Diman 740 WP
Proregistros Registros de Produtos Ltda - EPP
Fungicida
mancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) (440 g/kg) + oxicloreto de cobre (inorgânico) (300 g/kg)

Informações

Número de Registro
42625
Marca Comercial
Diman 740 WP
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
mancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) (440 g/kg) + oxicloreto de cobre (inorgânico) (300 g/kg)
Titular de Registro
Proregistros Registros de Produtos Ltda - EPP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacate
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Abóbora
Cladosporium cucumerinum
Queima; Sarna
Abóbora
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Abóbora
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Abóbora
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Alho
Alternaria porri
Crestamento; Mancha-púrpura
Alho
Peronospora destructor
Cinza; Míldio
Alho
Puccinia allii
Ferrugem
Amendoim
Ascochyta arachidis
Mancha-barrenta
Amendoim
Cercospora arachidicola
Cercosporiose; Mancha-castanha
Amendoim
Pseudocercospora personata
Mancha-preta
Amendoim
Sphaceloma arachidis
Verrugose
Banana
Ceratocystis paradoxa
Podridão-da-coroa; Podridão-negra
Banana
Mycosphaerella musicola
Mal-de-Sigatoka; Sigatoka-amarela
Batata
Alternaria solani
Pinta-preta; Pinta-preta-grande
Batata
Phytophthora infestans
Mela; Requeima
Berinjela
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Berinjela
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Berinjela
Stemphylium solani
Mancha-de-Stemphylium
Beterraba
Cercospora beticola
Cercosporiose; Mancha-das-folhas
Brócolis
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria; Mancha-preta
Brócolis
Peronospora parasitica
Míldio
Café
Cercospora coffeicola
Cercosporiose; Mancha-de-olho-pardo
Café
Colletotrichum coffeanum
Antracnose; Die back
Café
Hemileia vastatrix
Ferrugem; Ferrugem-do-cafeeiro
Cebola
Alternaria porri
Crestamento; Mancha-púrpura
Cebola
Botrytis squamosa
Mofo-cinzento; Queima-das-pontas
Cebola
Peronospora destructor
Cinza; Míldio
Cebola
Puccinia allii
Ferrugem
Cenoura
Alternaria dauci
Mancha-de-Alternaria; Queima-das-folhas
Cenoura
Cercospora carotae
Mancha-de-Cercospora; Queima-das-folhas
Citros
Diaporthe citri
Melanose; Podridão-peduncular
Citros
Elsinoe fawcetti
Verrugose; Verrugose-da-laranja-azeda
Couve
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria; Mancha-preta
Couve
Peronospora parasitica
Míldio
Couve-flor
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria; Mancha-preta
Couve-flor
Peronospora parasitica
Míldio
Feijão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Feijão
Phoma exigua
Podridão-de-Ascochyta
Feijão
Uromyces appendiculatus
Ferrugem
Feijão-vagem
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão-vagem
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Feijão-vagem
Phoma exigua
Podridão-de-Ascochyta
Feijão-vagem
Uromyces appendiculatus
Ferrugem
Figo
Cerotelium fici
Ferrugem
Figo
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Manga
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Maçã
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose; Mancha-foliar-da-gala
Maçã
Venturia inaequalis
Sarna; Sarna-da-macieira
Melancia
Cladosporium cucumerinum
Queima; Sarna
Melancia
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Melancia
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Melancia
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Melão
Cladosporium cucumerinum
Queima; Sarna
Melão
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Melão
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Melão
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Pepino
Cladosporium cucumerinum
Queima; Sarna
Pepino
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Pepino
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Pepino
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Pera
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Pera
Entomosporium mespili
Entomosporiose; Requeima
Pera
Venturia inaequalis
Sarna; Sarna-da-macieira
Pessego
Cladosporium carpophilum
Sarna
Pessego
Monilinia fructicola
Podridão-parda
Pessego
Taphrina deformans
Crespeira; Crespeira-verdadeira
Pessego
Tranzschelia pruni-spinosae
Ferrugem
Pimentão
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Pimentão
Phytophthora capsici
Requeima
Pimentão
Puccinia pampeana
Ferrugem
Pimentão
Stemphylium solani
Mancha-de-Stemphylium
Repolho
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria; Mancha-preta
Repolho
Mycosphaerella brassicicola
Chumbinho; Manchas-com-pontos
Repolho
Peronospora parasitica
Míldio
Tomate
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Tomate
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Tomate
Phytophthora infestans
Mela; Requeima
Tomate
Septoria lycopersici
Pinta-preta-pequena; Septoriose
Tomate
Stemphylium solani
Mancha-de-Stemphylium
Uva
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose; Podridão-da-uva-madura
Uva
Elsinoe ampelina
Antracnose
Uva
Greeneria uvicola
Podridão-amarga
Uva
Plasmopara viticola
Mofo; Míldio
Uva
Pseudocercospora vitis
Cercospora; Mancha-das-folhas

