Diman 740 WP
Proregistros Registros de Produtos Ltda - EPP
Fungicida
mancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) (440 g/kg) + oxicloreto de cobre (inorgânico) (300 g/kg)
Informações
Número de Registro
42625
Marca Comercial
Diman 740 WP
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
mancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) (440 g/kg) + oxicloreto de cobre (inorgânico) (300 g/kg)
Titular de Registro
Proregistros Registros de Produtos Ltda - EPP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacate
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Abóbora
Cladosporium cucumerinum
Queima; Sarna
Abóbora
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Abóbora
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Abóbora
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Alho
Alternaria porri
Crestamento; Mancha-púrpura
Alho
Peronospora destructor
Cinza; Míldio
Alho
Puccinia allii
Ferrugem
Amendoim
Ascochyta arachidis
Mancha-barrenta
Amendoim
Cercospora arachidicola
Cercosporiose; Mancha-castanha
Amendoim
Pseudocercospora personata
Mancha-preta
Amendoim
Sphaceloma arachidis
Verrugose
Banana
Ceratocystis paradoxa
Podridão-da-coroa; Podridão-negra
Banana
Mycosphaerella musicola
Mal-de-Sigatoka; Sigatoka-amarela
Batata
Alternaria solani
Pinta-preta; Pinta-preta-grande
Batata
Phytophthora infestans
Mela; Requeima
Berinjela
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Berinjela
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Berinjela
Stemphylium solani
Mancha-de-Stemphylium
Beterraba
Cercospora beticola
Cercosporiose; Mancha-das-folhas
Brócolis
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria; Mancha-preta
Brócolis
Peronospora parasitica
Míldio
Café
Cercospora coffeicola
Cercosporiose; Mancha-de-olho-pardo
Café
Colletotrichum coffeanum
Antracnose; Die back
Café
Hemileia vastatrix
Ferrugem; Ferrugem-do-cafeeiro
Cebola
Alternaria porri
Crestamento; Mancha-púrpura
Cebola
Botrytis squamosa
Mofo-cinzento; Queima-das-pontas
Cebola
Peronospora destructor
Cinza; Míldio
Cebola
Puccinia allii
Ferrugem
Cenoura
Alternaria dauci
Mancha-de-Alternaria; Queima-das-folhas
Cenoura
Cercospora carotae
Mancha-de-Cercospora; Queima-das-folhas
Citros
Diaporthe citri
Melanose; Podridão-peduncular
Citros
Elsinoe fawcetti
Verrugose; Verrugose-da-laranja-azeda
Couve
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria; Mancha-preta
Couve
Peronospora parasitica
Míldio
Couve-flor
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria; Mancha-preta
Couve-flor
Peronospora parasitica
Míldio
Feijão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Feijão
Phoma exigua
Podridão-de-Ascochyta
Feijão
Uromyces appendiculatus
Ferrugem
Feijão-vagem
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão-vagem
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Feijão-vagem
Phoma exigua
Podridão-de-Ascochyta
Feijão-vagem
Uromyces appendiculatus
Ferrugem
Figo
Cerotelium fici
Ferrugem
Figo
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Manga
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Maçã
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose; Mancha-foliar-da-gala
Maçã
Venturia inaequalis
Sarna; Sarna-da-macieira
Melancia
Cladosporium cucumerinum
Queima; Sarna
Melancia
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Melancia
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Melancia
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Melão
Cladosporium cucumerinum
Queima; Sarna
Melão
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Melão
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Melão
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Pepino
Cladosporium cucumerinum
Queima; Sarna
Pepino
Colletotrichum orbiculare
Antracnose; Podridão-amarga
Pepino
Didymella bryoniae
Crestamento-gomoso-do-caule; Podridão-amarga
Pepino
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Pera
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Pera
Entomosporium mespili
Entomosporiose; Requeima
Pera
Venturia inaequalis
Sarna; Sarna-da-macieira
Pessego
Cladosporium carpophilum
Sarna
Pessego
