordo
com a Tabela de Dosagem.

- De acordo com a dosagem calculada, distribuir as tiras deslacradas no chão, nos corredores entre as
pilhas ou “pallets”. As tiras podem ser também dispostas nos vãos da sacaria empilhada.

- Afixar avisos na parte externa do armazém/depósito: PERIGO – ÁREA SOB FUMIGAÇÃO.

2. Fumigação Espacial (Armazéns, depósitos, moinhos vazios):
- Verificar as condições de vedação armazém/depósito/moinho, procedendo à vedação de todas as
aberturas e entradas para evitar a fuga do gás.

- Calcular a área e o volume do armazém/depósito/moinho, bem como anotar a temperatura e o teor de
umidade do ar interno, para determinar a dosagem (nº de tiras) a ser usada, de acordo com a Tabela de
Dosagem.

- De acordo com a dosagem calculada, distribuir as tiras deslacradas no chão.
OBS: Quando da distribuição das tiras no chão do armazém ou depósito, sob nenhuma hipótese, estas
devem entrar em contato com a água, sob pena de entrarem imediatamente em combustão e liberarem o
gás.

- Distribuir as tiras de tal forma que, após a fumigação, possam ser facilmente recuperadas e contadas.

- Afixar avisos na parte externa do armazém/depósito/moinho: PERIGO - ÁREA SOB FUMIGAÇÃO.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
O intervalo de segurança para a fumigação das culturas indicadas é de 4 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre no local que está em processo de fumigação antes do término do processo de aeração.
A reentrada de pessoas ou a reocupação de áreas fumigadas somente pode ser efetuada após o
término do processo de aeração, quando a concentração de fosfina (PH3) estiver abaixo do limite de
0,23 ppm, constatado através de aparelho medidor de gás fosfina.
Caso seja necessário, use exaustores e/ou ventiladores para facilitar a aeração do local.
Se houver absoluta necessidade de entrada na área antes do término do intervalo de reentrada, essa
intervenção deve ser realizada por trabalhador capacitado para isso, que deve utilizar os mesmos
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação do produto.
Garanta a presença de, no mínimo, um segundo trabalhador protegido como o operador, que disponha de
equipamento que permita a retirada segura e imediata do operador em caso de incidente. Reduza o tempo
de operação ao mínimo indispensável.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Inflamabilidade: Inflamável espontaneamente no ar à concentração acima de 26 g/m³.
- Corrosividade: A fosfina é corrosiva para a maioria dos metais, especialmente ao cobre e metais nobres,
em consequência da reação da fosfina com os mesmos. Os aparelhos que tenham cobre, tais como
motores elétricos, cabos condutores de eletricidade, interruptores elétricos, sistemas de alarme, sistemas
eletrônicos e outros, podem sofrer danos. Dessa forma, antes de iniciar a fumigação verificar atentamente a
presença desses aparelhos e protegê-los devidamente da ação da fosfina.
- Somente iniciar a fumigação após certificar-se que a área está completamente livre de pessoas não
  autorizadas e de animais.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.



                                                                                                                  3/9
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida FUMI-STRIP® pertence ao grupo 24A (Inibidores do Complexo IV da cadeia de transporte de
elétrons na mitocôndria) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode
aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do FUMI-STRIP® como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução
da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 24A. Sempre rotacionar com produtos
   de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
• Usar FUMI-STRIP® ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
  aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do FUMI-STRIP® ou outros produtos do Grupo 24A
  quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
  controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como controle
  biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
  para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o
  IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Qualquer agente de controle de pragas e doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao
desenvolvimento de resistência. Para tanto, deve-se utilizar a rotação de produtos com mecanismos de
ação distintos, somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.


                          DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:


                ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
                   USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Recomenda-se que a fumigação não seja feita a menos de 50 metros de residências e outros locais de permanência
de pessoas.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de
animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
crianças e animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: vestimenta em
tecido de brim ou similar, com mangas compridas; calçado de segurança; máscara facial inteira ou semi-facial, com filtro
próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); óculos de
segurança (apenas nos casos em que for utilizada a máscara semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não.

