Alpes 970 SG
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda - São Miguel do Iguaçu/PR
Acaricida/Inseticida
acefato (organofosforado) (970 g/kg)

Informações

Número de Registro
22525
Marca Comercial
Alpes 970 SG
Formulação
SG - Granulado Solúvel
Ingrediente Ativo
acefato (organofosforado) (970 g/kg)
Titular de Registro
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda - São Miguel do Iguaçu/PR
Classe
Acaricida/Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Caliothrips brasiliensis
Tripes-do-amendoim; Tripes-do-prateamento
Algodão
Frankliniella schultzei
Tripes
Algodão
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Algodão
Heliothis virescens
Lagarta-das-maçãs
Algodão
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Amendoim
Caliothrips brasiliensis
Tripes-do-amendoim; Tripes-do-prateamento
Amendoim
Empoasca spp.
Cigarrinha
Amendoim
Enneothrips flavens
Tripes-do-amendoim; Tripes-do-bronzeamento
Amendoim
Stegasta bosquella
Lagarta-do-pescoço-vermelho
Batata
Empoasca kraemeri
Cigarrinha; Cigarrinha-verde
Batata
Macrosiphum euphorbiae
Pulgão-das-solanáceas; Pulgão-verde-escuro
Batata
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Batata
Phthorimaea operculella
Cegadeira; Traça-da-batatinha
Batata
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Citros
Ecdytolopha aurantiana
Bicho-furão
Citros
Orthezia praelonga
Cochonilha-Orthezia; Cochonilha-de-placa
Citros
Parlatoria pergandii
Cochonilha-Parlatoria; Cochonilha-da-raiz
Citros
Selenaspidus articulatus
Cochonilha-pardinha
Feijão
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Feijão
Caliothrips brasiliensis
Tripes-do-amendoim; Tripes-do-prateamento
Feijão
Diabrotica speciosa
Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela
Feijão
Empoasca kraemeri
Cigarrinha; Cigarrinha-verde
Feijão
Hedylepta indicata
Lagarta-do-feijão; Lagarta-enroladeira-das-folhas
Melão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Milho
Diceraeus melacanthus
Percevejo-barriga-verde
Milho
Rhopalosiphum maidis
Pulgão-do-milho; Pulgão-dos-cereais
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Caliothrips brasiliensis
Tipes
Soja
Caliothrips phaseoli
Tripes; Tripes-do-feijoeiro
Soja
Epinotia aporema
Broca-das-axilas; Broca-das-axilas-da-soja
Soja
Euschistus heros
Percevejo-marrom
Soja
Frankliniella rodeos
Tripes
Soja
Frankliniella schultzei
Tripes
Soja
Hedylepta indicata
Lagarta-do-feijão; Lagarta-enroladeira-das-folhas
Soja
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Soja
Nezara viridula
Fede-fede; Percevejo-verde
Soja
Piezodorus guildinii
Percevejo-pequeno; Percevejo-verde-pequeno
Soja
Pseudoplusia includens
Lagarta-do-linho; Lagarta-falsa-medideira
Soja
Sternechus subsignatus
Gorgulho-da-soja; Tamanduá-da-soja
Tomate
Frankliniella schultzei
Tripes
Tomate
Helicoverpa zea
Broca-grande-do-fruto; Broca-grande-do-tomate
Tomate
Liriomyza huidobrensis
Mosca-minadora
Tomate
Macrosiphum euphorbiae
Pulgão-das-solanáceas; Pulgão-verde-escuro
Tomate
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Tomate
Tetranychus evansi
Ácaro-vermelho
Tomate
Thrips palmi
Tripes

Conteúdo da Bula

                                    03/11/2025
                                CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.

                                                                 ALPES 970 SG

                         Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 22525

COMPOSIÇÃO:
O,S-dimethyl acetylphosphoramidothioate (ACEFATO)...................................................... 970 g/kg (97% m/m)
Outros ingredientes.................................................................................................................. 30 g/kg (3% m/m)

                   GRUPO                                                 1B                                          INSETICIDA

CONTEÚDO: Vide Rótulo
CLASSE: Inseticida/acaricida sistêmico
GRUPO QUÍMICO: Organofosforado

TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulo solúvel (SG)