Monilinia fructicola
Podridão-parda
Pessego
Taphrina deformans
Crespeira; Crespeira-verdadeira
Pessego
Tranzschelia pruni-spinosae
Ferrugem
Pimentão
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Pimentão
Phytophthora capsici
Requeima
Pimentão
Puccinia pampeana
Ferrugem
Pimentão
Stemphylium solani
Mancha-de-Stemphylium
Repolho
Alternaria brassicae
Mancha-de-Alternaria; Mancha-preta
Repolho
Mycosphaerella brassicicola
Chumbinho; Manchas-com-pontos
Repolho
Peronospora parasitica
Míldio
Tomate
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Tomate
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Tomate
Phytophthora infestans
Mela; Requeima
Tomate
Septoria lycopersici
Pinta-preta-pequena; Septoriose
Tomate
Stemphylium solani
Mancha-de-Stemphylium
Uva
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose; Podridão-da-uva-madura
Uva
Elsinoe ampelina
Antracnose
Uva
Greeneria uvicola
Podridão-amarga
Uva
Plasmopara viticola
Mofo; Míldio
Uva
Pseudocercospora vitis
Cercospora; Mancha-das-folhas
Conteúdo da Bula
DIMAN 740 WP
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 42625
COMPOSIÇÃO:
Dicopper chloride trihydroxide (OXICLORETO DE COBRE) ................................................................................... 300,0 g/kg (30,0% m/m)
Equivalente em cobre metálico ................................................................................................................................ 170,0 g/kg (17,0% m/m)
Manganese ethylenebis(dithiocarbamate) (polymeric) complex with zinc salt (MANCOZEBE) ............................... 440,0 g/kg (44,0% m/m)
Outros Ingredientes................................................................................................................................................... 260,0 g/kg (26,0% m/m)
GRUPO M01 FUNGICIDA
GRUPO M03 FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida de contato com ação preventiva e bacteriostática
GRUPOS QUÍMICOS: Oxicloreto de cobre: INORGÂNICO e Mancozebe: ALQUILENOBIS (DITIOCARBAMATO)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP)
TITULAR DO REGISTRO (*)
PROREGISTROS REGISTROS DE PRODUTOS LTDA.
Endereço: Rua Santa Catarina, 40 – Sala 502 – Bairro Santa Maria Goretti, Porto Alegre – RS – CEP: 91030-330 – Fone/ Fax: (51) 3342-0028/
3062-2848 – CNPJ: 05.617.846/0001-99 - Número de registro do estabelecimento no Estado: 263/12 – DISA/DDA/SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
FORTUNA TÉCNICO – Registro MAPA nº 07808
⚫ AGRIA S.A.
Endereço: Asenovgradsko Shose, 4.009 - Plovdiv – Bulgária.
FORNECEDOR DA MATÉRIA-PRIMA:
OXICLORETO DE COBRE:
⚫ QUIMETAL INDUSTRIAL S.A..
Endereço: Los Yacimientos 1301 – Santiago – 9260062 – Chile.
FORMULADOR:
⚫ AGRIA S.A.
Endereço: Asenovgradsko Shose, 4.009 - Plovdiv – Bulgária.
MANIPULADOR:
⚫ ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Fábrica 1
Endereço: Rua Alberto Guizo, nº 859 - Distrito Industrial João Narezzi - CEP 13347-402 – Indaiatuba/SP – CNPJ 50.025.469/0001-53 -
Registro no órgão estadual nº 466/CDA/SP
⚫ ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Fábrica 2
Endereço: Rua Bonifácio Rosso Ross, nº 260 - Bairro Cruz Alta - CEP 13348-790 – Indaiatuba/SP – CNPJ 50.025.469/0004-04 - Registro
no órgão estadual: nº 1248/CDA/SP
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO MEDIANAMENTE PERIGOSO
AO MEIO AMBIENTE
COR DA FAIXA: Azul PMS Blue 293 C
VERSÃO: 03/12/2025
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
DIMAN 740 WP é um fungicida de contato com mecanismo de ação multi-sítio, recomendado para controle
preventivo de doenças nas seguintes culturas: abacate, abóbora, alho, amendoim, banana, batata, berinjela,
beterraba, brócolis, café, cebola, cenoura, citros, couve, couve-flor, feijão, feijão-vagem, figo, maçã, manga,
melancia, melão, pepino, pera, pêssego, pimentão, repolho, tomate e uva.
O oxicloreto de cobre age por contato (protetor) que, ao ser absorvido, interrompe os sistemas enzimáticos
nos alvos biológicos. O mancozebe é um ingrediente ativo de amplo espectro, não sistêmico, de contato,
com ação protetora e atua perturbando o metabolismo lipídico dos patógenos.
CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO, VOLUME DE
APLICAÇÃO E INTERVALO DE SEGURANÇA:
DOENÇAS DOSES (p.c.) VOLUME ÉPOCA, NÚMERO E
CULTURAS DE INTERVALO DE
Nome comum Kg/ha g/100 L CALDA APLICAÇÃO
(Nome científico) de água (L/ha)
Iniciar as aplicações
preventivamente, logo
Antracnose após o florescimento das
ABACATE (Colletotrichum - 200 500 a 1500 plantas. Realizar no
gloeosporioides) máximo uma aplicação
por ciclo de cultura.
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare) Iniciar as aplicações logo
ABÓBORA, Míldio após detectar os primeiros
(Pseudoperonospora sintomas das doenças.
MELÃO, cubensis) - 200 500 a 1500 Realizar no máximo 4
Queima aplicações, com intervalos
MELANCIA, (Cladosporium de 6 a 10 dias.
cucumerinum)
PEPINO Podridão-do-colo
(Didymella bryoniae)
Míldio
(Peronospora destructor) Iniciar as aplicações logo
após detectar os primeiros
ALHO Mancha-púrpura - 200 500 a 1500 sintomas das doenças.
(Alternaria porri) Realizar no máximo 4
aplicações, com intervalos
Ferrugem de 6 a 10 dias.
(Puccinia allii)
Verrugose
(Sphaceloma arachidis) Iniciar as aplicações
Mancha-preta imediatamente após a
(Pseudocercospora detecção dos primeiros
AMENDOIM personata) - 200 500 a 1500 sintomas das doenças.
Mancha-castanha Realizar no máximo 3
(Cercospora arachidicola) aplicações, com intervalos
Mancha-barrenta de 10 a 15 dias.
(Ascochyta arachidis)
Mal-de-sigatoka Iniciar as aplicações logo
(Mycosphaerella musicola) após detectar os primeiros
sintomas das doenças.
BANANA Podridão-do-engaço - 250 500 a 1500 Realizar no máximo 1
(Ceratocystis paradoxa) aplicação por ciclo da
cultura.
VERSÃO: 03/12/2025
Pinta-preta Iniciar as aplicações logo
(Alternaria solani) após detectar os primeiros
sintomas das doenças.
BATATA Requeima - 200 500 a 1500 Realizar no máximo 1
(Phytophthora infestans) aplicação por ciclo da
cultura.
Antracnose
(Colletotrichum Iniciar as aplicações logo
gloeosporioides) após detectar os primeiros
BERINJELA Mancha-de-Stemphylium - 200 500 a 1500 sintomas das doenças.
(Stemphylium solani) Realizar no máximo 1
Pinta-preta aplicação por ciclo da
(Alternaria solani) cultura.
Iniciar as aplicações logo
após detectar os primeiros
Mancha-de-Cercospora sintomas das doenças.
BETERRABA (Cercospora beticola) - 200 500 a 1500 Realizar no máximo 1
aplicação por ciclo da
cultura.
BRÓCOLIS, Míldio Iniciar as aplicações logo
(Peronospora parasitica) após detectar os primeiros
COUVE, sintomas das doenças.
Mancha-de-Alternaria - 200 500 a 1500 Realizar no máximo 1
COUVE- (Alternaria brassicae) aplicação por ciclo da
FLOR cultura.
Ferrugem Iniciar as aplicações
(Hemileia vastatrix) preventivamente, no final
de novembro/início de
Cercosporiose dezembro, e seguir com
(Cercospora caffeicola) as demais aplicações até
CAFÉ 1,5 a 3,0 - 300 a 600 60 dias antes da colheita.
Antracnose Realizar no máximo 2
(Colletotrichum coffeanum) aplicações, com intervalos
de 30 dias.
Mídio
(Peronospora destructor) Iniciar as aplicações logo
Mancha-púrpura após detectar os primeiros
CEBOLA (Alternaria porri) - 200 500 a 1500 sintomas das doenças.
Ferrugem Realizar no máximo 4
(Puccinia allii) aplicações, com intervalos
Queima-das-pontas de 6 a 10 dias.
(Botrytis squamosa)
Mancha-de-cercospora Iniciar as aplicações logo
(Cercospora carotae) após detectar os primeiros
sintomas das doenças.