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- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza,
conservação e descarte do EPI danificado.
- Proteja a instalação elétrica do local de fumigação: a fosfina reage fortemente com o cobre dos fios elétricos.
- Agrega-se ao produto substâncias que alertam sobre a presença de gases tóxicos, com odor característico de alho ou
de peixe, que não são percebidos por todas as pessoas e não garantem a ausência de gases tóxicos no ar.
- Garanta sistemas de emergência e primeiros socorros adequados.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI). Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados
devem ser vestidos na seguinte ordem: vestimenta em tecido de brim ou similar, com mangas compridas; calçado de
segurança; máscara facial inteira ou semi-facial, com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases
ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a máscara
semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, mantenha o rosto afastado e faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio, em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Somente iniciar a fumigação após certificar-se que a área está completamente livre de pessoas não autorizadas e de
animais.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo após o
término do período de fumigação).
- Coloque avisos evidentes na área de aplicação do produto, desde o momento da aplicação do produto até o fim do
processo de aeração, para evitar acidentes com outras pessoas não implicadas na operação. Os avisos deverão ter no
mínimo as seguintes informações: - Fumigante utilizado; - Nome do responsável pela fumigação; - Data e hora do início
e do fim da fumigação; - Telefone de emergência.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado
o produto.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI). Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados
devem ser vestidos na seguinte ordem: vestimenta em tecido de brim ou similar, com mangas compridas; calçado de
segurança; máscara facial inteira ou semi-facial, com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases
ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a máscara
semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não.
- As roupas e equipamentos contaminados com poeira devem ser escovados em local arejado e encaminhados para
lavagem / descontaminação.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA. Manter os avisos até o final do
intervalo de reentrada (término do processo de aeração).
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do
término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso
durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas até o término do intervalo de
reentrada (término do processo de aeração).
- A reentrada de pessoas ou a reocupação de áreas fumigadas somente pode ser efetuada após o término do processo
de aeração, quando a concentração de fosfina (PH3) estiver abaixo do limite de 0,23 ppm, constatado através de
aparelho medidor de gás fosfina.
- Se houver absoluta necessidade de entrada na área antes do término do intervalo de reentrada, essa intervenção deve
ser realizada por trabalhador capacitado para isso, que deve utilizar os mesmos Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação do produto. Garanta a presença de, no mínimo, um segundo
trabalhador protegido como o operador, que disponha de equipamento que permita a retirada segura e imediata do
operador em caso de incidente. Reduza o tempo de operação ao mínimo indispensável.
- Observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo após o término do período de fumigação).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Não coloque a roupa de trabalho em locais fechados como casas ou automóveis.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Lave-as com água em abundância e, em seguida, com sabão neutro.
OBS: para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local seco e trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
- Mantenha a embalagem longe do fogo e umidade.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): vestimenta em tecido de brim ou
similar, com mangas compridas; calçado de segurança; máscara facial inteira ou semi-facial, com filtro próprio para gás
fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas
nos casos em que for utilizada a máscara semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos (quando
for utilizada a máscara semi-facial); máscara; calçado; vestimenta; luvas.
- A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
                                                                                                                           5/9
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- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função
do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.



                                                                           Fatal se ingerido.
                                                                           Fatal se inalado.
                                                                           Nocivo em contato com a pele
                                                            PERIGO         Pode provocar danos ao SNC, coração,
                                                                           pulmões, TGI, fígado e rins.
                                                                           Pode provocar danos ao SNC e pulmões por
                                                                           exposição repetida ou prolongada.



PRIMEIROS SOCORROS:
Em caso de acidente siga as orientações abaixo e procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a
embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
INALAÇÃO: ATENÇÃO! FATAL SE INALADO. Em caso de inalação, leve a pessoa para um local aberto e ventilado e verifique se
respira livremente. Se não estiver respirando ou estiver com dificuldade, faça imediatamente respiração artificial utilizando uma
Unidade Manual de Respiração Artificial.
INGESTÃO: ATENÇÃO! FATAL SE INGERIDO. Em caso de ingestão, não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo
ocorra espontaneamente não devendo ser evitado. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado para evitar que
aspire resíduos. Não dê nada para beber ou comer.
PELE: ATENÇÃO! NOCIVO EM CONTATO COM A PELE: Em caso de contato com a pele, elimine a poeira com água corrente
em abundância durante 3 a 5 minutos, em seguida lave com sabão neutro.
OLHOS: Em caso de contato com os olhos, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos. Manter as pálpebras
abertas de modo a garantir o enxágue adequado dos olhos. Retirar lentes de contato, caso estejam sendo utilizadas. Consultar um
oftalmologista caso se desenvolva irritação.
CABELO: Em caso de contato com o cabelo, elimine a poeira com água corrente em abundância durante 3 a 5 minutos, em
seguida lave com sabão neutro.
Em caso de intoxicação: remova a pessoa intoxicada da área de contaminação, retire equipamentos, roupas e outros adereços
da vítima; coloque-os dentro de dois sacos plásticos bem fechados e encaminhe para que sejam escovados em lugar arejado e,
em seguida, para lavagem. Mantenha a vítima aquecida (sobretudo idosos e crianças).

