Avaris
ALTA - America Latina Tecnologia Agrícola Ltda.- Curitiba
Fungicida
Picoxistrobina (estrobilurina) (200 g/L) + Protioconazol (Triazolinthione) (200 g/L)

Informações

Número de Registro
45825
Marca Comercial
Avaris
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Picoxistrobina (estrobilurina) (200 g/L) + Protioconazol (Triazolinthione) (200 g/L)
Titular de Registro
ALTA - America Latina Tecnologia Agrícola Ltda.- Curitiba
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Phakopsora pachyrhizi
Ferrugem da soja; ferrugem asiática
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose

Conteúdo da Bula

                                    AVARIS
                                                                                                                       Bula MAPA
                                                                                                                    Página 1 de 24




                                                         AVARIS
            Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 45825
COMPOSIÇÃO:
methyl(E)-3-methoxy-2-{2-[6-(trifluoromethyl)-2-pyridyloxymethyl]phenyl}acrylate
(PICOXISTROBINA) .................................................................................. 200,00 g/L (20,00% m/v)
(RS)-2-[2-(1-chlorocyclopropyl)-3-(2-chlorophenyl)-2-hydroxypropyl]-2,4-dihydro-1,2,4-triazole-3-thione
(PROTIOCONAZOL) …………………………………………………………….200,00 g/L (20,00% m/v)
etano-1,2-diol (Monoetilenoglicol) ……………………………………......…...….57,00 g/L (5,70% m/v)
Outros ingredientes ......................................................................................688,00 g/L (68,00% m/v)

              GRUPO                                        C3                                      FUNGICIDA
              GRUPO                                        G1                                      FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida sistêmico
GRUPO QUÍMICO: Picoxistrobina: Estrobilurina
                 Protioconazol: Triazolintiona
                 Monoetilenoglicol: Álcool glicólico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA
Avenida Silva Jardim, 2600 – 19ºandar – Água Verde - Curitiba/PR – CEP: 80240-020
Tel. (41) 3071-9100 - CNPJ: 10.409.614/0001-85
Inscrição Estadual: 90.463.291-01 - Registro Estadual no 003483 – SEAB/PR
 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:
PICOXISTROBINA TÉCNICO ALTA - Registro MAPA nº TC09725
RUDONG ZHONGYI CHEMICAL CO., LTD
The Second Haibin Road, Coastal Economic Development Zone, Rudong, 226407, Jiangsu –
China

PROTIOCONAZOL TÉCNICO ALTA - Registro MAPA nº TC05323:
YANCHENG HUIHUANG CHEMICAL CO., LTD:
Zhongsan Road (North), Binhai Economic Development Zone Coastal Idustrial Park, Jiangsu
224555 – China

FORMULADORES:
JIANGSU SEVENCONTINET GREEN CHEMICAL CO., LTD.
North Area of Dongsha Chem-Zone 215600 - Zhangjiagang - Jiangsu - China

JIANGSU YUNFAN CHEMICAL CO., LTD
Nº 168 Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical lndustry Park, 226221, Qidong, Jiangsu – China

RUDONG ZHONGYI CHEMICAL CO., LTD
The Second Haibin Road, Coastal Economic Development Zone, Rudong, 226407, Jiangsu –
China

SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO., LTD
Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Development Zone, Weifang, Shandong - China

                                          ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda
                Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar, - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná – Brasil
                                    Telefone: 55 (41) 3071 9100 | www.altadefensivos.com.br
                                                                                                                               1
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                                                                                                                     Bula MAPA
                                                                                                                  Página 2 de 24



  MANIPULADORES:
  ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
  Rua Bonifácio Rosso Ros, nº 260, Bairro Cruz Alta - CEP 13.348-790 - Indaiatuba/SP
  CNPJ nº 50.025.469/0004-04 – Reg. Est. nº:1248 - CDA/SP

  PRENTISS QUÍMICA LTDA
  Rod PR 423 km 24,5, Jardim das Acácias - CEP 83.603-000 - Campo Largo/PR
  CNPJ sob o nº 00.729.422/0001-00 - Inscrição Estadual: 90.190.635-15 - Registro Estadual no
  002669 – SEAB/PR

                            Nº do lote ou partida:
                            Data de fabricação:                     VIDE EMBALAGEM
                            Data de vencimento:

   ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                         CONSERVE-OS EM SEU PODER.
   É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE
               É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                            AGITE ANTES DE USAR

                                                Produto Importado

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
                                  AGUDO
  CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: PRODUTO MUITO
                    PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE – CLASSE II

Cor da faixa: Faixa azul (Azul PMS Blue 293 C)




                                        ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda
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                                                                                                                            2
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                                                                                                                              Bula MAPA
                                                                                                                           Página 3 de 24




                                 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO:

AVARIS é um fungicida sistêmico, composto por Picoxistrobina e Protioconazol e, deve ser sempre
utilizado de maneira preventive em relação ao aparecimento das doenças, garantindo assim o maior
potencial de controle dos fungos.