CENOURA Mancha-de-Alternaria - 200 500 a 1500 Realizar no máximo 1
(Alternaria dauci) aplicação por ciclo da
cultura.
Verrugose Iniciar as aplicações
(Elsinoe fawcetti) preventivamente, no
estádio de florescimento,
quando
Melanose 2/3 das pétalas tiverem
CITROS (Diaporthe citri) - 300 500 a 1500 caído. Realizar no máximo
2 aplicações, com
intervalos de 20 a 30 dias.
Antracnose
(Colletotrichum Iniciar as aplicações logo
lindemuthianum) após detectar os primeiros
VERSÃO: 03/12/2025
Ferrugem sintomas das doenças.
(Uromyces Realizar no máximo 4
FEIJÃO appendiculatus) - 200 500 a 1500 aplicações, com intervalos
Mancha-angular de 6 a 10 dias.
(Phaeoisariopsis griseola)
Podridão-de-ascophyta
(Phoma exigua var.
exigua)
Antracnose
(Colletotrichum
lindemuthianum) Iniciar as aplicações logo
Ferrugem após detectar os primeiros
(Uromyces sintomas das doenças.
FEIJÃO- appendiculatus) - 200 500 a 1500 Realizar no máximo 1
VAGEM Mancha-angular aplicação por ciclo da
(Phaeoisariopsis griseola) cultura.
Podridão-de-ascophyta
(Phoma exigua var.
exigua)
Ferrugem Iniciar as aplicações
(Cerotelium fici) preventivamente, na
FIGO - 200 500 a 1500 brotação das plantas.
Antracnose Realizar no máximo 1
(Colletotrichum aplicação por ciclo da
gloeosporioides) cultura.
Sarna Iniciar as aplicações
(Venturia inaequalis) preventivamente, no
período de inverno logo
MAÇÃ - 200 500 a 1500 após a quebra de
Podridão-amarga
dormência. Realizar no
(Colletotrichum
máximo 1 aplicação por
gloeosporioides)
ciclo da cultura.
Iniciar as aplicações
preventivamente, logo
após a poda. Seguir com
as demais aplicações nos
Antracnose períodos antes da
(Colletotrichum abertura das flores,
MANGA gloeosporioides) - 200 500 a 1500 durante o florescimento e
na frutificação.
Realizar no máximo 4
aplicações com intervalos
de 5 a 10 dias.
Sarna
(Venturia inaequalis) Iniciar as aplicações
preventivamente, no
Entomosporiose período de inverno logo
PERA (Entomosporium mespii) - 200 500 a 1500 após a quebra de
dormência. Realizar no
Podridão-amarga máximo 1 aplicação por
(Colletotrichum ciclo da cultura.
gloeosporioides)
Ferrugem
(Tranzschelia pruni- Iniciar as aplicações
spinosae) preventivamente, no
período de inverno,
Sarna quando ocorrer a queda
(Cladosporium das folhas. Seguir com as
PÊSSEGO carpophilum) - 200 500 a 1500 demais aplicações durante
VERSÃO: 03/12/2025
Podridão-parda a fase de inchamento das
(Monilinia fructicola) gemas e durante a fase de
floração. Realizar no
máximo 1 aplicação por
Crespeira ciclo da cultura.
(Taphrina deformans)
Requeima
(Phytophthora capsici) Iniciar as aplicações logo
Antracnose após detectar os primeiros
(Colletotrichum sintomas das doenças.
PIMENTÃO gloeosporioides) - 200 500 a 1500 Realizar no máximo 1
Ferrugem aplicação por ciclo da
(Puccinia pampeana) cultura.
Mancha-de-Stemphylium
(Stemphylium solani)
Míldio Recomenda-se iniciar as
(Peronospora parasitica) aplicações logo após
Mancha-de-Alternaria detectar os primeiros
REPOLHO (Alternaria brassicae) - 200 500 a 1500 sintomas das doenças.
Chumbinho Realizar no máximo 1
(Mycosphaerella aplicação por ciclo da
brassicicola) cultura.
Septoriose Recomenda-se
(Septoria lycopersici) preferencialmente aplicá-
lo antes da detecção dos
Mancha-de-Stemphylium sintomas das doenças,
(Stemphylium solani) quando as condições
climáticas estiverem
favoráveis à ocorrência
Antracnose destas, ou imediatamente
TOMATE (Colletotrichum - 200 500 a 1500 após a detecção dos
gloeosporioides) primeiros sintomas das
doenças.