INFORMAÇÕES MÉDICAS:
 Grupo químico       Inorgânico precursor de fosfina.
 Classe toxicológica CATEGORIA 1 – PRODUTO EXTREMAMENTE TÓXICO.
 Potenciais vias de
                     Oral e inalatória.
 exposição
                     Absorção: As intoxicações ocorrem por inalação e ingestão. A fosfina praticamente não é
                     absorvida pela pele. No organismo, ela se transforma em ácido fosfórico e em fosfatos. A
                     inalação durante uma hora de aproximadamente 300 ml/m3 de ar é mortal para seres
 Toxicocinética      humanos. A concentração máxima admissível em lugares de trabalho durante uma
                     jornada de oito horas é de 0,23 ppm (0,3 mg/m3). Excreção: A fosfina é eliminada pela
                     expiração, contudo sua principal via de excreção é urinária sob forma principalmente de
                     hipofosfito.
                     O produto em contato com a umidade do ar inicia lentamente a liberação do gás fosfina. O
                     mecanismo de ação tóxica não está bem estabelecido, mas possivelmente seja através da
 Toxicodinâmica      fosforilação de enzimas. A fosfina atua como veneno, bloqueando importantes sistemas
                     enzimáticos dentro das células do organismo, principalmente cardíacas e pulmonares. As
                     elevadas concentrações alteram a hemoglobina, sem causar hemólise.
                     A exposição aguda ao produto pode causar efeitos sobre o aparelho respiratório, sistema
                     nervoso central, trato gastrointestinal, rins, aparelho cardiovascular e olhos. No aparelho
                     respiratório ele pode causar irritação pulmonar grave, tosse, cianose, dispneia e edema
 Sintomas e sinais   pulmonar. No sistema nervoso central pode causar cefaleia, tontura, parestesias, fadiga,
 clínicos            ataxia, letargia, torpor, convulsões, tremores, coma e morte. Sobre o TGI os efeitos são
                     náusea, vômito, icterícia, necrose hepática centro lobular, hepatoesplenomegalia e íleo
                     paralítico. Os sintomas cardiovasculares são arritmia, hipotensão, taquicardia e
                     insuficiência cardíaca congestiva. Também pode causar oligúria, anúria e diplopia. A
                     exposição crônica pode causar bronquite, distúrbio motor e da fala, fraqueza, anorexia e
                     alteração da função hepática. Em casos mais graves podem ocorrer fraturas espontâneas
                     e necrose mandibular.
                     O diagnóstico é feito pela sintomatologia clínica associada ao histórico de exposição
 Diagnóstico
                     significativa ao produto. Não há exame laboratorial específico para o diagnóstico.
 Antídoto            Não há antídoto específico. O tratamento é sintomático e de manutenção.
                     O tratamento é sintomático. Em caso de ingestão, administre carvão ativado de 1 a 2 g/kg
                     para crianças e de 50 a 100 g em dose única para adultos. Atenção aos sintomas tardios
                     semelhantes aos da intoxicação por via respiratória. Verifique a permeabilidade das vias
                     respiratórias e administre O2 suplementar. Administre broncodilatador, em caso de
                     broncoespasmos, faça intubação endotraqueal em caso de comprometimento respiratório.
 Tratamento
                     Tratar o edema pulmonar. Monitorizar a função renal e hepática, em caso de insuficiência
                     renal, faça hemodiálise. Em caso de hipotensão, use vasopressores e administre fluidos
                     endovenosos. Em caso de convulsões use diazepnicos. Em caso de alterações cardíacas
                     use digoxina ou bloqueadores de cálcio (conforme necessário), gluconato de cálcio e
                     sulfato de magnésio 25%. Pacientes que inalaram quantidades importantes de fosfina

