RS Safra 2025/26: colheita da soja alcança 10% da área total
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A Adama Ltd. divulgou os resultados financeiros do quarto trimestre e do ano fiscal de 2025, evidenciando melhora nas margens e redução do prejuízo, mesmo diante da retração nas vendas.
No quarto trimestre, a companhia registrou receita de US$ 1,026 bilhão, queda de 8% (9% em RMB), impactada principalmente pela redução de volumes (8%) e preços (2%).
Apesar do recuo no faturamento, os indicadores operacionais apresentaram avanço. O lucro bruto ajustado cresceu 12%, para US$ 314 milhões, com a margem subindo de 25,2% para 30,6% na comparação anual, impulsionada por medidas de redução de custos.
O EBITDA ajustado avançou 14%, totalizando US$ 157 milhões, com expansão da margem de 12,3% para 15,3%. Já o prejuízo líquido reportado caiu de US$ 149 milhões para US$ 88 milhões. Na base ajustada, o resultado praticamente zerou, passando de prejuízo de US$ 58 milhões para US$ 1 milhão negativo.
A geração de caixa também apresentou melhora. O fluxo de caixa operacional somou US$ 237 milhões no trimestre, alta de US$ 111 milhões na comparação anual, enquanto o fluxo de caixa livre atingiu US$ 156 milhões, avanço de US$ 118 milhões.
No consolidado do ano, a Adama reportou receita de US$ 4,05 bilhões, recuo de 2%, refletindo queda nos preços, com volumes estáveis.
Ainda assim, a companhia avançou em rentabilidade. O lucro bruto ajustado cresceu 12%, para US$ 1,19 bilhão, com margem de 29,4%, ante 25,6% em 2024. O EBITDA ajustado subiu 25%, totalizando US$ 587 milhões, com margem de 14,5%.
O prejuízo líquido reportado foi reduzido de US$ 407 milhões para US$ 147 milhões. Já o resultado líquido ajustado voltou ao positivo, passando de perda de US$ 206 milhões em 2024 para lucro de US$ 28 milhões em 2025.
Na geração de caixa, o fluxo operacional atingiu US$ 567 milhões no ano, enquanto o fluxo de caixa livre somou US$ 269 milhões — altas de US$ 39 milhões e US$ 51 milhões, respectivamente.
Segundo o CEO da companhia, Gaël Hili, os resultados refletem o avanço do plano de transformação da empresa, focado em competitividade de custos, fortalecimento comercial e evolução do portfólio. A expectativa, segundo ele, é de continuidade na geração de valor no longo prazo.
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