Animus; Tacap;
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Bactericida Microbiológico/Fungicida microbiológico
Bacillus subtilis (Produto Microbiológico) (500 g/kg)
Informações
Número de Registro
26816
Marca Comercial
Animus; Tacap;
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
Bacillus subtilis (Produto Microbiológico) (500 g/kg)
Titular de Registro
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Classe
Bactericida Microbiológico/Fungicida microbiológico
Modo de Ação
Contato
Classe Toxicológica
Não Classificado - Produto Não Classificado
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Alternaria porri
Mancha-púrpura
Todas as culturas
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Todas as culturas
Hemileia vastatrix
Ferrugem do cafeeiro
Todas as culturas
Meloidogyne incognita
Nematoide-das-galhas
Todas as culturas
Neofabraea perennans
Podridão Olho de Boi
Todas as culturas
Rhizoctonia solani
Rizoctoniose; Tombamento
Conteúdo da Bula
V2024 12 31
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
ANIMUS
TACAP
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 26816
COMPOSIÇÃO:
Bacillus subtilis Y1336 (mínimo de 1x109 UFC/g) ................................................500 g/kg (50% m/m)
Outros Ingredientes........................................................................................500 g/kg (50% m/m)
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida, bactericida e nematicida microbiológico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP)
TITULAR DO REGISTRO(*):
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Av. Maeda, s/n – Prédio Comercial – Térreo – Distrito Industrial, CEP: 14500-000 - Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE / FORMULADOR:
Bion Tech Inc.
5F n° 6 Ke-Dong Rd Sec.3 Science-Based Industrial Park Jhunan Township, Miaoli County – Taiwan
FORMULADOR:
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122 – CEP: 18160-000 – Salto de Pirapora/SP
CNPJ: 02.974.733/0010-43 – Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
Válido por 2 anos se armazenado em temperatura de 20-25°C, a partir da data de fabricação.
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO E A BULA, E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS.
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. OBSERVAR SE HÁ DISPOSIÇÃO
CONTRÁRIA ESTABELECIDA POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL.
Produto indicado para o controle de Ferrugem do cafeeiro (Hemileia vastatrix), Mancha púrpura (Alternaria
porri), Mofo cinzento (Botrytis cinerea), Olho-de-boi (Neofabraea perennans), Rhizoctoniose (Rhizoctonia
solani), Mancha-bacteriana (Xanthomonas campestris pv. vesicatoria), Murcha-bacteriana (Ralstonia
solanacearum), Nematóide-das-lesões (Pratylenchus zeae), Nematóide-das-galhas (Meloidogyne incognita),
Cancro-cítrico (Xanthomonas axonopodis pv. citri), em todas as culturas com ocorrência do(s) alvo(s)
biológico(s).
Produto com eficiência agronômica comprovada para as culturas de alface, batata, cana-de-açúcar, café,
cebola, citros, maçã, morango, tomate e violeta.
País de Origem: Taiwan
Página 1 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: NÃO CLASSIFICADO – PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE IV – POUCO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Verde PMS Green 347 C
Página 2 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
INSTRUÇÕES DE USO:
ANIMUS é um bactericida/fungicida/nematicida microbiológico com múltiplos mecanismos de ação
provenientes da ação da bactéria Bacillus subtilis. Como fungicida/bactericida atua no parasitismo direto e
morte do patógeno; competição por nutrientes e espaço na superfície foliar e no solo junto ao sistema
radicular. A bactéria Bacillus subtilis produz substâncias que atuam na membrana celular das estruturas
reprodutivas do fungo provocando rupturas e levando o patógeno à morte. Auxilia, também, na indução da
resistência sistêmica da planta, ativando vários sistemas de defesa. Como nematicida microbiológico, o
ANIMUS tem alta capacidade de competição no solo, colonizando o sistema radicular das culturas, onde
alimenta-se de exsudados radiculares, com formação de biofilme protetor da raiz. Com o consumo dos
exsudados da raiz pelo Bacillus subtilis, os nematoides demonstram maior dificuldade para encontrar as
raízes, reduzindo, assim, a incidência. Além da proteção conferida pelo biofilme, durante o desenvolvimento
bacteriano são secretados metabólitos secundários com efeito nematicida e nematostático que atuam de
forma a limitar o desenvolvimento dos nematoides, diminuindo a viabilidade dos ovos e paralisia e mortalidade
dos juvenis. ANIMUS tem ação de contato e amplo espectro de ação, podendo ser aplicado em bandeja de
mudas, pulverização foliar e/ou no solo, conforme o alvo a controlar. ANIMUS é uma ferramenta que
complementa o manejo integrado em diferentes culturas. ANIMUS pode ser utilizado em todas as culturas
com ocorrência do(s) alvo(s) biológico(s) descritos na tabela abaixo. Produto com eficiência agronômica
comprovada para as culturas de alface, batata, cana-de-açúcar, café, cebola, citros, maçã, morango, tomate
e violeta.
