Agria
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Fungicida
Azoxistrobina (estrobilurina) (50 g/kg) + mancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) (700 g/kg)

Informações

Número de Registro
18416
Marca Comercial
Agria
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
Azoxistrobina (estrobilurina) (50 g/kg) + mancozebe (alquilenobis(ditiocarbamato)) (700 g/kg)
Titular de Registro
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Sistêmico/ Contato/ Protetor
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Ceratocystis paradoxa
Podridão-negra
Cana-de-açúcar
Puccinia kuehnii
Ferrugem Laranja

Conteúdo da Bula

                                    V2024 10 24

                                                                                          UPL
                                                                                          Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                          Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                          w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                          e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                          t: (19) 3794-5600


                                                            AGRIA
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 18416

Composição:
Methyl (E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy)pyrimidin-4-yloxy]phenyl}-3-methoxyacrylate
(AZOXISTROBINA)..................................................................................................50,0 g/kg (5,0 % m/m)
Manganese ethylenebis(dithiocarbamate) (polymeric) complex with zinc salt
(MANCOZEBE) ....................................................................................................700,0 g/kg (70,0 % m/m)
Outros Ingredientes.............................................................................................250,0 g/kg (25,0 % m/m)

                   GRUPO                                          C3                                          FUNGICIDA
                   GRUPO                                          M03                                         FUNGICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida sistêmico e de contato
GRUPO QUÍMICO: Estrobilurina (Azoxistrobina) e Alquilenobis (ditiocarbamato) (Mancozebe)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG)

TITULAR DO REGISTRO(*):
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Maeda, s/n, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, CEP: 14500-000, Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0001-52 - Tel.: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
AZOXYSTROBIN TÉCNICO UPL BRASIL – Registro MAPA n° 6414
Shandong Jingbo Agrochemicals Technology Co. Ltd. – Economic Development Zone Boxing County, Binzhou
City, Shandong Province, 256500, China
Superform Chemistries Limited (Unit 1)
Plot Nº 117/118, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia

AZOXISTROBINA TÉCNICA ME2 – Registro nº 26316
Shangyu Nutrichem Co., Ltd.
Nº 9, Weijiu Road, Hangzhou Bay, Shangyu Economic and Technological Development Area - 312369 Zhejiang –
China

AZOXYSTROBIN TECHNICAL UPL BR – Registro nº 44519
CAC Nantong Chemical Co., Ltd.
(Fourt Huanghai Road) Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County, 226407 Nantong, Jiangsu – China

AZOXYSTROBIN TÉCNICO - Registro MAPA n° 01598
Syngenta Limited - Endereço: Grangemouth Manufacturing Centre - Earls Road – Grangemouth - Stirlingshire FK3
8XG - Reino Unido
Saltigo GmbH - Endereço: Chempark Leverkusen, 51369 Leverkusen – Alemanha

MANCOZEB TÉCNICO UPL – Registro MAPA n° 07707
Superform Chemistries Limited
Plot Nº 750, G.I.D.C., Jhagadia - 393110, District - Bharuch, State - Gujarat – Índia

MANCOZEB TÉCNICO UNIPHOS – Registro MAPA n° 03701
Cerexagri B.V. – Tankhoofd 10 – 3196 KE, Vondelingenplaat, Rotterdam, Holanda.

MANCOZEB TÉCNICO UPL BR – Registro MAPA nº 5716
Uniphos Colombia Plant Limited – Via 40, N° 85-85, Barranquilla, Atlântico, Colômbia.