Conteúdo da Bula

                                    DIMAN 740 WP
                 Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 42625
COMPOSIÇÃO:
Dicopper chloride trihydroxide (OXICLORETO DE COBRE) ................................................................................... 300,0 g/kg (30,0% m/m)
Equivalente em cobre metálico ................................................................................................................................ 170,0 g/kg (17,0% m/m)
Manganese ethylenebis(dithiocarbamate) (polymeric) complex with zinc salt (MANCOZEBE) ............................... 440,0 g/kg (44,0% m/m)
Outros Ingredientes................................................................................................................................................... 260,0 g/kg (26,0% m/m)

                             GRUPO                                                               M01                                                   FUNGICIDA
                             GRUPO                                                               M03                                                   FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida de contato com ação preventiva e bacteriostática
GRUPOS QUÍMICOS: Oxicloreto de cobre: INORGÂNICO e Mancozebe: ALQUILENOBIS (DITIOCARBAMATO)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP)

TITULAR DO REGISTRO (*)
PROREGISTROS REGISTROS DE PRODUTOS LTDA.
Endereço: Rua Santa Catarina, 40 – Sala 502 – Bairro Santa Maria Goretti, Porto Alegre – RS – CEP: 91030-330 – Fone/ Fax: (51) 3342-0028/
3062-2848 – CNPJ: 05.617.846/0001-99 - Número de registro do estabelecimento no Estado: 263/12 – DISA/DDA/SEAPA/RS
 (*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
FORTUNA TÉCNICO – Registro MAPA nº 07808
⚫ AGRIA S.A.
Endereço: Asenovgradsko Shose, 4.009 - Plovdiv – Bulgária.

FORNECEDOR DA MATÉRIA-PRIMA:
OXICLORETO DE COBRE:
⚫ QUIMETAL INDUSTRIAL S.A..
Endereço: Los Yacimientos 1301 – Santiago – 9260062 – Chile.

FORMULADOR:
⚫ AGRIA S.A.
Endereço: Asenovgradsko Shose, 4.009 - Plovdiv – Bulgária.

MANIPULADOR:
⚫ ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Fábrica 1
Endereço: Rua Alberto Guizo, nº 859 - Distrito Industrial João Narezzi - CEP 13347-402 – Indaiatuba/SP – CNPJ 50.025.469/0001-53 -
Registro no órgão estadual nº 466/CDA/SP
⚫ ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Fábrica 2
Endereço: Rua Bonifácio Rosso Ross, nº 260 - Bairro Cruz Alta - CEP 13348-790 – Indaiatuba/SP – CNPJ 50.025.469/0004-04 - Registro
no órgão estadual: nº 1248/CDA/SP

                                                 No do lote ou partida:
                                                 Data de fabricação:                                     VIDE EMBALAGEM
                                                 Data de vencimento:

                ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
                      É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                                  É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                    CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
 CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO MEDIANAMENTE PERIGOSO
                                                                              AO MEIO AMBIENTE




COR DA FAIXA: Azul PMS Blue 293 C




                                                                                                                                                               VERSÃO: 03/12/2025
                         MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

DIMAN 740 WP é um fungicida de contato com mecanismo de ação multi-sítio, recomendado para controle
preventivo de doenças nas seguintes culturas: abacate, abóbora, alho, amendoim, banana, batata, berinjela,
beterraba, brócolis, café, cebola, cenoura, citros, couve, couve-flor, feijão, feijão-vagem, figo, maçã, manga,
melancia, melão, pepino, pera, pêssego, pimentão, repolho, tomate e uva.
O oxicloreto de cobre age por contato (protetor) que, ao ser absorvido, interrompe os sistemas enzimáticos
nos alvos biológicos. O mancozebe é um ingrediente ativo de amplo espectro, não sistêmico, de contato,
com ação protetora e atua perturbando o metabolismo lipídico dos patógenos.

CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO, VOLUME DE
APLICAÇÃO E INTERVALO DE SEGURANÇA:
                        DOENÇAS                  DOSES (p.c.)         VOLUME          ÉPOCA, NÚMERO E
  CULTURAS                                                                DE            INTERVALO DE
                       Nome comum              Kg/ha      g/100 L      CALDA              APLICAÇÃO
                     (Nome científico)                    de água       (L/ha)
                                                                                      Iniciar as aplicações
                                                                                     preventivamente, logo
                         Antracnose                                                 após o florescimento das
  ABACATE              (Colletotrichum            -         200      500 a 1500       plantas. Realizar no
                      gloeosporioides)                                               máximo uma aplicação
                                                                                       por ciclo de cultura.
                         Antracnose
                 (Colletotrichum orbiculare)                                         Iniciar as aplicações logo
  ABÓBORA,                   Míldio                                                 após detectar os primeiros
                    (Pseudoperonospora                                                sintomas das doenças.
    MELÃO,                cubensis)               -         200      500 a 1500        Realizar no máximo 4
                           Queima                                                   aplicações, com intervalos
  MELANCIA,            (Cladosporium                                                       de 6 a 10 dias.
                       cucumerinum)
   PEPINO             Podridão-do-colo
                    (Didymella bryoniae)
                             Míldio
                  (Peronospora destructor)                                           Iniciar as aplicações logo
                                                                                    após detectar os primeiros
     ALHO             Mancha-púrpura              -         200      500 a 1500       sintomas das doenças.
                      (Alternaria porri)                                               Realizar no máximo 4
                                                                                    aplicações, com intervalos
                          Ferrugem                                                         de 6 a 10 dias.
                        (Puccinia allii)
                          Verrugose
                   (Sphaceloma arachidis)                                              Iniciar as aplicações
                        Mancha-preta                                                  imediatamente após a
                     (Pseudocercospora                                               detecção dos primeiros
  AMENDOIM                personata)              -         200      500 a 1500      sintomas das doenças.
                      Mancha-castanha                                                 Realizar no máximo 3
                  (Cercospora arachidicola)                                         aplicações, com intervalos
                      Mancha-barrenta                                                     de 10 a 15 dias.
                    (Ascochyta arachidis)
                       Mal-de-sigatoka                                               Iniciar as aplicações logo
                 (Mycosphaerella musicola)                                          após detectar os primeiros
                                                                                      sintomas das doenças.
   BANANA           Podridão-do-engaço            -         250      500 a 1500        Realizar no máximo 1
                  (Ceratocystis paradoxa)                                              aplicação por ciclo da
                                                                                               cultura.




                                                                                             VERSÃO: 03/12/2025
                    Pinta-preta                                          Iniciar as aplicações logo
                (Alternaria solani)                                     após detectar os primeiros
                                                                          sintomas das doenças.
 BATATA             Requeima                 -       200   500 a 1500      Realizar no máximo 1
             (Phytophthora infestans)                                      aplicação por ciclo da
                                                                                   cultura.
                   Antracnose
                 (Colletotrichum                                         Iniciar as aplicações logo
                gloeosporioides)                                        após detectar os primeiros
BERINJELA   Mancha-de-Stemphylium            -       200   500 a 1500     sintomas das doenças.
             (Stemphylium solani)                                          Realizar no máximo 1
                   Pinta-preta                                             aplicação por ciclo da
               (Alternaria solani)                                                  cultura.
                                                                         Iniciar as aplicações logo
                                                                        após detectar os primeiros
             Mancha-de-Cercospora                                         sintomas das doenças.
BETERRABA     (Cercospora beticola)          -       200   500 a 1500      Realizar no máximo 1
                                                                           aplicação por ciclo da
                                                                                    cultura.
BRÓCOLIS,            Míldio                                              Iniciar as aplicações logo
             (Peronospora parasitica)                                   após detectar os primeiros
 COUVE,                                                                   sintomas das doenças.
              Mancha-de-Alternaria           -       200   500 a 1500      Realizar no máximo 1
 COUVE-       (Alternaria brassicae)                                       aplicação por ciclo da
  FLOR                                                                              cultura.
                   Ferrugem                                                 Iniciar as aplicações
               (Hemileia vastatrix)                                      preventivamente, no final
                                                                           de novembro/início de
                 Cercosporiose                                            dezembro, e seguir com
             (Cercospora caffeicola)                                    as demais aplicações até
  CAFÉ                                   1,5 a 3,0    -    300 a 600    60 dias antes da colheita.
                    Antracnose                                             Realizar no máximo 2
            (Colletotrichum coffeanum)                                  aplicações, com intervalos
                                                                                  de 30 dias.
                       Mídio
            (Peronospora destructor)                                     Iniciar as aplicações logo
                 Mancha-púrpura                                         após detectar os primeiros
 CEBOLA          (Alternaria porri)          -       200   500 a 1500     sintomas das doenças.
                     Ferrugem                                              Realizar no máximo 4
                  (Puccinia allii)                                      aplicações, com intervalos
               Queima-das-pontas                                               de 6 a 10 dias.
               (Botrytis squamosa)
             Mancha-de-cercospora                                        Iniciar as aplicações logo
              (Cercospora carotae)                                      após detectar os primeiros
                                                                          sintomas das doenças.
CENOURA       Mancha-de-Alternaria           -       200   500 a 1500      Realizar no máximo 1
               (Alternaria dauci)                                          aplicação por ciclo da
                                                                                    cultura.
                    Verrugose                                               Iniciar as aplicações
                (Elsinoe fawcetti)                                          preventivamente, no
                                                                         estádio de florescimento,
                                                                                    quando
                    Melanose                                              2/3 das pétalas tiverem
 CITROS          (Diaporthe citri)           -       300   500 a 1500   caído. Realizar no máximo
                                                                             2 aplicações, com
                                                                        intervalos de 20 a 30 dias.
                    Antracnose
                  (Colletotrichum                                        Iniciar as aplicações logo
                lindemuthianum)                                         após detectar os primeiros




