Entrust
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Inseticida
Espinosade (espinosinas) (800 g/kg)

Informações

Número de Registro
5710
Marca Comercial
Entrust
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
Espinosade (espinosinas) (800 g/kg)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Não sistêmico de origem biológica
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Não Atrelado a Cultura
Cornitermes cumulans
Cupim-de-montículo

Conteúdo da Bula

                                    Entrust ®
                                                   <logomarca do produto>

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 5710

COMPOSIÇÃO:
Mixture of (2R,3aR,5aR,5bS,9S,13S,14R,16aS,16bR)-2-(6-deoxy-2,3,4-tri-O-methyl-α-L-
mannopyranosyloxy)-13-(4-dimethylamino-2,3,4,6-tetradeoxy-ß-D-erythropyranosyloxy)-9-ethyl-
2,3,3a,5a,5b,6,7,9,10,11,12,13,14,15,16a,16b-hexadecahydro-14-methyl-1H-8-oxacyclododeca[b]as-
indacene-7,15-dione and (2S,3aR,5aS,5bS,9S,13S,14R,16aS,16bR)-2-(6-deoxy-2,3,4-tri-O-methyl-α-
L-mannopyranosyloxy)-13-(4-dimethylamino-2,3,4,6-tetradeoxy-ß-D-erythropyranosyloxy)-9-ethyl-
2,3,3a,5a,5b,6,7,9,10,11,12,13,14,15,16a,16b-hexadecahydro-4,14-dimethyl-1H-8-oxacyclo
dodeca[b]as-indacene-7,15-dione in the proportion 50-95% to 50-5%
(ESPINOSADE) ........................................................................................................ 800 g/kg (80% m/m)
Outros Ingredientes ............................................................................................... 200 g/kg (20% m/m)

                 GRUPO                                             5                                    INSETICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Inseticida-cupinicida não sistêmico de origem biológica.

GRUPO QUÍMICO:
ESPINOSADE: Espinosinas

TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP).

TITULAR DO REGISTRO (*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA -
Tamboré – CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
SPINOSAD TÉCNICO
Registro MAPA nº 7498
Corteva Agriscience LLC
305 N. Huron Avenue, Michigan, 48441, Harbor Beach - Estados Unidos da América

FORMULADOR:
Gowan Milling
12300 E. County 8th Street, ZIP 85365, Yuma, Arizona - Estados Unidos da América

CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP




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                   Nº do lote ou partida:
                   Data de fabricação:                    VIDE RÓTULO
                   Data de vencimento:



   ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                         CONSERVE-OS EM SEU PODER.
  É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
              É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                      Indústria Brasileira
 (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e 273º
                          do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
                               DANO AGUDO

            CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                     III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇÕES DE USO:
Entrust deve ser utilizado em aplicação localizada, para controle de cupim de montículo Cornitermes
cumulans.

Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:
          Alvo                       Dose                          Época de Aplicação

                                                       Certifique-se de que o cupinzeiro esteja ativo.
                                                       Para isto, utilizando-se de uma barra de ferro
                                                       (3/8”), perfure o montículo até atingir a
                                                       câmara celulósica (menor resistência na
   Cupim de montículo     0,15 - 0,30 gramas/100 mL
                                                       penetração da barra). Retorne à área cerca
 (Cornitermes cumulans)      água por cupinzeiro
                                                       de 4 - 7 dias depois e verifique se os orifícios
                                                       foram recobertos. Se isto tiver ocorrido, indica
                                                       que o cupinzeiro está ativo. Neste caso,
                                                       aplicar o produto.

 Nº máximo de aplicações: 1/ano

 Volume de calda:
 - Aplicação terrestre: 100 mL de água/cupinzeiro


MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Entrust deve ser aplicado apenas em cupinzeiros ativos e com altura não superior a 50 cm. O
tratamento se dá com a diluição do inseticida Entrust em água e posterior aplicação nos orifícios
reabertos com a barra de ferro. Avaliações do desempenho do produto podem ser realizadas entre 30
e 45 dias após a aplicação, procedendo-se da seguinte maneira: com o auxílio de uma picareta e um
enxadão, destruir o cupinzeiro e observar a presença e atividade dos cupins.
Entrust poderá ser aplicado por meio de pulverizadores costais (manual ou motorizado). Os parâmetros
de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros,
deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as
recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
     - Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC.
     - Umidade relativa do ar: acima de 50%.
     - Velocidade do vento: calmo (entre 2 e 10 km/h).
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro
Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não estabelecido devido à modalidade de aplicação (aplicação tópica em cupinzeiros).