MANCOZEB TÉCNICO BR – Registro MAPA nº 1418689
Uniphos Colombia Plant Limited.
                                                                                                        V2024 10 24

                                                                            UPL
                                                                            Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                            Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                            w: www.upl-ltd.com/br
                                                                            e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                            t: (19) 3794-5600

Via 40, Nº 85-85, Barranquilla, Atlântico – Colômbia
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Av. Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, 3200 - Parte - Rio Abaixo - CEP: 12321-150 - Jacareí/SP.
CNPJ: 47.180.625/0020-09 – Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 679

 FORMULADOR:
 • Superform Chemistries Limited (Unit 0) - Plot Nº 3-11, G.I.D.C., Vapi - 396195, District - Vapi, State – Gujarat
   – India
 • Superform Chemistries Limited (Unit 1) - Plot Nº 117/118, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch,
   State - Gujarat - Índia
 • Superform Chemistries Limited (Unit 2) – 3405/3406, GIDC, Ankleshwar, District Bharuch, Gujarat, India.
 • Superform Chemistries Limited (Unit 5) - Plot Nº 746 / 750, G.I.D.C., Jhagadia - 393110, District - Bharuch,
   State - Gujarat - Índia
 • UPL Limited (Unit 3) – 3101/2, GIDC, Ankleshwar, District Bharuch, Gujarat, India.
 • UPL Limited (Unit 8) – I.G.C., SIDCO, Samba Phase, District Samba, Jammu & Kashmir, 184-121, India.
 • Uniphos Colombia Plant Limited – Via 40, nº 85-85, Barranquilla, Colômbia.
 • UPL Argentina S.A. – Ruta Nacional 3, Km 92, San Martin Y Craig, Abbott, Buenos Aires, Argentina.
 • Cerexagri B.V. – Tankhoofd 10, 3196 KE, Vondelingenplaat, Rotterdam, Holanda.
 • Jiangyin Suli Chemical Co. Ltd. – Nº 7, Runhua Road, Ligang Town, Jiangyin City, Jiangsu Province, 214444,
   China.
 • Shandong Jingbo Agrochemicals Tecnology Co., Ltd. - Economic Development Zone, Boxing County, Shandong
   Province, China
 • Limin Chemical Co., Ltd. - Economic Development Zone, Xinyi, Jiangsu, China.
 • UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. – Avenida Maeda, s/n°, Distrito Industrial,
   Ituverava/SP, CEP: 14500-000. CNPJ: 02.974.733/0003-14. Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1049.
 • UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Rodovia Sorocaba-Pilar do Sul, km 122,
   Salto de Pirapora/SP, CEP: 18160-000 - CNPJ: 02.974.733/0010-43. Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153
 • Iharabras S.A. Indústrias Químicas – Avenida Liberdade, 1701, Cajuru do Sul, Sorocaba/SP, CEP: 18087-170.
   CNPJ: 61.142.550/0001-30 – Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 8.
 • Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Pq. Rui Barbosa, Londrina/PR, CEP: 86031-610. CNPJ:
   02.290.510/0001-76 - Cadastro no Estado (SEAB/PR) nº 003263.
 • Adama Brasil S/A - Avenida Júlio de Castilhos, 2085, Taquari/RS, CEP: 95860-000. CNPJ: 02.290.510/0004-19 -
   Cadastro no Estado (SEAPA/RS) nº 1047/99.
 • Nortox S.A. - Rodovia BR 369, km 197, Arapongas/PR, CEP: 86700-970. CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Cadastro no
   Estado (SEAB/PR) Nº 466.
• Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. – Avenida Wilson Camurça, 2138, Distrito Industrial I,
   Maracanaú/CE, CEP: 61939-000. CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Cadastro no Estado (SEMACE/CE) nº 358/2021
   DICOP
 • Ouro Fino Química S.A. – Avenida Filomena Cartafina, 22335, Quadra 14, lote 5, Distrito Industrial III,
   Uberaba/MG, CEP: 38044-750. CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Cadastro no Estado: (IMA/MG) nº 8764.
 • Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III, Uberaba/MG, CEP: 38044-755. CNPJ:
   23.361.306/0001-79 - Cadastro no Estado: (IMA/MG) nº 2972.
 • Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. – Avenida Roberto Simonsem, 1459, Recanto
   dos Pássaros, Paulínia/SP, CEP: 13148-030. CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro no Estado: (CDA/SP) nº 477.

