Fitter
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Fungicida
ciprodinil (anilinopirimidina) (375 g/kg) + fludioxonil (fenilpirrol) (250 g/kg)
Informações
Número de Registro
22120
Marca Comercial
Fitter
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
ciprodinil (anilinopirimidina) (375 g/kg) + fludioxonil (fenilpirrol) (250 g/kg)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Não Classificado - Produto Não Classificado
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Acelga
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Acerola
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Agrião
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Alface
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Algodão
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco
Alho
Botrytis cinerea
Mofo cinzento
Alho
Colletotrichum circinans
Antracnose
Alho
Sclerotium cepivorum
Podridão-branca
Almeirão
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Ameixa
Botrytis cinerea
Mofo - cinzento
Ameixa
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Ameixa
Monilinia fructicola
Podridão-parda
Amendoim
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Amora
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Amora
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Batata
Rhizoctonia solani
Crosta-preta; Damping-off; Tombamento
Batata
Streptomyces scabies
Sarna comum
Caju
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Canola
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo branco
Caqui
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento; Podridão-da-flor
Caqui
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Carambola
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Cebola
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento; Podridão-da-flor
Cebola
Colletotrichum gloeosporioides f.sp cepae
Antracnose-dos-frutos; Mal-de-sete-voltas
Cebola
Sclerotium cepivorum
Podridão-branca
Chalota
Botrytis cinerea
Mofo cinzento
Chalota
Sclerotium cepivorum
Podridão-branca
Chicória
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Citros
Colletotrichum acutatum
Antracnose; Podridão-floral-dos-citros
Ervilha
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Espinafre
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Feijão
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento; Mofo-cinzento-das-vagens; Podridão-da-flor
Feijão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão
Colletotrichum truncatum
Antracnose
Feijão
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Feijão
Sclerotium rolfsii
Murcha-de-Sclerotium
Feijão-caupi
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Feijão-caupi
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão-caupi
Colletotrichum truncatum
Antracnose
Feijão-caupi
Sclerotium rolfsii
Mofo cinzento
Feijão-fava
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Feijão-fava
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão-fava
Colletotrichum truncatum
Antracnose
Feijão-fava
Sclerotium rolfsii
Murcha-de-Sclerotium
Feijão-guandu
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Feijão-guandu
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão-guandu
Colletotrichum truncatum
Antracnose
Feijão-guandu
Sclerotium rolfsii
Murcha-de-Sclerotium
Feijão-mungo
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Feijão-mungo
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão-mungo
Colletotrichum truncatum
Antracnose
Feijão-mungo
Sclerotium rolfsii
Murcha-de-Sclerotium
Feijão-vagem
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento; Podridão-da-flor
Feijão-vagem
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão-vagem
Colletotrichum truncatum
Antracnose
Feijão-vagem
Sclerotium rolfsii
Murcha-de-Sclerotium
Figo
Botrytis cinerea
Mofo - Cinzento
Figo
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Framboesa
Botrytis cinerea
Botrytis
Girassol
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-branca; Podridão-de-Sclerotinia
Goiaba
Botrytis cinerea
Mofo-Cinzento
Goiaba
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Grão-de-bico
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Grão-de-bico
Colletotrichum capsici
Antracnose
Grão-de-bico
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Grão-de-bico
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco
Lentilha
Colletotrichum capsici
Antracnose
Lentilha
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Lentilha
Colletotrichum truncatum
Antracnose-da-lentilha
Lentilha
Sclerotium rolfsii
Mofo cinzento
Linhaça
Colletotrichum lini
Antracnose
Mamona
Botryotinia ricini
Mofo-cinzento
Mangaba
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Marmelo
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Marmelo
Monilinia fructicola
Podridão dos frutos ; Podridão parda
Mirtilo
Botrytis cinerea
Mofo - Cinzento
Mirtilo
Colletotrichum acutatum
Antracnose
Morango
Colletotrichum acutatum
Antracnose; Podridão-floral-dos-citros
Mostarda
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Nectarina
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Nectarina
Monilinia fructicola
Podridão-parda
Nêspera
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Nêspera
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Nêspera
Monilinia fructicola
Podridão-parda
Pera
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento; Podridão-da-flor
Pera
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Pera
Monilinia fructicola
Podridão-parda
Pessego
Monilinia fructicola
Podridão-parda
Rosa
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento; Podridão-cinzenta-dos-botões; Podridão-da-flor
Rúcula
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Seriguela
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Soja
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Tomate
Sclerotinia sclerotiorum
Mofo-branco; Podridão-de-Sclerotinia
Uva
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento; Podridão-da-flor
Uva
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose; Podridão-da-uva-madura
Conteúdo da Bula
FITTER
Bula completa – 21.08.2025
<Logomarca da empresa> <Logomarca do produto>
FITTER
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob nº 22120
COMPOSIÇÃO:
Ingrediente Ativo:
4-cyclopropyl-6-methyl-N-phenylpyrimidin-2-amine (Cyprodinil) ........................375 g/kg (37,5%
m/m)
4-(2,2-difluoro-1,3-benzodioxol-4-yl)pyrrole-3-carbonitrile (Fludioxonil) ................250 g/kg (25%
m/m)
Outros Ingredientes:.........................................................................................375 g/kg (37,5%
m/m)
GRUPO D1 FUNGICIDA
GRUPO E2 FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: FUNGICIDA SISTÊMICO E DE CONTATO
GRUPO QUÍMICO: ANILINOPIRIMIDINA E FENILPIRROL
TIPO DE FORMULAÇÃO: GRÂNULOS DISPERSÍVEIS EM ÁGUA (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º
andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 5643-
2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
CYPRODINIL TÉCNICO - Registro MAPA nº 09399:
Syngenta Crop Protection AG - Rue de l'Ile-au-Bois, CH-1870, Monthey, Suíça.
MAXIM TÉCNICO - Registro MAPA nº 05897:
Syngenta Crop Protection AG - Rue de l'Ile-au-Bois, CH-1870, Monthey, Suíça.
Syngenta Crop Protection AG - Werk Schweirzerhalle - Rheinfelderstrasse - CEP: CH 4133 -
Pratteln - Suíça.
Fine Organics Limited - Seal Sands, Middlesbrough, Teesside, TS2 1UB - Reino Unido.
FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda - Rodovia Professor Zeferino Vaz - SP 332, s/nº, km 127,5
– Bairro Santa Terezinha - CEP 13148-915 – Paulínia/SP; Fone: (19) 3874-5800 Fax: (19) 3874-
5800; CNPJ/MF: 60.744.463/0010-80; Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Exwold Technology Limited - PO Box 270, Brenda Road, Hartlepool, TS25 2BW, Reino Unido.
Gowan Milling LLC – 12300 East County 8th Street, Yuma, Arizona 85365, Estados Unidos da
América.
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FITTER
Bula completa – 21.08.2025
O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta.
Nº do Lote ou da Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme
previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL - II – PRODUTO
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Verde PMS Green 347 C
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FITTER
Bula completa – 21.08.2025
INSTRUÇÕES DE USO:
FITTER é um fungicida com ação sistêmica e protetora, que garante um maior espectro de ação
e uma boa cobertura foliar. FITTER é recomendado em aplicações foliares nas seguintes culturas:
acelga, acerola, agrião, alface, algodão, alho, almeirão, ameixa, amendoim, amora, batata, caju,
canola, caqui, carambola, cebola, chalota, chicória, citros, ervilha, espinafre, estévia, feijões
(qualquer espécie de Phaseolus, Vigna e Cajanus), figo, framboesa, girassol, goiaba, grão-
de-bico, lentilha, linhaça, mamona, mangaba, marmelo, mirtilo, morango, mostarda, nectarina,
nêspera, pera, pêssego, rúcula, siriguela, soja, tomate, uva e uva de mesa e em tratamento de
bulbilhos na cultura do alho.
DOENÇAS DOSES
NOME COMUM g/100kg ou VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS DE CALDA
g/ha g/L APLICAÇÃO
(NOME
CIENTÍFICO)
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
Podridão de terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
Sclerotinia 400 L/ha aplicações no início do desenvolvimento
ACELGA 750 – 1000
(Sclerotinia vegetativo. Reaplicar a cada 7 dias,
Aplicação totalizando no máximo 2
sclerotiorum)
aérea: 20 a aplicações/safra.
40L/ha
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
Antracnose 1000 L/ha aplicações no início do florescimento.
ACEROLA (Colletotrichum 750 – 1250 Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no
gloeosporioides) Aplicação máximo 4 aplicações/safra. Sob
aérea: 20 a condições climáticas muito favoráveis à
40L/ha doença utilizar a dose mais alta.
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
Podridão de terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
Sclerotinia 400 L/ha aplicações no início do desenvolvimento
AGRIÃO 750 – 1000
(Sclerotinia vegetativo. Reaplicar a cada 7 dias,
Aplicação totalizando no máximo 2
sclerotiorum)
aérea: 20 a aplicações/safra.
40L/ha
O início das aplicações deve ser feito de
Podridão de forma totalmente preventiva. Iniciar as
Aplicação
Sclerotinia aplicações no início do desenvolvimento
ALFACE 750 a 1000 Terrestre:
(Sclerotinia vegetativo. Reaplicar a cada 7 dias,
400 L/ha
sclerotiorum) totalizando no máximo 2
aplicações/safra.
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
Terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
150 a 200 aplicações após a emissão das primeiras
Mofo Branco
L/ha flores. Reaplicar a cada 7 - 14 dias,
ALGODÃO (Sclerotinia 1000 a 1500 totalizando no máximo 4
sclerotiorum) Aplicação aplicações/safra. Sob condições
aérea: 30 a climáticas muito favoráveis a doença,
40 L/ha utilizar o menor intervalo e a maior dose.
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FITTER
Bula completa – 21.08.2025
DOENÇAS DOSES
NOME COMUM g/100kg ou VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS DE CALDA
g/ha g/L APLICAÇÃO
(NOME
CIENTÍFICO)
O início das aplicações deverá ser
Aplicação
realizado nos primeiros sintomas da
Mofo-cinzento terrestre:
doença. Reaplicar a cada 7 - 14 dias,
400 L/ha
(Botrytis cinerea) totalizando no máximo 4
aplicações/safra. Sob condições
Aplicação
500 a 1000 climáticas muito favoráveis à doença
Terrestre:
ALHO gramas/ 100 utilizar o menor intervalo e a maior dose.
750 – 1000 1500 ml de
kg de O produto deverá ser aplicado em uma
água/ 100kg
bulbilho. única aplicação na forma de tratamento
Antracnose de bulbilhos
de bulbilhos, antes da semeadura da
(Colletotrichum cultura do alho. Utilizar a maior dose para
circinans) Aplicação
situações de maior pressão da doença.
aérea: 20 a
40L/ha
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
Podridão de terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
Sclerotinia 400 L/ha aplicações no início do desenvolvimento
ALMEIRÃO 750 – 1000
(Sclerotinia vegetativo. Reaplicar a cada 7 dias,
Aplicação totalizando no máximo 2
sclerotiorum
aérea: 20 a aplicações/safra.
40L/ha
Mofo-cinzento 100 – 125
g/100 L
(Botrytis cinerea) Aplicação
água
terrestre: O início das aplicações deve ser feito de
Antracnose 800 L/ha forma totalmente preventiva. Iniciar as
AMEIXA 156 g/100 L aplicações no início do florescimento.
(Colletotrichum
água Reaplicar a cada 14 dias, totalizando no
gloeosporioides) Aplicação
aérea: 20 a máximo 5 aplicações/safra.
Podridão-parda 156 g/100 L 40L/ha
(Monilia fructicola) água
O início das aplicações deve ser feito de
Aplicação forma totalmente preventiva. Iniciar as
Podridão de terrestre: aplicações no início do florescimento.
Sclerotinia 1000 L/ha Reaplicar a cada 7 - 10 dias, totalizando
AMENDOIM 1000 – 1250
(Sclerotinia no máximo 2 aplicações/safra. Sob
Aplicação condições climáticas muito favoráveis à
sclerotiorum)
aérea: 20 a doença utilizar o menor intervalo e a
40L/ha maior dose.
