Publicação destaca papel da tecnologia de aplicação de pesticidas para uso seguro no campo
Orientações técnicas ajudam a aumentar a eficiência dos produtos e a reduzir riscos
Com a colheita da maior safra de soja da história em andamento e o planejamento para a próxima safra se aproximando, o produtor rural brasileiro enfrenta um momento decisivo no quesito financeiro. Enquanto o mercado debate o ESG como uma meta corporativa, a Valtra, referência global em fabricação de máquinas agrícolas, propõe uma mudança de perspectiva: a sustentabilidade no campo é, antes de tudo, uma estratégia para a redução de custos.
A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) projeta que 2026 será marcado pelo crescimento das vendas de maquinários em ritmo moderado e pela necessidade de renovação de frotas que ficaram obsoletas. Segundo Elizeu dos Santos, Gerente de Marketing de Produto da Valtra, é crucial que o produtor aproveite essa oportunidade para estudar as tecnologias mais adequadas para sua produção, que tragam resultados econômicos.
“A rentabilidade é decidida nos detalhes, e as tecnologias aplicadas no campo são importantes para a proteção de margem do agricultor. O uso inteligente de implementos, tecnologias, insumos e até do combustível pode garantir que o produtor economize e obtenha um maior retorno financeiro de suas produções”, afirma Elizeu.
O custo com combustível pesa no orçamento operacional. A modernização da frota permite que o produtor saia de sistemas de operação menos flexíveis para uma gestão inteligente, onde a máquina consome apenas o estritamente necessário para a tarefa executada. A transmissão continuamente variável (CVT), disponível em tratores como das Série Q e Série T, otimiza o uso da força do motor, permitindo operações com economia de combustível média de 25% a 30% em comparação a transmissões convencionais. “Para um produtor que opera centenas de horas por safra, essa diferença paga o investimento na tecnologia e blinda a operação contra a volatilidade do preço do diesel”, ressalta Elizeu.
A sustentabilidade econômica também abrange a economia de insumos. Para a aplicação de fertilizantes, a direção manual pode resultar em uma sobreposição de cerca de 4,5% nas cabeceiras. Com o Valtra Guide e o Section Control, a sobreposição pode ser reduzida a zero. “Estamos falando de eliminar o desperdício de sementes e adubos. A tecnologia garante que o produto seja aplicado apenas onde é necessário, sem desperdiçar insumos que pesam na conta final”.
Outro ponto crucial para a safra 2026 é a preservação da lavoura. A compactação do solo pode reduzir a produtividade futura e exige gastos extras com descompactação. As tecnologias como o Weight Transfer, que distribui a carga do chassi garantindo que o peso da máquina seja equilibrado uniformemente, são uma solução para este problema. “Um solo menos compactado absorve melhor a água e os nutrientes, garantindo a produtividade das safras futuras. Máquinas com melhor distribuição de peso-potência protegem o maior ativo do produtor, que é a terra. Isso é o verdadeiro ESG na prática agrícola”, destaca Elizeu.
Para a Valtra, o início de ano representa o momento ideal para o produtor recalcular custos e adotar tecnologias que garantam fôlego financeiro a longo prazo. Através da eficiência energética e da precisão no campo, a marca reafirma seu papel como parceira do produtor na busca por resultados significativos.
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