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas
ao entrarem na área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO:
Nenhuma limitação de uso é conhecida. Para maiores informações consulte um Engenheiro Agrônomo.




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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:


           GRUPO                                  5                           INSETICIDA

   •   A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
       problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
       resistência.
   •   O inseticida Entrust pertence ao grupo 5 (Moduladores alostéricos de receptores nicotínicos da
       acetilcolina - Espinosinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo
       pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
   •   Para manter a eficácia e longevidade do Entrust como uma ferramenta útil de manejo de pragas
       agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter
       a evolução da resistência.
   •   Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
   •   Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 5. Sempre rotacionar com
       produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
   •   Usar Entrust ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
       aplicação” (janela) de cerca de 30 dias.
   •   Aplicações sucessivas de Entrust podem ser feitas desde que o período residual total do
       “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
   •   Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
       específico do Entrust, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo
       químico das Espinosinas não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de
       aplicações recomendadas na bula.
   •   Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Entrust ou outros produtos do Grupo 5
       quando for necessário.
   •   Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas
       a serem controladas.
   •   Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação
       de culturas, controle biológico, controle por comportamento, etc., sempre que disponível e
       apropriado.
   •   Utilizar as recomendações de dose e modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.




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    •   Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
        regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
    •   Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
        para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária
        (www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa
de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

                     DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
  a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
  fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
  áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
  do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
  forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
  SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas
  de borracha; avental impermeável; respirador com filtro mecânico classe P2; viseira; touca árabe e
  luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
  de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
  estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
  as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras
  pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas
  de borracha; avental impermeável (quando utilizar equipamento costal); respirador mecânico classe
  P2; viseira; touca árabe e luvas de nitrila.




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                                                                                            Página 5 de 12
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
     avisos até o final do período de reentrada.
•    Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
     produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
     (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
•    Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a
     aplicação.
•    Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
     de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•    Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda
     vestidas para evitar contaminação.
•    Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
     trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•    Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
•    Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
     família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
•    Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
•    Não reutilizar a embalagem vazia.
•    No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco, luvas
     de nitrila e botas de borracha.
•    Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
     ordem: touca árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso), botas,
     calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
•    A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
•    Fique atento ao tempo de uso dos filtros dos respiradores, seguindo corretamente as especificações
     do fabricante.




    PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a
    embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
    Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
    pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
    Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
    água de lavagem entre no outro olho.
    Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
    neutro.
    Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
    A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
    exemplo.


                                    INTOXICAÇÕES POR ENTRUST
                                      INFORMAÇÕES MÉDICAS

    Grupo químico      Espinosade: Espinosinas
     Classificação
                       CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
     Toxicológica
Vias de Exposição Oral, dérmica e mucosa.
                       Após absorção o produto é rapidamente metabolizado e eliminado pelas fezes e
    Toxicocinética
                       pela urina.



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                                                                                          Página 6 de 12
                   Em estudos com ratos, o produto radiomarcado administrado oralmente em doses
                   de até 100 mg/kg de peso vivo foi rapidamente absorvido, metabolizado e
                   excretado. A rota de absorção foi ingestão e a principal rota de excreção foi fecal
                   para ambos os fatores (A e D). Cerca de 80% do fator A e 66% do fator D foram
                   absorvidos, sendo que 20% do fator A e 34% do fator D foram excretados sem
                   absorção.
                   Após 48 horas da administração da dose, 60% e 80% dos fatores A e D,
                   respectivamente, foram recuperados na urina e fezes. A maior rota de metabolismo
                   e excreção aparentemente foi a conjugação com glutathione, posterior secreção
                   pela bile e excreção através das fezes. A meia vida variou de 25-42 horas.
                   Estimulação dos receptores nicotínicos da acetilcolina das células pós-
 Toxicodinâmica    sinápticas, com possível atuação no sistema GABA; susceptível de causar
                   excitação dos motoneuronas.