        No do lote ou partida:
        Data de Fabricação                                              VIDE EMBALAGEM
        Data de Vencimento

  ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM
                                        SEU PODER
              É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                       PROTEJA-SE.
                     É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º
                                 do Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)

   CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
                                                                                                         V2024 10 24

                                                                             UPL
                                                                             Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                             Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                             w: www.upl-ltd.com/br
                                                                             e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                             t: (19) 3794-5600

 CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO
                                   AO MEIO AMBIENTE

Faixa Azul PMS Blue 293 C




INSTRUÇÕES DE USO:
AGRIA é uma combinação de dois fungicidas, um de ação de contato multissítio, o Mancozebe, pertencente ao Grupo
M03 e a Azoxistrobina que interfere na respiração mitocondrial e pertence ao Grupo C3 segundo classificação
internacional do FRAC. É indicado para o controle de doenças na cultura da cana-de-açúcar.


CULTURA, DOENÇAS, DOSES, VOLUME DE CALDA E NÚMERO DE APLICAÇÕES:
                                 DOSE
                 DOENÇAS                  VOLUME DE
                                Produto                        NÚMERO, ÉPOCA E
  CULTURA      Nome comum                   CALDA
                               Comercial                   INTERVALO DE APLICAÇÃO
             (Nome científico)              (L/ha)
                                (kg/ha)
                                                                        Iniciar as aplicações de forma preventiva ou
                                                                        no máximo no aparecimento dos primeiros
                                                        Terrestre:      sintomas da doença. Reaplicar a cada 20
                                                        200 a 400       dias, intercalando com produtos de modos
                   Ferrugem-laranja
                                         1,5 a 2,0                      de ação diferentes. Estas aplicações deverão
                   (Puccinia kuehnii)
                                                         Aérea:         ser concentradas no período de máximo
                                                         20 a 50        desenvolvimento vegetativo da cultura.
                                                                        Realizar no máximo 3 aplicações durante o
                                                                        ciclo da cultura.
   Cana-de-
    açúcar                                                              Realizar uma única aplicação sobre os
                                                                        propágulos vegetativos (toletes, gemas,
                                                                        mudas ou plântulas) colocados no sulco de
                 Podridão-da-coroa ou                                   plantio, antes da operação de cobertura.
                   Podridão-abacaxi                     Terrestre:      Utilizar a maior dose quando houver um
                                         1,0 a 2,0
                     (Ceratocystis                      100 a 200       histórico de doença na área/região ou
                       paradoxa)                                        quando as condições de clima e do solo
                                                                        estiverem favoráveis ao desenvolvimento da
                                                                        doença.

Obs.: Utilizar para todos os cultivos adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de
metila na dose 0,25%.



MODO DE APLICAÇÃO:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou
autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples ou cônico vazio, visando à produção de gotas
finas a médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de
gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa
recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa
uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades, utilize pontas de
diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das
gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura
uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s)
de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
                                                                                                          V2024 10 24

                                                                              UPL
                                                                              Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                              Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                              w: www.upl-ltd.com/br
                                                                              e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                              t: (19) 3794-5600

Via aérea: A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro
Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e
uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da
aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente
limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo,
evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água
utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a
agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Deve-se fazer a adição do produto em água
de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou
no pré-misturador, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada.
Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início
da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água
por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser
constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom
funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por
retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a
necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas
proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda,
sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos
de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.

Condições meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme
abaixo:
Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.
Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco de inversão
térmica.
Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma cultura ou
organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula.

Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
   1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos,
       e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
   2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
   3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais
       abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
   4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as
       pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao
       ser ligada novamente;
   5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em
       local apropriado de coleta de água contaminada.
   Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a
   bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta
   poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar (foliar): 60 dias
Cana-de-açúcar (sulco): Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínino 24 horas após a
aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
                                                                                                           V2024 10 24

                                                                               UPL
                                                                               Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                               Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                               w: www.upl-ltd.com/br
                                                                               e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                               t: (19) 3794-5600

•   Uso exclusivo para culturas agrícolas;
•   Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,                                            TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA).


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA).