Mofo-cinzento O início das aplicações deve ser feito de
750 – 1000 Aplicação
(Botrytis cinerea) terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
1000 L/ha aplicações no início do florescimento.
AMORA Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no
Aplicação máximo 4 aplicações/safra. Sob
Antracnose condições climáticas muito favoráveis à
aérea: 20 a
(Colletotrichum 750 – 1250 40L/ha doença utilizar a dose mais alta.
gloeosporioides)
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FITTER
Bula completa – 21.08.2025
DOENÇAS DOSES
NOME COMUM g/100kg ou VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS DE CALDA
g/ha g/L APLICAÇÃO
(NOME
CIENTÍFICO)
500 a 1000 Aplicar dose única de 0,5 a 1,0 kg/ha no
(sulco de sulco de plantio, ou aplicar duas doses de
Rizoctoniose plantio) 0,25 a 0,5 kg/ha, com a primeira no
plantio e a segunda direcionada ao colo
(Rhizoctonia
250 a 500 planta pré-operação de amontoa. Se
solani)
(sulco de forem necessárias mais aplicações,
plantio + complementar com fungicida(s) de
amontoa) Aplicação outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as
BATATA Terrestre: doses mais baixas sob condições de
100 a 200 menor pressão da doença e utilização de
L/ha variedades tolerantes. Já as doses
Sarna comum maiores, utilizar em situações de maiores
500 a 1000 pressões da doença (utilização de
(Streptomyces
(sulco) variedades mais suscetíveis e/ou
scabies)
histórico da doença na região), associado
a condições climáticas favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
O início das aplicações deve ser feito de
Aplicação
terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
Antracnose aplicações no início do florescimento.
100 – 125 1000 L/ha
CAJU Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no
(Colletotrichum g/100 L
máximo 4 aplicações/safra. Sob
gloeosporioides) água Aplicação
condições climáticas muito favoráveis à
aérea: 20 a
doença utilizar a dose mais alta.
40L/ha
O início das aplicações deve ser feito de
Aplicação forma totalmente preventiva. Iniciar as
terrestre: aplicações no início da diferenciação do
Podridão de 150 –
Sclerotinia capítulo. Reaplicar a cada 7 – 14 dias,
CANOLA 200L/ha
1000 – 1500 totalizando no máximo 3
(Sclerotinia aplicações/safra. Sob condições
sclerotiorum) Aplicação climáticas muito favoráveis à doença
aérea: 20 a utilizar o menor intervalo e a maior dose.
40L/ha
Mofo-cinzento Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
750 – 1000 terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
(Botrytis cinerea)
1000 L/ha aplicações no início do florescimento.
CAQUI Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no
Antracnose Aplicação máximo 4 aplicações/safra. Sob
100 – 125
aérea: 20 a condições climáticas muito favoráveis à
(Colletotrichum g/100 L
40L/ha doença utilizar a dose mais alta.
gloeosporioides) água
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
Antracnose 100 – 125 1000 L/ha aplicações no início do florescimento.
CARAMBOLA (Colletotrichum g/100 L Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no
gloeosporioides) água Aplicação máximo 4 aplicações/safra. Sob
aérea: 20 a condições climáticas muito favoráveis à
40L/ha doença utilizar a dose mais alta.
Antracnose O início das aplicações deverá ser
Aplicação
(Colletotrichum terrestre: realizado nos primeiros sintomas da
gloeosporioides 400 L/ha doença. Reaplicar a cada 7 - 14 dias,
CEBOLA f.sp. cepae) 750 – 1000 totalizando no máximo 4
Aplicação aplicações/safra. Sob condições
Podridão-branco
aérea: 20 a climáticas muito favoráveis à doença
(Sclerotium 40L/ha utilizar o menor intervalo e a maior dose.
cepivorum)
5
FITTER
Bula completa – 21.08.2025
DOENÇAS DOSES
NOME COMUM g/100kg ou VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS DE CALDA
g/ha g/L APLICAÇÃO
(NOME
CIENTÍFICO)
Mofo-cinzento Aplicação O início das aplicações deverá ser
750 – 1000 realizado nos primeiros sintomas da
(Botrytis cinerea) terrestre:
400 L/ha doença. Reaplicar a cada 7 - 14 dias,
CHALOTA totalizando no máximo 4
Podridão-branco Aplicação aplicações/safra. Sob condições
500 – 1000 climáticas muito favoráveis à doença
(Sclerotium g/100 kg de aérea: 20 a
40L/ha utilizar o menor intervalo e a maior dose.
cepivorum) bulbilho
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
Podridão de terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
Sclerotinia 400 L/ha aplicações no início do desenvolvimento
CHICÓRIA 750 – 1000
(Sclerotinia vegetativo. Reaplicar a cada 7 dias,
Aplicação totalizando no máximo 2
sclerotiorum)
aérea: 20 a aplicações/safra.
40L/ha
O início das aplicações deve ser feito de
Podridão floral forma totalmente preventiva. Iniciar as
Aplicação
dos citros aplicações no estádio de palito de
CITROS 250 Terrestre:
(Colletotrichum fósforo. Reaplicar após 7 - 10 dias
2000 L/ha
acutatum) (estádio de cotonete), totalizando no
máximo 2 aplicações/safra.
O início das aplicações deve ser feito de
Aplicação forma totalmente preventiva. Iniciar as
Podridão de terrestre: aplicações no início do florescimento.
Sclerotinia 1000 L/ha Reaplicar a cada 7 - 10 dias, totalizando
ERVILHA 1000 – 1250
(Sclerotinia no máximo 2 aplicações/safra. Sob
Aplicação condições climáticas muito favoráveis à
sclerotiorum)
aérea: 20 a doença utilizar o menor intervalo e a
40L/ha maior dose.
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
Podridão de terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
Sclerotinia 400 L/ha aplicações no início do desenvolvimento
ESPINAFRE 750 – 1000
(Sclerotinia vegetativo. Reaplicar a cada 7 dias,
Aplicação totalizando no máximo 2
sclerotiorum)
aérea: 20 a aplicações/safra.
40L/ha
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
Podridão de terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
Sclerotinia 400 L/ha aplicações no início do desenvolvimento
ESTÉVIA 750 – 1000
(Sclerotinia vegetativo. Reaplicar a cada 7 dias,
Aplicação totalizando no máximo 2
sclerotiorum)
aérea: 20 a aplicações/safra.
40L/ha
Antracnose
(Colletotrichum 1000 – 1250
truncatum) O início das aplicações deve ser feito de
FEIJÕES Aplicação forma totalmente preventiva. Iniciar as
Antracnose terrestre:
(qualquer aplicações no início do florescimento.
espécie de (Colletotrichum 1000 – 1250 1000 L/ha Reaplicar a cada 7 - 10 dias, totalizando
Phaseolus, lindemuthianum) no máximo 2 aplicações/safra. Sob
Aplicação
Vigna e Mofo-cinzento aérea: 20 a condições climáticas muito favoráveis à
Cajanus) 750 – 1000 doença utilizar o menor intervalo e a
(Botrytis cinerea) 40L/ha
maior dose.