O produto AVARIS é indicado para aplicação foliar para a culturas da soja, conforme abaixo:
            Doenças                         Nº máximo de
                                  Volume de
Cultura




          Nome Comum     Dose               aplicação por
                                    calda                                                  Época e Intervalo de aplicação
             (Nome     (L p.c./ha              ciclo da
                                    (L/ha)
           Científico)                         cultura




                                                                              Para controle de ferrugem-asiática, realizar a
                                                                              primeira aplicação de forma preventiva ao
                                                                              aparecimento da doença, entre os estádios
                                                                              fenológicos Vn (fim da fase vegetativa) e R1 (início
                                                                              da floração) ou no pré-fechamento das entrelinhas
                                                                              da cultura, garantindo assim que todas as folhas
                                                                              receberão produto e estarão devidamente
                                                                              protegidas a ocorrência da doença.
                                                                              Realizar monitoramento e acompanhamento
             Ferrugem-
                                                                              constante da cultura, observando a ocorrência de
              asiática
                                0,4 – 0,6                                     condições      meteorológicas     favoráveis     ao
            (Phakopsora
                                     +           200                          desenvolvimento e progresso da doença. Se
             pachyrhizi)                     (Aplicação
                                 0,5%v/v                                      necessário realizar uma segunda aplicação com no
                                              terrestre)
Soja




                                adjuvante                           2         máximo 14 dias de intervalo em relação à primeira.
                                a base de                                     Para garantir o controle efetivo da ferrugem
                                               20 – 40                        asiática é necessária a adoção de um Programa de
                                   óleo      (Aplicação
                                 mineral       aérea)
                                                                              Manejo, com aplicações complementares às de
                                                                              AVARIS, rotacionando e/ou alternando fungicidas
                                                                              com diferentes os modos de ação. Mais
                                                                              informações, vide em “Recomendações sobre o
                                                                              Manejo da Resistência”.




                                                                              Para o controle específico da septoriose e
                                                                              crestamento foliar, realizar a primeira aplicação de
              Septoriose                                                      forma preventiva ao aparecimento da doença, entre
          (Septoria glycines)                                                 os estádios fenológicos Vn (fim da fase vegetativa)
                                                                              e R1 (início da floração) ou no pré-fechamento das
                                                                              entrelinhas da cultura, garantindo assim que todas




                                                 ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda
                       Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar, - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná – Brasil
                                           Telefone: 55 (41) 3071 9100 | www.altadefensivos.com.br
                                                                                                                                     3
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                                                                                                                       Bula MAPA
                                                                                                                    Página 4 de 24



                                                                       as folhas receberão produto e estarão devidamente
                                                                       protegidas a ocorrência da doença. Observar as
    Crestamento foliar
                                                                       condições     meteorológicas      favoráveis   ao
      (Cercospora
         kikuchii)                                                     desenvolvimento das doenças e caso necessário
                                                                       realizar uma segunda aplicação com intervalo
                                                                       entre15 dias.

MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo de Calda: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides
em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do
produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do AVARIS deve estar limpo de
resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose
recomendada do AVARIS, acrescentar 0,5%v/v adjuvante a base de óleo mineral na proporção
recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água,
mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e
pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.

Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação,
pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes
de reiniciar a aplicação.

Equipamento de aplicação: a boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é
fundamental para o sucesso do controle de doenças, independente do equipamento utilizado
(terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da
cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida devem balizar o volume
de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas a ser utilizado.

Pulverizadores de Barra: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas
de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao
alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com
relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de
desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a
grossas.

Aplicação Aérea:

Realizar a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de
boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as
disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades
aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves
devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o
equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado.
Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.

Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de
equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de
gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.

Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
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                                                                                                                      Bula MAPA
                                                                                                                   Página 5 de 24



gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de palicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.

Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos gerados de gotas. Altura do voo: de 3 metros em relação do topo das
plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da
aplicação.

Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou
modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe
uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma
boa cobertura.

Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura
para as culturas sensíveis, consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.

Volume de calda: 20 a 40L/há ou conforte recomendação do tipo de aeronave utilizada.

Condições Climática: Para quaisquer tecnológicas de aplicação, devem-se observar as condições
climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser
sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:

Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade médica do vento entre 3 e 10 km/hora.


Inversão Térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento
vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e
com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com
relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas
começaram a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua
presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as
inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no
solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença
de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersar e com movimento
ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

Lavagem do Equipamento de Aplicação: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a
limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessária durante a
limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto,
conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos
próximos à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo
com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.




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                                                                                                                      Bula MAPA
                                                                                                                   Página 6 de 24



INTERVALO DE SEGURANÇA:

                                   Culturas             Intervalo de Segurança (Dias)
                                    Soja                              30

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para a cultura indicada: o produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas
doses e condições recomendadas.
- Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não
  ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos
  valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações
  previamente à utilização deste produto.
- Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas
  nesta bula.
- É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo
  ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso
  tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a Alta antes de aplicar este produto.
- É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo),
  especialmente para culturas de exportação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-
ASIÁTICA:
O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou
resistentes aos fungicidas, seguem algumas recomendações:



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                                                                                                                      Bula MAPA
                                                                                                                   Página 7 de 24



- Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura rotacionando os mecanismos de ação
  distintos do Grupo C3 e G1 sempre que possível; se o produto tiver apenas um mecanismo de ação,
  nunca o utilizar isoladamente;
- Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
- Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para
  cada região (adotar estratégia de escape);
- Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
- Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
- Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior
  penetração e melhor cobertura do fungicida;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas,
  tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do
  sistema, outros controles culturais etc.
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente
  causador de doenças a ser controlado;
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
  para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
- Realizar o monitoramento da doença na cultura;
- Adotar estratégia de aplicação preventiva;
- Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
- Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
  sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
  devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
  www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org),
  Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo,
  sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas,
  tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando
  disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
  regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
  fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
  devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
  www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org),
  Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).


                RUPO                                        C3                                  FUNGICIDA
                GRUPO                                       G1                                  FUNGICIDA

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                                                                                                                      Bula MAPA
                                                                                                                   Página 8 de 24



O produto fungicida AVARIS é composto por picoxistrobina e protioconazol, que apresentam
mecanismos de ação inibidores extracelulares de Quinona e inibidores da desmetilação, pertencentes
aos Grupos C3 e G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas), respectivamente.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE RESISTÊNCIA:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico,
controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o
melhor equilíbrio do sistema.




          MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
                  DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES GERAIS:

   -   Produto para uso exclusivamente agrícola.
   -   O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
   -   Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
   -   Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
       pessoas
   -   Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de proteção individual (EPI)
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                                                                                                                      Bula MAPA
                                                                                                                   Página 9 de 24



       recomendados.
   -   Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
       válvulas com a boca.
   -   Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
       vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
   -   Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
       pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
       profissional habilitado.
   -   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
       primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
   -   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
       longe do alcance de crianças e de animais.
   -   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
       ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas compridas passando por cima
       do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental
       impermeável, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de
       proteção contra produtos químicos.
   -   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
       relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:

   -   Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente
       com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
       cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador (filtro químico
       contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção
       lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
   -   Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
       Individual (EPI) recomendados.
   -   Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

   -   Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
   -   Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
       (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
    - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que
       estiver sendo aplicado o produto.
    - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
       respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
    - Verifique a direção do vento, aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
       pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
    - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente
       com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
       cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado
       (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com
       proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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               Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar, - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná – Brasil
                                   Telefone: 55 (41) 3071 9100 | www.altadefensivos.com.br
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                                                                                                                      Bula MAPA
                                                                                                                  Página 10 de 24




PRECAUÇÕES APÓS À APLICAÇÃO DO PRODUTO:

   -   Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
       os avisos até o final do período de reentrada.
   -   Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
       com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de
       Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
   -   Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
       tratadas logo após a aplicação.
   -   Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
       (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
   -   Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
       vestidas para evitar contaminação.
   -   Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
       local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
   -   Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
   -   Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
       da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
   -   Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de
       aplicação.
   -   Não reutilizar a embalagem vazia.
   -   No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com
       tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha, avental impermeável,
       respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra
       produtos químicos.
   -   Os equipamentos de proteção individual (EPl) recomendados devem ser retirados na seguinte
       ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, botas de borracha, macacão com
       tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos e respirador.
   -   A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
       protegida.