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o
aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto
como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes aos
fungicidas, seguem algumas recomendações:

•   Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos C3 e M03 para o controle do mesmo alvo,
    sempre que possível;
•   Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação
    de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
•   Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
•   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre
    orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
•   Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser
    consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à
    Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária(MAPA:
    www.agricultura.gov.br).

                GRUPO                                     C3                                       FUNGICIDA
                GRUPO                                    M03                                       FUNGICIDA

O produto fungicida AGRIA é composto por Azoxistrobina e Mancozebe, que apresentam mecanismos de ação de
Inibidores do complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo e atividade de contato multissítio,
pertencentes aos Grupos C3 e M03, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas), respectivamente.

                              DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA


ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.



PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
                                                                                                        V2024 10 24

                                                                            UPL
                                                                            Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                            Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                            w: www.upl-ltd.com/br
                                                                            e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                            t: (19) 3794-5600

- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
  especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação
  de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
  procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
  crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
  botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza,
  conservação e descarte do EPI danificado.


PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
  passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
  impermeável; máscara com filtros combinados (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe
  P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (Equipamento
  de Proteção Individual) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em PRIMEIROS SOCORROS e
  procure rapidamente um serviço médico de emergência.


PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre
  a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
  aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
  condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também
  entrem em contato com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
  passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara
  com filtros combinados (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança
  com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função
  do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do
  período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes
  do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o
  uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre
  a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
  contaminação.
                                                                                                            V2024 10 24

                                                                                UPL
                                                                                Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                t: (19) 3794-5600

•    Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do
     alcance de crianças e animais.
•    Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
•    Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar
     as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
•    Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
•    Não reutilizar a embalagem vazia.
•    No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
     com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
•    Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
     árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
•    A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
•    Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
•    Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função
     do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.




                   ATENÇÃO         Pode ser nocivo em contato com a pele
                                   Pode provocar reações alérgicas na pele



PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

Pele: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto,
pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo
menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

                                          - INTOXICAÇÕES PELO AGRIA -
                                              INFORMAÇÕES MÉDICAS
                         Mancozebe: Alquilenobis (ditiocarbamato)
    Grupo químico
                         Azoxistrobina: Estrobilurina
    Classe
                         Categoria 5- Produto improvável de causar dano agudo.
    toxicológica
                         Dérmica e inalatória.
    Vias de absorção     Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a
                         indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
                         Mancozebe: Em ratos e camundongos, o mancozebe apresentou absorção gastrointestinal
                         rápida (com pico de concentração entre 3 e 6 horas em ratos e 1-2 horas em camundongos)
                         e não extensiva, com absorção de cerca de metade da dose em ratos e um terço da dose em
                         camundongos. A substância foi amplamente distribuída, com as maiores concentrações sendo
                         encontradas na tireoide.
    Toxicocinética       A biotransformação foi ampla e ocorreu através de duas vias metabólicas. A primeira via é
                         predominante quantitativamente e envolve a hidrólise do mancozebe a etilenodiamina (EDA)
                         e posterior oxidação a glicina. A segunda via é considerada a responsável pelos efeitos tóxicos
                         dos etilenobisditiocarbamatos (EBDCs) e envolve a oxidação do mancozebe a sulfeto de
                         etilenobisisocianato e posterior oxidação a etilenotioureia (ETU), outros derivados do ETU e
                         etilenoureia (EU) que, então, passam pela via metabólica principal formando EDA, glicina e
                                                                                                     V2024 10 24

