Cortina Gold; Agregus;
Oxon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.
Fungicida
Protioconazol (Triazolinthione) (47 g/L) + clorotalonil (isoftalonitrila) (670 g/L)
Informações
Número de Registro
14624
Marca Comercial
Cortina Gold; Agregus;
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Protioconazol (Triazolinthione) (47 g/L) + clorotalonil (isoftalonitrila) (670 g/L)
Titular de Registro
Oxon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 2 Produto Altamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Milho
Cercospora zeae-maydis
Cercosporiose
Soja
Corynespora cassiicola
Mancha-alvo
Soja
Phakopsora pachyrhizi
Ferrugem da soja; ferrugem asiática
Conteúdo da Bula
CORTINA GOLD
BULA AGROFIT – 24/07/2026.v09
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BULA
Marca principal: CORTINA GOLD
Marca secundária: AGREGUS
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob o nº 14624
COMPOSIÇÃO:
(RS)-2-[2-(1-chlorocyclopropyl)-3-(2-chlorophenyl)-2-hydroxypropyl]-2,4-dihydro1,2,4-triazole-3-thione
(PROTIOCONAZOL).........................................................................................................47,0 g/L (4,7% m/v)
Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL)……….……….………………………....670,0 g/L (67,0% m/v)
Outros Ingredientes.......................................................................................................633,0 g/L (63,3% m/v)
GRUPO G1 FUNGICIDA
GRUPO M05 FUNGICIDA
CONTEÚDO: Vide Rótulo.
CLASSE: Fungicida sistêmico e de contato.
GRUPO QUÍMICO: Protioconazol: Triazolintiona.
Clorotalonil: Isoftalonitrila.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC).
TITULAR DO REGISTRO(*):
OXON BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Tabapuã, 474 – 6º andar – cj. 64/65 – Itaim Bibi CEP: 04.533-001
São Paulo/SP – Fone: (11) 2337-2007 - CNPJ: 07.224.503/0001-90
Registro no Estado nº 727 - CDA-SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:
PROTIOCONAZOLE TÉCNICO OXON - Registro MAPA nº TC08523
Yancheng Huihuang Chemical Co., Ltd.
6/ Zhongshan Road (North), Binhai Economic Development Zone Coastal Industrial Park, Jiangsu - China
Shandong Hailir Chemical Co., Ltd.
Lingang Industrial Zone Coastal Economic Development Zone Weifang – Shandong – China
PROTIOCONAZOL TÉCNICO JY JBL - Registro MAPA nº TC09623
Anhui Jiuyi Agriculture Co., Ltd.
Hefei Circulate Economy Zone, Hefei City, Anhui Province, 231602 – China
PROTIOCONAZOL TÉCNICO OXON III - Registro MAPA nº TC15324
Anhui Jiuyi Agriculture Co., Ltd.
Hefei Circulate Economy Zone, Hefei City, Anhui Province, 231602 – China
PROTHIOCONAZOLE CNBR TÉCNICO - Registro MAPA nº TC20422
Jiangsu Chengyang Crop Science Co., Ltd.
Nº 83, Guan Qu Nan Lu, Nanjing Chemical lndustry Park Nanjing-210047, Jiangsu-China
CLOROTALONIL TÉCNICO OXON – Registro MAPA nº 011207
Jiangyin Suli Chemical Co., Ltd.
N°7, Runhua Road, Ligang Town, Jiangyin City Jiangsu Province, 214444 - China
CHLOROTHALONIL TÉCNICO OXON – Registro MAPA nº 24416
Jiangsu Weunite Fine Chemical Co., Ltd.
Jinger Road, Industry Chemical Park, Xinyi City Jiangsu Province – China
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CLOROTALONIL TÉCNICO OXON II – Registro MAPA nº TC12225
Jiangyin Suli Chemical Co. Ltd.
Nº 7, Runhua Road, Ligang Town, Jiangyin City, Jiangsu Province, 214444, China.
CHLOROTHALONIL TÉCNICO SULONIL – Registro MAPA nº TC13025
Suli (Ningxia) Chemicals Co., Ltd.
Suli Road, Ningdong Energy Chemical Industry Base, Ningxia, 750411, China.
FORMULADORES:
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III – Uberaba/MG – CEP 38 044-755 CNPJ: 23.361.306/0001-79
Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG
HAILIR PESTICIDES AND CHEMICALS GROUP CO., LTD.