Pinta-preta Realizar no máximo 4
(Alternaria solani) Aplicações, com intervalos
de 7 dias.
Requeima
(Phytophthora infestans)
Míldio Recomenda-se iniciar as
(Plasmopara vitícola) aplicações
Antracnose preventivamente,
(Elsinoe ampelina) quando os brotos
Podridão-amarga estiverem com 5 - 10 cm.
UVA (Greeneria uvicola) - 350 500 a 1500 Seguir com as
demais aplicações até a
Mancha-das-folhas fase de formação dos
(Pseudocercospora vitis) frutos.
Podridão-da-uva-madura Realizar no máximo 4
(Colletotrichum Aplicações, com intervalos
gloeosporioides) de 7 dias
OBS.: A variação no volume de calda/ha deve ser em função do desenvolvimento vegetativo das culturas e do tipo de
equipamento utilizado, sempre a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
A aplicação é feita via terrestre com pulverizadores tratorizados ou costal. As pulverizações devem ser a
alto volume e providenciar para que haja uma boa cobertura de pulverização nas plantas de forma que
se obtenha uma perfeita cobertura da parte aérea da planta visando as faces superior e inferior das folhas.
Para as culturas perenes: Banana, Abacate, Citros, Pêssego, Manga, Figo, Maçã, Pêra, Uva e Café, o
DIMAN 740 WP deve ser aplicado através de pulverizadores e atomizadores tratorizados ou costal,
munidos ou não com canetas ou lanças de pulverização.
VERSÃO: 03/12/2025
Para as culturas anuais: Batata, Berinjela, Beterraba, Cenoura, Couve, Couve-flor, Repolho, Brócolis,
Pimentão, Feijão-vagem e Tomate, o DIMAN 740 WP deve ser aplicado através de pulverizadores
tratorizados com barra ou costal munidos com pontas de pulverização de jato cônico atendendo às
necessidades de tamanho de gota e volume de pulverização ou com atomizadores tratorizados e costal
munidos ou não com canetas ou lanças de pulverização.
Condições climáticas:
Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva,
conforme abaixo:
• Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
• Umidade relativa do ar: igual ou superior a 50%.
• Velocidade do vento: de 3 a 5 km/h.
Preparo da calda: Para o preparo da calda recomenda-se encher metade do volume do tanque de
pulverização com água limpa. Adicionar a quantidade escolhida de produto e completar com água até o
volume desejado, mantendo sob constante agitação e utilizando-se a calda no mesmo dia da preparação.
Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o
equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza
de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis
de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água
limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos
visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o
respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.
Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com
o respectivo produto.
Repetir esse processo por mais uma vez. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o
material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante
a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os
resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Gerenciamento de deriva: Devem ser tomados cuidados especiais para se evitar a deriva da
pulverização fora da área a ser tratada, ou sobre corpos d'água. A pulverização de gotas maiores reduz
o potencial de deriva, mas não irá preveni-la se as aplicações forem feitas de forma inadequada ou sob
condições ambientais desfavoráveis. É responsabilidade do aplicador adequar o pulverizador à aplicação
pretendida, calibrá-lo corretamente, e evitar que ocorra a deriva.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita):
CULTURAS INTERVALO DE SEGURANÇA
(dias)
Alho, batata, beterraba, berinjela, brócolis, cebola, 7
cenoura, couve-flor, feijão-vagem, maçã, melancia,
pepino, pimentão, tomate e uva
Abacate, figo e manga 10
Abóbora, amendoim, citros, couve, feijão, melão, pera e 14
repolho
Banana, café e pêssego 21
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Intervalo de reentrada para todas as culturas é de 24 horas. Mantenha afastados da área de aplicação
crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de
24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use macacão e avental impermeáveis, luvas e botas
de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado, óculos
protetores.
VERSÃO: 03/12/2025
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
• É obrigatório o uso do produto somente nas indicações constantes na bula.
• Evitar aplicação durante as horas mais quentes do dia;
• Evitar aplicação sob prenuncio de chuva;
• Não aplicar em plantas sob condição de estresse hídrico ou fitotoxicidade.
• Respeitar um período mínimo de 24 horas para realização da irrigação.