Murcha-de-
Sclerotium 1000
(Sclerotium rolfsii)
6
FITTER
Bula completa – 21.08.2025
DOENÇAS DOSES
NOME COMUM g/100kg ou VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS DE CALDA
g/ha g/L APLICAÇÃO
(NOME
CIENTÍFICO)
100 – 125 Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
Mofo-cinzento
g/100 L terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
(Botrytis cinerea) aplicações no início do florescimento.
água 1000 L/ha
FIGO Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no
Antracnose 100 – 125 máximo 4 aplicações/safra. Sob
Aplicação
(Colletotrichum g/100 L aérea: 20 a condições climáticas muito favoráveis à
gloeosporioides) água 40L/ha doença utilizar a dose mais alta.
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
1000 L/ha aplicações no início do florescimento.
Mofo-cinzento
FRAMBOESA 750 – 1000 Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no
(Botrytis cinerea) máximo 4 aplicações/safra. Sob
Aplicação
aérea: 20 a condições climáticas muito favoráveis à
40L/ha doença utilizar a dose mais alta.
O início das aplicações deve ser feito de
forma totalmente preventiva. Iniciar as
Aplicação aplicações no início da diferenciação do
Mofo Branco
Terrestre: capítulo. Reaplicar a cada 7 – 14 dias,
GIRASSOL (Sclerotinia 1000 a 1500 150 a 200 totalizando no máximo 3
sclerotiorum) L/ha aplicações/safra. Sob condições
climáticas muito favoráveis à doença
utilizar o menor intervalo e a maior dose.
100 – 125 Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
Mofo-cinzento forma totalmente preventiva. Iniciar as
g/100 L terrestre:
(Botrytis cinerea) 1000 L/ha aplicações no início do florescimento.
água
GOIABA Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no
Antracnose 100 – 125 Aplicação máximo 4 aplicações/safra. Sob
(Colletotrichum g/100 L aérea: 20 a condições climáticas muito favoráveis à
gloeosporioides) água 40L/ha doença utilizar a dose mais alta.
Mofo-cinzento
750 – 1000
(Botrytis cinerea)
Antracnose O início das aplicações deve ser feito de
(Colletotrichum 1000 – 1250 Aplicação forma totalmente preventiva. Iniciar as
capsici) terrestre: aplicações no início do florescimento.
GRÃO-DE- 1000 L/ha Reaplicar a cada 7 - 10 dias, totalizando
Antracnose
BICO no máximo 2 aplicações/safra. Sob
(Colletotrichum 1000 – 1250 Aplicação condições climáticas muito favoráveis à
lindemuthianum) aérea: 20 a doença utilizar o menor intervalo e a
Podridão de 40L/ha maior dose.
Sclerotinia
1000 – 1250
(Sclerotinia
sclerotiorum)
Antracnose
(Colletotrichum 1000 – 1250
capsici) O início das aplicações deve ser feito de
Antracnose Aplicação forma totalmente preventiva. Iniciar as
terrestre: aplicações no início do florescimento.
(Colletotrichum 1000 – 1250 1000 L/ha Reaplicar a cada 7 - 10 dias, totalizando
LENTILHA lindemuthianum)
no máximo 2 aplicações/safra. Sob
Antracnose Aplicação condições climáticas muito favoráveis à
(Colletotrichum 1000 – 1250 aérea: 20 a doença utilizar o menor intervalo e a
truncatum) 40L/ha maior dose.
Mofo-cinzento
1000
(Sclerotium rolfsii)
7
FITTER
Bula completa – 21.08.2025
DOENÇAS DOSES
NOME COMUM g/100kg ou VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS DE CALDA
g/ha g/L APLICAÇÃO
(NOME
CIENTÍFICO)
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
150 – aplicações no início da diferenciação do
Antracnose
200L/ha capítulo. Reaplicar a cada 7 – 14 dias,
LINHAÇA (Colletotrichum 1000 – 1250 totalizando no máximo 3
lini) aplicações/safra. Sob condições
Aplicação
aérea: 20 a climáticas muito favoráveis à doença
40L/ha utilizar o menor intervalo e a maior dose.
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
150 – aplicações no início da diferenciação do
Mofo-cinzento 200L/ha capítulo. Reaplicar a cada 7 – 14 dias,
MAMONA 750 – 1000
(Botryotinia ricini) totalizando no máximo 3
Aplicação aplicações/safra. Sob condições
aérea: 20 a climáticas muito favoráveis à doença
40L/ha utilizar o menor intervalo e a maior dose.
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
Antracnose 100 – 125 1000 L/ha aplicações no início do florescimento.
MANGABA (Colletotrichum g/100 L Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no
gloeosporioides) água Aplicação máximo 4 aplicações/safra. Sob
aérea: 20 a condições climáticas muito favoráveis à
40L/ha doença utilizar a dose mais alta.
Antracnose Aplicação
156 g/100 L terrestre: O início das aplicações deve ser feito de
(Colletotrichum forma totalmente preventiva. Iniciar as
água 800 L/ha
MARMELO gloeosporioides) aplicações no início do florescimento.
Podridão-parda Aplicação Reaplicar a cada 14 dias, totalizando no
156 g/100 L máximo 5 aplicações/safra.
(Monilia fructicola) água aérea: 20 a
40L/ha
Mofo-cinzento Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
750 – 1000 forma totalmente preventiva. Iniciar as
(Botrytis cinerea) terrestre:
1000 L/ha aplicações no início do florescimento.
MIRTILO Antracnose Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no
Aplicação máximo 4 aplicações/safra. Sob
(Colletotrichum 750 – 1250 condições climáticas muito favoráveis à
acutatum) aérea: 20 a
40L/ha doença utilizar a dose mais alta.
O início das aplicações deve ser feito de
forma totalmente preventiva. Iniciar as
Antracnose Aplicação aplicações no início do florescimento.
MORANGO (Colletotrichum 750 a 1250 Terrestre: Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no
acutatum) 1000 L/ha máximo 4 aplicações/safra. Sob
condições climáticas muito favoráveis à
doença utilizar a dose mais alta.
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
Podridão de terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
Sclerotinia 400 L/ha aplicações no início do desenvolvimento
MOSTARDA 750 – 1000 vegetativo. Reaplicar a cada 7 dias,
(Sclerotinia
Aplicação totalizando no máximo 2
sclerotiorum
aérea: 20 a aplicações/safra.