East lndustry Zone, Chengyang District, Qingdao – China.
HANGZHOU UDRAGON CHEMICAL CO., LTD.
No.172, Zhangjiadun Road, Tangxi, Yuhang, Hangzhou – China.
JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICAL CO., LTD.
Jinger Road, Industry Chemical Park, Xinyi City Jiangsu Province – China
JIANGYIN SULI CHEMICAL CO., LTD.
No. 7, Runhua Road, Ligang Town, Jiangyin City – China.RUDONG ZHONGYI CHEMICAL CO., LTD.
The Second Haibin Road, Coastal Economic Development Zone, Rudong, Jiangsu – China.
RUDONG ZHONGYI CHEMICAL CO., LTD.
The Second Haibin Road, Coastal Economic Development Zone, Rudong, Jiangsu – China
SIPCAM INAGRA S.A.
Ctra. Mareny Blau s/n, 46410 Sueca, Valencia – Espanha.
SIPCAM OXON SpA
Via Vittorio Veneto, 81, Salerano sul Lambro (LO), 26857- Itália
Nº do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES SE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4o do
Decreto no 7.212 de 15 de junho de 2010).
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 2 –
PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199 C
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
CORTINA GOLD é um fungicida de ação sistêmica e por contato, apresentado sob a forma de
suspensão concentrada, recomendado para aplicação nas culturas do algodão, milho e soja, conforme
as seguintes recomendações:
Alvos
Volume de
Nome Comum Dose* N° máx. de
Culturas Calda Época e intervalo de aplicações
(Nome (L/ha) aplicações
(L/ha)
Científico)
Iniciar as aplicações
preventivamente no início do
estádio reprodutivo (B1) ou quando
as condições climáticas forem
Mancha de favoráveis ao desenvolvimento da
Ramulária 1,5 a doença. Repetir as aplicações em
Algodão 3
(Ramularia 2,0 intervalos de 14 dias, alternando
aréola) com aplicação de fungicidas de
outros grupos químicos e modos de
ação. Utilizar maiores doses em
situação de maior pressão da
doenças
Iniciar as aplicações de forma
preventiva quando a cultura
apresentar de 6 a 8 folhas ou
Cercosporiose
1,5 a quando aparecerem os primeiros
Milho (Cercospora 2
1,75 sintomas. Utilizar a maior dose em
zeae-maydis)
Aplicação situação de maior pressão da
Terrestre: doença. Reaplicar com intervalos
150 a 300 de 14 dias.
Iniciar as aplicações
Aplicação preventivamente quando as
Aérea: condições climáticas forem
10 a 40 propícias ao desenvolvimento da
Ferrugem asiática
doença. Repetir as aplicações em
da soja
intervalos de 14 dias, alternando
(Phakopsora
com aplicação de fungicidas de
pachyrhizi)
outros grupos químicos e modos de
ação. Utilizar maiores doses em
1,5 a situação de maior pressão da
Soja 2
1,75 doença.
Iniciar as aplicações a partir do
estádio fenológico V8 a R1
(cultivares de ciclo determinado) ou
Mancha-alvo entre 30 e 35 dias após a
(Corynespora emergência da cultura (cultivares
cassiicola) de ciclo indeterminado).
Promover o monitoramento da
lavoura e reaplicar, se necessário,
com intervalo de 14 dias.
* Doses referentes ao produto comercial (p.c.).
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NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
ALGODÃO:
- Mancha de Ramulária (Ramularia areola): iniciar as aplicações preventivamente no início do estádio
reprodutivo (B1) em áreas de histórico da doença ou no momento em que as condições climáticas forem
favoráveis ao desenvolvimento da doença. A área aplicada deve ser monitorada e se necessário reaplicar a
cada 14 dias dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações durante a safra da
cultura, respeitando o período de carência.
MILHO:
- Cercosporiose (Cercospora zeae-maydis): iniciar as aplicações de forma preventiva quando a cultura
apresentar de 6 a 8 folhas ou quando aparecerem os primeiros sintomas. Utilizar a maior dose em situação
de maior pressão da doença. Repetir a aplicação com intervalo máximo de 14 dias.
