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A John Deere testa na América Latina o JD, agente de inteligência artificial integrado ao John Deere Operations Center. A empresa prevê lançar a ferramenta na região até o fim de 2026, nas versões web e móvel. No Brasil, a companhia se aproxima da marca de 100 mil máquinas conectadas.
O JD usa dados agronômicos, de máquinas e de atividades de campo reunidos no Operations Center. O produtor poderá fazer perguntas em linguagem natural e receber respostas com base no histórico da própria operação. A proposta reduz a necessidade de percorrer telas, filtros e relatórios.
Segundo Cristiano Correia, vice-presidente global de Cana-de-Açúcar e vice-presidente de Sistemas de Produção para a América Latina da John Deere, o agente busca facilitar o acesso e a interpretação dos dados da operação.
Entre as consultas previstas aparecem comparações do consumo de combustível no preparo do solo entre safras, análise de singulação e produtividade, identificação do pulverizador com maior cobertura por hora e comparação das condições atuais com períodos anteriores de colheita.
A solução seguirá os padrões de conduta e segurança da John Deere. As respostas usarão informações disponíveis no Operations Center, conforme as autorizações definidas pelo cliente.
Após o lançamento, o uso exigirá uma conta vinculada ao Operations Center e a seleção da organização desejada. A partir desse acesso, o produtor poderá consultar a IA com base nos dados disponíveis em sua operação.
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