TITULAR DO REGISTRO(*):
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Antônio Amboni, 323, Quadra 03, Lote 06, Parque Industrial, São Miguel do Iguaçu, PR.
CEP 85877-000. CNPJ 18.858.234/0001-30.
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: ADAPAR/PR nº 004001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS:
ACEFATO TÉCNICO GSP – Registro MAPA nº 9819
GSP CROP SCIENCE PRIVATE LIMITED. - UNIT 1
Plot Nº 100-103 G.V.M.M. Industrial Estate Odhav, 38241,5 Ahmedabad, Gujarat, Índia.
ACEFATO TÉCNICO SABERO – Registro MAPA nº 7610
COROMANDEL INTERNATIONAL LIMITED
Plot No 2102, GIDC – Sarigam – 396155, Valsad District - Gujarat State - Índia.
ACEFATO TÉCNICO SOLUS – Registro no MAPA nº TC13822
LION AGREVO (NANTONG) CO., LTD.
Fourth Yangkou Road, Chemical Industrial Park Yangkou Coastal Economic Development Zone Rudong County,
Jiangsu, 226407, China.
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD.
Sushua Road, Xinyi Economics &Technological Development Zone Jiangsu, China.

FORMULADORES:
ANHUI RICHEN PLANT PROTECTION ENGINEERING CO., LTD.
No. 30 Kaiyuan Avenue, Mohekou Industrial Park, Bengbu, Anhui, China.
CHD’S AGROCHEMICALS S.A.I.C.
Supercarretera km 32,5, Campo Tacuru, Hernandarias, Paraguai.
COROMANDEL INTERNATIONAL LIMITED
Plot No 2102, GIDC – Sarigam – 396155, Valsad District, Gujarat State, Índia.
                                                                                            03/11/2025
GSP CROP SCIENCE LIMITED
Plot Nº 100-103, G.V.M.M., Industrial Estate, Odhav, Ahmedabad, 382415, Gujarat – Índia.
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD.
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, Xinyi, Jiangsu, 382415 – China.
LION AGREVO (JIANG SU) CO., LTD.
No. 16, Second Haibin Road, Chemical Industrial Park, Yangkou Coastal Economic Development Zone, Rudong
County, Jiangsu, China.
LION AGREVO (NANTONG) CO., LTD.
Forth Yangkou Road, Rudong County, Chemical Industrial Park, Yangkou Coastal Economic Development Zone,
Nantong, Jiangsu, 226407 – China.
NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO. LTD.
No.1165 Beihai Road, Chemical Industry Zone of Ningbo Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang Province, China.
RALLIS INDIA LIMITED
Unit I & III, Plot No. 3301, GIDC Estate, Ankleshwar- 393002, Gujarat – Índia.

                               No do lote ou da partida:
                               Data de fabricação:         VIDE EMBALAGEM
                               Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
                                          PODER.

            É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                        É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4: PRODUTO POUCO TÓXICO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO
                                     AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C.

INSTRUÇÕES DE USO:

ALPES 970 SG é um inseticida/acaricida sistêmico, do grupo organofosforado, que contém o ingrediente ativo
acefato, 970 g/kg, na formulação granulado solúvel (SG), indicado para o controle de pragas nas culturas de
algodão, amendoim, batata, citros, feijão, melão, milho, soja e tomate (industrial).
                                                                                           03/11/2025

CULTURAS, PRAGAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

                                                                                                 Número
                                                                                   Volume de     Máximo
                            ALVO BIOLÓGICO                         *DOSE p.c.
                                                                                     Calda          de
CULTURAS
                                                                                                Aplicações
                                                               (g/ha ou g/100 L
                  Nome Comum              Nome Científico                          (L/ha)
                                                                   de água)
         Ácaro-rajado                Tetranychus urticae           385-580
         Pulgão-do-algodoeiro        Aphis gossypii                580-770
         Tripes                      Frankliniella schultzei       385-580
         Tripes                      Caliothrips brasiliensis      310-385       300-400          2
         Lagarta-das-maçãs           Heliothis virescens           770-1160
         Curuquerê                   Alabama argillacea            310-385
 Algodão
         Helicoverpa                 Helicoverpa armigera          800-1000
         NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as
         pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o
         número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias
         entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para
         níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações
         mais altos.
         Tripes-do-prateamento       Caliothrips brasiliensis      310-385
         Tripes-do-bronzeamento Enneothrips flavens                310-385
         Cigarrinha-verde            Empoasca spp.                 310-385       300-400          1
         Lagarta-do-pescoço-
                                     Stegasta bosquella            385-580
         vermelho
Amendoim NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as
         pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o
         número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias
         entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para
         níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações
         mais altos.
         Pulgão-verde                Myzus persicae                310-465
                                     Macrosiphum                                 400-600
         Pulgão-das-solanáceas                                75 g/100 L de água
                                     euphorbiae