SOJA:
- Ferrugem asiática da soja (Phakopsora pachyrhizi): o CORTINA GOLD é uma associação de dois
ativos com modos de ação específica (protioconazol) e multi-sítio (clorotalonil), recomendado dentro de um
programa de manejo de resistência da doença em alternância com produtos de diferentes modos de ação.
Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições climáticas forem propícias ao desenvolvimento
da doença. A primeira aplicação para cultivares de hábito determinado deverá ser efetuada preventivamente
entre o final do estádio vegetativo (estádio fenológico V8) ao início do florescimento (estádio fenológico R1)
e, para cultivares de hábito indeterminado, aplicar 40 a 45 dias após a emergência ou no fechamento das
entrelinhas, mesmo que ainda não tenham sido constatados os sintomas da doença.
Respeitar um intervalo máximo de 14 dias entre aplicações e realizar até 2 aplicações do produto durante o
ciclo da cultura, rotacionando com produtos de diferentes modos de ação sempre que possível.
- Mancha-alvo (Corynespora cassiicola): A primeira aplicação para cultivares de hábito determinado
deverá ser efetuada preventivamente entre o final do estádio vegetativo (estádio fenológico V8) ao início do
florescimento (estádio fenológico R1) e, para cultivares de hábito indeterminado, aplicar 30 a 35 dias após a
emergência ou no fechamento das entrelinhas, mesmo que ainda não tenham sido constatados os sintomas
da doença. Respeitar um intervalo máximo de 14 dias entre aplicações e realizar até 2 aplicações do produto
durante o ciclo da cultura, rotacionando com produtos de diferentes modos de ação sempre que possível.
Medidas de controle e prevenção:
- Respeitar vazio sanitário para região de cultivo (eliminar plantas de soja voluntárias);
- Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada
para cada região (escape);
- Evitar semeaduras em várias épocas e as cultivares tardias;
- Não semear soja safrinha (segunda época);
- Utilizar cultivares de gene de resistência, quando disponíveis;
- Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar e maior
penetração/cobertura do fungicida;
-
Monitoramento da ferrugem asiática da soja:
O monitoramento deve ser realizado desde o período vegetativo, intensificando-se a observação quando as
condições climáticas forem favoráveis ao patógeno (temperatura, umidade e molhamento foliar). Deverá ser
dispensada maior atenção nas regiões onde existe um histórico de ocorrência da doença. Coletar folhas do
terço médio e inferior das plantas e procurar os sintomas da ferrugem asiática da soja. É necessário fazer o
monitoramento das áreas logo após a emergência da cultura. Sendo constatada a presença da doença na
região e estando as condições climáticas favoráveis à influência da mesma, deve-se iniciar a aplicação
preventiva, em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura.
MODO DE APLICAÇÃO / EQUIPAMENTOS:
A dose recomendada do CORTINA GOLD deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização
foliar com equipamento terrestre, costal manual ou tratorizado, e via aérea, através do uso de barra ou
atomizador rotativo Micronair. Utilizar equipamentos que proporcionem uma vazão adequada e uma boa
cobertura foliar. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do
fabricante das pontas de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de controle
das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração
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do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a
aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser
utilizado.
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Aplicação terrestre:
Quando aplicar com barra, utilizar bicos cônicos ou leques que possibilitem pressão de 40 a 60 lbs/pol2,
proporcionando um tamanho de gotas com DMV (diâmetro médio volumétrico) entre 100 e 200 micras e
densidade entre 50 e 70 gotas/cm2. Utilizar volume de calda de 150 a 300L de L/ha.
Obs.: o diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação a fim de proporcionar a
adequada densidade de gotas, obedecendo-se ventos de até 10 km/h, temperatura e umidade relativa,
visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva. As recomendações e valores climáticos deverão ser
observados sempre no local da aplicação do produto. Consulte sempre um profissional habilitado.
Limpeza do equipamento de aplicação: Proceder a lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda
cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois, por solução de carvão ativado a 3 g/L de
água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Descartar a água
remanescente da lavagem por pulverização nas bordaduras da lavoura.