                                                                         UPL
                                                                         Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                         Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                         w: www.upl-ltd.com/br
                                                                         e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
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                    outros compostos. O ETU é o principal metabólito encontrado na urina, fezes e bile,
                    aproximadamente 7,5% da dose administrada é metabolizada a ETU em ratos e cerca de 5-
                    6% em camundongos.
                    A eliminação do mancozebe e seus metabólitos se deu tanto através da urina (49–55%)
                    quanto das fezes (36–65%), com distribuição quase uniforme entre as duas vias, mas
                    também pode ocorrer através da bile (2-8%), em menor proporção. A cinética de eliminação
                    do mancozebe foi bifásica com tempo de meia-vida de eliminação de aproximadamente 7,5 e
                    35 horas para a fase rápida e fase lenta, respectivamente. Entre 74 e 94% da dose
                    administrada foi excretada nas primeiras 24 horas. Não foram observadas evidências de
                    bioacumulação.
                    Azoxistrobina: A substância foi rapidamente absorvida (74–81%) e amplamente distribuída
                    após a administração por via oral em ratos, sendo as maiores concentrações encontradas nos
                    rins e no fígado.
                    Em ratos, foi amplamente biotransformada, principalmente por hidrólise, seguida de
                    conjugação com glucuronídeo. A azoxistrobina foi também biotransformada através da
                    hidroxilação na posição 8 e 10 no anel cianofenil, seguida de conjugação com glucuronídeo
                    ou, ainda, através de uma via menos comum que envolveu a clivagem da ligação éter.
                    A principal via de eliminação da substância foi através das fezes (73–89%), com excreção
                    biliar de cerca de 57-74% da dose administrada, seguida pela via urinária (9–18%). A
                    excreção foi rápida, cerca de 82 e 96% da dose administrada foi excretada nas primeiras 48
                    horas. Os perfis de absorção, distribuição e excreção foram essencialmente similares entre
                    machos e fêmeas, mas diferenças relacionadas ao sexo foram observadas na
                    biotransformação deste ativo. O número de metabólitos produzidos foi maior em fêmeas do
                    que em machos.
                    Não houve evidência de bioacumulação, menos de 1% da dose administrada foi encontrada
                    nos tecidos após 7 dias da administração.
                    Mancozebe: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do mancozebe em
                    humanos. O principal alvo da toxicidade crônica dos etilenobisditiocarbamatos é a tireoide e
                    este efeito mostra-se relacionado ao metabólito ETU. Efeitos na tireoide são decorrentes de
                    um mecanismo secundário, sendo que o achado toxicológico em estudo em animais de
                    experimentação com o ETU é uma diminuição na síntese dos hormônios tireoidianos (T3 e T4)
Toxicodinâmica
                    através da inibição reversível da enzima tireoide peroxidase (TPO), levando a um aumento
                    dos níveis séricos de hormônio tireoestimulante (TSH) através da estimulação do hipotálamo
                    e da glândula pituitária via feedback.
                    Azoxistrobina: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade desta substância
                    em humanos nem em outras espécies de mamíferos.
                    Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
                    Em estudos em coelhos, o produto foi considerado não irritante para os olhos e para a pele,
                    mas apresentou potencial sensibilizante para a pele em estudo em cobaias.

                    Mancozebe: Efeitos tóxicos sistêmicos decorrentes da exposição aguda ao mancozebe são
                    raros, porém alguns fungicidas da classe dos ditiocarbamatos podem causar sintomas
                    neurológicos como fraqueza, perda da consciência e convulsões.
                    Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação manifestada por ardência
                    e vermelhidão. O mancozebe é considerado sensibilizante dérmico, podendo causar alergias
                    na pele.
                    Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório com
Sintomas e sinais   tosse e dor de garganta.
clínicos            Exposição ocular: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e
                    vermelhidão.
                    Exposição oral: Se ingerido, pode causar irritação trato gastrointestinal, manifestada por
                    náusea, vômito e diarreia. Efeitos tóxicos sistêmicos decorrentes da exposição aguda ao
                    mancozebe são raros, porém alguns fungicidas da classe dos ditiocarbamatos podem causar
                    sintomas neurológicos como fraqueza, perda da consciência e convulsões.
                    Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em
                    humanos.