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.




                         ATENÇÃO                           Pode ser nocivo se ingerido




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                                                                                                                      Bula MAPA
                                                                                                                  Página 11 de 24




PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando à embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.

Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.

Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
deve-se retirá-la.

Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio,
anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo
menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeaveis, por
exemplo.



                                        - INTOXICAÇÕES POR AVARIS
                                           INFORMAÇÕES MÉDICAS

   Grupo químico          PICOXISTROBINA: estrobilurina;
                          PROTIOCONAZOL; triazolintiona.
                          MONOETILENOGLICOL: álcool glicólico
   Classe                 Categoria 5: Improvável de causar Dano Agudo
   toxicológica
   Vias de exposição Dérmica e inalatória.
                     Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são
                     esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs
                     apropriados.
   Toxicocinética         Picoxistrobina: Em ratos, a picoxistrobina foi rapidamente absorvida
                          (≥70%) através da via oral, com o pico de concentração plasmática sendo
                          atingido em aproximadamente 2 horas em ratos expostos a baixas doses
                          (10 mg/kg p.c) e em 12 horas nos animais expostos a altas doses (100
                          mg/kg p.c.).
                          Após a absorção, a substância foi amplamente distribuída no organismo
                          de ratos, com as maiores concentrações sendo detectadas no fígado,
                          pâncreas, nos rins e plasma.
                          Em ratos, a picoxistrobina foi extensivamente biotransformada, com mais
                          de 30 metabólitos identificados. As reações de biotransformação da
                          substância incluem hidrólise éster, oxidação, o-demetilação e conjugação
                          com o ácido ácido glucurônico.

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                                                                                                                 Bula MAPA
                                                                                                             Página 12 de 24




                     A substância é predominantemente eliminada do organismo de ratos
                     através das fezes e bile, com excreção de mais de 95% da dose
                     administrada (baixa dose) dentro de 5 dias. Em ratos, a excreção urinária
                     foi de aproximadamente 30% em fêmeas e 20% em machos.
                     Não foi observado potencial de bioacumulação no organismo de ratos.
                     Protioconazol: Em ratos, o protioconazol foi rápida e quase
                     completamente absorvido pela via oral, com absorção de mais de 90% da
                     dose administrada e pico de concentração plasmática atingido em menos
                     de 1 hora. A distribuição foi ampla, principalmente para o fígado seguido
                     dos rins, tecido adiposo, tireoide e glândulas adrenais.
                     A biotransformação foi ampla (18 metabólitos identificados) e ocorreu
                     principalmente através da dessulfuração, da hidroxilação oxidativa da
                     porção fenil e da conjugação com o ácido glucurônico. O metabólito mais
                     abundante foi o protioconazol-S-glucuronídeo (cerca de 46% da dose
                     administrada identificada na bile e até 7,8% na urina), seguido pelo
                     protioconazol na forma inalterada (1–22%) e do destio-protioconazol (0,4–
                     18%). Foi identificado na urina, também, o metabólito 1,2,4-triazol em
                     uma concentração de até 2,3% da dose administrada.
                     A excreção foi rápida (quase completa dentro de 48 horas) e ocorreu
                     principalmente através das fezes, cerca de 78-96% da dose administrada
                     e, em menor extensão, através da urina (4-16%). Em ratos, houve
                     evidência de recirculação êntero-hepática.
                     Não foi observado potencial de bioacumulação no organismo de ratos.
                     Monoetilenoglicol: O monoetilenoglicol é rapidamente absorvido e
                     distribuído após administração pelas vias oral e inalatória. Em ratos, a
                     absorção gastrointestinal foi cerca de 90-100%, com pico de
                     concentração plasmática entre 1-4 horas, enquanto a absorção pela via
                     inalatória foi cerca de 60%, com pico de concentração plasmática dentro
                     de 1 hora. A absorção pela via dérmica foi menos extensa em ratos (20-
                     30%), e ocorreu mais lentamente.
                     Em animais e em humanos, a biotransformação do monoetilenoglicol
                     ocorre através de uma série de reações de oxidação sucessivas gerando,
                     primeiramente, glicoaldeído (em uma reação catalisada pela enzima
                     álcool-desidrogenase) e, em seguida, o ácido glicólico, que é convertido
                     em ácido glioxílico e é transformado em ácido oxálico, o mais tóxico
                     metabólito do monoetilenoglicol. O ácido glioxílico é metabolizado
                     rapidamente em uma série de produtos como malato, ácido fórmico e
                     glicina. A quebra da glicina e do ácido fórmico gera dióxido de carbono,
                     que é o principal metabólito do monoetilenoglicol. Na urina foram
                     identificados o monoetilenoglicol, ácido glicólico, oxalato de cálcio e
                     glicina (e seus conjugados).
                     O monoetilenoglicol é excretado principalmente como dióxido de carbono
                     (no ar exalado) e, na urina, como monoetilenoglicol inalterado, ácido
                     glicólico e ácido oxálico, este último em menor extensão. O tempo de
                     meia vida de eliminação, em humanos e animais, foi cerca de 1-4 horas,
                     após administração pela via oral.
Toxicodinâmica       Picoxistrobina: Não são conhecidos os mecanismos específicos de
(Mecanismos de       toxicidade da substância em humanos. O mecanismo de atividade
toxicidade)          fungicida da picoxistrobina é bloquear o transporte de elétrons
                     mitocondriais, reduzindo a produção de ATP (adenosina trifosfato) e
                     inibindo a respiração celular; este efeito pode prejudicar o ganho de peso
                     em mamíferos.

