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A BASF anunciou o herbicida Ridivex para controle pós-emergente de plantas daninhas na cultura do milho nos Estados Unidos. A formulação reúne três ingredientes ativos. A empresa direciona a tecnologia para manejo de populações resistentes e proteção do potencial produtivo das lavouras.
O produto ainda depende de registro na Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos para ser comercializado. Enquanto o processo segue em avaliação, a empresa divulga informações técnicas para orientar produtores e consultores.
O Ridivex combina diflufenzopyr, dicamba e pyroxasulfone. A mistura promove controle de plantas daninhas já emergidas e efeito residual no solo. A tecnologia busca manter áreas livres de competição durante estágios críticos do desenvolvimento do milho.
Segundo a BASF, o herbicida controla mais de 200 espécies de folhas largas. A formulação também amplia o transporte e o desempenho do dicamba por meio do diflufenzopyr. A empresa relata resultados visíveis em até quatro horas após a aplicação.
O residual atua sobre mais de 80 espécies de folhas largas e gramíneas. O controle pode durar até oito semanas após a aplicação. Esse efeito deriva da presença do pyroxasulfone.
A formulação inclui ainda um "safener" para aumentar a seletividade à cultura. A BASF afirma que o produto permite aplicação em dose baixa e utiliza menor carga de dicamba em comparação com tecnologias concorrentes.
Ensaios patrocinados pela empresa em 2024 avaliaram o desempenho do herbicida em sete localidades nos Estados Unidos. Os testes envolveram estados do Meio-Oeste e do Sul. O Ridivex alcançou níveis elevados de controle seis semanas após a aplicação.
A recomendação técnica prevê aplicação em pós-emergência inicial do milho, entre os estádios V2 e V5, com limite até V8 ou até plantas com 36 polegadas de altura. A dose sugerida chega a 8 onças por acre, com possibilidade de ajustes em casos de plantas maiores ou resistentes.
A BASF indica volume de calda de 15 galões por acre. O produto pode integrar misturas em tanque com herbicidas como atrazina, mesotriona ou glifosato para ampliar o espectro de controle.
A empresa afirma que a pressão de plantas daninhas resistentes cresce nas áreas de produção de milho. Esse cenário exige mais aplicações e combinações de produtos. A BASF posiciona o Ridivex como ferramenta para simplificar o manejo e ampliar a eficiência do controle no campo.
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