                                                                                 VERSÃO: 03/12/2025
                   Ferrugem                                    sintomas das doenças.
                  (Uromyces                                     Realizar no máximo 4
FEIJÃO         appendiculatus)         -   200   500 a 1500   aplicações, com intervalos
               Mancha-angular                                       de 6 a 10 dias.
          (Phaeoisariopsis griseola)
           Podridão-de-ascophyta
             (Phoma exigua var.
                    exigua)
                  Antracnose
                (Colletotrichum
              lindemuthianum)                                  Iniciar as aplicações logo
                   Ferrugem                                   após detectar os primeiros
                  (Uromyces                                     sintomas das doenças.
FEIJÃO-        appendiculatus)         -   200   500 a 1500      Realizar no máximo 1
VAGEM          Mancha-angular                                    aplicação por ciclo da
          (Phaeoisariopsis griseola)                                     cultura.
           Podridão-de-ascophyta
             (Phoma exigua var.
                    exigua)
                   Ferrugem                                      Iniciar as aplicações
               (Cerotelium fici)                                 preventivamente, na
 FIGO                                  -   200   500 a 1500     brotação das plantas.
                 Antracnose                                     Realizar no máximo 1
               (Colletotrichum                                  aplicação por ciclo da
              gloeosporioides)                                           cultura.
                    Sarna                                        Iniciar as aplicações
            (Venturia inaequalis)                                preventivamente, no
                                                               período de inverno logo
 MAÇÃ                                  -   200   500 a 1500        após a quebra de
              Podridão-amarga
                                                               dormência. Realizar no
               (Colletotrichum
                                                               máximo 1 aplicação por
              gloeosporioides)
                                                                    ciclo da cultura.
                                                                 Iniciar as aplicações
                                                                preventivamente, logo
                                                              após a poda. Seguir com
                                                              as demais aplicações nos
                 Antracnose                                        períodos antes da
               (Colletotrichum                                    abertura das flores,
MANGA         gloeosporioides)         -   200   500 a 1500   durante o florescimento e
                                                                    na frutificação.
                                                                Realizar no máximo 4
                                                              aplicações com intervalos
                                                                    de 5 a 10 dias.
                   Sarna
            (Venturia inaequalis)                               Iniciar as aplicações
                                                                preventivamente, no
              Entomosporiose                                   período de inverno logo
 PERA     (Entomosporium mespii)       -   200   500 a 1500       após a quebra de
                                                               dormência. Realizar no
              Podridão-amarga                                  máximo 1 aplicação por
                (Colletotrichum                                    ciclo da cultura.
               gloeosporioides)
                  Ferrugem
             (Tranzschelia pruni-                                Iniciar as aplicações
                  spinosae)                                     preventivamente, no
                                                                  período de inverno,
                   Sarna                                       quando ocorrer a queda
               (Cladosporium                                  das folhas. Seguir com as
PÊSSEGO         carpophilum)           -   200   500 a 1500   demais aplicações durante




