Combustíveis iniciam julho em queda, aponta Edenred
São Paulo registrou o menor preço médio do biocombustível do país, enquanto o Paraná teve o diesel mais barato
O mercado brasileiro de trigo manteve baixa liquidez e negócios pontuais. A oferta remanescente segue restrita, mas a dificuldade dos moinhos em repassar custos para a farinha limita as compras, segundo análise da Safras & Mercado. Vendedores sustentam as pedidas. A indústria adquire apenas volumes necessários para atender a demanda imediata.
No Paraná, o mercado conserva referências firmes, com menor ritmo de negociação. No Norte do estado, compradores indicam cerca de 1.450 reais por tonelada CIF, com pagamento até o fim do mês. As ofertas disponíveis alcançam cerca de 1.480 reais por tonelada FOB.
A valorização do real reduziu parte do custo de reposição do trigo importado, conforme a Safras & Mercado. Esse movimento levou compradores a ampliar a cautela. Para a nova safra, as indicações ficam próximas de 1.400 reais por tonelada CIF nos Campos Gerais. No Norte paranaense, variam de 1.430 a 1.440 reais por tonelada CIF.
No Rio Grande do Sul, pequenas ofertas aparecem abaixo de 1.300 reais por tonelada FOB. Segundo a Safras & Mercado, esses lotes envolvem sobras de trigo destinado à produção de sementes. Fora dessas operações, vendedores pedem entre 1.300 e 1.400 reais por tonelada FOB.
Na Argentina, o trigo com 11% de proteína para embarque em agosto apresenta indicação de 221 dólares por tonelada para compra e 230 dólares por tonelada para venda. Para embarque em dezembro, as referências variam de 220 a 230 dólares por tonelada.
As bolsas norte-americanas fecharam em baixa. A Safras & Mercado atribuiu o movimento à realização de lucros e às vendas semanais de exportação dos Estados Unidos, de 235,1 mil toneladas. A empresa também apontou as tensões entre Rússia e Ucrânia como fator de sustentação parcial das cotações.
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