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                                                                                                                   Bula MAPA
                                                                                                               Página 13 de 24




                       Protioconazol: Não são conhecidos os mecanismos específicos de
                       toxicidade desta substância em humanos nem em outras espécies de
                       mamíferos. Em estudos de toxicidade repetida, em ratos, a substância
                       demonstrou um potencial de indução das enzimas hepáticas.
                       Monoetilenoglicol: Os mecanismos de toxicidade são considerados
                       multifatoriais, e envolvem a formação de metabólitos tóxicos, a formação
                       de cristais de oxalato de cálcio, o aumento da acidose metabólica e/ou
                       desregulação osmótica, e efeito citotóxico direto.
Sintomas e sinais Picoxistrobina: Não são conhecidos sintomas específicos da
clínicos          picoxistrobina em humanos. A exposição inalatória e/ou oral a grandes
                  quantidades de fungicidas à base de estrobirulinas pode causar tontura e
                  fraqueza.
                  Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com
                  ardência e vermelhidão.
                  Exposição respiratória: Quando inalada, pode causar irritação do trato
                  respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. A inalação de
                  grandes quantidades de fungicidas à base de estrobirulinas pode causar
                  tontura e fraqueza.
                  Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com
                  ardência e vermelhidão.
                  Exposição oral: A ingestão pode causar sintomas gerais de irritação do
                  trato gastrointestinal como vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
                  Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após
                  exposição crônica em humanos.
                  Protioconazol: Não são conhecidos sintomas específicos do protioconazol
                  em humanos ou animais. Sintomas gerais de intoxicação decorrentes da
                  exposição a substâncias químicas podem ocorrer como:
                  Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com
                  ardência e vermelhidão.
                  Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com
                  ardência e vermelhidão.
                  Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
                  respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
                  Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato
                  gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
                  Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após
                  exposição crônica em humanos.
                  Monoetilenoglicol: A intoxicação sistêmica é esperada somente após
                  exposição a grandes quantidades desta substância.
                  Exposição oral: Inicialmente (período de 1-4 horas após exposição)
                  podem ocorrer náuseas, vômitos, depressão do SNC (ataxia, fadiga,
                  sonolência, vertigem, nistagmo, convulsões) e acidose metabólica leve a
                  grave. Após 24 horas podem ocorrer sintomas cardio-pulmonares como
                  dispneia, hiperventilação, taquicardia, elevação da pressão arterial e
                  edema pulmonar. Após 24-36 horas podem ocorrer lesões importantes
                  nos rins, com insuficiência renal (necrose tubular e depósito de cristais de
                  oxalato de cálcio). Em casos mais graves, os sintomas podem levar a
                  morte.
                  Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com
                  ardência e vermelhidão.
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                                                                                                                  Bula MAPA
                                                                                                              Página 14 de 24




                      Exposição dérmica: O monoetilenoglicol apresenta baixo potencial
                      irritativo para a pele, no entanto, a exposição repetida pode causar
                      dermatite alérgica em indivíduos susceptíveis.
                      Exposição respiratória: O risco de inalação é pequeno em função do
                      monoetilenoglicol apresentar uma baixa pressão de vapor em
                      temperatura ambiente. No entanto, se inalado, pode ocorrer irritação do
                      trato respiratório superior, com tosse, irritação na garganta e cefaleia. Nos
                      casos de inalação de vapores com concentrações elevadas do produto
                      podem ocorrer intoxicações com sintomas semelhantes aos observados
                      por ingestão.
                      Efeitos crônicos: O principal órgão-alvo é o rim.
Diagnóstico           O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
                      ocorrência de quadro clínico compatível.
                      Monoetilenoglicol: A dosagem sérica de monoetilenoglicol pode auxiliar
                      na confirmação da exposição. Níveis séricos maiores que 25 mg/dL estão
                      normalmente associados à toxicidade significativa.
Tratamento            CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
                      respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A
                      pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a
                      adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
                      equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente
                      tóxico.