40L/ha
Mofo-cinzento 100 – 125 Aplicação
g/100 L terrestre: O início das aplicações deve ser feito de
(Botrytis cinerea)
água 800 L/ha forma totalmente preventiva. Iniciar as
NECTARINA aplicações no início do florescimento.
Podridão-parda 156 g/100 L Aplicação Reaplicar a cada 14 dias, totalizando no
(Monilia fructicola) água aérea: 20 a máximo 5 aplicações/safra.
40L/ha
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FITTER
Bula completa – 21.08.2025
DOENÇAS DOSES
NOME COMUM g/100kg ou VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS DE CALDA
g/ha g/L APLICAÇÃO
(NOME
CIENTÍFICO)
Mofo-cinzento 100 – 125
g/100 L Aplicação
(Botrytis cinerea) O início das aplicações deve ser feito de
água terrestre:
Antracnose 800 L/ha forma totalmente preventiva. Iniciar as
NÊSPERA 156 g/100 L aplicações no início do florescimento.
(Colletotrichum
água Aplicação Reaplicar a cada 14 dias, totalizando no
gloeosporioides)
aérea: 20 a máximo 5 aplicações/safra.
Podridão-parda 156 g/100 L 40L/ha
(Monilia fructicola) água
Mofo-cinzento 100 – 125
g/100 L Aplicação
(Botrytis cinerea) O início das aplicações deve ser feito de
água terrestre:
Antracnose 800 L/ha forma totalmente preventiva. Iniciar as
PERA 156 g/100 L aplicações no início do florescimento.
(Colletotrichum
água Aplicação Reaplicar a cada 14 dias, totalizando no
gloeosporioides)
aérea: 20 a máximo 5 aplicações/safra.
Podridão-parda 156 g/100 L 40L/ha
(Monilia fructicola) água
O início das aplicações deve ser feito de
Podridão Parda 156 g/100 Aplicação forma totalmente preventiva. Iniciar as
PÊSSEGO (Monilinia litros de Terrestre: aplicações no início do florescimento.
fructicola) água 800 L/ha Reaplicar a cada 14 dias, totalizando no
máximo 5 aplicações/safra.
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
Podridão de terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
Sclerotinia 400 L/ha aplicações no início do desenvolvimento
RÚCULA 750 – 1000
(Sclerotinia vegetativo. Reaplicar a cada 7 dias,
Aplicação totalizando no máximo 2
sclerotiorum)
aérea: 20 a aplicações/safra.
40L/ha
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
Antracnose 1000 L/ha aplicações no início do florescimento.
SIRIGUELA (Colletotrichum 750 – 1250 Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no
gloeosporioides) Aplicação máximo 4 aplicações/safra. Sob
aérea: 20 a condições climáticas muito favoráveis à
40L/ha doença utilizar a dose mais alta.
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
Terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
150 a 200 aplicações no início do florescimento.
Mofo Branco
L/ha Reaplicar a cada 7 - 14 dias, totalizando
SOJA (Sclerotinia 500 - 1000 no máximo 2 aplicações/safra. Sob
sclerotiorum) Aplicação condições climáticas muito favoráveis à
aérea: 30 a doença utilizar o menor intervalo e a
40 L/ha maior dose.
O início das aplicações deve ser feito de
forma totalmente preventiva. Iniciar as
aplicações no fechamento da cultura ou
Mofo Branco Aplicação
nos primeiros sintomas da doença.
TOMATE (Sclerotinia 500 - 1000 Terrestre:
Reaplicar a cada 7 - 10 dias, totalizando
sclerotiorum) 1000 Lha
no máximo 4 aplicações/safra. Sob
condições climáticas muito favoráveis à
doença utilizar a dose mais alta.
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FITTER
Bula completa – 21.08.2025
DOENÇAS DOSES
NOME COMUM g/100kg ou VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS DE CALDA
g/ha g/L APLICAÇÃO
(NOME
CIENTÍFICO)
O início das aplicações deve ser feito de
forma totalmente preventiva. Iniciar as
Aplicação aplicações no início do florescimento.
Mofo Cinzento 100 – 125
UVA Terrestre: Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no
(Botrytis cinerea) g/100 litros 1000 L/ha máximo 4 aplicações/safra. Sob
condições climáticas muito favoráveis à
doença utilizar a dose mais alta.
Aplicação O início das aplicações deve ser feito de
terrestre: forma totalmente preventiva. Iniciar as
Antracnose 100 – 125 1000 L/ha aplicações no início do florescimento.
UVA DE MESA (Colletotrichum g/100 L Reaplicar a cada 7 dias, totalizando no
gloeosporioides) água Aplicação máximo 4 aplicações/safra. Sob
aérea: 20 a condições climáticas muito favoráveis à
40L/ha doença utilizar a dose mais alta.
MODO DE APLICAÇÃO:
FITTER deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas
registradas.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso
de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta
forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as
condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda,
pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
Aplicação terrestre:
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e
ventos de no máximo 15 km/hora.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Cultura Volume de aplicação
Acelga 400 L/ha
Acerola 1000 L/ha
Agrião 400 L/ha
Alface 400 L/ha
Algodão 150 a 200 L/ha
Alho 400 L/ha
Almeirão 400 L/ha
Ameixa 800 L/ha
Amendoim 1000 L/ha
Amora 1000 L/ha
Batata 100 a 200 L/ha
Caju 1000 L/ha
Canola 150 a 200 L/ha
Caqui 1000 L/ha
Carambola 1000 L/ha
Cebola 400 L/ha
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FITTER
Bula completa – 21.08.2025
Chalota 400 L/ha
Chicória 400 L/ha
Citros 2000 L/ha
Ervilha 1000 L/ha
Espinafre 400 L/ha
Estévia 400 L/ha
Feijões 1000 L/ha
Figo 1000 L/ha
Framboesa 1000 L/ha
Girassol 150 a 200 L/ha
Goiaba 1000 L/ha
Grão-de-bico 1000 L/ha
Lentilha 1000 L/ha
Linhaça 150 a 200 L/ha
Mamona 150 a 200 L/ha
Mangaba 1000 L/ha
Marmelo 800 L/ha
Mirtilo 1000 L/ha
Morango 1000 L/ha
Mostarda 400 L/ha
Nectarina 800 L/ha
Nêspera 800 L/ha
Pera 800 L/ha
Pêssego 800 L/ha
Rúcula 400 L/ha
Siriguela 1000 L/ha
Soja 150 a 200 L/ha
Tomate 1000 L/ha
Uva 1000 L/ha
Uva de mesa 1000 L/ha
Aplicação foliar: A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar
da cultura. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a cultura, de acordo com
a forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo
atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato
cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro
mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20
gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão
de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando
entre 100 a 1000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da
cultura.