- Fitotoxicidade: Aplicar o produto sempre nas doses recomendadas para evitar fitotoxicidade para as
culturas indicadas.
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para
obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o
produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de
resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem
ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida,
consulte o seu exportador e/ou importador.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de
exposição aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso
de EPI’s específicos descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a
aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento aos primeiros socorros.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item: MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide Dados Relativos ao Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide Dados Relativos ao Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo
de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos M01 e M03 para o controle
do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas,
tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando
disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org),
Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
VERSÃO: 03/12/2025
GRUPO M01 FUNGICIDA
GRUPO M03 FUNGICIDA
O produto fungicida DIMAN 740 WP é composto por oxicloreto de cobre e mancozebe, que apresentam
mecanismos de ação Atividade de contato multi-sítio, pertencentes aos Grupos M01 e M03, segundo
classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças (MID), envolvendo todos os princípios
e medidas disponíveis e viáveis de controle.
• Utilizar sementes sadias.
• Utilizar cultivares de gene de resistência, quando disponíveis.
• Realizar rotação de culturas.
• Realizar manejo adequado de adubação.
• Semear/transplantar em época adequada para a região e com densidade de plantas que permita bom
arejamento foliar e maior penetração/cobertura do fungicida.
• Alternar a aplicação de fungicidas formulados em mistura rotacionando modos de ação sempre que
possível.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas; botas de
VERSÃO: 03/12/2025
borracha; avental impermeável; máscara facial descartável (PFF) classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas; botas de
borracha; máscara facial descartável (PFF) classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca
árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido
VERSÃO: 03/12/2025
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a
embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato com os olhos, lave com muita água corrente durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-
la.
PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.
- INTOXICAÇÕES POR DIMAN 740 WP -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico OXICLORETO DE COBRE: Inorgânico
MANCOZEBE: Ditiocarbamato
Classe toxicológica CATEGORIA 5 – IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética Oxicloreto de Cobre: A absorção do cobre ocorre principalmente através do trato
gastrintestinal. 20 a 60 % do cobre da dieta são absorvidos; o restante é excretado
através das fezes. Logo que o metal passa através da membrana basolateral, ele é
transportado para o fígado onde se liga à albumina sérica. O fígado é o órgão critico
para a homeostase do cobre. O cobre é particionado para excreção através da bile
ou incorporação em proteínas intra e extracelulares. A via principal de excreção é
através da bile. O transporte do cobre para os tecidos periféricos é efetuado através
da ligação plasmática às albuminas séricas, ceruloplasmina ou complexos de baixo
peso molecular.
Mancozebe: Estudos efetuados com animais de laboratório demonstram que o
Mancozebe é parcialmente absorvido após ingestão oral, de forma moderadamente
rápida. A biotransformação é extensa e complexa. Após absorção, são distribuídos
para o fígado, rins e em maior quantidade na tireoide, mas não são acumulados
devido à rápida biotransformação pelo fígado, através da glicuronização. Sua
eliminação se dá tanto pelas fezes quanto pela urina e em menor quantidade pela
bile. A etilenotioureia (ETU) é o principal metabólito de importância toxicológica e o
dissulfeto de carbono, o metabólito de menor importância. São quase que
totalmente excretados em 96 horas, principalmente através das fezes (71%) e urina
(16%).
Mecanismos de Oxicloreto de Cobre: O cobre é incorporado no organismo a um grande número
Toxicidade de proteínas estruturais e catalíticas. A toxicidade bioquímica do cobre é derivada
de seus efeitos na estrutura e função de biomoléculas tais como o DNA, membranas
e proteínas, de forma direta ou mediante mecanismos envolvendo radicais de
oxigênio. Os compostos de cobre absorvidos são rapidamente transferidos para as
hemoglobinas, podendo causar edema renal, necrose hepática e renal.
Mancozebe: As formulações contendo mancozebe têm ação irritante para pele,
trato respiratório e olhos. Não são conhecidos mecanismos de toxicidade
específicos para este ingrediente ativo.
Sintomas e sinais Oxicloreto de Cobre:
clínicos Dois padrões de toxicidade humana foram relatados: exposição aguda a altas doses
ou intoxicação crônica devido à ingestão contínua de doses menores. A intoxicação
crônica por cobre, que é rara, afeta principalmente o fígado. O cobre metálico por si
próprio provavelmente tem pouca ou nenhuma toxicidade, contudo os relatos na
literatura são contraditórios. Os sais de cobre geram toxicidade. Sais solúveis, tais
como sulfato de cobre, são muito irritantes para a pele e membranas mucosas.