Aplicação Aérea: usar barra equipada com bicos de jato cônico vazio da série "D" (06 A 012) ou similar, ou
atomizador rotativo Micronair, que proporcione a liberação e deposição de uma densidade mínima de 60 a
80 gotas/cm2 Recomenda-se uma altura de vôo de 2 a 3 m acima do alvo no caso de pulverização com
barra e de 3 a 4 m acima do alvo no caso de pulverização por Micronair, pressão da bomba de 30 a 50
lb/pol2, uma vazão de 10 a 20L de calda/ha na utilização de atomizador rotativo Micronair e de 20 a 40 L de
calda/ha quando se emprega barra com largura da faixa de disposição de 15 a 18m.
Na aplicação, verificar se as plantas estão recebendo a calda de pulverização de modo uniforme e se está
ocorrendo uma cobertura total e uniforme das plantas.
Os tratamentos deverão ser iniciados preventivamente dependendo das condições climáticas ou aos
primeiros sintomas do aparecimento das doenças, proporcionando uma boa molhabilidade das plantas.
Condições climáticas: as condições climáticas mais favoráveis e recomendáveis ao bom resultado de uma
pulverização assim como a utilização dos equipamentos corretos de pulverização devem ser obedecidas. O
diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação para proporcionar a adequada
densidade de gotas, obedecendo-se ventos de até 10 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir
ao reduzir ao mínimo as perdas por deriva e deposição. O sistema de agitação, do produto no tanque, deve
ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
PREPARO DA CALDA:
Antes de iniciar o preparo da calda de pulverização deve-se garantir que o tanque, mangueiras, filtros e
pontas do pulverizador estejam limpos. Recomenda-se encher o tanque de pulverização com água até atingir
um terço de seu volume, iniciar agitação e adicionar gradativamente a quantidade recomendada do produto.
Completar o volume do tanque momentos antes do início da pulverização. A agitação no tanque do
pulverizador deve ser constante durante o preparo da calda e aplicação. Ao final da pulverização deve ser
realizada a limpeza de todo o equipamento de pulverização. Seguir as recomendações técnicas de aplicação
e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão, soja..........................................................................................................................................30 dias
Milho.......................................................................................................................................................42 dias
INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola
- Desde que sejam mantidas as recomendações de uso não ocorre fitotoxicidade nas culturas para as
quais o produto é recomendado.
- As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do
produto.
- Não é recomendada a aplicação do produto em dias chuvosos ou com prenúncio de chuva.
- Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos acima de 10 km/h, pois pode ocorrer desvio do
produto em relação ao alvo (deriva).
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- Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito elevadas.
- Evitar condições que possam comprometer uma boa cobertura de pulverização.
- Todo equipamento usado para aplicar CORTINA GOLD deve ser descontaminado antes de outro uso.
- A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. A utilização da mesma preparada de um dia
para o outro pode reduzir a eficiência do produto.
- O produto CORTINA GOLD se torna mais eficiente na utilização de cultivares de trigo de alta
produtividade, que são caracteristicamente mais susceptíveis.
- O momento da aplicação dos fungicidas depende da época de semeadura, dos níveis de resistência dos
cultivares, o que pode ocorrer desde os estádios vegetativos aos reprodutivos, especialmente sob
condições favoráveis para os patógenos, como chuvas frequentes e temperaturas variando de 20 a
30°C.
- Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA).
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem
algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos G1 e M05 para o controle do
mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis,
etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org),
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO G1 FUNGICIDA
GRUPO M05 FUNGICIDA
O produto fungicida CORTINA GOLD é composto por protioconazol e clorotalonil, que apresentam
mecanismos de ação específico e multi-sítio pertencentes aos Grupo G1 e M05, segundo classificação
internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.
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INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA PARA A FERRUGEM-DA-SOJA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da ferrugem-asiática-da-
soja, seguem algumas recomendações:
• Aplicação alternada de fungicidas formulados rotacionando os mecanismos de ação distintos dos
Grupos G1 e M05, respeitando sempre as estratégias de manejo de resistência do FRAC;
• Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
• Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para
cada região (adotar estratégia de escape);
• Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
• Utilizar cultivares com gene de resistência, quando disponíveis;
• Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior
penetração e melhor cobertura do fungicida;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do
sistema, outros controles culturais etc.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador
de doenças a ser controlado;
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
• Realizar o monitoramento da doença na cultura;
• Adotar estratégia de aplicação preventiva;
• Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
• Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org),
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura,
adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
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• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos ou viseira, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra
vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com
proteção lateral ou viseira; e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral ou viseira;
touca árabe e luvas de nitrila.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os avisos
até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
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• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas
logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos ou viseira, botas, macacão, luvas e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
PERIGO Fatal se inalado
Provoca lesões oculares graves
Pode provocar reações alérgicas na pele
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita
água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente
de contato, deve-se retirá-la.
