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Nos últimos seis meses, o faturamento do setor de máquinas e implementos agrícolas registrou queda de 7% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Apenas em janeiro de 2026, a retração foi ainda mais acentuada, de 15,6%, sinalizando um cenário mais desafiador para a indústria.
Os dados foram apresentados pela Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq nesta sexta-feira (13/3), durante reunião de associados realizada na Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque (RS).
De acordo com o presidente da Câmara, Pedro Estevão Bastos, entre os principais fatores que explicam o recuo do mercado estão a alta inadimplência no campo, maior rigor na concessão de crédito, juros elevados e a queda nos preços das commodities agrícolas.
Além disso, o cenário internacional adiciona novas incertezas. Segundo Bastos, o conflito envolvendo Estados Unidos e Israel contra o Irã pode trazer impactos adicionais ao setor, variáveis que ainda não foram consideradas no balanço atual e deverão ser avaliadas posteriormente.
Em um contexto de margens mais apertadas e elevada imprevisibilidade, os produtores rurais tendem a priorizar a compra de insumos para a safra, enquanto os investimentos em renovação de máquinas e equipamentos acabam ficando em segundo plano.
Para 2026, a expectativa da entidade é de retração de cerca de 8% no faturamento do setor em relação a 2025, com viés de baixa que pode levar a revisões negativas ao longo do ano.
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