                    Azoxistrobina: Não são conhecidos sintomas específicos da azoxistrobina em humanos ou
                    animais. A exposição inalatória e/ou oral a grandes quantidades de fungicidas à base de
                    estrobirulinas pode causar tontura, dor de cabeça e fraqueza.
                                                                                                V2024 10 24

                                                                    UPL
                                                                    Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                    Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                    w: www.upl-ltd.com/br
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              Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e
              vermelhidão.
              Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com
              tosse, ardência do nariz, boca e garganta. A inalação de grandes quantidades de fungicidas à
              base de estrobirulinas pode causar tontura, dor de cabeça e fraqueza.
              Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e
              vermelhidão.
              Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito,
              náuseas, dor abdominal e diarreia. A ingestão de grandes quantidades de fungicidas à base
              de estrobirulinas pode causar tontura, dor de cabeça e fraqueza.
              Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em
              humanos.
              O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro
Diagnóstico
              clínico compatível.
              CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a
              boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao
              intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar
              protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.

              Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas
              à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de
              manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e
              temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência.

               Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se
              necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão
              tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação pulmonar assistida.

              Medidas de descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar
              protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.

              Exposição Oral:
              - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. Entretanto,
              também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma espontânea em pacientes
              intoxicados.
              - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça
              abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar
Tratamento
              aspiração do conteúdo gástrico.
               - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em casos de
              intoxicação por mancozebe e azoxistrobina. Avaliar a necessidade de administração de carvão
              ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de
              água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1
              a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
              - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Somente cogitar a
              descontaminação gastrintestinal após ingestão da substância em uma quantidade
              potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente
              dentro de 1 hora).

              Exposição Inalatória:
              Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e
              perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação
              do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e
              auxiliar na ventilação, conforme necessário.

              Exposição Dérmica:
              Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele
              (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água
              em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado
              para tratamento específico.
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                                                                              UPL
                                                                              Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                              Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                              w: www.upl-ltd.com/br
                                                                              e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                              t: (19) 3794-5600

                        Exposição Ocular:
                        Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo
                        menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o
                        paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

                        ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo
                        com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
                        A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite
                        química.
 Contraindicações       A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias
                        respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com
                        risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
 Efeitos das
 interações             Não disponível.
 químicas
                        Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento,
                        ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                        Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica RENACIAT-ANVISA/MS
                        As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
                        Notificação Compulsória.
 ATENÇÃO
                        Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
                        Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
                        Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 ou (19) 3518-5465
                        Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br
                        Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório

Efeitos agudos
• DL50 oral em ratos: >5000 mg/kg p.c.
• DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
• CL50 inalatória: Não determinada nas condições do teste (>5,218 mg/L).
• Corrosão/irritação cutânea em coelhos: O produto aplicado na pele de coelhos causou eritema que foi
   completamente revertido em 24 horas. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para
   a pele.
• Corrosão/irritação ocular em coelhos: O produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu hiperemia na conjuntiva
   e quemose. Todos os sinais de irritação regrediram em 72 horas após a aplicação. Nas condições de teste, o
   produto foi classificado como não irritante para os olhos.
• Sensibilização cutânea em cobaias: Sensibilizante.
• Mutagenicidade: Não mutagênico.

Efeitos crônicos:
Mancozebe: Em estudos de toxicidade repetida em ratos, camundongos e cães, pela via oral, o principal alvo de
toxicidade do mancozebe foi a tireoide e os efeitos foram manifestados por alterações nos níveis de hormônios
tireoidianos, aumento do peso, lesões microscópicas (principalmente hiperplasia das células foliculares da tireoide) e
tumores na tireoide (por um mecanismo não genotóxico). Em ratos, em estudo de 90 dias, o NOAEL foi de 7,4
mg/kg/dia e o LOAEL foi de 15 mg/kg/dia. Em cães, o NOAEL estabelecido em estudo de 1 ano foi de 2,3 mg/kg/dia
e o LOAEL foi de 23 mg/kg/dia. Em camundongos, em estudo de 90 dias, o NOAEL estabelecido foi de 18 mg/kg/dia
e o LOAEL foi de 180 mg/kg/dia. O mancozebe e seu principal metabólito (ETU) não são considerados mutagênicos
para mamíferos. Em estudo de carcinogenicidade, conduzido em ratos com o mancozebe, foi observado um aumento
na incidência de adenomas e carcinomas em células foliculares da tireoide em machos e fêmeas, no entanto, somente
na maior dose testada (450 ppm/dia) e por um mecanismo não genotóxico que envolve a interferência no
funcionamento da enzima tireoide peroxidase (em estudo de 2 anos em ratos NOAEL de 125 ppm correspondente a
4,8 mg/kg p.c.). Limites seguros de exposição foram estabelecidos. Em estudo de 78 semanas, conduzido em
camundongos, foram observadas pequenas alterações nos níveis de hormônio da tireoide, sem alterações no peso ou
na patologia da mesma, e sem alterações nas incidências de tumor relacionadas ao tratamento na dose de 1000
ppm/dia com NOAEL de 17 mg/kg p.c./dia (100 ppm/dia).
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                                                                             UPL
                                                                             Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                             Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                             w: www.upl-ltd.com/br
                                                                             e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                             t: (19) 3794-5600