11
FITTER
Bula completa – 21.08.2025
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e
ventos de 3 a 15 km/hora.
Aplicação via Pivot: Para a cultura da batata, pode-se fazer aplicação do produto diluído na água
de irrigação – via Pivot Central, de acordo com a dose recomendada.
Tratamento de bulbilhos (cultura do alho):
Para o tratamento de bulbilhos de alho utilizar volume de calda de 1500 ml de água/ 100kg de
bulbilhos.
Aplicação aérea:
Cultura Volume de aplicação
Acelga 20 a 40L/ha
Acerola 20 a 40L/ha
Agrião 20 a 40L/ha
Algodão 30 a 40 L/ha
Alho 20 a 40L/ha
Almeirão 20 a 40L/ha
Ameixa 20 a 40L/ha
Amendoim 20 a 40L/ha
Amora 20 a 40L/ha
Caju 20 a 40L/ha
Canola 20 a 40L/ha
Caqui 20 a 40L/ha
Carambola 20 a 40L/ha
Cebola 20 a 40L/ha
Chalota 20 a 40L/ha
Chicória 20 a 40L/ha
Ervilha 20 a 40L/ha
Espinafre 20 a 40L/ha
Estévia 20 a 40L/ha
Feijões 20 a 40L/ha
Figo 20 a 40L/ha
Framboesa 20 a 40L/ha
Goiaba 20 a 40L/ha
Grão-de-bico 20 a 40L/ha
Lentilha 20 a 40L/ha
Linhaça 20 a 40L/ha
Mamona 20 a 40L/ha
Mangaba 20 a 40L/ha
Marmelo 20 a 40L/ha
Mirtilo 20 a 40L/ha
Mostarda 20 a 40L/ha
Nectarina 20 a 40L/ha
Nêspera 20 a 40L/ha
Pera 20 a 40L/ha
Rúcula 20 a 40L/ha
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FITTER
Bula completa – 21.08.2025
Siriguela 20 a 40L/ha
Soja 30 a 40 L/ha
Uva-de-mesa 20 a 40L/ha
Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse
tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa, etc.,
também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para
proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C, umidade
relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Não
aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se
utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da
cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser
flexibilizadas.
É recomendado respeitar as diretrizes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
quanto à segurança na faixa de aplicação:
a) As aplicações não deverão ser realizadas em áreas com distância inferior a 500 metros
de povoações, cidades, vilas, bairros e mananciais de captação de água para abastecimento
de população.
b) Estas restrições deverão ser válidas também para áreas com distância inferior a 250
metros no caso de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais;
c) As aeronaves agrícolas que contenham produtos químicos deverão ser proibidas de
sobrevoar as áreas povoadas, moradias e os agrupamentos humanos.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá
ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação
previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Aplicação via drones agrícolas: O produto FITTER pode ser aplicado através de drones agrícolas
em todas as culturas recomendadas, devendo estes ser adequados para cada tipo de cultura e
alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados
e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O
equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de
desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de
2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição
efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta
deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados
13
FITTER
Bula completa – 21.08.2025
na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa
de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação
previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação
civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA).
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura
da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com
a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Modo de preparo de calda:
1. Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem.
2. O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a
metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento
e então adicionar a quantidade recomendada do fungicida e em seguida adicionar o
adjuvante recomendado pelo fabricante, caso necessário. Após isso, proceder a
homogeneização e completar o volume do tanque com água. A agitação deve ser
constante durante a preparação e aplicação do produto.
3. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando
logo após a sua preparação.
4. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a
formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda
antes de reiniciar a operação.
Cuidados no preparo da calda:
1. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
nos primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
2. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
3. Utilize equipamento de proteção individual - EPI: Macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental
impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou
PFF2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para
produtos químicos.
4. Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
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FITTER
Bula completa – 21.08.2025
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última
aplicação e a colheita):
CULTURA DIAS
Acelga 3
Acerola 1
Agrião 3
Alface 3
Algodão 25
Alho 7
Almeirão 3
Ameixa 7
Amendoim 5
Amora 1
Batata 30
Caju 3
Canola 21
Caqui 3
Carambola 3
Cebola 7
Chalota 7
Chicória 3
Citros 3
Ervilha 5
Espinafre 3
Estévia 3
Feijões 5
Figo 3
Framboesa 1
Girassol 21
Goiaba 3
Grão-de-bico 5
Lentilha 5
Linhaça 21
Mamona 21
Mangaba 3
Marmelo 7
Mirtilo 1
Morango 1
Mostarda 3
Nectarina 7
Nêspera 7
Pera 7
Pêssego 7
Rúcula 3
Siriguela 1
Soja 30
15
FITTER
Bula completa – 21.08.2025
Tomate 2
Uva 3
Uva de mesa 3
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia
da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes
de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas
com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou
não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de
Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique
este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre,
e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a
conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto
Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
16
FITTER
Bula completa – 21.08.2025
FITTER é um fungicida composto por uma anilinopirimidina, o ciprodinilo e um fenilpirrol, o
fludioxonil. Estes ingredientes ativos apresentam, respectivamente, mecanismo de ação na
biossíntese de metionina, pertencente ao grupo D1 e no MAP/Histidina-cinase na transdução do
sinal osmótico pertencente ao grupo E2, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê
de Ação à Resistência de Fungicidas).
GRUPO D1 FUNGICIDA
GRUPO E2 FUNGICIDA
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a
esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos
fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo D1 e do Grupo
E2 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
• Semear a cultura com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que
permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada,
manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do
agente causador de doenças a ser controlado;
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose, intervalos e número de aplicação
recomendados, conforme a bula;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência, manutenção da eficácia dos
fungicidas e a orientação técnica de tecnologia da aplicação de fungicidas;
• Realizar o monitoramento da doença na cultura;
• Adotar estratégia de aplicação preventiva;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de
Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br, Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas
(FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
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O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor
equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de
um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção
respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: Macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental
impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou
PFF2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para
produtos químicos.
• “Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
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• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: Macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental
impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou
PFF2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para
produtos químicos.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos
de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original,
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: Macacão
com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de proteção para produtos
químicos e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, avental
impermeável, botas de borracha, macacão, luvas de proteção para produtos químicos e
máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
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PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos,
relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro,
por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR FITTER
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Ciprodinil: Anilinopirimidina
Fludioxonil: Fenilpirrol
Classe
Não classificado.
toxicológica
Vias de exposição
Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são
consideradas as mais relevantes.