                      Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais
                      devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de
                      sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais
                      (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e
                      temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de
                      consciência.

                      Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
                      secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário
                      para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa,
                      pode ser necessária ventilação pulmonar assistida.

                      Medidas de Descontaminação e tratamento:
                      O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
                      avental impermeáveis.

                      Exposição oral:
                      - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é
                      recomendada.
                      - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
                      mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se
                      o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
                      - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
                      Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma
                      quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo
                      após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).

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                                                                                                                  Bula MAPA
                                                                                                              Página 15 de 24




                      - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em
                      caso de intoxicação por picoxistrobina e protioconazol. Avaliar a
                      necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário,
                      administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de
                      água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g;
                      crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).

                      Exposição inalatória:
                      Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
                      respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
                      respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema
                      pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na
                      ventilação, conforme necessário.

                      Exposição dérmica:
                      Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder
                      descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
                      orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em
                      abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve
                      ser encaminhado para tratamento específico.

                      Exposição ocular:
                      Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura
                      ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
                      lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
                      encaminhado para tratamento específico.

                      ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento
                      sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para
                      manutenção das funções vitais.

                      Medidas sintomáticas e de manutenção:
                      - Considerar a administração de bloqueadores da enzima álcool
                      desidrogenase (ADH) como etanol e fomepizol em casos de intoxicação
                      por monoetilenoglicol para inibir a formação de metabólitos tóxicos. O
                      regime de dose a ser aplicado deve ser avaliado pelo médico de acordo
                      com a gravidade do caso clínico.
Contraindicações A indução do vômito e a administração de carvão ativado são
                 contraindicados em razão do risco de aspiração e de pneumonite
                 química.
                 A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos
                 protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em
                 pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou
                 perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das           Protioconazol: Como a substância é um potencial indutor de enzimas
interações            hepáticas, pode interferir na biotransformação de uma série de
químicas              substâncias com metabolismo hepático.
                            Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
                         diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722-
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                                                                                                                       Bula MAPA
                                                                                                                   Página 16 de 24




                                                            6001.
   ATENÇÃO                     Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                  (RENACIAT/ANVISA/MS)
                            As Intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças
                                             e Agravos de Notificação Compulsória.
                             Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
                                                         (SINAN/MS).
                             Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
                             TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
                             Centro do Controle de Envenenamento do Paraná: 0800 41 0148
                           ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA. (PLANITOX
                                                         LINE):
                                                      0800 701 0450
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Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos
DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: >4,47mg/L de ar em 4 horas.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Os animais de experimentação (coelhos) não apresentaram
sinais de irritação e corrosão cutênea. O produtos não foi classicados quanto ao potencial de
irritação/corrão cutânea.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: Os animais de experimentação (coelhos) não apresentaram
opacidade de cornea, iriti e quemose. Foi observado hipereminha em 3/3 dos olhos tratados na
observação de 1 hora e 24 horas com reversão total em 48 horas para os 3/3 olhos tratados. O
produtos não foi classificado quanto ao potencial de irritação/corrosão ocular.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante a pele.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.