            Cigarrinha-verde           Empoasca kraemeri            310-465
                                                                                                    3
                                        Phthorimaea                                750-1.500
            Traça-da-batatinha                                      580-775
                                        operculella
  Batata                                Spodoptera
            Lagarta-militar                                            770
                                        frugiperda
            NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as
            pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o
            número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias
            entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para
            níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações
            mais altos.
                                                                                            03/11/2025
                                                                                                  Número
                                                                                      Volume de Máximo
                            ALVO BIOLÓGICO                          *DOSE p.c.
                                                                                        Calda       de
CULTURAS
                                                                                                Aplicações
                                                                 (g/ha ou g/100 L
                Nome Comum               Nome Científico                                (L/ha)
                                                                     de água)
                                      Ecdytolopha
           Bicho-furão                                           40 g/100 L de água
                                      aurantiana
           Cochonilha-de-placa        Orthezia praelonga             770-1160
                                                                                        2000        2
           Cochonilha-da-raiz         Parlatoria pergandii           770-1160
                                      Selenaspidus
           Cochonilha-pardinha                                       770-1160
                                      articulatus
 Citros
           NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as
           pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o
           número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias
           entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para
           níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações
           mais altos.

           Mosca-branca               Bemisia tabaci                  155-385

           Cigarrinha-verde           Empoasca kraemeri               385-580

           Vaquinha-verde             Diabrotica speciosa             385-770
                                                                                       300-400      1
           Lagarta-enroladeira-das-
                                      Hedylepta indicata              385-580
           folhas
 Feijão
           Tripes                     Caliothrips brasiliensis          580

           NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as
           pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o
           número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias
           entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para
           níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações
           mais altos.

           Pulgão-das-inflorescências Aphis gossypii                    190              400        3


           NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as
 Melão     pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o
           número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias
           entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para
           níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações
           mais altos.
                                                                                           03/11/2025
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                                                                                     Volume de Máximo
                              ALVO BIOLÓGICO                        *DOSE p.c.
                                                                                       Calda       de
CULTURAS
                                                                                               Aplicações
                                                                  (g/ha ou g/100 L
                 Nome Comum               Nome Científico                              (L/ha)
                                                                      de água)

           Pulgão-do-milho             Rhipalosiphum maidis
                                                                      620-770         150-200      2
                                       Dichelops
           Percevejo-barriga-verde
                                       melacanthus

 Milho
           NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis):
           Aplicar quando observada a presença da praga (colônias) nos cartuchos das plantas jovens, no
           pendão e na bainha das folhas superiores, com intervalos de 10 dias.
           Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus): Efetuar a primeira aplicação entre o 1º e o 5º
           dia após a emergência da cultura e a segunda, sete dias após a primeira.

           Lagarta-da-soja             Anticarsia gemmatalis          580-770
           Percevejo-verde             Nezara viridula                580-770
           Percevejo-verde-pequeno Piezodorus guildinii               620-770
           Broca-das-axilas            Epinotia aporena               620-770
           Perceveio-marrom            Euschistus heros                 770
                                       Pseudoplusia
           Lagarta-falsa-medideira                                      770
                                       includens
           Tripes                      Caliothrips brasiliensis         385           300-400      2
           Tripes-do-feijoeiro         Caliothrips phaseoli             385
           Tripes                      Frankliniella rodeos             385

  Soja     Tripes                      Frankliniella schultzei          385
                                       Sternechus
           Tamanduá da soja                                           580-770
                                       subsignatus
           Lagarta-enroladeira-das-
                                       Hedylepta indicata             465-770
           folhas
           Helicoverpa                 Helicoverpa armigera             900

           NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as
           pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o
           número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias
           entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para
           níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações
           mais altos.
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                                                                                             Volume de Máximo
                                ALVO BIOLÓGICO                             *DOSE p.c.
                                                                                               Calda       de
 CULTURAS
                                                                                                       Aplicações
                                                                       (g/ha ou g/100 L
                     Nome Comum                 Nome Científico                                 (L/ha)
                                                                           de água)
                                                                       75 g/100 L d’água
                Pulgão-verde                 Myzus persicae
                                                                         Ou 770 g/ha
                                             Macrosiphum
                Pulgão-das-solanáceas                                       770
                                             euphorbiae
  Tomate        Tripes                       Frankliniella schultzei      385-580
                                                                                          500-750        3
Industrial(1)   Tripes                       Thrips palmi                 385-580
                                             Lyriomyza
                Minadora-das-folhas                                       385-580
                                             huidobrensis
                Broca-grande-do-fruto        Helicoverpa zea              580-770
                Ácaro-vermelho               Tetranychus evansi           580-770
                NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: Os tratamentos devem ser iniciados quando as
                pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o
                número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias
                entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores
                para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de
                infestações mais altos.
Observações: (*) A dose menor deverá ser aplicada quando ocorrerem os primeiros sinais de infestação das pragas.
Aplicar a dose menor em períodos de baixa infestação.
- p.c. = produto comercial. A cada 1 kg de p.c. ALPES 970 SG, tem-se 970 g do ingrediente ativo acefato.
(1) Tomate rasteiro com fins industriais. Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado (tomate
de mesa).

