Ecometa Power; Metasmart; Agoptimmon; Metatrix; Vitales Gratto Meta; MetaShield; Union Methamil;
Toyobo do Brasil Produtos Biológicos Ltda.
Inseticida Microbiológico
Metarhizium anisopliae isolado IBCB 425* (Produto Microbiológico) (400 g/kg)

Informações

Número de Registro
16916
Marca Comercial
Ecometa Power; Metasmart; Agoptimmon; Metatrix; Vitales Gratto Meta; MetaShield; Union Methamil;
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
Metarhizium anisopliae isolado IBCB 425* (Produto Microbiológico) (400 g/kg)
Titular de Registro
Toyobo do Brasil Produtos Biológicos Ltda.
Classe
Inseticida Microbiológico
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Deois flavopicta
Cigarrinha das pastagens
Todas as culturas
Mahanarva fimbriolata
Cigarrinha-da-raiz
Todas as culturas
Zulia entreriana
Cigarrinha-das-pastagens

Conteúdo da Bula

                                    ECOMETA POWER
           METASMART, AGOPTIMMON, METATRIX, VITALES GRATTO META, METASHIELD, UNION METHAMIL


Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob n.º 16916

COMPOSIÇÃO
Metarhizium anisopliae (Metsch) cepa IBCB 425 (2,2 x 1010 conídios viáveis/g) ...... 400 g/kg (40% m/m)
Outros Ingredientes.................................................................................................... 600 g/kg (60% m/m)

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO (*)

CLASSE: Inseticida microbiológico

TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó molhável (WP)

TITULAR DO REGISTRO:
TOYOBO DO BRASIL PRODUTOS BIOLÓGICOS LTDA
Rua Padre Bento – nº 858 – Galpão A - Bairro Distrito Industrial II
Salto – SP - CEP: 13326-400 Telefone (11) 4602-8100
CNPJ: 31.359.178/0001-57
Secretaria da Agricultura e Abastecimento, Coordenadoria de Defesa Agropecuária – Nº 4128

FABRICANTE, FORMULADOR:
TOYOBO DO BRASIL PRODUTOS BIOLÓGICOS LTDA
Rua Padre Bento – nº 858 – Galpão A - Bairro Distrito Industrial II
Salto – SP - CEP: 13326-400 Telefone (11) 4602-8100
CNPJ: 31.359.178/0001-57
Secretaria da Agricultura e Abastecimento, Coordenadoria de Defesa Agropecuária – Nº 4128

                                                 Nº do lote ou partida:
                                                  Data de Fabricação:             VIDE EMBALAGEM
                                                 Data de Vencimento:

                             TEMPERATURA DE ARMAZENAMENTO: FAIXA DE -12°C A -4°C

        ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO E A BULA, E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
          É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE

                                 PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO

                                 É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                         ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS

                                                              Indústria Brasileira

      CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Classe IV – Pouco Perigoso ao Meio
                                      Ambiente.



             PRODUTO FITOSSANITÁRIO COM USO APROVADO PARA AGRICULTURA ORGÂNICA
Ecometa Power (Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425) é um inseticida microbiológico de controle utilizado no
controle da cigarrinha-da-raiz (Mahanarva fimbriolata), no controle da cigarrinha-das-pastagens (Zulia entreriana) e
no controle da cigarinha-das-pastagens; cigarrinha-dos-capinzais (Deois flavopicta).

CULTURAS, PRAGAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
                   Alvo biológico       Dose (p.c./ha), Número e Época
     CULTURA                            Intervalo de Aplicações
                   Nome comum (Nome
                   científico)
                                                             Dose de aplicação: 50g
                                                          p.c./ha (equivalente a 1x10¹²
                           Cigarrinha-da-raiz
                                                           conídios/ha). Realizar duas
                           (Mahanarva fimbriolata)
                                                         aplicações por ciclo de cultura
                                                               (terrestre ou aérea).
                                                                                           Monitorar a presença
                                                                                           de ninfas no campo
                                                                                           após    as    primeiras
 Em todas as culturas                                       Dose de aplicação: 50g         chuvas.    Iniciar    a
  com ocorrência do                                      p.c./ha (equivalente a 1x10¹²     aplicação    após     a
    alvo biológico.        Cigarrinha-das-pastagens       conídios/ha). Realizar duas      detecção da praga
                           (Zulia entreriana)            aplicações por ano (terrestre     (espumas com ninfas
                                                                   ou aérea).              na base das touceiras).