                                                                       VERSÃO: 03/12/2025
                    Podridão-parda                                                  a fase de inchamento das
                  (Monilinia fructicola)                                            gemas e durante a fase de
                                                                                       floração. Realizar no
                                                                                     máximo 1 aplicação por
                        Crespeira                                                         ciclo da cultura.
                 (Taphrina deformans)
                       Requeima
                (Phytophthora capsici)                                                Iniciar as aplicações logo
                       Antracnose                                                    após detectar os primeiros
                     (Colletotrichum                                                   sintomas das doenças.
PIMENTÃO           gloeosporioides)              -          200       500 a 1500        Realizar no máximo 1
                        Ferrugem                                                        aplicação por ciclo da
                 (Puccinia pampeana)                                                            cultura.
               Mancha-de-Stemphylium
                 (Stemphylium solani)
                          Míldio                                                      Recomenda-se iniciar as
               (Peronospora parasitica)                                                 aplicações logo após
                 Mancha-de-Alternaria                                                   detectar os primeiros
REPOLHO          (Alternaria brassicae)          -          200       500 a 1500       sintomas das doenças.
                       Chumbinho                                                        Realizar no máximo 1
                   (Mycosphaerella                                                      aplicação por ciclo da
                      brassicicola)                                                             cultura.
                       Septoriose                                                           Recomenda-se
                 (Septoria lycopersici)                                              preferencialmente aplicá-
                                                                                      lo antes da detecção dos
               Mancha-de-Stemphylium                                                   sintomas das doenças,
                (Stemphylium solani)                                                    quando as condições
                                                                                         climáticas estiverem
                                                                                       favoráveis à ocorrência
                       Antracnose                                                    destas, ou imediatamente
TOMATE               (Colletotrichum             -          200       500 a 1500         após a detecção dos
                    gloeosporioides)                                                   primeiros sintomas das
                                                                                               doenças.
                       Pinta-preta                                                      Realizar no máximo 4
                   (Alternaria solani)                                               Aplicações, com intervalos
                                                                                              de 7 dias.
                        Requeima
                (Phytophthora infestans)
                          Míldio                                                      Recomenda-se iniciar as
                  (Plasmopara vitícola)                                                      aplicações
                       Antracnose                                                         preventivamente,
                   (Elsinoe ampelina)                                                     quando os brotos
                    Podridão-amarga                                                  estiverem com 5 - 10 cm.
  UVA              (Greeneria uvicola)           -          350       500 a 1500           Seguir com as
                                                                                      demais aplicações até a
                  Mancha-das-folhas                                                    fase de formação dos
               (Pseudocercospora vitis)                                                        frutos.
               Podridão-da-uva-madura                                                  Realizar no máximo 4
                    (Colletotrichum                                                  Aplicações, com intervalos
                   gloeosporioides)                                                           de 7 dias
OBS.: A variação no volume de calda/ha deve ser em função do desenvolvimento vegetativo das culturas e do tipo de
equipamento utilizado, sempre a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
A aplicação é feita via terrestre com pulverizadores tratorizados ou costal. As pulverizações devem ser a
alto volume e providenciar para que haja uma boa cobertura de pulverização nas plantas de forma que
se obtenha uma perfeita cobertura da parte aérea da planta visando as faces superior e inferior das folhas.
Para as culturas perenes: Banana, Abacate, Citros, Pêssego, Manga, Figo, Maçã, Pêra, Uva e Café, o
DIMAN 740 WP deve ser aplicado através de pulverizadores e atomizadores tratorizados ou costal,
munidos ou não com canetas ou lanças de pulverização.




                                                                                               VERSÃO: 03/12/2025
Para as culturas anuais: Batata, Berinjela, Beterraba, Cenoura, Couve, Couve-flor, Repolho, Brócolis,
Pimentão, Feijão-vagem e Tomate, o DIMAN 740 WP deve ser aplicado através de pulverizadores
tratorizados com barra ou costal munidos com pontas de pulverização de jato cônico atendendo às
necessidades de tamanho de gota e volume de pulverização ou com atomizadores tratorizados e costal
munidos ou não com canetas ou lanças de pulverização.

Condições climáticas:
Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva,
conforme abaixo:
• Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
• Umidade relativa do ar: igual ou superior a 50%.
• Velocidade do vento: de 3 a 5 km/h.

Preparo da calda: Para o preparo da calda recomenda-se encher metade do volume do tanque de
pulverização com água limpa. Adicionar a quantidade escolhida de produto e completar com água até o
volume desejado, mantendo sob constante agitação e utilizando-se a calda no mesmo dia da preparação.
Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o
equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza
de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis
de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água
limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos
visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o
respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.
Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com
o respectivo produto.
Repetir esse processo por mais uma vez. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o
material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante
a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os
resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Gerenciamento de deriva: Devem ser tomados cuidados especiais para se evitar a deriva da
pulverização fora da área a ser tratada, ou sobre corpos d'água. A pulverização de gotas maiores reduz
o potencial de deriva, mas não irá preveni-la se as aplicações forem feitas de forma inadequada ou sob
condições ambientais desfavoráveis. É responsabilidade do aplicador adequar o pulverizador à aplicação
pretendida, calibrá-lo corretamente, e evitar que ocorra a deriva.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita):
                      CULTURAS                           INTERVALO DE SEGURANÇA
                                                                  (dias)
 Alho, batata, beterraba, berinjela, brócolis, cebola,              7
 cenoura, couve-flor, feijão-vagem, maçã, melancia,
 pepino, pimentão, tomate e uva
 Abacate, figo e manga                                              10
 Abóbora, amendoim, citros, couve, feijão, melão, pera e            14
 repolho
 Banana, café e pêssego                                             21

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Intervalo de reentrada para todas as culturas é de 24 horas. Mantenha afastados da área de aplicação
crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de
24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use macacão e avental impermeáveis, luvas e botas
de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado, óculos
protetores.




                                                                                         VERSÃO: 03/12/2025
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
• É obrigatório o uso do produto somente nas indicações constantes na bula.
• Evitar aplicação durante as horas mais quentes do dia;
• Evitar aplicação sob prenuncio de chuva;
• Não aplicar em plantas sob condição de estresse hídrico ou fitotoxicidade.
• Respeitar um período mínimo de 24 horas para realização da irrigação.
- Fitotoxicidade: Aplicar o produto sempre nas doses recomendadas para evitar fitotoxicidade para as
culturas indicadas.

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para
obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o
produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de
resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem
ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida,
consulte o seu exportador e/ou importador.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de
exposição aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso
de EPI’s específicos descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a
aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento aos primeiros socorros.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item: MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide Dados Relativos ao Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide Dados Relativos ao Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo
de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos M01 e M03 para o controle
   do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas,
   tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando
   disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
   sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
   devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
   www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org),
   Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).