DOSE
CULTURAS ALVOS BIOLÓGICOS VOLUME DE CALDA*
PRODUTO COMERCIAL
Ferrugem do cafeeiro
1,0 a 3,0 Kg/ha 300 – 600 L/ha
(Hemileia vastatrix)
Mancha púrpura 1,0 a 2,0 Kg/100L
200 – 1000 L/ha
(Alternaria porri) de água
Mofo cinzento 0,8 a 1,0 Kg/100 L
200 – 2000 L/ha
(Botrytis cinerea) de água
Olho-de-boi
3,0 a 4,0 Kg/ha 500 – 1000 L/ha
(Neofabraea perennans)
Aplicação em bandeja
Campo: ou sementeira: 300 mL
3,0 a 4,0 Kg/ha para bandeja de 200
alvéolos.
Bandeja de mudas: Aplicação no sulco de
O cálculo da quantidade de plantio: 300 – 800 L/ha.
Em todas produto a ser aplicado em
as culturas Rhizoctoniose Aplicação via esguicho
cada bandeja, deverá ser
com (Rhizoctonia solani) (drench): 15 a 30
feito previamente e
ocorrência proporcional ao número de mL/planta.
do(s) plantas a ser transplantado Aplicação por
alvo(s) por hectare dependendo da pulverização terrestre:
biológico(s) cultura e espaçamento a Vide Recomendação de
serem adotados. volumes de aplicação por
cultura.
Mancha-bacteriana 100 – 1000 L/ha
(Xanthomonas campestris pv. 2,0 a 4,0 Kg/ha dependendo do estágio da
vesicatoria) cultura.
100 – 1000 L/ha
Murcha-bacteriana
3,2 a 4,0 Kg/ha dependendo do estágio da
(Ralstonia solanacearum)
cultura.
Nematóide-das-lesões
3,0 a 4,0 Kg/ha 100 – 300 L/ha
(Pratylenchus zeae)
Nematóide-das-galhas Bandeja de mudas: Bandeja de mudas:
(Meloidogyne incognita) 4 g/bandeja de 200 células 300 mL/bandeja de 200
células
Página 3 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
Campo: Campo:
2,0 a 3,0 Kg/ha 100 – 600 L/ha
Cancro-cítrico
(Xanthomonas axonopodis pv. 2,0 a 3,0 Kg/ha 800 – 2000 L/ha
citri)
*O volume de calda deve seguir os parâmetros mais indicados para a cultura tratada (Vide Recomendação
de volumes de aplicação por cultura).
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
• Ferrugem do cafeeiro (Hemileia vastatrix)
Café: iniciar as aplicações preventivamente quando as condições para o desenvolvimento da doença forem
favoráveis, com intervalo entre 10 e 20 dias.
• Mancha púrpura (Alternaria porri)
Alho, alho poró, cebola e cebolinha: iniciar as aplicações preventivamente quando as condições para o
desenvolvimento da doença forem favoráveis, com intervalo de 7 dias entre as aplicações, proporcionando
uma boa cobertura e penetração do produto.
• Mofo cinzento (Botrytis cinerea)
Morango: iniciar as aplicações preventivamente desde a florada até a pré-colheita, com intervalo de 7 dias.
Alface, batata, berinjela, cebola, cenoura, couve-flor, escarola, eucalipto, feijão, feijão-vagem,
girassol, melão, pepino, pimentão, salsão, tomate, outras culturas não especificadas: iniciar as
aplicações preventivamente quando as condições para o desenvolvimento da doença forem favoráveis, com
intervalo de 7 dias.
Uva: iniciar as aplicações preventivamente durante a fase vegetativa (brotação a partir de 40 cm de
comprimento), objetivando as flores e a parte interna dos cachos, antes que ocorra o fechamento dos mesmos
e dificultem o molhamento interno. Prosseguir com as aplicações a cada 7 dias até a pré-colheita direcionando
para as folhas, flores e parte interna dos cachos.
Citros: iniciar as aplicações preventivamente desde a pré-florada (fase palito de fósforo) até a pré-colheita,
com intervalo de 5 a 7 dias.