MODO DE APLICAÇÃO:
ALPES 970 SG deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água. Aplicar o produto de maneira
uniforme dando uma boa cobertura da parte aérea das plantas tratadas.
             "É PROIBIDA A APLICAÇÃO ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS COSTAIS, MANUAIS E EM ESTUFAS."


Equipamentos de aplicação:

APLICAÇÃO TERRESTRE:
Pulverizador tratorizado de barra com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
Tipo de bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de
gotas médias para boa cobertura do alvo.
Pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado,
conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico.
Velocidade de aplicação: que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento
operacional. - Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não
haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas.
- A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4, 7 bar.
- Altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura
uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante.
- Utilizar tecnologias e técnicas de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
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- Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas
e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.

Recomendação específica para arbóreas:
- Utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar (turbina).
- Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção
de gotas finas para boa cobertura do alvo.
- Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação
desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico.
- A velocidade de aplicação deve possibilitar boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento
operacional.
- Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação
brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas.
- Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, bem
como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta, para que as gotas se depositem adequadamente
no alvo, evitando problemas com deriva.
- A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos
jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante.
- Utilizar tecnologias e técnicas de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva conforme
abaixo:
Temperatura máxima de 30 °C; umidade relativa igual ou superior a 55%; velocidade do vento de 2 a 10 km/h.

INSTRUÇÕES PARA PREPARO DA CALDA DE PULVERIZAÇÃO:
ALPES 970 SG é acondicionado em saco hidrossolúvel, que é totalmente dissolvido em contato com a água,
não havendo necessidade de abrir ou cortá-lo. A embalagem hidrossolúvel deve ser despejada diretamente no
tanque de preparo da solução.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
1) Encher o tanque com água limpa com % do volume de calda recomendado.
2) Iniciar agitação no tanque.
3) Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se
dissolverá rapidamente.
4) Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
5) Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa
mistura.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE PULVERIZAÇÃO:
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar
lavagem completa do equipamento.
Pulverizadores de barra:
1- Preencher todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agitar por
20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
2- Remover e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente.
3- Preencher todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais
abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada.
4- Limpar os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas
as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba
ao ser ligada novamente.
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5- Preencher todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em
local apropriado de coleta de água contaminada.
Observação:
Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para
que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer
danos ou ter sua vida útil reduzida.
PULVERIZADORES DE ARBÓREAS (TURBO ATOMIZADORES):
1. Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de
Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do
tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador
desligada.
2. Remover e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas.
3. Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de
Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado
de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.
4. Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as
pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao
ser ligada novamente.
5. Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de
Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água
contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.

Observação:
Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para
que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer
danos ou ter sua vida útil reduzida.

INTERVALO DE SEGURANÇA: (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita)
 CULTURAS             ...............   INTERVALO (dias)
 Amendoim             ...............   14
 Feijão               ...............   14
 Melão                ...............   14
 Algodão              ...............   21
 Batata               ...............   21
 Citros               ...............   21
 Milho                ...............   35
 Soja                 ...............   21
 Tomate Industrial    ...............   35

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- O uso do produto está restrito ao indicado no rótulo e bula. Utilizar somente as doses recomendadas.
- Durante a aplicação do produto deve-se evitar que a deriva atinja outras áreas e/ou culturas.
- Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado (tomate de mesa).
                                                                                               03/11/2025
- A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação.
- Não aplicar o produto em dias chuvosos ou com prenúncio de chuva.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM,
REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.


                GRUPO                                    1B                            INSETICIDA

O inseticida ALPES 970 SG pertence aos grupos 1B (inibidores da acetilcolinesterase) e o uso repetido deste
inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações
resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do ALPES 970 SG como uma ferramenta útil
de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou
reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 1B. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar ALPES 970 SG ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação”
(janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de ALPES 970 SG podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ALPES 970 SG ou outros produtos dos Grupos 1B quando
for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas,
controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o
manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR
(www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
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INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas,
controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível.