Toxicocinética Ciprodinil: Ciprodinil foi rapidamente absorvido após administração via
oral, contabilizando 75,5% de absorção após 48 horas de administração
da dose, que foi extrapolada para 80-82% após 168 horas. Picos nos
níveis plasmáticos foram identificados dentro 0,5-1 hora e 8-12 horas
após administração. Tempo de meia vida no plasma foi de 1-2 horas e
19-36 horas nas doses baixa e alta, respectivamente. Quantidades
absorvidas de ciprodinil foram rápida e extensivamente distribuídas para
os tecidos, sendo que as maiores concentrações foram detectadas no
fígado, rins e tireoides. Diminuição da concentração nos tecidos também
ocorreu rapidamente, com tempos de meia vida para dose baixa de 12-
18 horas (1ª e 2ª fase) e de 4-41 horas (1ª e 2ª fase) para a dose mais
alta. Resíduo de ciprodinil nos tecidos após 168 horas foi ≤ 0,6%,
portanto não se espera potencial relevante de acumulação. Ciprodinil foi
extensivamente metabolizado; somente uma pequena quantidade (4-8%)
foi excretada como composto parental inalterado. A via metabólica mais
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relevante foi hidroxilação sequencial dos an é is fenil e/ou pirinidil,
resultando em derivados 4-fenol e/ou pirimidin-5-ol, que são conjugados
com sulfato e ácido glicurônico. Excreção também ocorreu rapidamente,
com ≥ 90% da dose aplicada sendo excretada dentro de 48 horas.
Excreção dento de 168 horas foi considerada praticamente completa,
correspondendo a ≥ 96% da dose. As principais vias de excreção foram
pela urina (52-63% da dose) e pelas fezes (33-45%). Excreção biliar (39%
da dose administrada, em 48 horas) foi marcada e verificou-se que parte
da quantidade excretada foi reabsorvida e excretada posteriormente pela
urina.
Fludioxonil: Após a administração oral a ratos, fludioxonil, em altas
doses, teve cerca de 78% de absorção pelo trato gastrointestinal em 48
horas. Às 168 horas, a absorção foi de 80-82%. A biodisponibilidade de
fludioxonil na menor dose foi praticamente completa, e de até 90% na
maior dose. Fludioxonil foi extensivamente metabolizado, e o composto
parental inalterado foi excretado nas fezes em quantidades < 2,8% e 10-
12% para as doses baixa e alta, respectivamente. A metabolização de
fludioxonil inclui oxidação do anel pirrol, principalmente na posição 2,
resultando no derivado 2-hidroxi-pirrol. Os picos foram atingidos em 0,25
horas e 12 horas, para animais que receberam a menor dose, e em 4-8
horas para a maior dose. A meia vida foi atingida em 1 hora e em
aproximadamente 12-16 horas, após administração da dose baixa e alta,
respectivamente. O valor de resíduo total nos tecidos foi < 0,2% da dose
administrada. As depleções mais lentas ocorreram no sangue, fígado,
rins e pulmões. Fludioxonil foi excretado em quantidades de 12-20% e
78-83% em fezes e urina, respectivamente. Em ratos com ductos biliares
canulados, cerca de 68% da dose aplicada foi excretada via bile. Uma
pequena parte da quantidade excretada na bile foi reabsorvida do trato
gastrointestinal e então eliminada via urina.
Toxicodinâmica Ciprodinil: Apresenta como modo de ação, a inibição da biossíntese do
aminoácido metionina e age inibindo a secreção da protease, afetando o
crescimento micelial dos fungos. Este modo de ação não é considerado
conservado para humanos, pois mamíferos monogástricos não
sintetizam o aminoácido metionina.
Fludioxonil: Os fungicidas do grupo fenilpirrol, incluindo o fludioxonil, são
derivados da pirrolnetrina, um antifúngico natural presente em
Pseudomonas pyrrocinia. Os fenilpirroles interferem na via
osmorreguladora da levedura, a via HOG (high-osmolarity glycerol). A via
HOG regula a resposta ao estresse ambiental em fungos, por meio da
ação da MAP quinase Hog1, para equilíbrio da célula contra o estresse
osmótico. Uma vez que mamíferos possuem análogos da proteína Hog1,
o modo de ação do fludioxonil é possivelmente conservado para
mamíferos, porém não há dados na literatura que comprovem esse efeito
direto em humanos.
Sintomas e sinais Não há na literatura dados de intoxicação por ciprodinil e fludioxonil em
clínicos humanos.
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As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
animais de experimentação tratados com a formulação à base de
ciprodinil e fludioxonil, FITTER
Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral realizado em ratos,
não foi observada mortalidade entre os animais expostos à dose de 2000
mg/kg p.c. Os sinais clínicos observados foram: piloereção, postura
curvada, dispneia e redução da atividade locomotora, reversíveis em até
3 dias.
Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória
realizado em ratos, não foi observada mortalidade entre os animais
expostos à concentração de 2,51 mg/L. Redução da atividade foi
observada em uma fêmea e incrustração ao redor dos olhos em um
macho, reversíveis em até 2 dias.
Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica realizado
em ratos, não foi observada mortalidade ou quaisquer sinais clínicos de
toxicidade sistêmica entre os animais expostos à dose de 2000 mg/kg
p.c. Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, 1/3 animais
apresentou eritema, com reversibilidade em 24 horas. O produto não foi
classificado como irritante para a pele de acordo com o GHS. O produto
não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo teste de
Buehler.
Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos,
1/3 animais apresentou opacidade na córnea, reversível em 72 horas; 3/3
animais apresentaram irite, reversível em 24 horas; 3/3 animais
apresentaram vermelhidão na conjuntiva, reversível em 7 dias; e 3/3
animais apresentaram quemose na conjuntiva, reversível em 24 horas
para 2/3 animais e em 48 horas para 1/3 animais. O produto não foi
classificado como irritante para os olhos segundo o GHS.
Exposição crônica: Os ingredientes ativos dessa formulação não foram
considerados mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos para seres
humanos. À luz dos conhecimentos atuais, não são considerados
desreguladores endócrinos e não interferem com a reprodução. Vide item
“efeitos crônicos” abaixo.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de
exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda,
trate o paciente imediatamente.