Pele: ATENÇÃO: O PRODUTO PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire
toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,etc.) contaminados e lave a pele com muita água
corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR CORTINA GOLD -
- INFORMAÇÕES MÉDICAS -
Protioconazol: Triazolintiona
Grupo químico
Clorotalonil: Isoftalonitrila
Classe toxicológica Categoria 2 – Produto Altamente Tóxico.
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Protioconazol: em estudo realizado com animais de laboratório (ratos) que
Toxicocinética
receberam 2 e 150 mg/kg p.c. (dose única) e 2 mg/kg p.c./dia (doses repetidas),
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foi observada rápida absorção do material radiomarcado, sendo que após a
administração da menor dose foi observada absorção de 90 % do total
administrado. O material radiomarcado apresentou circulação entero-hepática,
demonstrada pela variação da concentração do pico plasmático. Após 1 hora da
administração, o material radiomarcado foi detectado, principalmente nos órgãos
responsáveis pela absorção, degradação e excreção, como o estômago, o
intestino delgado, o fígado, os rins e a bexiga urinária. Apenas 0,06 % da
quantidade administrada foi encontrada no ar exalado nas primeiras 48h. Em
quase todos os grupos de animais, cerca de 90 % a 100 % do material
radiomarcado foi excretado através da urina, das fezes ou da bile durante as
primeiras 48h, sendo 78% a 96% através das fezes e apenas 4% a 16% através
da urina em machos. Em fêmeas, a excreção renal foi de 10% a 16% do total
administrado. A excreção em dois grupos de animais (machos) foi de 85 %.
Clorotalonil: o clorotalonil é pouco absorvido através da via dérmica (<1% em
estudo in vitro em pele humana e aproximadamente 0,16% em estudo in vivo em
ratos). Em ratos, a absorção gastrointestinal foi rápida, porém limitada (30-32%),
com diminuição da proporção absorvida de acordo com o aumento da dose. O pico
de concentração plasmática foi baixo (<1% da dose administrada) e atingido entre
2–9 horas após a administração desta substância. A concentração absorvida foi
rapidamente distribuída no organismo de ratos, com as maiores concentrações
sendo detectadas nos rins, devido à ligação com proteínas renais. Em ratos, o
clorotalonil foi rapidamente biotransformado através da conjugação com a
glutationa no trato gastrintestinal e no fígado e, em seguida, após degradação
enzimática, foi convertido nos derivados di- e tri-tióis através de uma série de
reações enzimáticas nos rins. Os principais metabólitos urinários são o tri-
tiomonocloro isoftalonitrila e di-tiomonocloro isoftalonitrila e seus derivados tio-
metílicos correspondentes. A excreção do clorotalonil foi rápida, em ratos, com
cerca de 90% da dose administrada sendo excretada nas primeiras 96 horas,
principalmente através das fezes (80-90%) e urina (8-12%). Aproximadamente 17-
21% da dose administrada foi excretada através da bile, com evidência de
circulação entero-hepática. Houve uma redução da proporção excretada pela via
biliar e via urinária de acordo com o aumento da dose administrada, evidenciando
uma saturação da absorção desta substância. Não há evidência de
bioacumulação. O perfil toxicocinético foi similar tanto após administração de dose
única quanto após administração de doses repetidas. A excreção apresentou
diferença entre machos e fêmeas. Em ratos fêmeas, a excreção biliar foi cerca de
20% menor do que em machos. A excreção urinária em fêmeas foi cerca de 35%
maior do que em machos.
Protioconazol: não são conhecidos os mecanismos de toxicidade desta
substância em humanos ou animais.