Framboesa, caqui, goiaba, kiwi, maçã, manga, pêssego e pera: iniciar as aplicações preventivamente
desde a pré- florada até a pré-colheita, com intervalo de 7 dias.
• Olho-de-boi (Neofabraea perennans)
Maçã: iniciar as aplicações preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à ocorrência
da doença. Para um melhor controle em pós-colheita, realizar 5 aplicações com intervalo de 7 dias, a partir
de 35 dias antes da colheita, fazendo a quinta aplicação na pré-colheita.
• Rhizoctoniose (Rhizoctonia solani)
Abacate, acelga, alcachofra, alface, algodão, alho, amendoim, arroz, berinjela, beterraba, brócolis,
café, cebola, chicória, couve, couve-flor, crisântemo, ervilha, fumo, girassol, goiaba, gramados,
helicônia, jiló, mamão, melancia, milho, morango, pepino, pimentão, repolho, sorgo, tomate e
tratamento de solo visando controle do sintoma de tombamento de mudas, mela e podridão-do-
colo: iniciar aplicações preventivamente fazendo tratamento de bandeja ou pulverização no sulco de plantio,
anteriormente ao plantio. Repetir mais 3 aplicações, sendo a primeira no momento da
semeadura/transplantio, e as outras com intervalo de 7 dias, com aplicação pulverizada ou via esguicho
(drench).
• Mancha-bacteriana (Xanthomonas campestris pv. vesicatoria) e Murcha-bacteriana (Ralstonia
solanacearum)
Para as culturas como berinjela, jiló, pimenta, pimentão e tomate, iniciar as aplicações preventivamente
fazendo tratamento das mudas na bandeja, 5 dias antes do transplante e repetindo após o transplante via
esguicho (drench), complementando com aplicações foliares semanalmente logo após o plantio e durante a
fase reprodutiva. Em caso de condições climáticas favoráveis (temperatura e umidade elevadas) utilizar as
maiores doses e alternar as aplicações de ANIMUS com produtos específicos registrados para a cultura e alvo.
Deve-se utilizar volume de calda adequado para uma boa cobertura e penetração do produto em todas as
partes das plantas tratadas. As aplicações preventivas podem ser repetidas com intervalo de 7 dias
realizando-se até 9 pulverizações por ciclo da cultura.
Página 4 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
• Nematóide-das-lesões (Pratylenchus zeae)
O produto deve ser aplicado no momento do plantio ou transplante das mudas no sulco ou cova, realizando-se
uma segunda aplicação em drench direcionado a base da planta. Por ocasião do plantio, deve-se evitar que o
sulco ou cova fiquem abertos por longos períodos expostos à radiação solar após a aplicação do produto. Utilizar
a dose mais alta em regiões com histórico de nematoides e/ou em condições mais favoráveis ao
desenvolvimento destes alvos como períodos de temperaturas e precipitações altas quando o sistema radicular
das plantas estiver em rápido desenvolvimento. Fazer a aplicação com solo úmido ou irrigar o plantio após a
aplicação.
• Nematóide-das-galhas (Meloidogyne incognita)
Em culturas que tem a produção de mudas em bandejas, uma primeira aplicação deve ser realizada 3 dias
antes do transplantio, em área total da bandeja. Realizar uma segunda aplicação no momento do plantio.
Sulco de plantio ou cova: fazer a aplicação no momento do plantio ou transplante das mudas evitando que
fique exposto à radiação solar após a aplicação. Culturas perenes: fazer a aplicação no solo em área total ou
na linha, acompanhando a projeção da copa das plantas. Fazer a aplicação com solo úmido ou irrigar o plantio
após a aplicação.
• Cancro-cítrico (Xanthomonas axonopodis pv. citri)
Citros: Iniciar as aplicações preventivamente quando 2/3 das pétalas da florada principal tenha caído,
repetindo-as em intervalos médios de 14 dias durante a fase de frutificação, intercalando quando possível
com fungicidas de mecanismos de ação diferentes, como estratégia de manejo dessa doença. Utilizar volume
de calda adequado para uma boa cobertura e penetração do produto em todas as partes das plantas tratadas.
Utilizar as maiores doses em caso de condições climáticas favoráveis a um maior desenvolvimento da doença.
Realizar até 10 aplicações por ano ou ciclo da cultura.