                                                                                                                                  6/9
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                           devem ficar em observação por 72 horas ou mais, devido ao risco de edema pulmonar e
                           lesões hepáticas tardias. Pacientes sem sintomatologia devem ficar em observação
                           durante seis horas e orientados para voltar em caso de aparecimento de alterações de
                           seu estado de saúde.
 Contraindicações          A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração pulmonar.
 Efeitos sinérgicos        Não são conhecidos efeitos sinérgicos.
                           Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento,
                           ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                           Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
 Telefones de
                           (RENACIAT/ANVISA/MS).
 emergência para
                           As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
 informações
                           Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
 médicas
                           Notificação (SINAN/MS). Notifique o caso no Sistema de Notificação em Vigilância
                           Sanitária (Notivisa).
                           BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA.
                           Telefone de Emergência da empresa: 0800-014-1149.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Ação: a fosfina atua como veneno, bloqueando importantes sistemas enzimáticos dentro das células do organismo,
principalmente cardíacas e pulmonares. As elevadas concentrações alteram a hemoglobina, sem causar hemólise.
Absorção: os envenenamentos ocorrem por inalação e ingestão. A fosfina praticamente não é absorvida pela pele. No
organismo, ela se transforma em ácido fosfórico e em fosfatos. A inalação durante uma hora de aproximadamente 300
mL/m3 de ar é mortal para os seres humanos. A concentração máxima admissível em lugares de trabalho durante uma
jornada de oito horas é de 0,23 ppm (0,3 mg/m3).
Excreção: a fosfina é eliminada pela expiração, contudo sua principal via de excreção é urinária sob forma
principalmente de hipofosfito.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Agudos:
Sintomas vagos de cansaço, sonolência, tremores, tosse e posteriormente dores gástricas, vômitos, diarreia, arritmia
cardíaca, dispneia, dores de cabeça, hipotensão arterial, edema pulmonar, colapso cardiovascular e choque. Aparelho
respiratório: irritação pulmonar severa, tosse, cianose, dispneia, edema pulmonar. Sistema nervoso central: cefaleia,
tonturas, parestesias, fadiga, ataxia, letargia, torpor, convulsões, tremores, coma, morte. Trato gastrointestinal: náuseas,
vômito, icterícia, necrose hepática centrolobular, hepatosplenomegalia, íleo paralítico. Renal: oligúria e anúria. Olhos:
diplopia. Aparelho cardiovascular: necrose miocárdica total, arritmia, hipotensão, taquicardia, insuficiência cardíaca
congestiva.

Crônicos:
Aparelho respiratório: bronquite. Sistema nervoso central: distúrbio motor e da fala. Pele: hiperemia e hipersensibilidade.
Aparelho esquelético: fraturas espontâneas, necrose mandibular. Sangue: anemia, leucopenia. Condições gerais: perda
de peso, fraqueza e anorexia. Dados laboratoriais: alterações de funções hepáticas, acidose, aumento de ureia urinária
e da bilirrubina, hematúria e proteinúria.

RESULTADOS DOS ESTUDOS TOXICOLÓGICOS:
DL50 oral para ratos: 8,7 mg/kg.
DL50 cutânea para ratos: 1300 + ou - 206 mg/kg.
CL50 inalatória para ratos (4 horas): 11 ppm (0,015 mg/L).
Corrosão / irritação cutânea para coelhos: não classificado.
Corrosão / irritação ocular para coelhos: não classificado.
Sensibilização cutânea para cobaias: não classificado.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL:

• Este Produto é:
 - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
 - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
 - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
 - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Os equipamentos e terminais elétricos devem ser protegidos, pois a Fosfina é corrosiva ao cobre e a
maioria dos metais.
• O produto pode se inflamar espontaneamente quando atingir a concentração de 26g/m3. Em contato com
o calor e umidade o produto libera vapores inflamáveis, que podem elevar a temperatura no local e causar
auto-ignição.
• Em contato com o fogo pode haver ruptura das embalagens lacradas e o produto reagir com a umidade
atmosférica produzindo o fosfeto de hidrogênio ou fosfina.
• Não lave embalagens em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
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• Não utilize equipamentos com vazamento.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• Não estocar sob condições úmidas ou que possam adquirir umidade.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve sempre haver recipientes disponíveis (saco plástico transparente padronizado e com lacre - modelo
ABNT). Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA,
telefone de emergência número (13) 3565-1212.
• Utilize o EPI (óculos protetores, máscara de proteção respiratória com filtro próprio para o gás Fosfina,
macacão de mangas compridas, proteção para a cabeça, luvas e botas de borracha). Não respire o gás.
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

− Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente hermético e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a
empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para a sua devolução e destinação final.

− Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e identificado devidamente. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.

− Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.

• Em caso de incêndio, isole a área e despeje sobre o fogo areia seca, extintor de CO2 ou efetuar ventilação
com ar, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO
OU EM DESUSO.

EMBALAGEM FLEXÍVEL:

• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

– ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.




– DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA



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• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim de
seu prazo de validade.



– EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS)

• ESTAS EMBALAGENS NÃO PODEM SER LAVADAS
– Armazenamento das embalagens vazias
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

– Devolução das embalagens vazias
• É obrigatória a devolução das embalagens vazias, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

– Transporte
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

– Destinação final das embalagens vazias.
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

− Efeitos sobre o meio ambiente decorrentes da destinação inadequada da embalagem vazia e
restos de produtos.
• A destinação final das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

– Produtos Impróprios para Utilização ou em Desuso.
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita espalhando o mesmo sobre uma lona própria para expurgo, deixando o
produto em repouso para facilitar o desprendimento e a dispersão do gás fosfina.

– Transporte de agrotóxicos, componentes e afins.
• Transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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