Clorotalonil: não há informações sobre o mecanismo de toxicidade do clorotalonil
em humanos. Em estudos de toxicidade aguda em ratos, pela via inalatória, a
exposição ao clorotalonil resultou em mortes por asfixia secundária ao
desenvolvimento de edema pulmonar. Os sinais de toxicidade e achados
histopatológicos demonstraram que esta substância pode causar irritação do trato
respiratório e dos pulmões. Em estudos em ratos e camundongos pela via oral, os
rins foram o principal alvo da toxicidade do clorotalonil. Estudos sobre o
Toxicodinâmica
mecanismo da nefrotoxicidade causada por esta substância, em ratos, pela via
oral, demonstraram que os tumores ocorrem como uma consequência ao dano ao
segmento S2 dos túbulos renais. A ocorrência dos tumores é precedida por uma
citotoxicidade renal que tem como resposta a proliferação/hiperplasia celular
regenerativa. Estudos indicam que esta citotoxicidade ocorre devido aos
metabólitos reativos (formados pela clivagem dos conjugados S de cisteína pelas
beta-liases nos rins) que são transportados para os túbulos renais. Devido às β-
liases renais humanas apresentarem menor atividade do que as dos roedores, os
roedores foram considerados mais sensíveis à bioativação do clorotalonil por esta
via. Em estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos rins.
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Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos. Em
estudos com animais de experimentação, o produto foi considerado tóxico se
inalado. Pode provocar irritação a pele e lesões oculares graves quando em
contato direto com os olhos. Pode causar reações de sensibilização dérmica em
indivíduos susceptíveis.
Protioconazol: não são conhecidos sintomas específicos do Protioconazol em
humanos. Sintomas gerais de intoxicação podem ocorrer.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação grave com
ardência e vermelhidão.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação grave com
ardência, vermelhidão e alterações na córnea.
Exposição respiratória: quando inalada, pode provocar irritação no trato
respiratório, manifestada por tosse, ardência no nariz e na garganta.
Exposição oral: a ingestão de grandes quantidades do produto pode causar
irritação no trato gastrointestinal com vômito, náuseas, diarreia, tontura e letargia.
Clorotalonil: não são conhecidos sintomas específicos do clorotalonil em
humanos. Em estudos de toxicidade em animais esta substância demonstrou alta
Sintomas e sinais toxicidade aguda pela via inalatória. Em coelhos o contato do clorotalonil com os
clínicos olhos, causou lesões oculares graves. Também foi observado potencial de
sensibilização dérmica em cobaias.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação com ardência,
dor, lacrimejamento, vermelhidão, podendo ocorrer lesões na superfície da
córnea, em casos mais graves.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação e reações de
sensibilização, com ardência, coceira e vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório com tosse, secreção nasal, dificuldade respiratória, ardência do nariz,
boca e garganta.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: em estudos de exposição repetida com roedores (ratos e
camundongos), pela via oral, os rins foram identificados como os principais órgãos-
alvo de toxicidade do clorotalonil por lesões pré-neoplásicas e neoplásicas
observadas nas duas espécies. A relevância destes efeitos para humanos não
pode ser excluída. Doses seguras de exposição foram estabelecidas. Em estudos
em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos rins. O clorotalonil não
foi considerado tóxico para a reprodução, nem teratogênico em estudos em ratos
e em coelhos.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico
quadro clínico compatível.
Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
equipamento de segurança de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água abundante e sabão.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
Tratamento
impermeáveis.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte
de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Medidas de descontaminação:
Exposição oral:
- O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
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- Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de
intoxicação por Protioconazol e Clorotalonil. Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de
carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos
de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após a
ingestão de grande quantidade do produto. Neste caso, considere após ingestão
recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que represente risco à vida.
- Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão
arterial).
- Contraindicações: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de
perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de
consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidades pouco tóxicas.
Exposição inalatória:
- Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avalie quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário.
Exposição ocular:
- Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
Exposição dérmica:
- Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área exposta com
água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das
Contraindicações
vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados;
pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
quantidade não significativa.
Efeitos das
interações Não são previstos efeitos sinérgicos para o produto.
químicas
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica –
RENACIAT – ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
ATENÇÃO
Telefone de Emergência da empresa: (11) 2337-2007 (Horário comercial)
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Planitox Line: 0800 701 0450
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Mecanismos de Toxicidade”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos:
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DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: 0,507 mg/L animais machos testados e <0,543 mg/L para animais fêmeas testados.