MODO DE APLICAÇÃO:
Recomendação de volumes de aplicação por cultura:
Volume de
Culturas
aplicação (L/ha)
Abacate 1000 a 2000
Citros 800 a 2000
Maçã, Mamão, Framboesa, Caqui, Goiaba, Kiwi, Maçã, Manga, Pera, Pêssego e Uva 500 a 1000
Alface, Alho, Alho-poró, Batata, Berinjela, Cebola, Cebolinha, Cenoura, Couve-flor,
200 a 1000
Escarola, Eucalipto, Feijão, Feijão-vagem, Girassol, Melão, Pepino, Pimentão
Morango, Salsão e Tomate 200 a 800
Repolho 400 a 800
Acelga, Alcachofra, Beterraba, Brócolis, Café, Chicória, Crisântemo, Fumo,
300 a 600
Helicônia, Jiló, Melancia
Amendoim, Arroz, Ervilha, Gramado 100 a 300
Algodão, Milho, Sorgo 100 a 200
Recomendações gerais:
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples ou cônico vazio, visando à produção de gotas finas
a médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho
de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico.
A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que
possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades,
utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta
diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa
sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do
fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa
deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Pulverização em Arbóreas:
Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar, ou por meio de pistola acoplada.
Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção
de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do
Página 5 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta
ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com
rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões
para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas e pode
gerar deriva. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do
pulverizador, bem como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta para que as gotas se depositem
adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento
entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas
e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam
a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Preparo da calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha
de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de
ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível.
Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto.
Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg
do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré-misturador, evitando que todo o conteúdo da
embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do
tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-
diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto
a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação
da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do
agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da
bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a
necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas
mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há
homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza
do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e
finais de seção de barra.
Condições meteorológicas
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva,
conforme abaixo:
Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.
Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco
inversão térmica.
Limpeza do pulverizador
Pulverizadores de barra:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20
minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água
contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais
abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas
as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na
bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos
em local apropriado de coleta de água contaminada.
Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue
a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos,
esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
Pulverizadores de arbóreas (turbo atomizadores):
1- Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada
de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o
Página 6 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do
pulverizador desligada;
2- Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
3- Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada
de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local
apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas
as pontas. Neste momento, é importante escovar o filtro de sucção com água para não entrar ar na
bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada
de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de
água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue
a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos,
esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Intervalo de segurança não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de
resíduo (LMR) para este produto.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada de pessoas na cultura só deve ser permitida após a completa secagem da calda de pulverização
aplicada (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes deste período, é obrigatório utilizar
os mesmos equipamentos de proteção individual (EPI) utilizados durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
• Armazenar o produto em ambiente seco.
• Mantê-lo sempre em sua embalagem original.
• Manter sempre a embalagem fechada quando não estiver em uso.
• Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, desde que observadas as
recomendações de uso.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA
Para o manejo da resistência e um melhor controle das doenças, recomenda-se alternar o uso de ANIMUS
com outros princípios ativos registrados para as culturas, bem como medidas disponíveis e viáveis de controle.
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o alvo desenvolver
algum mecanismo de resistência. A vida útil dos fungicidas pode ser prolongada através das seguintes
estratégias:
Página 7 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
• Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em
gerações sucessivas na mesma doença;
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula;
• Consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações locais para o manejo de
resistência;
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. sementes sadias, variedades resistentes, rotação de
culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas biológicos e químicos, manejo
da irrigação, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle.
Uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura,
adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.
MICRORGANISMOS PODEM TER O POTENCIAL DE PROVOCAR REAÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO.
INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO
DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO.
PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO DEVEM
MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PESSOAS QUE TENHAM REALIZADO CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA,
IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VALVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM
MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por baixo do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas
Página 8 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas de nitrila;
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por baixo do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de
borracha, máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas de nitrila;
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o
final do período de reentrada;
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele
Página 9 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo e bula do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância
durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre
no outro olho.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR
- ANIMUS –
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Nome científico do
Bacillus subtilis (produto microbiológico).
microrganismo
Classe toxicológica Não classificado – Produto Não classificado
Dérmica e inalatória.
Vias de exposição Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
considerando a indicação de uso do produto e dos EPI apropriados.
Bacillus subtilis: Não há informações relacionadas à toxicocinética. O B. subtilis é um
microrganismo não patogênico nem toxicogênico para humanos. Este microrganismo
encontra-se distribuído em todo o meio ambiente, principalmente no solo, ar e
resíduos de plantas em decomposição, e demonstrou capacidade de crescimento em
uma ampla faixa de temperatura, inclusive à temperatura corporal humana. No
Toxicocinética
entanto, o B. subtilis não apresenta nenhum mecanismo característico de
microrganismos capazes de colonizar seres humanos. Desta forma, devido à sua
ampla presença na natureza, é possível que o B. subtilis possa colonizar
temporariamente a pele e o trato gastrointestinal de humanos, mas é improvável que
colonize outras partes do organismo.
