Curathane SC
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Fungicida
cimoxanil (acetamida) (63.4 g/L) + mancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) (462 g/L)
Informações
Número de Registro
5010
Marca Comercial
Curathane SC
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
cimoxanil (acetamida) (63.4 g/L) + mancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) (462 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Protetor e sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Batata
Phytophthora infestans
Mela; Requeima
Tomate
Phytophthora infestans
Mela; Requeima
Conteúdo da Bula
Curathane® SC
<logomarca do produto>
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 5010
COMPOSIÇÃO:
manganese ethylenebis(dithiocarbamate) (polymeric) complex with zinc salt
(MANCOZEBE) .............................................................................................................462 g/L (46,20% m/v)
1-(2-cyano-2-methoxyiminoacetyl)-3-ethylurea
(CIMOXANIL) ………………………………………………………………………………….63,4 g/L (6,34% m/v)
Outros Ingredientes .................................................................................................474,6 g/L (47,46% m/v)
GRUPO M03 FUNGICIDA
GRUPO DESC FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida protetor e sistêmico
GRUPO QUÍMICO:
MANCOZEBE: Alquilenobis (ditiocarbamato)
CIMOXANIL: Acetamida
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DE REGISTRO (*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA -
Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO
MANCOZEBE TÉCNICO
Registro MAPA nº 01708498
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Av. Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, 3200 - Parte, CEP: 12321-150, Jacareí/SP
CYMOXANIL TÉCNICO
Registro MAPA nº 02378301
Fine Organics Ltd.
Seal Sands, Middlesbrough, TS2 1 UB - Reino Unido
CYMOXANIL TÉCNICO BR
Registro MAPA nº 010707
Fine Organics Ltd.
Seal Sands, Middlesbrough, TS2 1 UB - Reino Unido
WanQuan Agricultural Chemicals
Factory of Hebei Province Kongjiazhauang, WanQuan - Hebei, China
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Corteva Agriscience France S.A.S.
82 Rue de Wittelsheim, 68700 Cernay - França
Limin Chemical Co Ltd.
Economic Development Zone, Xinyi, 221400, Jiangsu - China
CYMOXANIL TÉCNICO OXON
Registro MAPA nº 07704
Sipcam Oxon S.P.A
Strada Provinciale per Torre Beretti, km 2,6, Mezzana Bigli (PV), Provincia di Pavia, 27030 - Itália
MANCOZEB TÉCNICO INDOFIL
Registro MAPA nº 011011
Indofil Industries Limited
Azad Nagar, Sandoz Baug P.O., Off Ghodbunder Road, Near Chitalsar, Manpada, Thane, 400607 - Índia
Indofil Industries Limited
Plot nº Z7-1/Z8, Sez Dahej Limited, Sez Dahej, Taluka: Vagra, Dist. Bharuch, Gujarat - 392130 - Índia
MANCOZEB TÉCNICO SABERO
Registro MAPA nº 11109
Coromandel International Limited
Plot nº 2102, GIDC, Sarigam, 396155, Valsad District, Gujarat State - Índia
FORMULADOR
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Av. Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, 3200 - Parte - Rio Abaixo
CEP: 12321-150 - Jacareí/SP - CNPJ: 47.180.625/0020-09 - Registro no Estado nº 679 - CDA/SP
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP
Corteva Agriscience de Colombia S.A.S.
Carrera 50, 13-209, Atlántico, 083002, Soledad, Colômbia
Adama Brasil S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa
CEP: 86031-610 - Londrina/PR - Tel.: (43) 3371-9000 - Fax: (43) 3371-9017
CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro no Estado nº 003263 - ADAPAR/PR
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-760 - Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11. Registro no Estado nº 210 - IMA/MG
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP CNPJ: 61.142.550/0001-30
- Registro no Estado nº 8 - CDA/SP
Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755
Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE RÓTULO
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Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e
273° do Decreto N˚ 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: III - PRODUTO PERIGOSO AO
MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO / CULTURAS E DOSES:
Culturas, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:
Cultura Alvo Dose Época de Aplicação
Requeima 2,0 a 3,0 L/ha ou Realizar as aplicações sempre preventivamente,
(Phytophthora 200 a 300 mL/ quando houver condições favoráveis à ocorrência da
infestans) 100 litros de água doença (temperaturas amenas e alta umidade).