                                                            Dose de aplicação: 800g
                           Cigarrinha-das-               p.c./ha (equivalente a 16x10¹²
                           pastagens;      Cigarrinha-   conídios/ha). Com volume de
                           dos-capinzais                  calda de 300 L/ha. (terrestre
                           (Deois flavopicta)                      ou aérea).

p.c. = produto comercial

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Realizar uma a duas aplicações por ciclo da cultura, no período chuvoso e aguardar um intervalo de aplicação de
aproximadamente 60 dias.

MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Levar a campo o que irá aplicar, abrir a embalagem e fazer uma pré-calda em um balde com água, colocar no
tanque pulverizador devidamente limpo para que resíduos de inseticidas, herbicidas e fungicida não inviabilizem
o produto. Essa limpeza deve ser feita com água limpa e sabão neutro, longe de rios e nascentes. Completar o
tanque com água. Aplicar na presença da praga (espuma com ninfa na base da touceira). A aplicação pode ser
terrestre ou aérea em dias nublados ou à noite com umidade relativa acima de 80%. Evitar exposição a raios
ultravioletas e a temperatura elevada. Para aplicação terrestre utilizar um volume de calda de 300L/ha e aérea
um volume de calda de 40L/ha. Iniciar a pulverização logo após o preparo da calda. Utilizam-se os equipamentos
convencionais usados para a aplicação de agrotóxicos.

Preparação da calda: Levar a campo o que irá aplicar. Abrir a embalagem e fazer uma pré-calda em um balde
de 5 litros com água e 0,1% de detergente neutro do volume total da calda, colocar no tanque pulverizador
devidamente limpo para que resíduos de inseticidas, herbicidas e fungicidas não inviabilizem o produto. Essa
limpeza deve ser feita com água limpa e sabão neutro, longe de rios e nascentes. Completar o tanque com água.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
4 horas ou até a secagem completa da calda. Caso necessite entrar antes deste período, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO: Aplicar somente com umidade acima de 80%, preferencialmente no final da tarde ou a
noite, em dias nublados ou com garoa fina. Temperatura abaixo de 28°C. O pH da calda deve estar entre 6 e 7.
O produto deve ser armazenado sob refrigeração na faixa de -12 a -4°C, por até 12 meses. Na faixa de
temperatura de 0 a 4°C o inseticida microbiológico pode ser armazenado por até 180 dias e na faixa de 24 a
26°C por até 30 dias.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de fitopatógenos.
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo
desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas -
IRAC-BR - recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando
prolongar a vida útil dos mesmos:
•    Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em
gerações consecutivas da mesma praga.
•    Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
•    Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para
o MRI.
•    Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico etc.) dentro do programa
de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa publica ou privada,
recomenda-se que estes programas sejam implementados.

                MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA

                          DADOS RELATIVOS À PROTEÇAO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.


INDIVIDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTORICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM
MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO, CONSIDERANDO QUE HÁ RELATOS DE CASOS CLINICOS
DE INFECÇAO FUNGICA POR M. anisopliae DE PESSOAS NESTA CONDIÇÃO.
MICRORGANISMOS PODEM TER O POTENCIAL DE PROVOCAR REAÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO.


PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.
PRODUTO POTENCIALMENTE SENSIBILIZANTE

PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO DEVEM
MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PESSOAS QUE TENHAM SIDO SUBMETIDAS À CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA,
IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VALVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM
MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
-  Produto para uso exclusivamente agrícola.
-  O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
-  Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-  Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-  Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
   botas, máscara, óculos e luvas.
-  Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-  Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-  Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-  Armazenar sob refrigeração na faixa de -12 a -4°C por até 365 dias. Na faixa de 0 a 4°C por até 180 dias. Na
   faixa de 24 a 26°C por até 30 dias.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre recipientes disponíveis, para envolver embalagens rompidas.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
-  Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
   procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-  Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
-  Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
   compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
   borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de
   nitrila.
-  Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
-  Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-  Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal. Se utilizar trator (ou avião), aplique o produto
   contra o vento.
-  Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
-  Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas
   compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
   botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção
   lateral e luvas de nitrila.




PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
-  Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe
   do alcance de crianças e animais.
-  Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
   contaminação.
-  Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: botas,
   macacão, óculos, máscara e luvas.
-  Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-  Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas
   utilizar luvas e avental impermeável.
-  Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-  Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-  Não reutilizar a embalagem vazia.
-  No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão e botas de
   borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE LOGO UM SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA LEVANDO A
EMBALAGEM, RÓTULO, BULA DO PRODUTO.

INGESTÃO: SE ENGOLIR O PRODUTO, NÃO PROVOQUE VÔMITO. NÃO DÊ NADA PARA BEBER OU
COMER.

OLHOS: ATENÇÃO: PRODUTO PODE PROVOCAR IRRITAÇÃO NOS OLHOS. EM CASO DE CONTATO,
LAVE COM MUITA ÁGUA CORRENTE DURANTE PELO MENOS 15 MINUTOS. EVITE QUE A ÁGUA DE
LAVAGEM ENTRE NO OUTRO OLHO.

PELE: EM CASO DE CONTATO, TIRE TODA A ROUPA E ACESSÓRIOS (cinto, pulseira, óculos, relógio,anéis,
etc.) CONTAMINADOS E LAVE A PELE COM MUITA ÁGUA CORRENTE E SABÃO NEUTRO, POR PELO
MENOS 15 MINUTOS.

INALAÇÃO: SE O PRODUTO FOR INALADO (“RESPIRADO”), LEVE A PESSOA PARA UM LOCAL AREJADO.

A PESSOA QUE AJUDAR DEVERIA USAR LUVAS, AVENTAL IMPERMEÁVEIS E MÁSCARA, POR EXEMPLO.


                               - RISCOS ASSOCIADOS AO Ecometa Power -

                                         INFORMAÇÕES MÉDICAS
Nome comercial           Ecometa Power
Nome científico          Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425
Classe toxicológica      Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposição        Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Efeitos registrados em   Em estudos realizados com animais não houve evidências de toxicidade, infectividade ou
literatura para          patogenicidade, contudo, há registro de infecções causadas por M. anisopliae em pessoas
Metarhizium anisopliae   imunossuprimidas, que podem ser susceptíveis a este fungo. Apesar de não representar
                         uma ameaça como potencial causador de doenças infecciosas em humanos, M.
                         anisopliae é um fungo que pode apresentar efeito alergênico e foi relacionado com a
                         ocorrência de ceratite.
Mecanismos de            Não é esperado, em mamíferos, efeito toxigênico causado pela exposição ao Metarhizium
toxicidade               anisopliae, contudo há registros de infecção em pessoas imunossuprimidas e quadros de
                         ceratites.
                         A infecção de Metarhizium anisopliae ocorre normalmente via tegumento do inseto, onde
                         o fungo germina em 12 a 18 horas, dependendo da presença de nutrientes, representados
                         por glucose, quitina, nitrogênio etc. A infecção oral pode ocorrer para alguns insetos,
                         sendo também possível a penetração via sistema respiratório pelo espiráculo. A
                         penetração tegumentar ocorre devido a uma ação mecânica e química (enzimática), o que
                         leva cerca de 12 horas. Decorridas 72 horas da inoculação o inseto apresenta-se
                         totalmente colonizado, sendo o tecido gorduroso bastante atacado, seguido pelo tecido
                         intestinal, tubos de Malpighi etc., advindo a morte em função da falta de nutrientes e do
                         acúmulo de substâncias tóxicas. Os insetos atacados tornam-se duros e cobertos por uma
                         camada de micélio branco que posteriormente se transforma em conidióforos, que dão
                         origem a massas pulverulentas de conídios esverdeados. No final da conidiogênese, o
                         cadáver pode mostrar tons de verde que variam de claro a escuro, acinzentados ou ainda
                         esbranquiçados com pontos verdes.
                         A infecção oral pode acontecer para alguns insetos, como no caso de Solenopsis spp.,
                         sendo também possível a penetração via sistema respiratório pelo espiráculo.
                         A penetração tegumentar ocorre devido a uma atuação mecânica e química (enzimática),
                         que leva cerca de 12 horas. Decorridas 72 horas da inoculação, o inseto apresenta-se
                         totalmente colonizado, advindo a morte por falta de nutrientes e acúmulo de toxinas,
                         conforme explicado anteriormente.
Sintomas e sinais        Até o presente momento não foram observados problemas em função da aplicação deste
clínicos                 patógeno nas unidades de proteção ou em campo. Foram observadas reações alérgicas
                         em pessoas que trabalham em laboratórios, como febre e problemas pulmonares. Um
                         pesquisador apresentou sensibilidade alguns meses após realizar pesquisas com esse
                         fungo sem proteção (luvas ou máscara). Apesar destes problemas, testes de segurança
                         com exposição oral e intraocular não resultaram em efeitos adversos e não houve
                         evidência de multiplicação em tecidos de mamíferos.
Diagnóstico              Existem relatos em literatura médica de Metarhizium anisopliae como causador de
                         infecção oportunista em indivíduos imunossuprimidos. O diagnostico pode ser feito com a
                         confirmação da exposição e com o isolamento e identificação macroscópica ou molecular
                         a partir de cultura microbiana. Os estudos de patogenicicidade desenvolvidos com o
                         microrganismo não demosntraram capacidade patogênica.
Tratamento               O tratamento é de suporte e a maioria das exposições casuais requer apenas
                         descontaminação. O tratamento para o caso de irritação ocular deve ser sintomático e de
                         suporte. O tratamento para o caso de infecção fúngica deve ser feito com antimicoticos
                         sistêmicos conforme definido em protocolos específicos para infecção fúngica.
                         Exposição Oral
                         Não há antídoto específico para envenenamento por Metarhizium anisopliae. O
                         tratamento é sintomático e de suporte e inclui o monitoramento para o desenvolvimento
                         de possíveis reações de hipersensibilidade.
                         Exposição Inalatória
                         A) Remova o intoxicado para um local arejado.
                         B) Monitore para alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
                         avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e
                         auxilie na ventilação, conforme necessário.
Tratamento               Exposição Ocular
                         A) Irrigue com água corrente ou salina a 0,9% por pelo menos 10 minutos.
                         B) Um anestésico tópico pode ser necessário para alívio da dor ou no caso de
                         blefaroespasmos.
                         C) Assegure que não haja partículas remanescentes na conjuntiva.
                         D) Se os sintomas não forem solucionados após a descontaminação ou se for detectada
                         uma anormalidade significante durante o exame, encaminhe para um oftalmologista.
                         Exposição Dérmica
                         1) Remova as roupas contaminadas e lave a pele exposta com água e sabão.
                         2) Institua tratamento sintomático e medidas de suporte conforme necessário.
Contra-indicações        A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração.
                         Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
                         informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
ATENÇÃO
                                   Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                       RENACIAT – ANVISA/MS