Bacillus subtilis: O B. subtilis é um microrganismo não patogênico nem toxicogênico
Toxicodinâmica para humanos e, portanto, não é esperado nenhum efeito de toxicidade decorrente da
exposição ao B. subtilis.
Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
Em estudos em coelhos, o produto foi considerado não irritante para a pele. Não foi
observado potencial de sensibilização dérmica em cobaias.
Bacillus subtilis: O B. subtilis é um microrganismo não patogênico nem toxicogênico
para humanos e, portanto, não é esperado nenhum efeito de toxicidade decorrente da
exposição ao microrganismo. Apesar de apresentar baixa virulência, a possibilidade
de infecção não é considerada inexistente e pode ocorrer em indivíduos com sistema
imunológico altamente comprometido, em caso de exposição a grandes quantidades
do microrganismo. Reações alérgicas ou de hipersensibilidade podem ocorrer. No
Sintomas e sinais entanto, não são conhecidos sintomas específicos da exposição, sintomas inespecíficos
clínicos podem ocorrer como:
Exposição ocular: em contato com os olhos, o produto pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação com ardência e
vermelhidão. Pode ocorrer dermatite alérgica de contato em indivíduos sensíveis.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação no trato respiratório,
com tosse, ardência no nariz, boca e garganta.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Exposição crônica: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica
em humanos.
Página 10 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração
boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta
atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a
não se contaminar com o agente tóxico.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar
orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória,
além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar
estado de consciência.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada
perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação
pulmonar assistida.
Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar
protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Exposição Oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma
espontânea em pacientes intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a
cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver
deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar a
Tratamento lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente perigosa
à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
- Carvão ativado: Não são conhecidos os benefícios da administração de carvão
ativado em casos de intoxicações com o produto. Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão
ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos
de 1 ano de idade).
Exposição Inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias
e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à
irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar
oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição Dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa
da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área
exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o
paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular:
Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Em caso de produto sólido,
assegurar que todas as partículas tenham sido removidas com a lavagem. Se irritação,
dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de
acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Página 11 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
O B. subtilis é um microrganismo não patogênico nem toxicogênico para humanos e,
portanto, não é esperado nenhum efeito de toxicidade decorrente da exposição ao
microrganismo. Apesar de apresentar baixa virulência, a possibilidade de infecção não
é considerada inexistente e pode ocorrer em indivíduos com sistema imunológico
altamente comprometido, em caso de exposição a grandes quantidades do
microrganismo. Considerar o tratamento com antibióticos em caso de suspeita de
infecção pelo microrganismo.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite
química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das
Contraindicações
vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados;
pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
quantidade não significativa.
Efeitos das
interações Não disponível.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória.
ATENÇÃO
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3518-5465.
Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br
Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: não conduzido estudo de toxicidade oral com o produto formulado. O produto é um produto
microbiológico não patogênico dispensado da apresentação do estudo.
DL50 dérmica em ratos: > 2.000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não conduzido estudo de toxicidade inalatória com o produto formulado.
O produto é um produto microbiológico não patogênico dispensado da apresentação do estudo.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos produziu causou eritema e
edema completamente revertidos dentro de 72 horas. Nas condições de teste, o produto foi classificado como
não irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: não conduzido estudo de irritação ocular com o produto formulado. O
produto é um produto microbiológico não patogênico dispensado da apresentação do estudo.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: não conduzido estudo de mutagenicidade com o produto formulado. O produto é um produto
microbiológico não patogênico dispensado da apresentação do estudo.
Efeitos crônicos:
Bacillus subtilis: O B. subtilis é um microrganismo não patogênico nem toxicogênico para humanos e,
portanto, não é esperado nenhum efeito de toxicidade decorrente da exposição ao microrganismo.
EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.
SINTOMAS DE ALARME:
Não são conhecidos.
Página 12 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
• Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
(X) POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV)
• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PRESERVAÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE
INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do
vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
Página 13 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
Página 14 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido
nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Página 15 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: br.uplonline.com
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados
com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos
ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL E
MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Página 16 de 16
Bula – ANIMUS/TACAP