                  Irritação e dor ocular. Irritação cutânea.
                  Em caso de grande absorção, pode aparecer uma síndrome nicotínica:
                  midríase, mialgia, fasciculações musculares, tremores e fraqueza. Pode haver
Sintomas e sinais
                  paralisia de musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e hipertensão
     clínicos
                  arterial podem manifestar-se.
                  Exposição crônica ou repetida: possibilidade de lesões renais e hepáticas -
                  vacuolização intracitoplasmática, com acumulação de fosfolipídios.
                   O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da
                   exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Para a confirmação
   Diagnóstico
                   em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas inespecíficos
                   sugere-se a pesquisa do ingrediente ativo no sangue e urina.
                    Antídoto: Não há antídoto específico. Tratamento sintomático
                    • Utilizar luvas e avental durante a descontaminação:
                    As     medidas     abaixo      relacionadas    devem      ser   implementadas
                    concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
                    Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais.
                    • Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da
                    pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria
                    abundante e sabão. Remover vítima para local ventilado.
                    • Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico
                    ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
   Tratamento       • Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder à
                    lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do
                    risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em
                    adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano,
                    diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de
                    água.
                    Suporte e tratamento sintomático: Manter vias aéreas permeáveis, se
                    necessário através de intubação orotraqueal, aspirar secreções e oxigenar.
                    Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada
                    respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de
                    assistência ventilatória, se necessário, e controlar função renal e hepática.
Contraindicações O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
   Efeitos das
   Interações      Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
    Químicas


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                                                                                        Página 7 de 12
                     Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                     tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
                     Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As
                     intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
    ATENÇÃO          de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de
                     Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em
                     Vigilância Sanitária (Notivisa).
                     Telefone de emergência da empresa: 0800 772 2492


MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens de Toxicocinética e Toxicodinâmica.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Foram realizados testes de toxicidade aguda e crônica com o produto Técnico Spinosad, contendo 850 g/L
do ingrediente ativo por litro do produto formulado.
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 3738 mg/kg
DL50 cutânea em coelhos: > 2000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Nenhum dos três animais tratados apresentou eritema ou
edema durante o período de observação.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os seis animais tratados apresentaram leve vermelhidão da
conjuntiva e quemose na primeira hora de observação. Os efeitos foram totalmente reversíveis em até
48 horas. Não foram observados efeitos na íris ou na córnea de nenhum dos animais tratados.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.

Efeitos crônicos:
Em estudo crônico realizado por dois anos com ratos recebendo administração diária, o grupo de
animais que recebeu doses superiores às máximas toleradas apresentou diminuição de peso e
aumento na mortalidade

                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
   MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
   ☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
   ☐ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
   ☒ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
   ☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

-   Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não
    aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
-   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-   Não utilize equipamento com vazamentos.
-   Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-   Aplique somente as doses recomendadas.
-   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
    Evite a contaminação da água.
-   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
    da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


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2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
   PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
    rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas
    ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
    Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. -
    telefone da empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
    borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
    Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
    identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte
    o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
    Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
    material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
    conforme indicado.
    Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
    o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
    serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
    questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico,
    ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
   DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
   UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
    posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;

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-   Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-   A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
   a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
   pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
   segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
  armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
  não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
   tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
   fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
   de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
   de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
   de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
  separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
   tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
   fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
   de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
   de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
   de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.



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                                                                                     Página 10 de 12
EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
  transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
  que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
   tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
   fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
   de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
   de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
   de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
   Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
   Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
   o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
   realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
   competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
   OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
   EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
   contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.




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                                                                                     Página 11 de 12
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
   pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
   equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
   competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
    bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
    rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
   FEDERAL OU MUNICIPAL:
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e federal
    antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou
    a cultura são permitidos localmente.




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