Irritação cutânea in vitro: o item de teste aplicado em pele humana reconstituída, modelo EpidermTM,
apresentou média de viabilidade celular de 83,5%. Este resultado prediz que o item de teste não possui
potencial irritante, porém, devido a limitações do método de análise, não é possível identificar características
que classifiquem uma substância como irritante Categoria 3.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: com os resultados do teste in vitro, o item de teste foi aplicado na
pele de três coelhos produzindo edema grau 0,7 (coelho nº 1) e grau 0,3 (coelhos nº 2 e 3) nas leituras de
24h, 48h e 72h. Ainda, produziu eritema grau 1,7 (coelho nº 1), grau 0,3 (coelho nº 2) e grau 1,0 (coelho nº
3), nas leituras de 24h, 48h e 72h. No coelho nº 1 não houve reversibilidade dos sinais clínicos até a leitura
de 14 dias, no coelho nº 2 todos os sinais foram revertidos em 48h e no coelho nº 3 a reversibilidade ocorreu
em 14 dias.
Corrosão/irritação ocular em córnea isolada de bovino: o item de teste aplicado em córnea isolada de bovino
apresentou Índice de Irritação In Vitro (IVIS) > 3; ≤ 55, indicando uma predição para o item teste ser
potencialmente irritante, porém, devido a limitações do método de análise, não é possível identificar
características que classifiquem uma substância como irritante de acordo com os critérios de decisão do
GHS.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: com os resultados do teste in vitro, o item de teste foi aplicado no olho
de um coelho produzindo opacidade grau 1,5, irite grau 1,0, hiperemia grau 0,5 e quemose grau 1,0 nas
leituras de 24h e 48h. Devido à sinais oculares irreversíveis (necrose da membrana nictante), o teste foi
finalizado em 48h com apenas 1 animal.
Sensibilização cutânea em camundongo: sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste
de Ames) e no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongo.
Efeitos crônicos:
Protioconazol: estudos de toxicidade crônica/carcinogenicidade foram conduzidos com protioconazol em
ratos e camundongos. Os órgãos alvo foram fígado e rins, porém não foi observado incremento na incidência
de tumores em nenhuma das duas espécies. O protioconazol não apresentou características teratogênicas
e não houve alterações dos parâmetros da reprodução. Nos ratos, um incremento marginal de costelas
supernumerárias (comma-shaped) foi observado nos fetos na máxima dose tolerada materna, esse achado
correspondeu a um leve incremento da incidência espontânea de costelas supernumerárias, interpretado
como secundário a toxicidade materna severa e sem relação ao tratamento.
Clorotalonil: em estudos com ratos e camundongos, pela via oral, os rins foram o principal alvo da toxicidade
após exposição repetida ao clorotalonil. Foram observados aumento do peso dos rins, aumento da incidência
de tumores tubulares renais (em camundongos: estudo de 90 dias pela via oral, NOAEL: 124 mg/kg p.c./dia.
Em camundongos, estudo de 18 meses pela via oral, NOAEL: 30,4 mg/kg p.c.; LOAEL: 119 mg/kg p.c.; em
ratos: estudo de 13 semanas pela via oral, NOAEL: 40 mg/kg p.c./dia. Em ratos, estudo de 2 anos, NOAEL:
3,8 mg/kg p.c./dia; LOAEL: 15 mg/kg p.c./dia). Os tumores observados foram considerados como
consequência da citotoxicidade renal prolongada e proliferação celular regenerativa. Ratos e camundongos
parecem ser mais sensíveis a este mecanismo citotóxico, no entanto como uma diferença quantitativa entre
o metabolismo humano e de roedores não foi estabelecida, a relevância para humanos não pôde ser
excluída. Portanto, doses seguras de exposição foram estabelecidas. Em estudos em cães, não foram
observados efeitos de toxicidade aos rins. Em estudos em ratos e em coelhos, esta substância não foi
considerada tóxica para a reprodução nem teratogênica.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS
RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
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Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos e peixes)
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite
a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa Oxon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.,
pelo telefone de emergência (11) 2337-2007.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá
e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO ficando
a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
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EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
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rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
Canais de Distribuição.
OXON BRASIL
DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua Tabapuã, 474 6º andar. cj. 64/65
CEP 04533-001 – Itaim Bibi
São Paulo – SP – Brasil
CORTINA GOLD
BULA AGROFIT – 24/07/2026.v09
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EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
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CEP 04533-001 – Itaim Bibi
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