                                                                                      VERSÃO: 03/12/2025
              GRUPO                                M01                         FUNGICIDA
              GRUPO                                M03                         FUNGICIDA

O produto fungicida DIMAN 740 WP é composto por oxicloreto de cobre e mancozebe, que apresentam
mecanismos de ação Atividade de contato multi-sítio, pertencentes aos Grupos M01 e M03, segundo
classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças (MID), envolvendo todos os princípios
e medidas disponíveis e viáveis de controle.
• Utilizar sementes sadias.
• Utilizar cultivares de gene de resistência, quando disponíveis.
• Realizar rotação de culturas.
• Realizar manejo adequado de adubação.
• Semear/transplantar em época adequada para a região e com densidade de plantas que permita bom
   arejamento foliar e maior penetração/cobertura do fungicida.
• Alternar a aplicação de fungicidas formulados em mistura rotacionando modos de ação sempre que
   possível.

            MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

                     DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

        ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

                   USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COMO INDICADO.


PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas; botas de




                                                                                      VERSÃO: 03/12/2025
borracha; avental impermeável; máscara facial descartável (PFF) classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas; botas de
borracha; máscara facial descartável (PFF) classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca
árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.




                            ATENÇÃO                 Pode ser nocivo se ingerido




                                                                                       VERSÃO: 03/12/2025
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a
embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato com os olhos, lave com muita água corrente durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-
la.
PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.

                             - INTOXICAÇÕES POR DIMAN 740 WP -

                                     INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico         OXICLORETO DE COBRE: Inorgânico
                      MANCOZEBE: Ditiocarbamato
Classe toxicológica   CATEGORIA 5 – IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição     Oral, inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética        Oxicloreto de Cobre: A absorção do cobre ocorre principalmente através do trato
                      gastrintestinal. 20 a 60 % do cobre da dieta são absorvidos; o restante é excretado
                      através das fezes. Logo que o metal passa através da membrana basolateral, ele é
                      transportado para o fígado onde se liga à albumina sérica. O fígado é o órgão critico
                      para a homeostase do cobre. O cobre é particionado para excreção através da bile
                      ou incorporação em proteínas intra e extracelulares. A via principal de excreção é
                      através da bile. O transporte do cobre para os tecidos periféricos é efetuado através
                      da ligação plasmática às albuminas séricas, ceruloplasmina ou complexos de baixo
                      peso molecular.
                      Mancozebe: Estudos efetuados com animais de laboratório demonstram que o
                      Mancozebe é parcialmente absorvido após ingestão oral, de forma moderadamente
                      rápida. A biotransformação é extensa e complexa. Após absorção, são distribuídos
                      para o fígado, rins e em maior quantidade na tireoide, mas não são acumulados
                      devido à rápida biotransformação pelo fígado, através da glicuronização. Sua
                      eliminação se dá tanto pelas fezes quanto pela urina e em menor quantidade pela
                      bile. A etilenotioureia (ETU) é o principal metabólito de importância toxicológica e o
                      dissulfeto de carbono, o metabólito de menor importância. São quase que
                      totalmente excretados em 96 horas, principalmente através das fezes (71%) e urina
                      (16%).
Mecanismos de         Oxicloreto de Cobre: O cobre é incorporado no organismo a um grande número
Toxicidade            de proteínas estruturais e catalíticas. A toxicidade bioquímica do cobre é derivada
                      de seus efeitos na estrutura e função de biomoléculas tais como o DNA, membranas
                      e proteínas, de forma direta ou mediante mecanismos envolvendo radicais de
                      oxigênio. Os compostos de cobre absorvidos são rapidamente transferidos para as
                      hemoglobinas, podendo causar edema renal, necrose hepática e renal.
                      Mancozebe: As formulações contendo mancozebe têm ação irritante para pele,
                      trato respiratório e olhos. Não são conhecidos mecanismos de toxicidade
                      específicos para este ingrediente ativo.
Sintomas e sinais     Oxicloreto de Cobre:
clínicos              Dois padrões de toxicidade humana foram relatados: exposição aguda a altas doses
                      ou intoxicação crônica devido à ingestão contínua de doses menores. A intoxicação
                      crônica por cobre, que é rara, afeta principalmente o fígado. O cobre metálico por si
                      próprio provavelmente tem pouca ou nenhuma toxicidade, contudo os relatos na
                      literatura são contraditórios. Os sais de cobre geram toxicidade. Sais solúveis, tais
                      como sulfato de cobre, são muito irritantes para a pele e membranas mucosas.
                      EXPOSIÇÃO AGUDA