Batata Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5
Intervalo de aplicação: 5 a 7 dias, utilizar a maior dose e o menor intervalo de aplicação
em condições altamente favoráveis à ocorrência da doença.
Volume de Calda:
- Aplicação Terrestre: 500 L/ha
Requeima 2,0 a 3,0 L/ha ou Realizar as aplicações sempre preventivamente,
(Phytophthora 200 a 300 mL/ quando houver condições favoráveis à ocorrência da
infestans) 100 litros de água doença (temperaturas amenas e alta umidade).
Tomate Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 6
Intervalo de aplicação: 5 a 7 dias, utilizar a maior dose e o menor intervalo de aplicação
em condições altamente favoráveis à ocorrência da doença.
Volume de Calda:
- Aplicação Terrestre: 1000 L/ha
MODO DE APLICAÇÃO:
Curathane SC é um fungicida protetor e sistêmico e deve ser aplicado em quantidade de água suficiente
para uma cobertura completa e uniforme das plantas.
Curathane SC é indicado para aplicações terrestres. As aplicações terrestres podem ser costais ou
tratorizadas. O volume de calda varia de acordo com a cultura, devendo ser aplicado em quantidade de água
suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas.
Aplicação Terrestre:
Realizar aplicações em alto volume com pulverizadores atomizadores costais (manuais ou motorizados),
dotados com bomba centrífuga, estacionários dotados de mangueiras, pulverizadores de barra acoplados a
trator, procurando-se cobrir uniformemente toda a parte aérea da planta (caule, folhas e frutos).
Tipo de bico: cone, como XH4 ou D 2-13.
Volume de aplicação: conforme instruções de uso, podendo variar de acordo com o desenvolvimento das
plantas no momento da aplicação.
Tamanho e densidade das gotas: 90 a 100μ e no mínimo 60 gotas/cm2.
Obs.: Os volumes de calda citados poderão variar em função do estado vegetativo, da densidade foliar, e
parte da cultura no momento da aplicação.
Condições climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
• Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC;
• Umidade relativa do ar: acima de 50%;
• Velocidade do vento: entre 3 e 10 km/h.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
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INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata..................................................................................................................................................7 dias
Tomate................................................................................................................................................7 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após
a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Curathane SC é incompatível com caldas altamente alcalinas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE AS RECOMENDAÇÕES APROVADAS PELO ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA SAÚDE HUMANA -
ANVISA/MS.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE AS RECOMENDAÇÕES APROVADAS PELO ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELO MEIO AMBIENTE -
IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE AS RECOMENDAÇÕES APROVADAS PELO ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELO MEIO AMBIENTE -
IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE AS RECOMENDAÇÕES APROVADAS PELO ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELO MEIO AMBIENTE -
IBAMA/MMA.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M03 e Desconhecido para o
controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br),
Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac- br.org), Ministério da Agricultura e
Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
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GRUPO M03 FUNGICIDA
GRUPO DESC FUNGICIDA
O produto fungicida Curathane SC é composto por Mancozeb e Cimoxanil, que apresentam mecanismos
de atividade de multi-sítio, pertencentes aos Grupo M03 e Desconhecido, segundo classificação
internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas
de borracha; avental impermeável; respirador com filtro mecânico classe P2; viseira; touca árabe e luvas
de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
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• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas
de borracha; avental impermeável (quando utilizar equipamento costal); respirador mecânico classe P2;
viseira; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco, luvas
de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso), botas,
calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
• A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço de emergência, levando a
embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.
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INTOXICAÇÕES POR Curathane SC
INFORMAÇÕES MÉDICAS
MANCOZEBE: Alquilenobis(ditiocarbamato)
Grupo químico
CIMOXANIL: Acetamida
Classe toxicológica CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Respiratória, oral e dérmica.