Em um estudo de toxicidade para a reprodução conduzido em ratos, não foram observados efeitos adversos nos
parâmetros reprodutivos avaliados. Em estudos de toxicidade embriofetal conduzidos em ratos e coelhos, foram
observados efeitos para o desenvolvimento (agnatia, fenda palatina, malformações cerebrais e esqueléticas), mas
apenas em doses que causaram toxicidade materna (em coelhos NOAEL de 55 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 100 mg/kg
p.c./dia; em ratos NOAEL de 128 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 512 mg/kg p.c./dia). Estes efeitos foram considerados
como decorrência da formação do metabólito ETU que promove a desregulação dos hormônios tireoidianos, os quais
são essenciais para o desenvolvimento fetal.

Azoxistrobina: Em estudos de toxicidade repetida em ratos e cães, os principais alvos da toxicidade da azoxistrobina
foram o fígado e o ducto colédoco. Em estudo de toxicidade de 90 dias, pela via oral, os efeitos tóxicos incluíram
alteração do peso do fígado com alteração dos parâmetros bioquímicos e, nas doses mais altas (em cães 250 mg/kg
p.c./dia; em ratos 443,8 mg/kg p.c./dia), foram observadas alterações histopatológicas, assim como alterações na
função biliar. Em cães, o NOAEL estabelecido foi de 50 mg/kg p.c./dia e em ratos o NOAEL foi de 21 mg/kg p.c./dia.
A azoxistrobina não apresentou potencial mutagênico em estudos in vivo. Esta substância também não demonstrou
potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos. Em estudos de toxicidade para a reprodução em ratos,
não foram observados efeitos sobre a fertilidade ou sobre o desempenho reprodutivo. A azoxistrobina não apresentou
potencial teratogênico em ratos e coelhos.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Tontura, fraqueza, dor de cabeça, alteração do estado mental, agitação, tremores e convulsões.


                             DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE


1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é:
      Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
      Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
  X   PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
      Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

•   Esse produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
    principalmente águas subterrâneas.
•   Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros
    de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta)
    metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
•   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas.
•   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
•   Não utilize equipamento com vazamentos.
•   Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•   Aplique somente as doses recomendadas.
•   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
    contaminação da água.
•   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
    prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
   materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
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                                                                               UPL
                                                                               Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                               Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                               w: www.upl-ltd.com/br
                                                                               e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                               t: (19) 3794-5600

•   Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento
    de produtos vazados.
•   Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de
    Normas Técnicas (ABNT).
•   Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
 • Isole e sinalize a área contaminada.
 • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL do BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE
    INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465.
 • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
    protetor e máscara com filtros).
 • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
 • Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
    devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
    indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
 • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
    em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
 • Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
    ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem
    das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
 Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de co2 ou pó químico, ficando a favor do vento,
 para evitar intoxicação.


4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais
de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após
a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
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                                                                             UPL
                                                                             Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                             Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                             w: www.upl-ltd.com/br
                                                                             e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                             t: (19) 3794-5600

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa
Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E
REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com
câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina
que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual concernentes as atividades agrícolas.
                                

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