                                                                                           VERSÃO: 03/12/2025
              Inalatória: A exposição a vapores ou pó de cobre pode causar irritação do nariz e
              trato respiratório superior, assim como espirros e tosse. Também pode ocorrer
              perfuração do septo nasal, febre com sintomas semelhantes aos de um resfriado
              tais como calafrios e dores musculares. A incidência da febre induzida pelos vapores
              do cobre é baixa, devido às altas temperaturas necessárias para volatilizar o cobre.
              Oral: A ingestão aguda de sais de cobre pode causar irritação, náusea severa e
              vômito, salivação, dor abdominal, queimação epigástrica, hemólise sangramento
              gastrintestinal com gastrite hemorrágica, hematêmese melena, anemia, hipotensão,
              icterícia, convulsões, coma, choque e morte Falências renal e hepática podem
              ocorrer vários dias após a ingestão aguda. A metemoglobinemia é rara. O cobre
              pode produzir um gosto metálico ou doce na boca.
              Dérmica: A exposição dérmica pode causar irritação, coceira, eczema,
              dermatite por contato, hipersensibilidade e manchas esverdeadas no cabelo, dentes
              e pele.
              Ocular: A exposição dos olhos aos vapores ou pó de cobre pode causar
              irritação, conjuntivite, edema palpebral, ulceração e opacidade da córnea. Também
              podem ocorrer irritação ocular, uveíte, abcesso e perda do olho devido à ação
              mecânica de partículas de cobre alojadas. A penetração de pequenos fragmentos
              no olho pode resultar em dano ocular severo.
              EFEITOS AGUDOS
              Cardiovascular: Hipotensão, disritmia e doenças das artérias coronarianas têm sido
              relacionadas à exposição ao cobre.
              Respiratório: Febre induzida pelos vapores do cobre, respiração ofegante e roncos
              no peito foram relatados em trabalhadores expostos a pós de cobre. Ocorreu
              dispnéia após exposição oral. Em animais, observou-se edema pulmonar e
              inflamação alveolar.
              Neurológico: Depressão do sistema nervoso central, convulsões e dores de cabeça
              foram associadas à exposição ao cobre.
              Gastrintestinal: Após a ingestão de alguns sais de cobre, pode ocorrer
              gastrenterite com vômito, erosões nas mucosas, gosto metálico na boca, sensação
              de queimação epigástrica e diarréia.
              Hepático: Após dois ou três dias da ingestão de sais de cobre podem ocorrer
              hepatomegalia, sensibilidade do fígado, níveis elevados de transaminases e
              icterícia. Cirroses na infância foram relacionadas à ingestão de leite em vasilhames
              de cobre ou bronze. Granulomas também foram associados à exposição ao cobre.
              Genitourinário: Falência renal aguda com oligúria seguida por anúria pode ocorrer
              24 a 48 horas após a ingestão. Também podem ocorrer
              hemoglobinúria e hematúria.
              Hematológico: Ocorreram hemólise e anemia e, raramente, metemoglobinemia.
              Dermatológico: A exposição dérmica pode gerar irritação severa, coceira, eritema,
              dermatite e eczema, podendo resultar em toxicidade sistêmica.
              Mancozebe:
              Exposição dérmica pode causar irritação da pele, prurido, eritema,
              dermatite de contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, rash cutâneo e
              eczema. Exposição respiratória pode causar irritação e inflamação das vias aéreas
              (rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), fadiga, cefaleia, visão borrada e
              náuseas. Exposição ocular pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação
              das pálpebras. Exposição oral pode causar irritação da mucosa do trato
              gastrointestinal, cefaleia, dores abdominais, diarreia, náuseas e vômitos.
              Exposições elevadas por períodos demasiadamente longos podem causar
              convulsões e coma.
Diagnóstico   O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
              quadro clínico compatível.
Tratamento    ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico.
              Oxicloreto de Cobre:
              Exposição Oral:
              A) A emese é rápida e espontânea na maioria dos pacientes após a ingestão de
              sais de cobre. A ipeca é contra-indicada após ingestão de sais de cobre cáusticos
              devido ao risco de mais danos à mucosa gastrintestinal e possibilidade de
              alterações graves no SNC.