Mancozebe:
Após absorção, são distribuídos para o fígado, rins e tireoide, mas não são
acumulados devido à rápida metabolização pelo fígado, através da
glicuronização. A etileriotioureia (ETU) é o principal metabólito de importância
toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de menor importância. São
quase que totalmente excretados em 96 horas, principalmente através das fezes
(71%) e urina (16%).
Toxicocinética
Cimoxanil:
Ratos tratados à dose diária de 2.500 ppm durante o período de 24 dias e
posteriormente submetidos à dose única de 10,4 mg do princípio ativo marcado
com carbono radioativo eliminaram cerca de 89% da dose (71% urina, 11%
fezes e 7% expirado/ar) em um período de 72 horas. O principal metabólito
identificado na urina foi o 14C-glicina (<20ºC), entretanto o composto original
não foi detectado.
Mancozebe:
As formulações contendo mancozebe têm ação irritante para pele, trato
Toxicodinâmica respiratório e olhos.
Cimoxanil:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Mancozobe:
Exposição dérmica pode causar irritação da pele, prurido, eritema, dermatite de
contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, rash cutâneo e eczema.
Exposição respiratória pode causar irritação, inflamação das vias aéreas
(rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), fadiga, cefaleia, visão borrada
e náuseas.
Exposição ocular pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação das
pálpebras.
Exposição oral pode causar irritação da mucosa do trato gastrointestinal,
cefaleia, dores abdominais, diarreia, náuseas e vômitos. Exposições elevadas
por períodos demasiadamente longos podem causar convulsões e coma.
Sintomas e
sinais clínicos
Cimoxanil:
Moderadamente irritante aos olhos. Os sintomas usuais incluem dor de cabeça,
vertigem, nervosismo, visão turva, fraqueza, náusea, cãibras, diarreia e
desconforto no peito.
Os sinais incluem sudorese, miose, lacrimejamento, salivação e outras
secreções excessivas do trato respiratório, vômito, cianose, papiledema,
contração muscular involuntária seguida por fraqueza muscular, convulsões,
coma, perda dos reflexos e perda do controle do esfíncter. Os últimos quatro
sinais citados só são visualizados em casos graves, mas não excluem um
resultado favorável se o tratamento for rápido e enérgico. Também podem
ocorrer vários graus de comprometimento cardíaco, arritmias cardíacas e
paradas cardíacas.
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Mancozebe:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico
compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação,
trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à
confirmação laboratorial.
Diagnóstico Não existem exames laboratoriais específicos. Podem ser realizados dosagem
de eletrólitos, exame de urina tipo 1 e função renal.
Cimoxanil:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
de quadro clínico compatível.
Mancozebe:
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a
adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas
concomitantemente ao tratamento medicamentoso e à descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1. Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas,
cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro
fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e
mucosas.
3. Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para
o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g
em crianças de 1-12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
4. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas
permeáveis, se necessário através de entubação orotraqueal, aspirar
Tratamento
secreções e oxigenar. Adotar medidas de assistência ventilatória se
necessário. Monitorar a oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, Amilase
sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter
observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Administração do EDTA cálcio-sódio acelera a eliminação do manganês.
Cimoxanil:
Não há antídoto específico. Em caso de ingestão recente de grandes
quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico, tais como lavagem
gástrica, poderão ser realizados. O carvão ativado poderá ser administrado
para diminuir a absorção gastrintestinal, devendo ser administrado associado
a laxantes salinos. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo,
medidas de suporte como correção de distúrbios eletrolíticos e metabólicos,
além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal
deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro
fisiológico seguida de oclusão e encaminhamento para avaliação
oftalmológica.
O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração. O
Contraindicações
Cimoxanil é incompatível com materiais alcalinos.