EXPOSIÇÃO AGUDA
VERSÃO: 03/12/2025
Inalatória: A exposição a vapores ou pó de cobre pode causar irritação do nariz e
trato respiratório superior, assim como espirros e tosse. Também pode ocorrer
perfuração do septo nasal, febre com sintomas semelhantes aos de um resfriado
tais como calafrios e dores musculares. A incidência da febre induzida pelos vapores
do cobre é baixa, devido às altas temperaturas necessárias para volatilizar o cobre.
Oral: A ingestão aguda de sais de cobre pode causar irritação, náusea severa e
vômito, salivação, dor abdominal, queimação epigástrica, hemólise sangramento
gastrintestinal com gastrite hemorrágica, hematêmese melena, anemia, hipotensão,
icterícia, convulsões, coma, choque e morte Falências renal e hepática podem
ocorrer vários dias após a ingestão aguda. A metemoglobinemia é rara. O cobre
pode produzir um gosto metálico ou doce na boca.
Dérmica: A exposição dérmica pode causar irritação, coceira, eczema,
dermatite por contato, hipersensibilidade e manchas esverdeadas no cabelo, dentes
e pele.
Ocular: A exposição dos olhos aos vapores ou pó de cobre pode causar
irritação, conjuntivite, edema palpebral, ulceração e opacidade da córnea. Também
podem ocorrer irritação ocular, uveíte, abcesso e perda do olho devido à ação
mecânica de partículas de cobre alojadas. A penetração de pequenos fragmentos
no olho pode resultar em dano ocular severo.
EFEITOS AGUDOS
Cardiovascular: Hipotensão, disritmia e doenças das artérias coronarianas têm sido
relacionadas à exposição ao cobre.
Respiratório: Febre induzida pelos vapores do cobre, respiração ofegante e roncos
no peito foram relatados em trabalhadores expostos a pós de cobre. Ocorreu
dispnéia após exposição oral. Em animais, observou-se edema pulmonar e
inflamação alveolar.
Neurológico: Depressão do sistema nervoso central, convulsões e dores de cabeça
foram associadas à exposição ao cobre.
Gastrintestinal: Após a ingestão de alguns sais de cobre, pode ocorrer
gastrenterite com vômito, erosões nas mucosas, gosto metálico na boca, sensação
de queimação epigástrica e diarréia.
Hepático: Após dois ou três dias da ingestão de sais de cobre podem ocorrer
hepatomegalia, sensibilidade do fígado, níveis elevados de transaminases e
icterícia. Cirroses na infância foram relacionadas à ingestão de leite em vasilhames
de cobre ou bronze. Granulomas também foram associados à exposição ao cobre.
Genitourinário: Falência renal aguda com oligúria seguida por anúria pode ocorrer
24 a 48 horas após a ingestão. Também podem ocorrer
hemoglobinúria e hematúria.
Hematológico: Ocorreram hemólise e anemia e, raramente, metemoglobinemia.
Dermatológico: A exposição dérmica pode gerar irritação severa, coceira, eritema,
dermatite e eczema, podendo resultar em toxicidade sistêmica.
Mancozebe:
Exposição dérmica pode causar irritação da pele, prurido, eritema,
dermatite de contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, rash cutâneo e
eczema. Exposição respiratória pode causar irritação e inflamação das vias aéreas
(rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), fadiga, cefaleia, visão borrada e
náuseas. Exposição ocular pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação
das pálpebras. Exposição oral pode causar irritação da mucosa do trato
gastrointestinal, cefaleia, dores abdominais, diarreia, náuseas e vômitos.
Exposições elevadas por períodos demasiadamente longos podem causar
convulsões e coma.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível.
Tratamento ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico.
Oxicloreto de Cobre:
Exposição Oral:
A) A emese é rápida e espontânea na maioria dos pacientes após a ingestão de
sais de cobre. A ipeca é contra-indicada após ingestão de sais de cobre cáusticos
devido ao risco de mais danos à mucosa gastrintestinal e possibilidade de
alterações graves no SNC.