                 MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
  ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
                                      COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
 Produto para uso exclusivamente agrícola;
 O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
 Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
 Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
 Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
 Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
  boca;
 Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
  da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
 Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
  criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado;
 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
 Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
  alcance de crianças e de animais;
 Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão de algodão hidro-repelente, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro, óculos
  de segurança, touca árabe e luvas de nitrila.
 Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma
  de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
 Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão de algodão hidrorrepelente com mangas e
  calças compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção respiratória com
  filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou PFF2); óculos de
  segurança com proteção lateral; e luvas de proteção para produtos químicos.
 Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI)
  recomendados.
 Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira.
 Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
  preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medias coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
 Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
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   Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
    tempo entre a última aplicação e a colheita).
   Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver
    sendo aplicado o produto.
   Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
    melhores condições climáticas para cada região.
   Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
    também entrem em contato, com a névoa do produto.
   Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidro-repelente com mangas
    compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
    borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e
    filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
   Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação, em
    função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
 Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o
  final do período de reentrada;
 Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
  antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados para o uso durante a aplicação;
 Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo
  após a aplicação;
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entra a última aplicação e a colheita);
 Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
  evitar contaminação;
 Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
  longe do alcance de crianças e animais;
 Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
 Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
  lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
 Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
 Não reutilizar a embalagem vazia;
 No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão de algodão
  hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção para produtos químicos e botas de
  borracha
 Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
  Touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
 A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoas treinadas e devidamente protegidas.
 Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
 Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
  função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


                                                                  Nocivo se ingerido
                                 ATENÇÃO
                                                       Pode ser perigoso em contato com a pele
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo.