                                                                                  VERSÃO: 03/12/2025
                   B) Os sais de cobre podem ser agentes cáusticos, capazes de extensivos danos à
                   mucosa, incluindo perfuração do trato gastrintestinal. A lavagem gástrica e
                   administração de carvão ativado podem causar complicações adicionais. Contudo
                   alguns clínicos têm utilizado essas técnicas com sucesso.
                   Uma vez que o carvão ativado tenha sido administrado, torna-se difícil de observar
                   achados endoscópicos. Essas técnicas são controversas e o emprego das mesmas
                   fica a critério do profissional envolvido.
                   1) A lavagem gástrica pode ser indicada após ingestão de formas não corrosivas de
                   cobre. Após ingestão de um composto corrosivo de cobre, tal como sulfato de cobre
                   (sulfato cúprico), a lavagem gástrica não é indicada devido ao fato de que o risco
                   de causar perfuração pode superar o benefício da remoção do material cáustico.
                   2) Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de veneno
                   potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão
                   (geralmente dentro de 1 hora). Contra-indicações: perda de reflexos protetores das
                   vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados;
                   após ingestão de compostos corrosivos: hidrocarbonetos (elevado potencial de
                   aspiração): pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
                   ingestão de quantidade não significativa.
                   C) Hipotensão: Proceda a infusão de 10 a 20 ml/kg de fluído isotônico . Se
                   hipotensão persistir, administre dopamina (5 a 20 mcg/kg/min) ou
                   norepinefrina (adultos: comece a infusão em 0,5 a 1 mcg/min; crianças:
                   comece a infusão em 0,1 mcg/kg/min).
                   D) Mantenha os pacientes que ingeriram sais de cobre corrosivos sem ingerir nada
                   pela boca, após a descontaminação da mucosa, até que se faça endoscopia.
                   E) Considere a endoscopia no caso de pacientes que ingeriram sais corrosivos de
                   cobre. Endoscopia: Realize dentro de 24 horas para avaliar quanto queimaduras em
                   adultos com ingestão deliberada ou qualquer sinal ou sintoma atribuível à ingestão,
                   e em crianças com estridor, vomitando ou babando. Considere endoscopia em
                   crianças com disfagia, recusa para engolir, queimaduras orais significativas ou dor
                   abdominal.
                   F) O papel dos corticosteróides é controverso. Considere o uso em queimaduras de
                   segundo-grau em até 48 horas após a ingestão em pacientes sem hemorragia ativa
                   do trato gastrintestinal superior ou evidência de ruptura gastroesofágica. Os
                   antibióticos são indicados em infecções definidas ou em pacientes com perfuração
                   gastroesofágica.
                   G) Há pouca experiência clínica no uso de quelantes na redução da intoxicação
                   aguda por cobre. Dados de eficácia são provenientes de pacientes com intoxicação
                   crônica por cobre (doença de Wilson e cirrose indiana da infância) e de estudos em
                   animais. Têm sido empregados dimercaprol (BAL), penicilamina, sulfonato de
                   dimercaptopropano (DMPS) e EDTA. A dpenicilamina é considerada a droga de
                   escolha na doença de Wilson, na qual ocorre uma condição crônica de níveis de
                   cobre elevados.
                   A administração de dimercaprol (BAL) parece acelerar excreção de cobre, podendo
                   aliviar as dores abdominais.
                   Mancozebe:
                   Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para
                   manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo
                   seu surgimento e gravidade. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando
                   principalmente luvas. Demais recomendações devem seguir protocolos de
                   atendimento ao intoxicado do estabelecimento de saúde e/ou orientações da Rede
                   Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT)
Contraindicações   A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
                   pneumonite química.
                   A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das
                   vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados;
                   pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
                   quantidade não significativa.




                                                                                       VERSÃO: 03/12/2025
Atenção               As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de
                      Notificação Compulsória; comunique ao sistema de informação de agravos de
                      notificação (SINAN/MS).
                      Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e
                      tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMA-ÇÕES
                      MÉDICAS:
                      Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
                      Rede Nacional de Centro de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT –
                      ANVISA/MS
                      Telefone de Emergência da empresa: (51) 3062-2848

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética”.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
Toxicidade oral aguda: > 2000 mg/kg p.c.
Toxicidade cutânea aguda: > 2000 mg/kg p.c.
Toxicidade inalatória aguda:> 1,076 mg/L de ar em 4 h
Corrosão/irritação ocular: Não Irritante
Corrosão/irritação cutânea: Não Irritante
Sensibilização cutânea: Produto não Sensibilizante a pele
Mutagenicidade: Produto não mutagênico.


 INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:

▪ Este produto é:
       - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
       - Muito perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
   X - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
       - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
  atingir principalmente águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos).
• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite
  a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
  água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
   ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.




                                                                                    VERSÃO: 03/12/2025
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para
  o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
  Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa PROREGISTROS REGISTROS DE
    PRODUTOS LTDA. – Telefone de Emergência: (51) 3062-2848.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
    óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
    - Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
      identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
      registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
    - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
      material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
      registrante conforme indicado.
    - Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
      o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
      adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
      da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
    favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
   vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.




                                                                                      VERSÃO: 03/12/2025
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
   boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
   direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
  com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
  guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
  tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
  fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
  de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
  validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
  de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
  rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
  separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
  tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
  fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
  de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
  de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
  de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
  rações, animais e pessoas.




                                                                                    VERSÃO: 03/12/2025
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas
  as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
 • É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
   produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
  rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
 • A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
   realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
   competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
   O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
   EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
 • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
   contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
 • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
   pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
 • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
   equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
   como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
   medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
   OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




                                                                                     VERSÃO: 03/12/2025
                                

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