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A área atingida pela seca no Brasil recuou entre março e abril de 2026, passando de 49% para 41% do território nacional, segundo a atualização mais recente do Monitor de Secas da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). O total afetado caiu de 4,17 milhões para 3,43 milhões de quilômetros quadrados, registrando a menor extensão com ocorrência do fenômeno desde dezembro de 2023.
De acordo com o levantamento, houve redução da severidade da seca em 14 unidades da Federação: Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
Por outro lado, a seca se intensificou em abril em Amazonas, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Em Amapá, Pará, Rondônia e Roraima, o fenômeno permaneceu estável no período.
O Monitor também aponta o retorno da seca ao Distrito Federal e ao Espírito Santo. Já Mato Grosso deixou de registrar ocorrência do fenômeno e se juntou ao Acre como os únicos estados livres de seca em abril.
Entre as regiões brasileiras, o Nordeste apresentou o quadro mais severo, com seca grave em 2% da área e seca moderada em 37% do território regional. Já a região Norte registrou as condições mais brandas do fenômeno.
O Centro-Oeste foi a região com menor percentual de área afetada pela seca em abril, com 20% do território. Em contrapartida, o Sul apresentou a maior abrangência do fenômeno, atingindo 84% da região.
Na comparação mensal, três estados registraram aumento da área com seca: Goiás, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Já houve redução em 15 estados: Alagoas, Amapá, Bahia, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.
Em Amazonas, Ceará, Paraná, Piauí e São Paulo, a área afetada permaneceu estável entre março e abril. Distrito Federal e Espírito Santo voltaram a registrar seca no período.
Cinco unidades da Federação tiveram seca em 100% do território em abril: Ceará, Distrito Federal, Paraná, Piauí e São Paulo. Nos demais estados com ocorrência do fenômeno, os percentuais variaram entre 3% e 93%.
Em área total afetada, o Amazonas liderou o ranking nacional em abril, seguido por Bahia, Minas Gerais, Piauí e São Paulo.
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