                                  - INTOXICAÇÕES POR ALPES 970 SG -

                                        INFORMAÇÕES MÉDICAS
     Grupo Químico        Organofosforado
   Classe Toxicológica    Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
                          Dérmica, inalatória, oral e ocular.
    Vias de Exposição
                          As principais vias de exposição são inalatória e cutânea.
                          O acefato é absorvido através da pele, trato respiratório e trato gastrointestinal, e
                          muitas vezes sua absorção é favorecida pelos solventes presentes na formulação.
                          A absorção cutânea é maior em temperaturas elevadas ou quando existem lesões
                          na pele. Após absorvidos são amplamente distribuídos. Não existem evidências de
                          bioacumulação. Os compostos sofrem biotransformação, principalmente no
                          fígado, formando produtos menos tóxicos e mais polares, que são eliminados
                          facilmente do organismo. Os ratos convertem uma porção do acefato em
     Toxicocinética       metamidofós no intestino delgado pela ação dos microrganismos, mas é
                          rapidamente excretado sem acumular nos tecidos. A eliminação desses compostos
                          ocorre principalmente através da urina (90%) e das fezes, sendo que 80 a 90% da
                          dose absorvida é eliminada em 48 horas.
                          Uma pequena proporção destas substâncias e de suas formas ativas (oxons) é
                          eliminada, sem modificação, na urina. A meia-vida dos organofosforados, após
                          administração via única, varia de minutos a poucas horas, dependendo do
                          composto e da via de entrada.
                          Inibição da Acetilcolinesterase, resultando no acúmulo de acetilcolina nas sinapses
                          colinérgicas no sistema nervoso central, periférico somático e autônomo, levando
     Toxicodinâmica
                          ao aumento da resposta nos receptores pós-sinápticos, nicotínicos ou
                          muscarínicos.
                          O mecanismo clássico de ação é por inibição da enzima acetilcolinesterase, a que
                          impede a ativação do neurotransmissor acetilcolina (ACh), permitindo assim, sua
                          ação mais intensa e prolongada nas sinapses colinérgicas, provocando
                          superestimulação colinérgica das terminações nervosas. Isso torna inadequada a
     Mecanismos de        transmissão dos estímulos às células musculares, glandulares, ganglionares e do
      Toxicidade          sistema nervoso (SN), causando efeitos muscarínicos (SN parassimpático),
                          nicotínicos (SN simpático e motor) e no sistema nervoso central (SNC). A duração
                          dos efeitos é determinada pelas propriedades do composto (solubilidade em
                          lípideo, estabilidade da união à acetilcolinesterase e se o envelhecimento da
                          enzima já há ocorrido). O que acontece é que a inibição da Ach pelos
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                    organofosforados é feita no início por uma ligação iônica temporária, mas a enzima
Mecanismos de       é gradativamente fosforilada por uma ligação covalente, processo que leva em
 Toxicidade         torno de 24 a 48 horas ("envelhecimento da enzima") e quando ocorre, a enzima
                    não mais se regenera, desaparecendo os sintomas.
                    Toxicidade aguda: Os efeitos podem ocorrer minutos a horas após a exposição.
                    Efeitos sistêmicos podem aparecer minutos após a inalação de vapores/aerossóis.
                    O início de sintomas é retardado após absorção percutânea ou gastrointestinal. Os
                    sintomas duram entre 24 e 48 horas.
                    Grupos de risco: Indivíduos maiores de 18 anos, grávidas, etilistas, com doenças
                    orgânicas do SNC (epilepsia), psiquiátricas, endócrinas, pulmonares (asma,
                    tuberculose, doenças respiratórias crônicas), gastrointestinais (úlcera péptica,
                    gastrenterocolite), hepáticas, renais, oftálmicas (conjuntivite crônica e ceratite),
                    pessoas com contraindicação de trabalhos com químicos tóxicos e aquelas com
Sintomas e Sinais   alto risco de exposição.
     Clínicos
                      Quadro de manifestações clínicas segundo local afetado e tipo de receptor:
                       Alvo (receptor)       Sítios Afetados               Manifestação
                                         Glândulas Exócrinas    Hipersecreção (sialorreia,
                        SN autônomo                             lacrimejamento, transpiração)
                      Parassimpático - Olhos                    Miose puntiforme, ptose
                       fibras nervosas                          palpebral, visão turva, hiperemia
                      pósganglionares                           conjutival, “lágrimas de sangue”
                         (receptores     Sistema                Náuseas, vômitos, diarreia, dor
                        muscarínicos)    Gastrointestinal       abdominal, rigidez, tenesmo,
                                                                incontinência fecal
                                         Sistema Respiratório   Hipersecreção brônquia,
                        SN autônomo
                                                                rinorreia, rigidez torácica,
                      Parassimpático -
                                                                broncoespasmo, tosse, dispneia,
                       fibras nervosas
                                                                bradipneia, cianose
                      pósganglionares
                                         Sistema                Bradicardia, hipotensão,
                         (receptores
                                         Cardiovascular         hipovolemia, choque
                        muscarínicos)
                                         Sistema Urinário       Incontinência urinária
                        SN Autônomo      Sistema                Taquicardia, hipertensão (podem
                        Parasimpático    Cardiovascular         ser alterados pelos efeitos
                       (rec. nicotínios)                        muscarínicos)
                      Somáticos-motor Músculos                  Fasciculações, hiporreflexia,
                       (rec. nicotínios) Esqueléticos           tônus flácido/rígido, cólica,
                                                                fraqueza, paralisia, parada
                                                                respiratória, agitação,
                                                                hiperatividade motora, tremores
                                         Sistema Nervoso        Sonolência, letargia, fadiga,
                                         Central                cefaleia, labilidade emocional,
                           Cérebro                              confusão mental, perda de
                                                                concentração. Coma com
                                                                ausência de reflexos, ataxia,
                                                                tremores, convulsões,
                                                                "respiração de Cheynes Stokes",
                                                                depressão dos centros
                                                                respiratório e cardiovascular.
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                                          Deve-se à insuficiência respiratória hipersecreção
                                          pulmonar, paralisia da musculatura e depressão do centro
                           Óbito          respiratório).
                                          Outras causas de óbito: Depressão do SNC, crises
                                          convulsivas e arritmias. Mortalidade tardia é associada à
                                          insuficiência respiratória secundária a infecção
                                          pneumonia/sepse); ou complicações da ventilação
                                          mecânica prolongada e tratamento intensivo ou por
                                          arritmia ventricular tardia.
                                                      Toxicidade crônica:
Sintomas e Sinais
                                           Aparece 1-4 dias após a resolução da crise colinérgica
     Clínicos
                          Síndrome         aguda. É caracterizada por paresia dos músculos