Efeitos crônicos:
Picoxistrobina: Em estudos de toxicidade subcrônica em ratos, camundongos e cães, o principal
efeito observado foi a diminuição do ganho de peso corporal, frequentemente associada com a
diminuição do consumo de alimentos. Cães foram considerados os mais sensíveis à substância. Os
efeitos sobre o peso corporal e o consumo de alimentos foram consistentes com os achados
comumente observados para substâncias que perturbam o sistema respiratório mitocondrial e a
consequente interrupção da produção de energia. Em estudos de 90 dias e 1 ano em cães foi
estabelecido o NOAEL de 8,5 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 16 mg/kg p.c./dia, com base na diminuição
de ganho de peso e consumo de alimentos e sintomas clínicos de toxicidade. Já nos estudos de
toxicidade crônica, foram observados efeitos no fígado de camundongos (aumento de peso e
alterações histopalotógicas) e nos testículos de ratos (hiperplasia das células intersticiais testiculares
e adenomas benignos). Com base nos efeitos hepáticos, foi estabelecido o NOAEL de 71 mg/kg
p.c./dia e LOAEL de 293 mg/kg p.c./dia no estudo de 18 meses em camundongos. No estudo de 2
anos em ratos, foi estabelecido o NOAEL de 45 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 162 mg/kg p.c./dia, a dose
mais alta testada, com base nos efeitos testiculares.
Como base nos resultados dos estudos conduzidos in vivo e in vitro, é improvável que a
picoxistrobina seja genotóxica. A substância não apresentou potencial carcinogênico em
camundongos (NOAEL de 585 mg/kg p.c./dia, a maior dose testada). Em ratos, foi observado um
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                                                                                                                       Bula MAPA
                                                                                                                   Página 17 de 24



aumento na incidência de adenomas benignos nos testículos dos animais expostos às doses mais
altas, um efeito ao qual ratos são altamente sensíveis e conhecidos por desenvolverem estes tumores
espontaneamente (NOAEL de 45 mg/kg p.c./dia, a dose mais alta testada, uma vez que os tumores
observados são benignos).
Em estudos de toxicidade reprodutiva em ratos, não foram observados efeitos adversos sobre o
desempenho reprodutivo e fertilidade (NOAEL reprodução, 130 mg/kg p.c./dia, a maior dose testada).
No entanto, foi observada uma diminuição do ganho de peso da prole em doses nas quais foi
observada toxicidade parental, com base nestes efeitos, foi estabelecido o NOAEL de toxicidade
parental/prole de 52 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 130 mg/kg p.c./dia.
Em estudos de toxicidade para o desenvolvimento em ratos e coelhos, não foram observadas
evidências de potencial teratogênico. Foi observado um atraso na ossificação dos fetos e aumento da
incidência de variações esqueléticas em doses nas quais foi observada toxicidade materna. Em ratos
foram estabelecidos o NOAEL materno/desenvolvimento de 30 mg/kg p.c. e LOAEL
materno/desenvolvimento de 100 mg/kg p.c./dia. Já em coelhos foi estabelecido o NOAEL
materno/desenvolvimento de 25 mg/kg p.c./dia e LOAEL materno/desenvolvimento de 100 mg/kg
p.c./dia.
Não foram observadas evidências de potencial neurotóxico em estudo de 90 dias em ratos expostos a
doses de 207 mg/kg p.c./dia, a dose mais alta testada.

Protioconazol: Em estudos de toxicidade crônica em ratos e camundongos, os principais alvos da
toxicidade do protioconazol foram o fígado e os rins/trato urinário.
Em estudo de dois anos em ratos, os efeitos incluíram alteração do peso do fígado com alteração dos
parâmetros clínicos-químicos, aumento da indução enzimática e aumento dos níveis séricos do
hormônio T4 (em resposta à indução enzimática). Também foram observados efeitos nos rins/trato
urinário como aumento do consumo de água, alterações nos parâmetros de urinálise, aumento do
peso dos rins, material cristalino no sedimento urinário (não identificado), aumento da gravidade da
nefropatia crônica progressiva e da hiperplasia celular transicional na bexiga urinária, com NOAEL
estabelecido de 5 mg/kg p.c./dia.
Em estudo de 18 meses, em camundongos, foi observado aumento do peso do fígado, indução
enzimática hepática, efeitos na histopatologia renal como um aumento da incidência de
degeneração/regeneração tubular renal no sexo masculino na dose de 70 mg/kg p.c./dia com NOAEL
de 10 mg/kg p.c./dia.
O protioconazol não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo. Esta substância
também não demonstrou potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos.
Em estudos de toxicidade para a reprodução em ratos, não foram observados efeitos sobre a
fertilidade ou sobre o desempenho reprodutivo na maior dose testada de 750 mg/kg p.c.
O protioconazol não foi considerado teratogênico em estudos em ratos e coelhos com NOAEL de 80
mg/kg p.c. para ambas as espécies. Em coelhos foram observados abortos, perdas totais de ninhada,
pesos fetais reduzidos e ossificação atrasada a 350 mg/kg p.c./dia, na presença de toxicidade
materna.
O protioconazol não apresentou evidências de potencial neurotóxico.