Há uma interação sinérgica já bem documentada entre o cimoxanil, oxadixil e
Efeitos sinérgicos mancozeb no controle de doenças causadas por Peronosporales em plantas. O
mecanismo do sinergismo ainda não foi elucidado.
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Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico
e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede
Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão
ATENÇÃO
incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o
caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
TELEFONE DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA: 0800 772 2492
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Mancozebe: Estudos efetuados com animais de laboratório demonstram que o Mancozebe é parcial-
mente absorvido após ingestão oral, de forma moderadamente rápida. O seu metabolismo é extenso e
complexo, podendo apresentar variações de acordo com a dose absorvida. O principal metabólito é a
etilenotioureia. Distribui-se por todo o organismo e em maior quantidade na tireoide. Sua eliminação se
dá tanto pelas fezes quanto pela urina, e pela bile, em menor quantidade.
Cimoxanil: ratos tratados à dose diária de 2.500 ppm durante o período de 24 dias e posteriormente
submetidos à dose única de 10,4 mg do princípio ativo marcado com carbono radioativo eliminaram
cerca de 89% da dose (71% urina, 11% fezes e 7% expirado/ar) em um período de 72 horas. O principal
metabólito identificado na urina foi o 14C-glicina (< 20ºC), entretanto o composto original não foi
detectado.
Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 5000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Os três animais tratados apresentaram eritema leve
totalmente reversível em até 7 dias. Não foi observado edema em nenhum dos animais.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os três animais tratados apresentaram efeitos leve de
quemose, vermelhidão da conjuntiva e secreção que foram totalmente reversíveis em até 48 horas. Não
foram observados efeitos na íris ou na córnea de nenhum dos animais.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos crônicos:
Mancozebe: A médio prazo, o Mancozebe tem uma dose de nenhum efeito observável, após
administração oral, em ratos, de 7,42 mg/kg/dia para machos e 9,24 mg/kg/dia para fêmeas, sendo o único
efeito observado a queda de níveis de T4 e TSH. A longo prazo, o Mancozebe não provoca nenhum efeito
irreversível. O Mancozebe não é teratogênico, carcinogênico ou mutagênico.
Potencial Embriofetotóxico para coelhos: o nível sem efeito materno (NOEL) foi de 30 mg/kg. Não foi
observada toxicidade aos fetos em quaisquer das doses testadas. Não foi detectado aumento na
incidência de más formações a quaisquer das doses testadas.
Reprodução e prole: Mancozeb quando administrado na dieta de ratos por duas gerações, na
concentração de O (controle), 30, 120 e 1.200 ppm não produziu nenhum efeito adverso quanto à
capacidade reprodutiva, saúde e sobrevivência da prole. Nos animais parentais nenhum efeito
relacionado ao tratamento foi observado a 30 ppm.
Potencial carcinogênico (ratos): o nível sem efeito observado (NOEL) foi de 125 ppm.
Cimoxanil: Potencial Embriofetotóxico para coelhos: a administração do produto não afetou o número
médio de corpos lúteos, a incidência de prenhes, a implantação, reabsorção, tamanho da ninhada,
viabilidade fetal ou peso corpóreo dos fetos. O nível de efeito não observável foi de 32 mg/kg/dia.
Reprodução e prole: nenhum efeito relacionado à substância foi observado na dose de 100 ppm e doses
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abaixo. Portanto, o nível de efeito adverso não observado em ratos adultos e suas ninhadas foi de 100
ppm.
Potencial carcinogênico (ratos): no estudo de alimentação com ratos machos e fêmeas por 2 anos, o
produto foi administrado através da dieta a doses de 0, 100, 500 e 2.500 ppm. O nível de efeito não
observável foi de 100 ppm.
Em estudos de longo prazo não apresentou características mutagênicas, teratogênicas ou
carcinogênicas, nem tampouco efeitos sobre a reprodução.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
☐ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
☒ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Microcrustáceos e Algas).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite
a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. - telefone
da empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser
mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução
e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
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Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando
a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
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um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e federal antes
de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a cultura
são permitidos localmente.
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