                        intermediária      respiratórios, da face, pescoço e porções proximais dos
                                           membros e hiporreflexia. Pode comprometer pares
                                           cranianos. A crise cede após 4-21 dias de assistência
                                           ventilatória adequada, mas pode durar meses.
                                           Aparece em 14-28 dias aoós exposições agudas e intensas
                         Neuropatia        e é desencadeada por dano aos axônios de nervos
                       retardada (rara) periféricos e centrais. A crise se caracteriza por paresias ou
                                           paralisias simétricas de extremidades, sobretudo
                                           inferiores, podendo persistir por semanas a anos.
                        Outros efeitos     Pode ocorrer um déficit residual de natureza
                         sobre o SNC       neuropsiquiátrica,      como     depressão,     ansiedade,
                                           irritabilidade,     comprometimento       da     memória,
                                           concentração e iniciativa.
                    O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição de quadro clínico
                    compatível, associados ou não a queda na atividade da enzima COLINESTERASE no
                    sangue. (Duvidoso = 30%, deve ser repetido; Intoxicação leve= 50·60%; moderada=
                    60-90%; grave= 100%).
                    Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate
                    o paciente imediatamente, não condicionado o início do tratamento à confirmação
                    laboratorial.
  Diagnóstico
                    • A dosagem basal e periódica da colinesterase sanguínea em manipuladores do
                    produto é obrigatória.
                    • A atividade de colinesterase é derivada da ação de duas enzimas:
                    -A Colinesterase Eritrocitária ou autil-colinesterase- AchE ou "Colinesterase
                    Verdadeira" (na membrana dos eritrócitos; correlaciona mais com a clínica);
                    -A Colinesterase plasmática ou butiril-colinesterase - BuChE ou
                    "Pseudocolinesterase (mais sensível)".
                    Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração
                    boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento
                    intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A
  Tratamento        pessoa que presta atendimento ao intoxicado especialmente durante a adoção das
                    medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental
                    impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente
                    tóxico.
                    As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada
                    oxigenação do intoxicado, devem ser realizadas concomitantemente ao
                    tratamento medicamento e a descontaminação.
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              O cuidado fundamental é o controle das vias aéreas, a adequada oxigenação e
               aplicação de respiração assistida, quando necessário.
              Desde que o produto atua rapidamente, interromper a exposição tão logo os
               sintomas apareçam, pode prevenir a intoxicação grave.
             1. Remover roupas e acessórios, descontaminar a pele (incluindo pregas,
                 cavidades e orifícios) e cabelos, com abundante água fria e sabão.
             2. Após exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água,
                 no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
             3. Em caso de ingestão, proceder como segue:
             Em caso de ingestão recente (menos de 1h) de grandes quantidades, pode-se
             realizar a lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger as vias
             aéreas do risco de aspiração. Para quantidades menores em ingestão recente
             (menos de 1 h), verificar a necessidade de administrar carvão ativado, na
             proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg
Tratamento   em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado
             para 240 mL de água.
             Endoscopia: Considere em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para
             avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica. Os pacientes com
             queimaduras graves devem ser prontamente avaliados pela Cirurgia.
             4. Emergência, suporte e tratamento sintomático: Manter vias aéreas
             permeáveis, usar intubação orotraqueal quando necessário, aspirar secreções e
             oxigenar. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória, parada
             respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Quando necessário
             instituir respiração assistida. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria),
             ECG, amilase sérica etc.
             5. Hipotensão: infundir (10-20) ml/kg de líquido isotônico. Se persistir: Dopamina
             (5 a 20 µg/kg/min) ou Norepinefrina (adulto: começar infusão de 0,5-1 µg/min
             crianças: começar com 0,1 µg/kg/min). Tratar acidose metabólica severa com
             Bicarbonato de sódio.
             6. Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV (Diazepam (adultos: 5-10 mg;
             crianças: 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10 a 15 minutos) ou Lorazepam (adultos:
             2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol se há
             recorrência das convulsões > 5 anos
                                                                                            03/11/2025
                         Sulfato de Atropina: só deverá ser administrada na vigência de sintomatologia e
                         por pessoal qualificado. Age apenas nos sintomas muscarínicos, agudos ou
                         crônicos, mas é ineficiente contra os nicotínicos. A atropina não reativa a enzima
                         colinesterase nem acelera a metabolização do produto. Apesar dessa limitação, é
                         considerada um bom agente em intoxicações por organofosforados e carbamatos.
                          Dose em Adultos: 2-5 mg cada 10-15 minutos; Crianças: 0,05 mg/kg a cada 10-15
                          minutos; via IV ou IM (se a IV não é possível). Uma alternativa é a administração
                          via tubo endotraqueal.
                          Há relatos de melhora da angústia respiratória usando nebulização com atropina,
                          por diminuir as secreções bronquiais e melhorar a oxigenação.
                          A atropinização poderá ser requerida por hora ou dias. A atropina não deve ser
                          suspensa abruptamente, pelo risco de recirculação do produto e retorno da
                          sintomologia, devendo ser espaçada até a retirada total.
                         Oxima-Pralidoxima (2-PAM): é um antídoto específico para organofosforado, mas
                         deve ser usado somente associado à atropina. Trata intoxicações moderadas a
                         graves sendo mais efetivo se administrado dentro das primeiras 48 horas.
     ANTÍDOTO            Administrar até 24 horas após o desaparecimento dos sintomas colinérgicos. Pode
                         requerer prolongada administração. Sua ação visa restaurar a atividade da
                         colinesterase, o que justifica coleta de amostra de sangue heparinizado prévia a
                         sua administração, para estabelecimento da efetividade do tratamento. Age em
                         todos os sítios afetados (muscarínicos, nicotínicos e provavelmente SNC). Não
                         reativa a colinesterase plasmática.
                         Dose em adultos: bolo de 1-2 g de 2-PAM/100 mL de solução salina 0,9%. Em 15 a
                         30 minutos. Seguir com infusão de 0,5-1 g/h em solução ao 2,5%. Dose em
                         crianças: iniciar com 20-50 mg/kg (Máx: 2 g/dose) em solução salina 0,9 % ao 5%
                         e seguir com infusão de 10-20 mg/kg/hora.
                         A dose inicial pode ser repetida em 1 hora e logo cada 3-8 horas se persistirem as
                         fasciculações/fraqueza (recomendável infusão contínua).
                         É indicada hospitalização do paciente por pelo menos 24 horas para observar por
                         recorrências de sintomas durante a atropinização. O período de observação pode
                         ser estendido (72 horas - 14 dias) nos casos de ingestão mista de agrotóxicos
                         devido aos sintomas prolongados dos organofosforados.