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Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com
o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial
deve ser dada ao suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada
cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de
consciência do paciente.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar
a absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do
produto proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em
crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
na proporção de 30g de carvão ativado para 240 ml de água. É mais
efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria
dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger
vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo
orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação
endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto,
podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar
o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via
oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal
severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e
arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar
atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário,
administrar oxigênio e ventilação mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima
para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser
encaminhado para tratamento.
Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos,
todos os animais apresentaram vermelhidão (3/3 animais) e quemose
(3/3 animais) na conjuntiva, além de secreção ocular (2/3 animais). O
produto foi considerado levemente irritante para os olhos, mas não o
suficiente para ser classificado como irritante ocular pelo GHS.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar
um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para
realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
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especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação,
deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e
máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo,
manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das interações
químicas Não há relatos de efeitos das interações químicas para ciprodinil e
fludioxonil em humanos.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
diagnóstico e tratamento.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: > 2,51 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, 1/3 animais
apresentou eritema, com reversibilidade em 24 horas. O produto não foi classificado como
irritante para a pele de acordo com o GHS.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, 1/3
animais apresentou opacidade na córnea, revsersível em 72 horas; 3/3 animais apresentaram
irite, reversível em 24 horas; 3/3 animais apresentaram vermelhidão na conjuntiva, reversível em
7 dias; e 3/3 animais apresentaram quemose na conjuntiva, reversível em 24 horas para 2/3
animais e em 48 horas para 1/3 animais. O produto não foi classificado como irritante para os
olhos segundo o GHS.
Sensibilização cutânea em cobaias (teste de Buehler): O produto não foi considerado
sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as vias
respiratórias.
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Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética
bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Ciprodinil: Em estudo de 2 anos conduzido em ratos com administração de ciprodinil pela dieta,
revelou nos animais tratados com a maior dose de 2000 ppm, leve aumento dos pesos relativos
dos fígados e na incidência de espongiose hepática, que pode ser considerado um achado
degenerativo comum em ratos em estágio de envelhecimento; e ligeiro aumento no peso dos
rins, determinando um NOAEL de 3 mg/kg p.c./dia. Esses resultados não indicam efeito
carcinogênico. Estudos para investigar reprotoxicidade de ciprodinil foram conduzidos em ratos
e coelhos. Um estudo de 2 gerações em ratos demonstrou redução de ganho de peso corpóreo
do grupo tratado com a dose de 4000 ppm (geração F0). Observou-se aumento no peso do
fígado dos progenitores das gerações F1 e F0, tratados com as doses de 4000 e 1000 ppm,
respectivamente, e aumento de peso dos rins nas gerações F0 (1000 ppm) e F1 (machos na
dose 4000 ppm). Exames histopatológicos dos rins de machos da geração F0 tratados com 4000
ppm revelaram ligeiro aumento na incidência e na severidade de túbulos basofílicos. Resultados
do estudo de 2 gerações não evidenciaram efeito tóxico de ciprodinil sobre a reprodução dos
animais testados (NOAEL para reprodução 336 mg/kg p.c./dia). Estudos que investigaram a
toxicidade de ciprodinil sobre o desenvolvimento de ratos e coelhos indicaram toxicidade materna,
devido à redução de peso corpóreo e do consumo alimentar para animais tratados com 1000
mg/kg p.c./dia. O estudo conduzido em ratos demonstrou ainda atraso na ossificação dos fetos,
efeito relacionado à toxicidade materna (NOAEL materno e fetal em ratos 200 mg/kg p.c./dia;
NOAEL materno em coelhos 150 mg/kg p.c./dia e fetal 400 mg/kg p.c./dia). Ciprodinil foi
considerado não teratogênico nestes estudos. Estudos de genotoxicidade in vivo e in vitro
apontam que ciprodinil não apresenta potencial mutagênico ou genotóxico.
Fludioxonil: Estudos de toxicidade crônica foram realizados em ratos e camundongos, com
administração via oral (pela dieta), e para ambas as espécies o fígado e o rim foram identificados
como órgãos-alvo. Nos estudos realizados em camundongos tratados por 18 meses indicaram, na
dose mais alta de 7000 ppm, redução do peso corpóreo e do ganho de peso corpóreo; redução
nos parâmetros hematológicos nas fêmeas; alterações degenerativas não-neoplásicas hepáticas
e renais; definindo NOAEL geral de 112 mg/kg p.c./dia. O estudo de 2 anos em ratos demonstrou,
na dose mais alta de 3000 ppm, redução dos parâmetros hematológicos; presença de alterações
hepáticas e renais; determinando NOAEL de 37 mg/kg p.c./dia. Os estudos não relatam evidências
de carcinogenicidade relacionada ao tratamento com fludioxonil. A reprotoxicidade de fludioxonil
foi investigada em estudo de 2 gerações, conduzido em ratos, e em estudos de toxicidade do
desenvolvimento, conduzidos em ratos e coelhos. O estudo de 2 gerações em ratos demonstrou
redução do peso corpóreo associado à redução do consumo alimentar, para fêmeas da geração
F0 e machos da geração F1, tratados com a maior dose de 3000 ppm. O peso corpóreo médio dos
filhotes foi reduzido em ambas as gerações F1 e F2, na maior dose. Não houve efeito sobre os
parâmetros reprodutivos (NOAEL para reprodução 200 mg/kg p.c./dia). Não foram observados
efeitos teratogênicos nos estudos de toxicidade do desenvolvimento, conduzidos em ratos e
coelhos tratados com as doses máximas de 1000 e 300 ppm, respectivamente (NOAEL materno
em ratos 100 mg/kg p.c./dia e fetal 1000 mg/kg p.c./dia; NOAEL materno em coelhos 100 mg/kg
p.c./dia e fetal 300 mg/kg p.c./dia). Os resultados dos estudos indicam que fludioxonil não
apresenta efeitos nos parâmetros reprodutivos e não é considerado teratogênico. Estudos de
genotoxicidade in vivo e in vitro apontam que fludioxonil não apresenta potencial mutagênico ou
genotóxico.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
X MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Microcrustáceos).
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamentos com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aero-agrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente
embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.
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3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
CULTIVOS LTDA - TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800-704-4304.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, botas de
borracha, avental impermeável, máscara com filtros, óculos protetores, touca árabe e
luvas de nitrila).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado.
Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua
devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante, conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos :
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
. Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
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- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
. TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
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Bula completa – 21.08.2025
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
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Bula completa – 21.08.2025
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS:
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO
FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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