VERSÃO: 03/12/2025
B) Os sais de cobre podem ser agentes cáusticos, capazes de extensivos danos à
mucosa, incluindo perfuração do trato gastrintestinal. A lavagem gástrica e
administração de carvão ativado podem causar complicações adicionais. Contudo
alguns clínicos têm utilizado essas técnicas com sucesso.
Uma vez que o carvão ativado tenha sido administrado, torna-se difícil de observar
achados endoscópicos. Essas técnicas são controversas e o emprego das mesmas
fica a critério do profissional envolvido.
1) A lavagem gástrica pode ser indicada após ingestão de formas não corrosivas de
cobre. Após ingestão de um composto corrosivo de cobre, tal como sulfato de cobre
(sulfato cúprico), a lavagem gástrica não é indicada devido ao fato de que o risco
de causar perfuração pode superar o benefício da remoção do material cáustico.
2) Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de veneno
potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora). Contra-indicações: perda de reflexos protetores das
vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados;
após ingestão de compostos corrosivos: hidrocarbonetos (elevado potencial de
aspiração): pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa.
C) Hipotensão: Proceda a infusão de 10 a 20 ml/kg de fluído isotônico . Se
hipotensão persistir, administre dopamina (5 a 20 mcg/kg/min) ou
norepinefrina (adultos: comece a infusão em 0,5 a 1 mcg/min; crianças:
comece a infusão em 0,1 mcg/kg/min).
D) Mantenha os pacientes que ingeriram sais de cobre corrosivos sem ingerir nada
pela boca, após a descontaminação da mucosa, até que se faça endoscopia.
E) Considere a endoscopia no caso de pacientes que ingeriram sais corrosivos de
cobre. Endoscopia: Realize dentro de 24 horas para avaliar quanto queimaduras em
adultos com ingestão deliberada ou qualquer sinal ou sintoma atribuível à ingestão,
e em crianças com estridor, vomitando ou babando. Considere endoscopia em
crianças com disfagia, recusa para engolir, queimaduras orais significativas ou dor
abdominal.
F) O papel dos corticosteróides é controverso. Considere o uso em queimaduras de
segundo-grau em até 48 horas após a ingestão em pacientes sem hemorragia ativa
do trato gastrintestinal superior ou evidência de ruptura gastroesofágica. Os
antibióticos são indicados em infecções definidas ou em pacientes com perfuração
gastroesofágica.
G) Há pouca experiência clínica no uso de quelantes na redução da intoxicação
aguda por cobre. Dados de eficácia são provenientes de pacientes com intoxicação
crônica por cobre (doença de Wilson e cirrose indiana da infância) e de estudos em
animais. Têm sido empregados dimercaprol (BAL), penicilamina, sulfonato de
dimercaptopropano (DMPS) e EDTA. A dpenicilamina é considerada a droga de
escolha na doença de Wilson, na qual ocorre uma condição crônica de níveis de
cobre elevados.
A administração de dimercaprol (BAL) parece acelerar excreção de cobre, podendo
aliviar as dores abdominais.
Mancozebe:
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para
manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo
seu surgimento e gravidade. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando
principalmente luvas. Demais recomendações devem seguir protocolos de
atendimento ao intoxicado do estabelecimento de saúde e/ou orientações da Rede
Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT)
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das
vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados;
pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
quantidade não significativa.
VERSÃO: 03/12/2025
Atenção As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de
Notificação Compulsória; comunique ao sistema de informação de agravos de
notificação (SINAN/MS).
Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMA-ÇÕES
MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centro de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT –
ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3062-2848
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
Toxicidade oral aguda: > 2000 mg/kg p.c.
Toxicidade cutânea aguda: > 2000 mg/kg p.c.
Toxicidade inalatória aguda:> 1,076 mg/L de ar em 4 h
Corrosão/irritação ocular: Não Irritante
Corrosão/irritação cutânea: Não Irritante
Sensibilização cutânea: Produto não Sensibilizante a pele
Mutagenicidade: Produto não mutagênico.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
▪ Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
- Muito perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
X - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos).
• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite
a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
VERSÃO: 03/12/2025
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para
o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa PROREGISTROS REGISTROS DE
PRODUTOS LTDA. – Telefone de Emergência: (51) 3062-2848.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
- Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
VERSÃO: 03/12/2025
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
VERSÃO: 03/12/2025
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas
as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
VERSÃO: 03/12/2025