                         A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e
                         pneumonite química.
  Contraindicações       As seguintes drogas são contraindicadas: agentes colinérgicos, succinilcolina,
                         morfina, teofilina, fenotiazinas e reserpina. Aminas adrenérgicas só devem ser
                         usadas apenas quando há marcada hipotensão.

Efeitos das Interações
                         Com outros organofosforados ou carbamatos.
      Químicas

                          Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
                         informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de
                            Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
                          As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
      ATENÇÃO                                        Notificação Compulsória.
                            Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
                                    Notifique ao Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária
                                       Telefone de Emergência da empresa: 0800-770-1099
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MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIOS:
Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
Estudos de absorção e excreção realizados com animais de laboratório demonstraram que o produto após a
sua administração oral é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal. A excreção pelos ratos foi rápida e
completa, sendo que a maior parte (88%) ocorreu nas primeiras 24 horas, através urina (95%) e em menor
quantidade nas fezes e no ar expirado. O acúmulo nos tecidos foi muito pequeno.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 via oral (ratos): > 300 - 2000 mg/kg de peso corpóreo.
DL50 via dérmica (ratos): > 2000 mg/kg.
CL50 inalatória (ratos): Não determinada nas condições de teste.
Irritação/corrosão dérmica (coelho): o produto não é irritante dérmico.
Irritação/corrosão ocular (coelho): o produto não é irritante ocular.
Sensibilização cutânea: Não sensibilizante dérmico.
Mutagenicidade: Não mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS:
Em testes realizados em animais de laboratório administrando-se o produto na dieta alimentar por um período
de dois anos, não foram determinadas quaisquer formas de anormalidade de comportamento e nem em
exames hematológicos, histológicos, de órgão e de urina. Apenas em doses elevadas foram constataram
pequenas reduções da atividade da colinesterase.

      INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

    1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
       AMBIENTE:

Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
( ) Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

-   Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
    atingir principalmente águas subterrâneas;
-   Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique
    o produto no período de maior visitação das abelhas.
-   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-   Não utilize equipamento com vazamentos.
-   Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-   Aplique somente as doses recomendadas.
                                                                                       03/11/2025
-   Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
    d´água. Evite a contaminação da água.
-   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
    e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
   CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
  outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
  recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira
  de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. EM CASO DE ACIDENTES:
-   Isole e sinalize a área contaminada.
-   Contate as autoridades locais competentes e a empresa CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS
    AGRÍCOLAS LTDA. – Telefone (Horário Comercial): (45) 3565-8500, para maiores informações contate a
    empresa AMBIPAR (24h) 0800-707-7022.
-   Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
    protetor e máscara com filtros).
-   Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
    Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
    identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
    registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
    Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
    coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
    indicado acima.
    Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
    órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
    adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
    quantidade do produto envolvido.
   - Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a
   favor do vento para evitar intoxicação.
                                                                           03/11/2025
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
   EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido
nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA - (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
                                                                             03/11/2025
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA
E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
O produto tem restrição no Estado do Paraná para o alvo biológico Pseudoplusia includens em soja.
                                

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