Monoetilenoglicol: em ratos, a exposição oral repetida a doses muito altas desta substância (doses
superiores a 950 mg/kg p.c/dia, em ratos machos, e 3100 mg/kg p.c./dia, em ratos fêmeas, em estudo
de 90 dias) promoveu efeitos nos rins (lesões microscópicas, hiperplasia, nefrite, necrose, hematúria,
fibrose e deposição de cristais em túbulos renais) e depressão do sistema nervoso central. O
monoetilenoglicol não apresentou potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos. Em
estudos conduzidos em ratos e camundongos, o monoetilenoglicol causou aumento da mortalidade
fetal e da incidência de alterações externas e esqueléticas. No entanto, estes efeitos ocorreram
apenas após a ingestão ou inalação de altas concentrações desta substância [em ratos, NOAEL 250
mg/kg p.c./dia pela via oral; em camundongos, NOAEL de 150 mg/m³/6h/dia (0,15 mg/L/6h/dia) por
exposição inalatória (corpo total) e 1000 mg/m³/6h/dia (1,0 mg/L/6h/dia) após exposição
exclusivamente inalatória (nose only)]. Não foram observados efeitos adversos em coelhos. A
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                                                                                                                     Bula MAPA
                                                                                                                 Página 18 de 24



formação do metabólito ácido glicólico, pode estar envolvido no mecanismo de ação para estes
efeitos. Doses seguras de exposição foram estabelecidas.




INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

                       DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:

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             Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar, - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná – Brasil
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                                                                                                                      Bula MAPA
                                                                                                                  Página 19 de 24



Este produto é:

( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos, peixes).

   -   Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
       (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
       publico e 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
       agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos.
   -   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernente às
       atividades aeroagrícolas.
   -   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
   -   Não utilize equipamento com vazamentos.
   -   Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
   -   Aplique somente as doses recomendadas.
   -   Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
       d’água. Evite a contaminação da água.
   -   A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do
       solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

   -   Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
   -   O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
       rações ou outros materiais.
   -   A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
   -   O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
   -   Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
   -   Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
   -   Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
       ou para o recolhimento de produtos vazados.
   -   Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
       Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
   -   Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.



3. EM CASO DE ACIDENTES:

   -   Isole e sinalize a área contaminada.
   -   Contate as autoridades locais competentes e a empresa ALTA - AMÉRICA LATINA
       TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
   -   Telefones de emergência: 0800 707 7022 e 0800 1172020.
   -   Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
       borracha, óculos protetores e máscara com filtros).


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                                                                                                                      Bula MAPA
                                                                                                                  Página 20 de 24



   -   Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
       bueiros, drenos ou corpos d’agua. Siga as instruções abaixo:

        - Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
        auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
        derramado não deve mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do
        telefone indicado no rotulo para a sua devolução e destinação final.

        - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
        esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
        empresa registrante conforme indicado.
        - Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
        contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
        medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
        corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
        Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2, ou PÓ
        QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:

   •   Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
       posição vertical durante 30 segundos;
   •   Adicione água limpa a embalagem até 1/4 do seu volume;
   •   Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
   •   Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador.
   •   Faça esta operação três vezes.
   •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.



Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:

   •   Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador.
   •   Acione o mecanismo para liberar o jato de água.
   •   Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
   •   A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador.
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                                                                                                                       Bula MAPA
                                                                                                                   Página 21 de 24



   •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para a lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:

   •   Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
       sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
   •   Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
       pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
       segundos.
   •   Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador.
   •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.

- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses ápos o término do prazo de
validade.

- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano ápos a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

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                                                                                                                       Bula MAPA
                                                                                                                   Página 22 de 24



DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatório a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses ápos o término do prazo
de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano ápos a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXIVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que
deve ser adquirido nos Canais de distribuição.

DEVOLUÇÃO DE EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário dever guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.




TRANSPORTE

- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
Canais de Distribuição.


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               Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar, - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná – Brasil
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                                                                                                                       Bula MAPA
                                                                                                                   Página 23 de 24



EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento das embalagens vazias até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.

- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.

- A desativação do produto e feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos
ambientais competentes.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS

- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
                                         ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda
               Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar, - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná – Brasil
                                   Telefone: 55 (41) 3071 9100 | www.altadefensivos.com.br
                                                                                                                             23
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                                                                                                                     Bula MAPA
                                                                                                                 Página 24 de 24




Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal
concernentes as atividades agrícolas.




                                       ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda
             Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar, - Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná – Brasil
                                 Telefone: 55 (41) 3071 9100 | www.altadefensivos.com.br
                                                                                                                           24
                                

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