                         Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
                         Telefone de Emergência da empresa: (11) 4602-8100

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Nenhum efeito tóxico, infectivo ou patogênico foi observado em estudos toxicológicos agudos em animais. Os
animais não apresentaram alterações clínicas de toxicidade, infectividade e patogenicidade por vias pulmonar e
oral. Não foi verificada irritação ou sensibilização dérmica nos estudos realizados, mas há relatos a literatura de
ocorrência de sensibilização e deve ser considerado que microrganismos podem ter o potencial de provocar
reações de sensibilização. Foi observado quadro de irritação ocular, atribuído ao efeito mecânico da formulação,
pois a mesma linhagem apresentou efeito ocular diferente, conforme variação da formulação.

Exposição crônica:
- Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do fungo em humanos. Não foram realizados testes de
exposição crônica em animais de acordo coma legislação vigente.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
   - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
   - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
   - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
   - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de capitação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível
a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre recipientes disponíveis, para envolver embalagens rompidas.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas
Técnicas - ABNT.
- Observe a legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES AMBIENTAIS:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize Equipamentos de Proteção Individual – EPI (macacão com tratamento hidro-repelente, luvas, botas de
borracha, óculos protetores e mascara).
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa TOYOBO DO BRASIL PRODUTOS BIOLÓGICOS
   LTDA. Telefone de Emergência: (11) 4602-8100
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
  devidamente. O produto derramado não deverá ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo
  telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande quantidade
  de água.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado
acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.

  Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, ou de CO 2, ficando a favor do vento para
  evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM FLEXIVEL:

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
         O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens
cheias.
         Use luvas no manuseio dessa embalagem.
        Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá
ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
         No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.

         Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

        O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
         O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
         É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
         As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.


        DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
         A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

      É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

       EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
        A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

        PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
         Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.



TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
         O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não
podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
                                

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